História Fire - Capítulo 5


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Categorias GRAY, Jay Park, LOCO, Sandara Park
Personagens GRAY, Jay Park, LOCO, Personagens Originais
Tags Casamento Arranjado, Danbi, Gray, Jay Park, Loco, Romance, Sandara Park
Visualizações 29
Palavras 1.982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, desculpa a formatação (escrevi e postei pelo celular novamente)
Pov do Jay e teve passagem de tempo.
Gentee o capítulo de hoje é um pouquinho +18.
Boa leitura ❤

Ps: Notas finais.

Capítulo 5 - 05 - Promessa


• Promessa

30 de julho, 2015 

Jay Park. 

 Julho chegou rápido e passou também. Desde da falsa notícia da morte de Gray, Danbi não saiu do quarto. Imagino como uma pessoa consegue ficar presa assim? Faz mais de um mês que ela ver o sol nascer dentro daquele quarto. É agoniante. Tudo que desejo é poder contar para ela sobre a verdade. Gray é um babaca, um completo idiota. 

 O outro idiota que me fita com certa curiosidade esperando a resposta de sua pergunta, não merece nem um resquício de amor vindo de alguém como Danbi. 

— Ela está bem. 

  Uma mentira não mataria a ninguém. Ele não mentiu? Não fez parte de toda essa babaquice desde o princípio? Nada mais justo do que eu mentir para ele. Se for  necessário mentirei de novo. 

— Como você pretende deixar ela afastada  dos negócios? 

— Eu não sei. Só sei que quando ela quiser ela irá assumir. Deveria saber que quando ela quer algo, ela faz.  

— Eu sei disso. 

— Que bom que sabe. 

   Ele se retira apressadamente da sala. Para minha alegria. Abro a gaveta e pego o porta retrato com a foto de Danbi, Gray e o pai deles. Não entendo porque uma foto tão bonita está guardada. Gray é mesmo um babaca. Coloco minha atenção na garotinha com longos cabelos castanhos sorridente. Não era muito diferente da atual Danbi, só era sua versão feliz. Felicidade. Essa é a palavra e o sentimento que eu não via com ela desde que coloquei meus pés nessa sala. Será que um dia ela foi feliz? Ou achou que fosse? 

••

    Entro no quarto e a mulher está deitada em posição fetal, seus cabelos molhados cobriam um pouco do rosto. Ela veste sua habitual roupa de dormir. O que se resume em uma camisola preta que deixa quase todo seu corpo a mostra. Merda. Além de chata ela consegue ser incrivelmente linda, uma perfeição de mulher. Vou até ela e cutuco sua perna, sua pele é macia. 

— Danbi! — Minha voz saí alta. — Acorde. 

— Estou  acordada. 

— Vamos descer para comer algo, chega de refeições no quarto. Sora fez aquela comida que você gosta. 

  Danbi me fita e coloca os fios de cabelo que atrapalham sua visão atrás da orelha. Consigo ver suas bochechas enormes avermelhadas e a ponta do seu pequeno nariz da mesma cor. Seus olhos estavam inchados. Mesmo assim ela continua linda. Merda! Nos últimos dias tenho observado Danbi com outros olhos, não só fisicamente como interiormente. Ela me mostrou ser uma pessoa completamente frágil, delicada. Diferente da Danbi que me socou a cara quando disse que ela tinha peitos muito bonitos. 

 — Eu não quero. — Ela responde com seu habitual mau humor. 

— Sabe que dia é hoje? Já faz mais de um mês. Se continuar assim quem vai morrer é você. — Grosseiramente digo para ela algumas verdades que ela precisa ouvir. 

— Não me importo. 

Mais que caralho. 

  Sem pensar muito seguro a cintura dela com força e jogo seu pequeno corpo por cima do meu ombro. Ela tenta se soltar mais a aperto com força. 

— Você vai querendo ou não! 

— Me solta. 

   Enquanto desço a escada com certa facilidade, Danbi me xinga e pede para coloca-la no chão. Só faço o que ela pede quando chego perto da mesa. 

— Senta! Agora! 

  Ela automaticamente se senta e me encara. Consigo ver sua expressão de tédio. Logo Sora trás o prato de Danbi recheado de macarrão com molho branco. Ela encara o prato e murmura um obrigada. 

— Eu não quero.  

  Quero que ela melhore logo para poder assinar documentos importantes e assuma sua posição. Só tem um jeito para isso acontecer

— Se  você comer tudo, eu juro que acho quem matou seu irmão. É uma promessa.

•• 

  Eu irei enrolar ela e dizer que foi alguém desconhecido e tudo ficará bem. O enorme sorriso que ela deu após minhas palavras foi encantador. A cor da vida voltou para os olhos da mesma. 

  Sandara entra no escritório sem ao menos bater. Olho no relógio pendurado na parede e vejo que já são dez e meia. 

— O que faz aqui? — Pergunto e ela se aproxima me encostando na parede.

— Vim dar para você o que sua amada esposa não dá. 

— Eu já disse que não é para vir aqui em casa. — tento empurrar ela mais é em vão. 

  — Por que você não esquece disso? Vamos curtir o momento. 

  Ela me beija com certo desejo. Não me recordo quando e onde nós nos conhecemos, apenas lembro que ela vestia vermelho e Deus sabe o que ela estava linda. Sandara pode ser bela mas ela era – e é -  superficial, uma verdadeira bruxa. Jamais eu iria ter algo com ela. Jamais iria ter algo com alguém. Agora, depois de dois anos só de sexo selvagem – ou não -, posso dizer com toda a certeza que ela é uma pedra no caminho, mas nunca disse não para ela. Nem mesmo depois do casamento. É como se eu estivesse acostumado com ela, as manias dela e as perversões. A única coisa que nos une é o sexo, sem isso nós somos velhos conhecidos vivendo a vida de forma errada. Eu sendo um verdadeiro filho da puta e ela sendo uma amante que nem mesmo sinto algo. É estranho saber que estou traindo Danbi, mas eu não a amo, apenas desejo o corpo dela embaixo do meu. Porra, só eu sei como eu quero ela, talvez por ser algo impossível. Eu sou puro fogo e Danbi é a água para me apagar. 

  Sandara leva a mão até o meio das minhas pernas e meu pênis – traidor – ganha vida. Ela interrompe o beijo e sussurra coisas inaudíveis no meu ouvido. Provavelmente palavras de baixo calão. Tudo que consigo processar é sua mão brincando com meu pau. Maldita mulher, sabe como me deixar louco graças aos anos. Mantenho os olhos fechados e escuto o som do zíper da calça ser aberto, deixo um sorriso besta sair dos lábios, afinal já sei o que ela vai fazer, com maestria como sempre. 

  E ela faz. Sandara pode ser o que for mais seu boquete é o melhor. Enfio a mão nos cabelos dela e abro os olhos para poder contemplar a cena. 

  Danbi está encostada na batente da porta. Ela encara tudo com muito nojo . Puxo Sandara e ela reclama. Arrumo a roupa sem pressa alguma. 

— Ah! Não acredito que é a empata foda. — Sandara diz com desdém. — Você é alguma ' Voyeur? Por que se for eu adoraria trepar com o seu macho na sua frente.   

   Ela realmente é uma bruxa má. Quero responder a provocação, mais a voz não saí. Me sinto o pior dos homens. Há quanto tempo ela está parada aí? Maldição

— Saia da minha casa agora. 

— Sua? 

— Saia. — Sandara olha confusa para mim, apenas arqueio a sobrancelha e ela entende o recado. 

— Ok. — Ela saí limpando a boca com a manga da camisa. — Garota você é muito corna. 

  Danbi não responde. Ela apenas continua me encarando com nojo. Aquele olhar era reprovador de mais para mim. Eu estou agindo feito o meu pai, e eu não gosto disto. Quero dizer que sinto muito por novamente ela ter visto tal cena, mas nada saí da minha boca. 

— Se quisesse podia ter continuado. Eu só não acreditei que estavam fazendo o que estavam fazendo aqui, na minha casa. 

— Na sua casa? — Ela me odiava. Odiava tudo que é relacionado a mim. Porque ela diria que a minha casa era dela se ela odiava tudo isso. 

— Desde do momento que assinou aquela porra de papel essa droga também é minha, seu babaca idiota. — Ela disse tudo com seu tom de voz calmo, mas eu consigo sentir o  impacto das palavras. 

— Não finja que se importa. 

— Não me importo. Quero mais é que se dane você e essa vagabunda. Dá próxima vez leve ela para um motel ou pra’ puta que pariu. — Que mulher irritante. Ela não perde a compostura nem quando está brava. 

— Tá bem. O que veio fazer aqui? 

— Eu vim aqui te falar que eu perdi um encontro importante, eu tinha que encontrar Liza, ela disse coisas antes do Gray morrer. Eu preciso encontra-la. Vim aqui te pedir um favor, mas pode deixar, amanhã quando eu for para minha casa eu mesma resolvo. - Ela saí batendo a porta. 

•• 

 

   Danbi saí do banheiro e junto com ela vem o perfume do creme que passava no início dessa loucura. 

— Eu não irei pedir desculpas, sei que você está chateada. 

— Tanto faz. Já disse que não me importo. 

— Se não se importasse, Não iria ficar puta. 

— Já disse o que eu penso. Vá para o motel. 

— Olha, eu já entendi que não se importa. Ok?  — Deixo o ar escapar pela boca. 

  Ela se joga no lado dela da cama ficando de bruços mostrando o seu belo traseiro.  Sei que ela não faz isso de provação, ela simplesmente esquece que estou ali. 

— Pare de olhar minha bunda. — Ela ordena. Como ela sabe se está olhando para o lado ao contrário? 

— Não estou olhando para essa sua bunda feia. — Digo mordendo o lábio inferior enquanto olho mais um pouquinho. 

— Ah é? — Danbi se vira bruscamente e me pega no fraga. — Minha bunda feia está te deixando excitado? Por que não chama Sandara Para te chupar? 

— Ela não está aqui. — Respondo a provocação e ela me olha com seu olhar de mais cedo. 

— Idiota! 

— Sabia que o Loco vive falando para o Levi como vocês transavam? É nojento saber que minha mulher dava para um verdadeiro  idiota como ele. 

— Isso é mentira, ele não diria. 

— E como eu sei que ele comeu você na sua festa de formatura? 

  Era verdade. Loco contava todas suas aventuras sexuais com Danbi para me deixar constrangido, e na maioria das vezes ele conseguia. Como alguém como ela pode amar alguém como ele? Que mente para ficar do lado de um cara maia idiota que ele. Depois sou eu que recebo os xingamentos. 

— Vai pra’ merda! 

 Para amenizar o clima de ódio resolvo ressaltar minhas palavras de mais cedo no jantar. 

— Eu fiz uma promessa, e vou cumpri-la. Sei que foi me procurar para pedir para encontrar a garota, não se preocupe, eu vou descobrir quem matou seu irmão. Com Liza sem Liza. 

  Consigo ver os olhos dela marejarem, não era essa a intenção. As lagrimas começam a escorrer pelo belo rosto da mulher deitada ao meu lado. Sem pensar levo minha mão até seu rosto e limpo todas que caem. 

 — Você tem certeza que aquele homem desfigurado era Gray? 

— Sim. — Minto. 

  Ela está tão vulnerável. Sem pensar – novamente – puxo ela para um abraço. Sinto as lágrimas dela caírem sobre o meu peito. Seu perfume doce invadi meu espaço. Ela ameniza o choro. Não sei como consolar alguém, mas nos filmes os caras dão um beijo na testa das garotas, mas eu não ia fazer isso. Ela iria se separar de mim. Eu não quero isso, quero aproveitar o perfume dela o máximo que posso.   

  Eu sou muito babaca, na vez de conquistar a minha mulher e dar valor a ela não eu a traio. 

  Loco é um babaca só de ter deixado ela se casar comigo. 

  Gray é um babaca por ter fingido a própria morte por conta de suas brigas e situações de risco. É um babacão por ter aceitado o que meu pai disse. É um tremendo babaca por fazer a irmã sofrer assim. 

  Resumindo, Danbi está cercada de homens babacas. 

  


Notas Finais


De acordo com o google Voyeur é: Indivíduo que experimenta prazer sexual ao ver estímulos sexuais, objetos associados à sexualidade ou o próprio ato sexual praticado por outros.

🔥 Sobre a passagem de tempo nos próximos não irá ter, mesmo assim irei deixar as datas no início do capítulo porque assim vai ser mais fácil para vocês não se perderam.

🔥 Eu finalmente fiz um P.O.V do Jay para vocês saberem o que ele pensa. Nada melhor que saber o que ele pensa nesse início de fase e acho que daqui para frente será essencial o ponto de vista dele.

É isso.

Até ❤


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