História Fire a Gun - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Policial, Romance
Exibições 18
Palavras 9.557
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


História não revisada.

Capítulo 2 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Fire a Gun - Capítulo 2 - Capítulo Único

     A busca incansável por aquela mulher já estava deixando Bradley, e todos os policiais locais, fora do juízo. E o pior é que ela é boa no que faz.

     Em todos esses anos metida no mundo do crime havia conseguido se manter no total anonimato. Ninguém sabia seu nome, fisionomia, ou até mesmo como era sua voz. Mas, ora essa, nunca precisaram saber nada, sequer o nome, da ladra, a mesma nunca havia sido um problema, até agora. Apenas pequenos assaltos, em pequenos bancos.  Apenas no ultimo ano que a mulher passou a ser um problema, passou a fazer assaltos em grandes bancos grandes, e tudo isso sem ser vista ou percebida. Só sabiam que era a ladra pela marca deixada por ela, seu marco de vitoria para todos os assaltos realizados: Uma carta de baralho - sete de copas - com a marca de um beijo, feito por um batom vermelho e os dizeres "Fire a Gun".

O que deixava Bradley ainda mais confuso e emputecido era que, ao que tudo indicava a mulher não tinha parceiros. Cometia os crimes, sozinha, com maestria. Rouba os bancos antes dos mesmos abrir, nunca é pega por nenhuma câmera, não comete deslizes ou erros. Com inteligência e perfeição de dar inveja a muitos bandidos que, hoje, estão atrás das grades, pagando por seus crimes.

Mas o que estava deixando a todos – principalmente Bradley por ser encarregado da operação – louco foi sua façanha de seis meses atrás. Seu mais novo crime. A bandida havia roubado joias da coroa britânica, que ficavam no museu de Londres. Como se não bastasse ter roubado o colar e brincos de diamantes africanos que pertenceram à rainha Victoria, também roubou o Koh-i-Noor.

E, Bradley, além de ter seus pensamentos focados na ladra, tentando descobrir quem é a mulher e como ela é, ou o seu paradeiro, ainda tinha seus pensamentos ocupados pela mulher que havia visto dançar, a algumas noites passadas, na boate. A ninfeta andava roubando suas noites de sono. Não se lembrava do rosto da mulher, mas lembrava, perfeitamente, de suas curvas, pernas longas e avantajadas, bunda perfeita e redonda, ótima para estapear, barriga lisa e seios grandes.  Bradley lembrava perfeitamente do modo como a morena movia o quadril, em uma dança sensual, e o jeito que jogava os cabelos. A garota havia se tornado sua mais nova fantasia sexual, sendo homenageada todas as noites, na intimidade do homem. A ninfeta houvera tornado-se sua principal fonte de prazer, o motivo dos seus gemidos e, em sua imaginação, a mulher que se deleitava ao beber todo seu gozo.

Suspira exasperado e passa as duas mãos nos cabelos, antes de bater na mesa com força, já estava cansado e frustrado com tudo isso. Esfrega o rosto com força e puxa os cabelos da nuca, em puro sinal de estresse. Para ele foi um choque ao perceber o ódio que sentia pela ladra. Sempre fora um grande amante das mulheres, as idolatrava e endeusava de forma absurda. Sempre achou que sem as mulheres os homens não seriam nada, apenas meros patifes, que nunca sentiriam o calor de estar entre as pernas de uma mulher ou o carinho que seus abraços e beijos poderiam transmitir, e não tinha a mínima vergonha de admitir isso. O ódio descomunal que andava sentindo pela ladra o assustava, era como se, pra ele, ela não fosse uma mulher, fosse apenas o ser mais repugnante e odiante do mundo, e a única vontade que sentia, era de mata-la. E para piorar sua situação, sentia sua calça apertar e incomodar, graças à ereção que tinha, sempre que pensava na morena da boate.

— Ótimo! Além de ser incompetente no trabalho, tô ficando duro por uma mulher que, apenas, vi dançar na boate. Feito um adolescente virgem, com o pau vadio, pronto pra meter no primeiro buraco que aparecer! - resmunga irritado, olhando para o teto, tentando retomar o controle de sua vida, seus pensamentos, seu corpo e, principalmente, seu pau.

     Em outro apartamento, não muito longe dali, Aysha sorria admirada com seus, mais novos, prêmios, as joias da coroa e o Koh-i-Noor que houvera roubado há seis meses. Para cometer o crime não havia sido fácil, fora preciso meses de preparação e planejamento, para finalmente dar o bote, colocar o roubo perfeito em pratica, e ter sucesso. Quem sabe não fosse o roubo do ano, não lhe custaria tanto, sonhar um pouco alto demais.

Trabalhar sozinha não é fácil, pra ninguém, principalmente quando se é tão perfeccionista quanto Aysha, mas a bandida sempre conseguira fazer tudo sozinha e ser uma das melhores no ramo.

— Como sempre, perfeito! – sorri convencida e guarda as joias e a pedra preciosa em uma caixinha, logo depois a escondendo no cofre.

Ao olhar em volta, sorri satisfeita com a vida que leva, ainda não havia conseguido tudo o que sempre desejou, mas estava quase lá. Estava construindo seu império aos poucos - nas sombras onde ninguém pudesse ver, desconfiar, ou lhe descobrir -, fazendo sua fortuna com os crimes cometidos, tudo tão perfeito que ninguém sabia, sequer, seu nome. Tudo estava saindo como havia planejado e esperado, ou até mesmo melhor.

Sorri aproximando-se da janela. Londres sempre havia encantado-a, e a vista do centro da cidade era ainda mais bela, ao vivo, que em seus sonhos. Mas a necessidade de ser livre e conhecer novos lugares, viver no extremo do perigo e insanidade, sempre fora maior. Além do que, Londres estava se tornando perigosa para a mulher, com seu ultimo crime as chances de ser descoberta e, pior ainda, pega, haviam aumentado bastante. Não que fosse uma assassina - nunca houvera, sequer, machucado alguém, alguma vez na vida -, mas já estava se tornando uma ameaça para o país, para as joias, riqueza e economia do país, e isso não era aceitável, a cada vez que uma de suas cartas aparecia era um estrago na conta bancaria de algum milionário ou do governo.

Checa o celular mais uma vez, antes de tomar o ultimo gole de sua taça de vinho. Estava a espera da resposta do possível comprador das joias e da pedra, caso o acordo fosse feito iriam marcar o dia e o local da troca, precisava se desfazer dos objetos o mais rápido possível, ficar com elas e na cidade, por muito tempo, lhe traria grandes problemas, e já faziam seis meses que as joias e as pedras estavam em sua posse, mais que isso seria entregar sua cabeça para a policia.

— Tempo demais! Isso pode me trazer problemas.. – murmura, falando sozinha, absorta em pensamentos.

Sobressalta assustada, sendo tirada de seus devaneios ao receber uma mensagem do interessado confirmando a compra.

— Tudo bem, até logo senhor. – sorri, encerrando a chamada de voz e suspira aliviada, respirando tranquilamente e vitoriosa em seis meses, finalmente havia conseguido se desfazer das joias e pedra. Havia vendido tudo para um só comprador, claro que o investigou bem antes de confirmar o acordo, não era tão nova no ramo, como todos pensavam.

Já havia comprado às passagens online, e agora era só esperar o dia e a hora do voo. Tinha uma semana para se programar, tempo suficiente para decidir seu novo roteiro e começar a procurar bons locais para seus futuros roubos. Estava se sentindo nas nuvens, havia se desfeito das joias, tudo estava dando certo e saindo como o esperado, agora a única coisa que lhe restava era relaxar, aproveitar e esperar uma semana passar.

     Mais uma semana houvera se passado e Bradley se encontrava a cada dia mais frustrado, não tivera nenhuma novidade sobre a bandida, continuava no escuro, pois não havia encontrado nenhum rastro deixado pela mulher. Já estava prestes a ser retirado do caso, por incompetência.

Há algumas semanas havia encontrado, nos vídeos dos assaltos aos bancos, uma mulher que foi vista na maioria dos bancos que foram assaltados. O policial se agarrou a hipótese de que a mulher fosse a assaltante, e começou a pesquisar e a tentar achar algum rastro dela, mas a hipótese logo foi descartada por seus superiores. De acordo com as investigações que fizeram, a mulher era rica e tinha conta em todos os bancos que fora vista, além do fato que estavam procurando a assaltante do museu e não a do banco – mesmo que fosse apenas uma –.

Mas o policial não se deu por satisfeito e começou a investigar a mulher, foi até seu informante fora da policia e fez com que rastreasse a mulher, e caso encontrasse algo ficasse em sua cola até descobrir um prova verídica e seu paradeiro.

     Bradley já estava impaciente com a demora de Johnny, seu informante, pois o mesmo, no dia anterior, havia lhe informado que conseguira uma foto do rosto da mulher e estava fazendo a analise de reconhecimento facial e seus parceiros haviam encontrado a casa da bandida, e logo lhe mandaria tudo por SMS.

A única coisa que Bradley precisava era das informações necessárias sobre a bandida – como nome, idade e antecedentes – e o seu endereço, mas Johnny parecia demorar mais que o necessário para conseguir simples informações.

Sabia que não era nada concreto, mas aquela seria sua ultima chance e jogada, se desse em nada iria desistir e deixar passarem o caso para outro. Só precisaria ter o seu endereço e então entraria em sua casa, encontraria as joias e daria voz de prisão – pois tinha certeza que ela era a assaltante do museu – e então a levaria até a delegacia e ganharia todo o seu mérito merecido. Simples.

Havia decidido, também, que aquela seria a ultima noite que procuraria a morena da boate. Havia voltado todos os dias, da ultima semana, lá na tentativa de encontra-la, mas foi apenas tempo perdido, ela havia desaparecido. Assim como a bandida, as joias e todas as soluções para sua vida que havia se tornado uma bagunça.

Já estava terminando de passar o perfume, pronto para ir embora, quando escuta o celular tocar, avisando que havia chego um SMS, sai do banheiro e se surpreende ao ver que era uma mensagem de Antony, sorrindo vitorioso ao ler o conteúdo da mensagem.

“Aysha Pizzacolli.
28 anos.
B126, London, England.”

Havia pego a bandida e não poderia deixa-la escapar, precisaria chegar a tempo pois, de acordo com a mensagem, seu voo sairia em três horas, e depois disso não iria conseguir encontrar ou ela, ou as joias, novamente.

– É, morena, você terá que esperar.. – sussurra para si mesmo, sorrindo ansioso e confiante.

Pega a chave do sua Mercedes, sua Glock e as algemas, logo saindo de casa em disparada até o prédio de Aysha Pizzacolli.

     A longa semana finalmente havia se passado. Todo seu dinheiro já estava guardado em uma conta da suíça, malas feitas, passaporte em mão, e joias escondidas. Agora só precisaria ir até o aeroporto, fazer check-in e esperar a decolagem do avião. Tudo estava saindo como o planejado.

Já estava pronta, prestes a sair de casa, quando ouviu seu celular tocar e logo atendeu, ao ver que era um dos homens que havia posto na cola dos policiais, que estavam encarregados do crime que a mesma houvera cometido, avisando que o policial encarregado do caso, oficial Bradley Hoffmann, estava indo em direção ao seu apartamento, porém não era certeza que ele fosse até lá, e que já estava perto demais para ela tentar fugir.

Suspira, após agradecer as informações, e encerra a chama. Senta na poltrona, pensando e tentando entender como havia sido descoberta. Não se lembrava de nenhum erro que havia cometido, sempre fez tudo com perfeição – sendo minimalista e perfeccionista como é nunca deixaria nada passar –, e lembrar-se-ia se tivesse deixado algo passar. Sabia que se saísse agora, nesse momento, seria pior, ele poderia encontra-la fugindo e seriam mais anos acrescentados na sua ficha. Ele poderia chegar a qualquer momento e ela teria que se preparar, arrumar um jeito de enrolar o homem, prendê-lo naquele lugar, e conseguir escapar. Usar força física contra o homem estava fora de cogitação, sair correndo quando ele entrasse no apartamento seria inútil e idiota, não pretendia dar tão na cara que é a criminosa.

Ri com seus pensamentos e balança a cabeça, qualquer decisão impulsiva que tomasse seria caminho único para o fracasso. Respira fundo, se servindo de uma taça de vinho e sorri breve, batendo as unhas no braço da poltrona, olhando para a porta, sua única chance de ganhar seria esperar o homem chegar e lutar com sua melhor arma: A sedução.

     Sorri ansioso ao estacionar o carro de qualquer jeito e descer dele rapidamente, sabia que poderia estar sendo precipitado, mas Bradley simplesmente não queria saber, não conseguia se controlar ou se conter.
A possibilidade de ser o primeiro a ver a bandida, o único a prendê-la, sem precisar de ajuda ou reforços, o cegava. A ambição e o desejo pelo orgulho e mérito que receberia do seu superior, caso conseguisse fazer a apreensão sozinho, foram o gatilho perfeito para Bradley sacar a arma e arrombar a porta do apartamento simples e confortável, que ficava no centro de Londres, se surpreendendo ao ver a mulher.

Ao arrombar a porta e entrar no apartamento, Bradley se surpreende. Nunca havia parado pra pensar em como a ladra seria, mas sabia que nem sua imaginação poderia imaginar uma mulher tão gostosa.

Abaixa a arma para observar a mulher melhor. Pernas torneadas, cruzadas, joelhos fortes, perfeitos para ficarem no chão, sustentando o corpo, enquanto seus braços finos e fortes irão se apoiar na poltrona, para que ele a comesse forte e bruto. Sorri malicioso ao subir o olhar e ver o olhar desafiador e com uma falsa inocência da mulher o analisando, enquanto toma um gole de vinho.

Com certeza, nunca imaginou que a bandida fosse assim, tão perfeita pra ser fodida.

     Aysha não se surpreende quando sua porta é arrombada e o polical Bradley irrompe imponente, segurando sua arma com firmeza e apontando-a na direção dela. Sorri ao ver o homem, já sabia como era sua aparência – não houvera sido boba, havia pedido para que um dos homens que havia contratado para ficar na cola dos policias encarregados do seu caso, lhe mandasse uma lista com todas as informações necessárias e fotos de todos os policiais –. Bradley, dentre todos, havia sido o que mais lhe chamou a atenção, o homem é fodidamente lindo por foto, mas teve que admitir que as fotos não retratavam a total e real beleza do homem.

Olhos raivosos, sorriso quase imperceptível no canto dos lábios, sobrancelhas levemente arqueadas, braços musculosos e mãos fortes segurando a arma com força e firmeza. Sorri maliciosa descendo o olhar pelo corpo do homem, reparando de devorando com os olhos cada mínimo detalhe; camisa social preta de botões, apertada nos lugares certos, deixando evidentes os músculos bem desenhados dos braços do homem, marcados pela camisa, jeans preto, apertado nas coxas – mostrando que o policial não malhava só os braços, mas sim o corpo todo, deixando claro que cada partícula do seu corpo é forte e definido –, o que não havia passado despercebido por Aysha. Por fim havia os pés, pés grandes calçados e cobertos por um sapato social simples, também preto, “Nossa, se o que dizem for verdade o pau desse homem deve ser enorme, porque olha o tamanho desse pé!”, pensa a mulher e solta uma risadinha com o pensamento idiota e imaturo que acabara de ter.

Logo volta a analisar o rosto do policial, captando e guardando na mente os mínimos detalhes, todos que lhe agradavam e verificando se havia algo que a desagradava. Maxilar largo, queixo quadrado, lábios finos e desejosos. O tipo de lábios, e boca, que haviam sido moldados para viver entre as pernas de uma mulher, lambendo e chupando, extraindo e tomando até a ultima gota dos orgasmos que os mesmos poderiam proporcionar.

Sorri safada e morde o canto do lábio inferior, soltando lentamente da prisão que seus dentes se tornaram, à medida que seus olhos alcançam o do policial, fazendo-a perder o ar por alguns segundo ao se deparar com olhos desejosos e transbordando luxúria. Arqueia uma sobrancelha o desafiando a ser o primeiro a dar a palavra.

– O que faz aqui, oficial? – pergunta, com o sorriso persistente no canto dos lábios, após alguns segundos de silencio e toma um gole do vinho.

     Bradley arqueia uma sobrancelha ao ouvir a pergunta, aparentemente inocente, de Aysha. Ri balançando a cabeça com a destreza da mulher em tentar se mostrar desentendida e volta a levantar a arma, olhando-a sério. Até a voz da mulher mexe com sua libido.

– Não se faça de desentendida. Vim aqui resgatar as jóias, e de brinde lhe prender. – diz o obvio, a olhando entediado, e ri arqueando ambas as sobrancelhas ao ver que nada na expressão da mulher havia mudado, ela é ardilosa.

– Não sei do que fala oficial. Diga-me quais jóias são essas? – pergunta se inclinando em sua direção, com um falso interesse e desentendimento.

Ri com a ousadia da mulher e abaixa a arma, achando graça da situação.

– Vamos lá, Aysha, eu esperava mais de você. Uma bandida tão talentosa e esperta, e agora está se fazendo de inocente? – ri sem desviar os olhos da mulher e estala a língua no céu da boca.

– Me fazendo de inocente? Não, oficial, longe de mim. – sorri piscando o olho e volta a se recostar na poltrona – Estou esperando a resposta, senhor policial. Confesso que tenho um grande apreço por jóias, e gostaria de saber de quais o senhor tanto fala.

– Ora, Aysha, a cada segundo me decepciona mais com essa falsa ignorância, quanto ao que houve. – ri descrente.

Sorri dando de ombros e levanta. Aysha teria que fazer algo e sabia que não conseguiria enrolar o policial com palavras.

– Ora, me desculpe senhor policial, não era a minha intenção decepcioná-lo – ri se aproximando do mini bar de seu apartamento e se serve de mais uma taça de vinho – Aceita? – pergunta após se servir, virando de frente para Bradley.

– Não, obrigado, não bebo em serviço. – diz impaciente para qualquer joguinho que a mulher estivesse disposta a fazer, já esta cansado de caçá-la e tudo o que mais quer é prendê-la e tirar suas merecidas férias – Só me entregue as porras das jóias para que eu possa lhe prender e foder alguma puta.

– Uma pena. – sorri fraco e estala a língua no céu da boca – Oh claro! – ri com as palavras que o policial houvera usado e volta a sentar-se na poltrona – Porém, continuo sem saber de quais jóias o senhor fala. – sorri inocente, se divertindo com a impaciência do homem.

– As jóias da coroa e o Koh-i-Noor, que você roubou do museu. Recorda-se? – sorri cínico, já perdendo a paciência para as gracinhas de Aysha.

– Oh sim. Essas jóias.. – sorri o olhando – Claro que me recordo muito bem dos meus novos e preciosos tesouros.

– Recorda-se? Que bom! Então, já que admitiu o roubo, poderia me entregar as jóias e virar-se de costas para que eu possa algemá-la e pronunciar seus direitos, para então te levar até a delegacia? – sorri tirando o par de algemas do bolso e voltando a segurar a arma, sabia que não seria tão fácil, mas ninguém pode culpar o homem por sonhar.

– Vamos lá, policial.. Nós dois sabemos que você irá me prender. - sorri levantando, tomando o ultimo gole de vinho de sua taça, e se aproxima — Mas porque não usa suas algemas em mim em um bom motivo, antes? — sussurra em seu ouvido, arranhando de leve seus ombros cobertos pela camisa social — Porque não me dá um pouco de prazer? Sabe, na prisão do terei meus dedos para me aliviar.. E eles são tão pequenos e finos — suspira fingindo tristeza — Tenho certeza que nem se comparam ao seu porrete. — morde o lóbulo de sua orelha, soltando uma risadinha maliciosa e arqueia uma sobrancelha, vitoriosa, ao ver a pele do homem arrepiar.

Bradley sorri arrepiado e respira fundo. Por mais que Aysha seja gostosa, e que deseje com todas as forças em seu âmago, ter aquela boca esperta trabalhando em seu pau, a fim de lhe sugar e proporcionar o maximo de prazer possível, não poderia se deixar levar pelas palavras da ladra.

– Aysha, não tente me provocar. Você não irá conseguir. – avisa com a voz grossa – E se conseguir, não vai gostar do que irá ver. – acrescenta com a voz rouca e alguns tons mais baixa. Cruza os braços olhando para frente, sem se deixar afetar, mas também não iria impedir a mulher de tocá-lo.

– Talvez eu goste senhor policial.. – dá uma risadinha baixa e sensual contra o ouvido do homem, arrastando as unhas grandes e bem feita, pintada de vermelho escarlate, por o braço esquerdo dele – Talvez seja exatamente isso que quero. – sussurra desejosa.

Ri extasiado e se deixando deleitar-se com as palavras e ousadia da mulher, ela sabe provocar, isso Bradley teria que admitir, e não faltava muito para que conseguisse deixá-lo duro.

– Pena que eu não sou gênio da lâmpada para realizar seus desejos – murmura rindo, dando de ombros, querendo que a mulher se afaste logo – E.. Se eu quiser uma puta pra foder, vou até um bordel – diz acido, na tentativa de atingi-la e afastá-la.

– Sabe... Você pode não ser meu gênio da lâmpada, mas eu posso ser sua ninfetinha, huh?! Como você gostaria de me ter? — sussurra provocativa, sorrindo contra a orelha do homem — De quatro? Ou, talvez, eu de joelhos.. Empinando meu rabinho pra você me comer, huh? O que acha disso? Talvez você queira minha boquinha em seu pau, sentindo seu gosto, e te chupando até você gozar e eu engolir o que consigo do seu gozo, deixando o resto escorrer por meus peitos durinhos.. Gosta disso oficial? Você quer isso? — pergunta mordendo e chupando o lóbulo da orelha do mesmo, puxa com os dentes e deixa deslizar entre os mesmos.

Bradley suspira cansado, já estava ficando duro e sem raciocinar direito, por conta da proximidade da mulher.

– Aysha.. – suspira já um tanto afetado e inebriado pelo prazer, e a afasta delicadamente de si – Pegue as jóias e entregue-me, tenho outros problemas para resolver.

“Como o meu pau pulsando e implorando para se enterrar em sua bocetinha e sua boca esperta” pensa e suspira balançando a cabeça.

Aysha já não sabia o que fazer, o homem parecia de pedra, não havia se afetado com suas palavras e caricias, sequer um desregular de respiração. Se não fosse pelo começo potente de ereção marcando sua calça jeans, diria que ele é gay.

Sorri maliciosa ao para de frente para o policial e perceber de onde o reconhecia. Morde o lábio, decidida e corajosa para jogar sua ultima carta e tentar sua ultima alternativa e se aproxima lentamente, apoiando as mãos em cada ombro do policial.

– Você lembra-se de mim, senhor? Porque eu lembro de você.. Aquele dia, na boate, eu dancei pra você sabia? –ri lambendo o pescoço do homem – Eu sonhei com você, muitas vezes. E me toquei, imaginando ser você – sussurra rouca e solta um gemido baixo – Mas os meus toques nunca se irão se comparar ao seu não é? Eu sei.. Mas sabe do que eu também sei? Sei que você se tocou pensando em mim. – sorri presunçosa e o olho nos olhos – Sei que sonhou em ter meu toque. E agora eu estou aqui. – arqueia uma sobrancelha, sorrindo maliciosa e fica na ponta dos pés, pressionando os seios contra o peitoral do homem e roça os dentes no lóbulo da sua orelha – Então me diga, policial, vai me foder ou me prender? – sussurra rouca.

Já não agüentando mais as provocações da mulher, sorri sádico e a puxa pelos cabelos, com força, pressionando o quadril contra o dela e abaixa o tronco, roçando os dentes em seu pescoço.

– Eu vou te foder presa! - sussurra rouco e grave no ouvido da mulher, sorrindo ao ouvir seu suspiro desejoso.

Aysha, de fato, não esperava por aquela reação vinda do homem, mas não pode evitar o tremor nas pernas, a intimidade pulsante e úmida, e o suspiro desejoso que acabara de sair dos seus lábios, ao sentir os dedos dele embrenhados em seus cabelos e seus lábios roçarem no pescoço dela.

Sorri maliciosa, satisfeita, e sobe as mãos pelos braços de Bradley, apertando os músculos que toca, até suas mãos alcançarem a nuca do homem, rapidamente cravando as unhas na mesma, forçando os lábios dele contra seu pescoço.

Bradley sorri inalando o cheiro delicioso da mulher e mordo forte seu pescoço, estremecendo ao ouvir o gemido baixo de Aysha, e levanta uma das pernas da mulher até seu quadril, podendo, agora, roçar sua ereção na intimidade da mulher coberta apenas por uma fina calcinha de renda. Sobe os lábios por seu pescoço e mordo o lóbulo da orelha de Aysha, prendendo e puxando com os dentes, enquanto a deita no sofá, aproveitando para passar as mãos por seu corpo e tirar – rasgar – sua saia com pressa.

Volta seus lábios ao pescoço de Aysha, chupando e mordendo a carne com volúpia, deixando grandes marcas vermelhas, que em breve ficariam roxas, sem deixar de apertar suas coxas, como se quisesse arrancar um pedaço para guardar como lembrança. Não sabia ao certo se toda aquela agressividade, ansiedade e desejo, era a falta de sexo, ou por saber que ela – a ladra, a mulher que, nos últimos tempos, mais odiou – é a mulher, a ninfeta como gostava de chamá-la em seus sonhos eróticos, da boate. A morena que conseguiu deixá-lo duro apenas com uma dança.

Aysha não sabia ao certo quando havia sido deitava no sofá, tampouco quando foi que o policial arrancou sua saia, mas se sentia satisfeita. Sentia-se inebriada e hipnotizada com os toques e lábios do homem. Seus toques, de algum modo, estavam excitando-a ao extremo, fazendo-a gotejar e desejar por mais. Sentia-se satisfeita e insatisfeita, ao passo em que Bradley distribui beijos, mordidas e chupões por seu pescoço, apertando sua coxa com tanta força que ela tinha certeza que as marcas dos cinco dedos do homem ficariam ali por um longo tempo.

Nunca se preocupou em ficar exposta na frente de alguém, e naquele momento, estar daquela maneira, com uma perna apoiando no encosto do sofá e a outra perna estirada no assento, de modo que seu pé encostasse-se ao chão, era ainda mais excitante. Sorri se inclinando e morde o lábio de Bradley, prendendo-o entre os dentes e puxando lentamente, passando a língua no local e sugando, antes de deixar deslizar entre seus dentes.

Arfa ansiosa ao ver Bradley se afastar e observar seu corpo com devoção e luxúria no olhar, com a respiração descompassada e vermelho de tesão. Ambos reprimem um gemido baixo quando Aysha inclina um pouco seu quadril e roça no membro ereto de Bradley, coberto pela boxer e a calça.
Bradley sorri ao ver a mulher deitada no sofá. Ainda de calcinha, sutiã e blusa, completamente amarrotada.

Lentamente tia sua camisa, sorrindo ao ver Aysha arfar e suspirar com a visão do corpo do homem, enquanto tenta esfrega as pernas em ao, pois ambas estavam separadas pelo corpo másculo do homem. Após tirar a calça e a boxer, ficando completamente nu, volta para cima da mulher.

Ao ver o homem completamente nu, Aysha fica embasbacada e morde o lábio, sem conseguir desviar o olhar do pau de Bradley "Nossa.. Queria ser uma bandeira pra deslizar nesse mastro" pensa rindo baixo com o pensamento inoportuno.

– Minha ereção lhe causa risos, senhorita Pizzacolli? Por acaso está zombando de mim? – pergunta, Bradley, mantendo a expressão séria e aperta a parte interna da coxa de Aysha com força.

– O-Oh.. – gagueja mordendo o lábio ao sentir o aperto do homem em sua coxa e nega com a cabeça – Não, senhor policial, não estou zombando de ninguém aqui..

– Ótimo.. Por quê eu quero te provar. – diz sorrindo malicioso, se inclinando para roçar seus lábios no queixo, bochecha e lábios de Aysha – Vou te lamber, te chupar, morder e te marcar. Vou ter todo o seu prazer pra mim. Vou tomar todo seu mel, até as ultimas gotas. — sussurra rouco no ouvido da mulher, roçando as pontas dos dedos em sua coxa, próximo a sua intimidade, como um agrado ou um carinho, comparado ao aperto que tinha dado na mesma instantes atrás.

Afasta-se um pouco, o suficiente apenas para tirar a blusa de Aysha, seguida de seu sutiã, fazendo tudo com muita calma. Sorri malicioso ao ver os seios fartos da mulher e se inclina, lambendo os bicos e roçando os dentes, mas logo sobe os beijos para seu pescoço, beijando e chupando o local, sorrindo ao ver sua pele arrepiar e ficar vermelha com suas caricias.

— Gosta disso? Diga-me, quero te dar todo o prazer possível. Quero superar o seu limite — sussurra rouco e ri baixo ao ouvir a mulher gemer, apenas com suas palavras, descendo os beijos por seu corpo.

A ânsia de sentir o gosto da mulher era grande. Arfa, se controlando ao separar os joelhos de Aysha e ver sua calcinha completamente ensopada e grudada em sua boceta, mostrando o desenho perfeito e suculento, da parte mais saborosa da mulher.

Inclina-se, a fim de sentir o cheiro que Aysha emana e roça o nariz na intimidade da mesma, sorrindo ao ouvi-la suspirar pesadamente, em seguida pressiona o rosto, fazendo seu nariz roçar e pressionar seu clitóris inchado, bem marcado pela calcinha, o suficiente para fazê-la estremecer e arquear as costas. Afasta-se, rindo ao ouvir o resmungo da mulher e assopra sua intimidade, colocando a língua para fora em seguida e lambe toda a extensão de sua intimidade sobre a calcinha, desenhando os lábios de sua intimidade ao contornar com a língua, deixando-a ainda mais encharcada.
Morde seu broto inchado e pulsante antes de se afastar e começar a descer a calcinha da mulher com calma, guardando cada momento e reparando em cada detalhe do corpo esbelto, como a cicatriz no topo da coxa, bem próxima a virilha, e o pequeno sinal na parte interna da coxa dela, imperceptível para qualquer um que não seja tão observador quanto Bradley. Desliza a calcinha por as pernas dela, aproveitando para apoiar as duas pernas dela sobre seus ombros, deixando-a aberta e exposta apenas para ele.

— Senhor policial, o que pretende fazer? Gosta tanto assim de me admirar? Principalmente essa parte especifica do meu corpo – sorri Aysha, maliciosa, se apoiando nos cotovelos e antebraços a fim de olhar nos olhos de Bradley, que tem o rosto escondido entre suas pernas.

— Ah, Aysha.. Você não faz idéia das coisas que pretendo fazer com você. – murmura sorrindo malicioso, passando o polegar por toda a extensão de sua intimidade, de sua entrada que escorria sua lubrificação natural deliciosa, já constatada por Bradley, até seu clitóris inchado, pressionando de leve – Você não sabe o quanto é magnífica, mesmo aos meus olhos. – sorri levantando o olhar até o da mulher e volta a desce o polegar até sua entrada, fazendo uma leve pressão no local, causando um arquejo desejoso e revirar de olhos em Aysha – Não sabe o quando gosto de admirar e me deliciar com essa parte especifica. É sempre tão deliciosa aos meus olhos.. Mas o seu gosto.. Ele é inebriante! – sorri penetrando a ponta do polegar e logo volta a arrastar o dedo até seu clitóris, pressionando e massageando de leve, dando a devida atenção ao local.

Aysha revira os olhos de prazer, reprimindo os gemidos que desejavam sair por seus lábios ao sentir os dedos de Bradley abrir completamente sua intimidade, com o polegar e o indicador, e lamber toda a extensão do lugar, se demorando em sua entrada, a fim de sugar e saborear todo o suco que escorria dali. Leva uma das mãos aos cabelos do homem e aperta as pernas envoltas em seus ombros, prendendo-o ali. Como se ele tivesse alguma intenção de sair antes de sentir o gosto do gozo da mulher em sua boca.

Aperta os cabelos de Bradley com força, deixando um gemido baixo sair de seus lábios, fazendo-o soltar um forte suspiro contra sua intimidade e sorri ao senti-la tremer e gemer algumas palavras desconexas.
Bradley aperta as coxas de Aysha com força, sem parar de sugar seu clitóris com força moderada, vez ou outra prendendo entre os dentes para puxá-lo de leve e deixar escorregar entre os mesmos e em seguida massagear o mesmo com a língua. Solta suas coxas, subindo uma mão até seu seio e o aperta com força, prendendo o mamilo entre seus dedos, indicador e maior de todos, continuando a acariciar e provocar todo o seio com o polegar e o resto dos dedos. Desce a outra mão até a intimidade da mulher, acariciando e contornando sua entrada com o indicador, dando leves batidinhas, penetrando apenas a pontinha do dedo para logo tirar e repetir a provocação com a língua. Geme baixo ao sentir seus cabelos serem puxados com mais força e seus ombros arranhados pelas unhas afiadas da mulher.

Penetra apenas o indicador, com calma, fazendo Aysha xingar alto e rebolar em sua boca ao sentir seu clitóris ser sugado com força, sabendo que não faltaria muito para gozar na boca do homem. Bradley começa a mover o dedo com calma, em um vaivém lento, apenas para sentir a maciez do interior da mulher e provocá-la, tira o dedo, sorrindo ao ouvi-la resmungar e o substitui por sua língua, penetrando-a com pressa no interior da mulher, ouvindo-a gemer cada vez mais alto e estremecer sob seu corpo.

Não demorou muito, e não foi preciso de muito mais da parte de Bradley, até que Aysha soltou um gemido baixo e rouco, se entregando ao orgasmo e derretendo-se na boca do homem.
Bradley não achou que era possível, mas tinha certeza que nunca havia ouvido um gemido tão gostoso como o de Aysha, ou provado um gozo tão delicioso quanto o da mulher. Não que fosse de fato tão diferente ao de outras mulheres com quem já havia se deitado, mas o sabor, misturado a entrega que o gemido da mulher transmitia tornou tudo mais excitante e delicioso.

Aysha ainda sentia os tremores pelo corpo, causados pelo orgasmo intenso e delicioso que acabara de ter, quando sentiu os beijos de Bradley subindo por seu corpo, quadril, barriga, seios e pescoço, até sua orelha, sentindo-o sugar e morder o lóbulo, ofegante, esfregando sua excitação na coxa dela.

– Seu gosto é ainda mais maravilhoso e inebriante que o seu cheiro. Não vejo a hora de saber como é estar dentro de você. – sussurra rouco, excitado além do extremo, sem saber se ainda conseguiria se controlar.

– Se seu pau for tão delicioso, e fizer um terço do que sua língua e dedos fizeram em mim, eu ficarei mais do que feliz em senti-lo e aceitá-lo dentro de mim. – murmura maliciosa e rouca, envolvendo uma perna no quadril do homem, fazendo-o, agora, esfregar sua excitação na intimidade dela.

– Aqui? – pergunta no ouvido da mulher, apertando sua coxa e bunda, enquanto segura seu membro com a outra mão e passa na extensão de sua intimidade, penetrando apenas a glande para tirar logo em seguida e masturbar seu clitóris.

– Nã-Não..- gagueja Aysha, cravando as unhas nos ombros de Bradley, por tamanha excitação.

Por mais que queira o homem dentro de si, lhe dando todo o prazer que sabe que ele poderá dar, sabia que tê-lo ali, tão perto da algema e da arma dele, seria um perigo, pois ele poderia voltar a sanidade a qualquer momento e algemá-la a fim de achar as jóias. Sentia-se vitoriosa por, mesmo completamente excitada e ensandecida pelo prazer, ainda conseguia pensar em seu bem e em um modo de fugir sem ser presa.

– No meu quarto! – sussurra Aysha no ouvido de Bradley, e vira-se com ele no sofá, ficando por cima, logo saindo de cima dele e o puxa pela mão, caminhando na frente, rebolando, em direção ao seu quarto.

Bradley sorri ao ver a mulher levantar e rebolar até o quarto, tirando seu olhar do corpo dela apenas por alguns milésimos de segundos, o suficiente para ver a arma e a algema jogadas no chão, sabia que deveria prendê-la ali, naquele momento, mas não deixaria a chance de ter uma boa foda passar. Já tinha todo seu plano feito, e, no fim, além de ter uma ótima foda ainda iria prender a bandida e tirar suas férias.

– Como quiser.. – sorri voltando o olhar para a bunda da mulher, antes de vê-la sumir no corredor e corre até ela, conseguindo alcançá-la na porta do quarto e a abraça por trás, roçando sua ereção na bunda dela, enquanto distribui mordidas e chupões pela área visível e livre do seu pescoço, fazendo-a gemer e se esfregar em seu pau, abrindo a porta com pressa.

– Não me faça implorar. – suspira Aysha, extasiada com o prazer e vira de frente para Bradley, mordendo e puxando seu lábio inferior, passando a língua no mesmo antes de deixá-lo deslizar entre seus dentes – Por que eu implorarei! – sorri malicioso, mudando suas posições e o empurra na cama, sentando em seu colo e arranha sua barriga e abdômen, descendo a mão até seu pau, segurando-o firme e movendo a mão num vaivém lento ao alcançá-lo.

– Gosta de ficar por cima? – sorri ladino ao vê-la afirmar, gemendo baixo ao sentir a mão quente e pequena de Aysha envolver seu membro, começando caricias lentas – Uma pena. Pois eu não estou disposto a ficar por baixo, por mais que a imagem de tê-la cavalgando e quicando em meu pau me pareça bastante atrativa. – ri virando-os na cama, a deixando por baixo, ainda sentindo suas caricias em seu pau, mordendo seu pescoço para abafar os ofegos de prazer.

– Então ande logo com isso senhor policial. Ou será que não é tudo isso que diz ser? – sussurra provocativa, contornando sua glande com o polegar e sobe a mão, passando o dedo sujo da lubrificação que sai da mesma na boca, sentindo o gosto do homem – Delicioso.. – diz olhando-o nos olhos, sentindo seu intimo se contorcer em antecipação para ter o homem dentro de si.

Bradley sorri com a provocação da mulher e sobe seus lábios até os dela, prendendo o lábio inferior dela entre os dentes e o puxa, rindo fraco.

– Não precisa provocar Aysha – sussurra contra os lábios dela, passando a língua nos lábios entreabertos e vermelhos – Você me terá dentro de você. – sorri descendo as mãos pelo corpo dela, se encaixando em sua entrada e logo volta a subir as mãos.

Sorri com o estado de excitação da mulher e força um pouco sua glande na entrada dela, enquanto sobe as mãos por seu corpo, apertando seus seios e subindo seus braços, até tê-los presos acima da cabeça. Segura seus punhos apenas com uma mão e desce a outra até seu quadril, apertando-o com força e mantendo-a no lugar. Sorri malicioso, voltando a morder e sugar seu lábio inferior antes de apertar seus punhos e quadril com mais força, em antecipação, e se forçar para dentro dela com calma e lentidão, finalmente acabando com a ansiedade de ambos e sentindo a maciez que é estar dentro da mulher.

Aysha nunca fora de se surpreender ou ver estrelas, durante o sexo, mas ao ser penetrada lentamente por Bradley, acreditou estar participando de um espetáculo de mágica, onde a surpresa seria toda pra ela, porque aquela vara que a estava penetrando aos poucos, tomando posse e espaço a cada milímetro que entrava nela, com certeza era mágica. Não que o pau dele fosse estrondoso ou algo do tipo. Não era o sentimento de uma virgem que nunca fora fodida, mas sim o pecado e o perigo de estar se entregando ao homem que poderia prendê-la, o homem qual havia desejado, mesmo que secretamente em seu intimo, durante todos os meses que houveram passado.

Bradley, por outro lado, acreditava estar pagando seus pecados e visitando o inferno, a cada vez que entrava um pouco mais na mulher. Nunca acreditou quando disseram que o inferno ficaria entre as pernas de uma mulher, ou que uma mulher pudesse ser tão quente e apertada quando Aysha, mas a cada segundo, ao ouvir os gemidos roucos e arrastados da mulher, se via cada vez mais crente no que sempre disseram. Se soubesse que ela era tão boa pra foder, teria a comido no segundo em que a viu na boate. Sabia que não era apenas a falta de sexo que estava fazendo-o sentir-se assim, mas sim a mulher. Havia algo nela, no jeito que ela o olhava nos olhos enquanto gemia cada vez mais rouca e ensandecida, contra seus lábios, completamente levada pelo prazer, que o fazia se perder mais e ir cada vez mais bruto e forte, abandonando a calma e lentidão que haviam se apossado de seu corpo.

Agora eram apenas corpos, mãos, suor e gemidos. Seus corpos deslizavam um contra o outro numa sincronia perfeita. As pernas de Aysha envoltas no quadril de Bradley faziam com que ele fosse mais fundo e forte, sem sair de dentro dela nem por um segundo, enquanto suas mãos apertavam cada vez mais os pulsos e quadril dela, deixando os locais avermelhados e marcados. Logo os gemidos se tornavam mais alto, se misturando em meio ao prazer, na entrega que os dois ansiaram, inconscientemente, por meses a fim.
Não demoraria muito para que ambos se entregassem ao orgasmo e libertação que os corpos de ambos desejavam e ansiavam. Bradley se via cada vez mais perto do seu orgasmo a cada segundo em que Aysha se tornava mais apertada em seu redor, fazendo-o suplicar e sussurrar palavras desconexas, levado pelo prazer, indo cada vez mais fundo e forte, a forte de ter finalmente seu orgasmo liberado.

Aysha já não sabia quando seus gemidos começavam ou quando os de Bradley terminavam, mais uma vez, não teve tempo de assimilar seu corpo estremecer em antecipação do orgasmo e o nó em seu ventre se tornar mais intenso, antes de finalmente se entregar ao orgasmo arrebatador, fazendo suas costas arquearem de prazer e sua cabeça cair para trás, soltando um gemido mudo e finalmente relaxando, aproveitando o orgasmo e a intensificação dele, com as estocadas continuas de Bradley.
Bradley não pode mais segurar seu orgasmo ao sentir Aysha se tornar ainda mais apertada em torno do seu pau, antes de relaxar e goza, deixando-o ainda mais melado e quente pelo gozo da mulher. Rapidamente tira seu pau, gozando na coxa dela e deixa seu corpo cair sobre o dela, finalmente soltando seus pulsos e quadril, sentindo todo seu corpo relaxar e seus músculos, já não tensionados, agradecerem pelo exercício intenso e delicioso.

Aysha sorri, aproveitando os últimos tremores em seu corpo graças ao orgasmo intenso e sorri cansada, virando o rosto para observar Bradley, que se encontrava de olhos fechados, com a respiração regular, desfrutando de um sono leve.

Espera um pouco mais ao lado dele, fazendo um leve cafuné em seus cabelos, para ajudar em seu sono, para enfim levantar e seguir até a sala. Seu vôo seria em poucas horas, então ainda poderia voltar para o quarto e desfrutar de um cochilo rápido. Eram 02:00hrs da manhã e seu vôo sairia às 08:00hrs, pois houvera tido um breve atraso, poderia descansar e seguir o plano, como o esperado. Sorri indo até o cofre para conferir se as jóias permaneciam lá e volta até o quarto, sorrindo satisfeita e aliviada. Volta a deitar na cama, ao lado de Bradley, e dorme instantaneamente ao encostar a cabeça no travesseiro.

Bradley acorda algumas horas depois, cansado e confuso por não saber onde está. Olha para o lado e ao ver Aysha lembra-se dos momentos que tiveram horas antes. Levanta cambaleante, sem fazer barulho, e segue até a sala, indo direto até seu celular e faz careta ao perceber que haviam muitas mensagens, tanto da delegacia quanto de Antony. Estava prestes a responder as mensagens dos seus colegas de trabalho e se vestir, para efetuar a prisão de Aysha, ao ver a passagem aérea recém impressa de Aysha, informando o vôo que partiria às 08:00hrs da manhã. Sorri maquiavélico e envia uma rápida mensagem para Antony, lhe dando as coordenadas e ordens a seguir, antes de deixar o celular de lado, vestir sua boxer, e voltar para o quarto, aproveitar suas quatro horas restantes de sono.

Aysha se assusta ao acordar em um pulo, com medo de que Bradley tivesse acordado e a essa hora a casa inteira já estar cercada de tiras. Suspira aliviada ao ver que o homem permanecia inerte em um sono pesado e levanta apressada, ao ver que já eram 07:00hrs da manhã. Corre até o banheiro social, sem fazer barulho, e toma um rápido banho, se vestindo apressada para que ele não acordasse enquanto ela, pela primeira vez, fugia. Após terminar de se trocar e estar com bolsa, passaporte e passagem em mãos, sorri ao ver a algema no chão, pronta para fazer seu grande final. Se inclina pegando a algema e segue até o quarto.
Ao chegar no quarto, sorri ao ver Bradley dormir tranquilamente na cama. Segue até o cofre que ficava atrás de um quadro e tira o saquinho com as jóias africanas da coroa e o Koh-i-Noor. Deixa-os sobre a escrivaninha ao lado da cama e sorri aproximando seus lábios dos de Bradley.

Bradley abre os olhos, assustado e confuso, ao sentir os lábios de Aysha sobre os seus, mas logo se deixa levar pelo beijo intenso e lento da mulher. Naquele momento sabia que havia descoberto sua nova droga. Aquele sabor sim era inebriante e inesquecível, o sabor que a mulher tem no meio das pernas é nada comparado ao sabor e maciez dos seus lábios e língua. Naquele momento havia provado pela primeira vez, e desejado nunca mais deixar de sentir novamente, o sabor e a maciez do beijo de Aysha. Houvera descoberto sua nova droga.

Aysha soubera, naquele momento, ao sentir os lábios de Bradley sob os seus, em um beijo desregular, que logo se tornou incrível e sincronizado, que havia adquirido um novo vicio. O sabor e a rigidez e brutalidade dos lábios do homem sob os seus era algo que nunca houvera experimentado antes. Nunca houvera ficado tão feliz ao quebrar sua regra e beijar um homem com quem havia dormido, com certeza aquele beijo valia a pena. Tinha certeza que jamais esqueceria o sabor do beijo ou arrumaria um vicio para superá-lo, mas no fim valia a pena.

Sorri se afastando e termina o beijo com uma leve mordida de lábios, prendendo os pulsos de Bradley, com as algemas, na cabeceira da cama, acima de suas cabeças. E se afasta, gargalhando ao ouvir os gritos e xingamentos do homem, no momento em que sai do quarto, levando consigo a sacola com as jóias.

Fecha a porta do quarto e pega sua, seguindo até a porta de saída. Surpreendendo-se ao ver, no mínimo, dez policiais apontando as armas para ela, no momento em que a mesma abriu a porta. Engole seco, assustada mas logo sorri, admirada por não ter percebido o que Bradley facilmente poderia ter feito e fez. Levanta as mãos em sinal de rendição e se assusta ao ouvir um baque vindo do quarto e ri, imaginando a situação do homem.

Bradley se assusta ao ouvir o “click” da algema prendendo seus punhos à cabeceira da cama e grita, xingando Aysha de todos os nomes possíveis, ao vê-la sair do quarto, entre gargalhadas, carregando uma bolsinha que, com certeza, continha as jóias que ele precisava resgatar. Tenta se libertar da algema, lembrando que a chave da algema encontrava-se debaixo do seu travesseiro, onde ele havia escondido quando voltou para o quarto, mas é inútil.

Bufa de raiva e puxa os braços com mais força, ouvindo o estalo vindo da cabeceira da cama, e sorri puxando os braços mais algumas vezes antes de quebrar o material frágil que fazia toda a ornamentação da cabeceira da cama e levanta-se pegando a chave debaixo do travesseiro, abrindo a algema enquanto segue até a sala, sorrindo aliviado ao ver Aysha de pé, com as mãos para cima, na soleira da porta, sabendo naquele momento que Antony havia feito o que ele pedira.

Sorri se aproximando de Aysha, e ignora o olhar dos policiais e do capitão para sua vestimenta, ou falta dela.

— Na próxima vez que prender um homem em sua cama, certifique-se de que ele não está com a chave da algema. – sorri sussurrando no ouvido dela desce suas mãos, após soltar as algemas de si próprio, vendo o capitão se aproximar – Me dê essa honra! – sorri para ele, jogando a bolsinha com as jóias e o diamante para ele e desce as mãos de Aysha, algemando-a – Aysha Pizzacolli, você está presa pelo roubo das jóias africanas da coroa e o Koh-i-Noor, sendo acrescentando em sua fixa os roubos de inúmeros bancos que você assaltou nos últimos anos. Você tem o direito de permanecer cala, tudo o que disser pode e irá ser usado contra você no tribunal. – diz tudo em voz baixa, o suficiente para ela ouvir e se arrepiar, e o capitão que estava ali perto e observava tudo.

Aysha sorri, não abandonando sua pose e orgulho e se deixa ser escoltada até o carro da policia, entrando no mesmo calmamente e olha Bradley ser ovacionado e aplaudido por todos, pela janela. Ri balançando a cabeça antes de sentir o carro começar a se mover e olhar nos olhos do homem mais uma vez, sentindo que aquela não seria a ultima.


NUS

     Seis meses houveram se passado desde que Aysha fora presa por Bradley. Dizer que os meses que se passaram foram rápidos e nem um pouco entediantes seria mentira. A cada dia se sentia mais entediada e presa à aquele lugar. Não se dava bem com quase nenhuma outra prisioneira dali, e agradecia aos céus por ter uma sela somente para si.

Já havia admitido para si mesma que a cada dia se via mais viciada em Bradley. Não era amor ou paixão, longe de ser algo sentimental. Era a vontade e ansiedade de tê-lo novamente para si, a tocando, beijando, lambendo e lhe dando prazer.

Sim, desejava sentir isso novamente.
Ri com o pensamento e suspira, levantando ou ouvir o carcereiro avisar que tinha alguém que queria lhe ver. Rapidamente estranhando e ficando, estranamente, temerosa quanto a quem era. Nunca foi de ter amigos ou conhecidos, principalmente algum que soubesse que ela estava presa e tivera vontade de visitá-la.

     Já haviam se passado seis meses desde que Bradley houvera prendido Aysha e subido de cargo na delegacia. A repercussão do caso houvera sido tão grande que o próprio diretor do FBI, houvera chamá-lo para entrar e participar da equipe, que o mesmo aceitou de prontidão após fazer o teste de aptidão e passar.

A cada dia se via mais preso e afundado em trabalhos, e mesmo assim não deixava de pensar e desejar ter a boca e o corpo de Aysha todas as noites.

Suspira cansando, tentando entender as pistas do novo caso que sua equipe fora encarregada de resolver. Pelo o que parecia se tratava de algum maníaco sexual que raptava crianças. O problema é que o homem ou mulher, não tinha um perfil de criança, só raptava qualquer uma que tivesse entre sete e dez anos. Bufa estressado e joga o papel em qualquer canto, revirando os olhos ao ver Antony, agora estagiário pois estava em treinamento no Quântico, bater na porta de sua sala e avisar que havia mais uma mulher dando queixa do desaparecimento da filha de oito anos.

Levanta cansado e segue em direção a sala de depoimento, pronto para recolher mais um depoimento de uma mãe desesperada, o que houvera se tornado muito constante em sua vida, ultimamente.

Ao entrar na sala, segue até a mesa em silencio e senta em frente a mulher, achando seu rosto parecido com o de alguém que com certeza conhecia mas que não conseguia lembrar no momento, e não que isso importasse no momento.

– Quero falar com Aysha Pizzacolli. – diz a mulher séria, sem dar a chance de Bradley falar algo – Não importa o que diga, só falarei com Aysha Pizzacolli. – murmura o olhando nos olhos e cruza os braços, sem abandonar a expressão séria e assustada que carregava no rosto.

Bradley suspira ao ouvir o nome da mulher que havia prendido a seis meses atrás e acha improvável que uma ladra de banco estivesse envolvido com o seqüestro de crianças, principalmente porque quando os seqüestros começaram ela já estava presa.

Levanta abrindo a porta e pede para que a mulher o acompanhe. Se ela queria falar somente com Aysha, ele a levaria até Aysha.


***

Aysha sorri ao chegar em frente a sala em que receberia sua visita e ver Bradley.

– Sentiu minha falta, policial? – sussurra no ouvido do mesmo e ri ao vê-lo se arrepiar.

– Aysha.. – diz sério ao vê-la e se afasta – Não fui eu que vim vê-la. A pessoa está atrás dessa porta. – avisa saindo de frente da porta e abre a mesma.

– Oh, uma pen... – Aysha para de falar, ficando rapidamente branca e séria ao ver a mulher de costas para ela, mesmo que já tivessem se passado anos, nunca se esqueceria dela – Arabella. – murmura ainda incrédula.

Arabella se assusta ao ouvir a voz de Aysha e vira de frente para ela, arregalando os olhos ao vê-la novamente depois de tantos anos.

– Ele voltou! – avisa séria, sem arrodeios, fazendo Aysha gelar e fechar a porta atrás de si no mesmo instante.

***

Aysha bate na porta transtornada ao ouvir tudo o que Arabella acabara de dizer.

– Abram essa porta! – pede esmurrando a porta.

– Aysha, você sabe que é questão de tempo até que ele te encontre e venha até você! – diz Arabella, desesperada por ajuda e segurança.

– Eu sei me cuidar! – murmura Aysha, fria, batendo na porta novamente, querendo sair daquele lugar o mais rápido possível.

– Ela é apenas uma criança! – grita Arabella, em sua ultima tentativa de conseguir a ajuda da única pessoa que conseguiria encontrar sua filha, assustando Bradley que houvera aberto a porta depressa ao ouvir o pedido de Aysha.

– Eu também era. – diz Aysha olhando sobre o ombro e passa direto por Bradley que estava confuso e atônito, observando as duas.

***

– Não vai me explicar o que acabou de acontecer? – pergunta Bradley, escoltando Aysha até sua cela.

– Não há o que explicar – responde Aysha dando de ombros, parando em frente a sua cela.

– Aysha, ficou obvio que você sabe mais do que demonstra. Diga-me o que sabe. – diz sério, segurando no braço dela com força, forçando-a a olhá-lo.

– Que eu sempre sei mais do que digo é obvio! – ri irônica olhando-o nos olhos e solta o braço do aperto dele, vendo o carcereiro abrir a grade da cela. – Mas isso não quer dizer que eu preciso contá-lo.

– Aysha, se eu resolver esse caso eu serei o chefe da minha equipe no FBI! – fala mais calmo, tentando apelar para o lado emocional da mulher, torcendo para que a noite que passaram juntos tenha mexido com ela.

– Pena que não sou adepta a ajudar tiras. – ri estalando a língua no céu da boca e entra na cela.

– Eu lhe dou o que você quiser! – diz Bradley em sua ultima tentativa de conseguir a ajuda da mulher.

Aysha sorri, parando no meio do caminho em direção à sua cama e vira de frente para Bradley, com um sorriso convencido e maldoso brincando em seus lábios.

– Temos um acordo oficial Hoffman! – sorri se aproximando de Bradley e levanta uma mão até ele, a fim de que ele a aperte.

Bradley encara a mão de Aysha temeroso, sabia que a mulher poderia pedir coisas absurdas e isso deixava-o um tanto inseguro quanto a aceitar a ajuda dela, mas não inseguro o suficiente para impedi-lo de levantar a mão e apertar a da mulher, fechando e selando o acordo.

– O que vai querer em troca? – pergunta sério a olhando nos olhos e suspira, sabendo que boa coisa não viria ao ver os olhos da mulher brilhar em realização.


Notas Finais


Sim, Fire a Gun (FAG) terá continuação. Mas não posso dizer quando sairá.
Quem desejar mais informações ou spoiler pode entrar em contato comigo em minhas redes sociais.

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