História Fire Game - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS), G-Friend, Got7
Personagens Daehyun, Eunha, JB, J-hope, Jimin, Jin, JR, Jungkook, Nayeon, Rap Monster, Suga, V, Yugyeom, Yuju
Tags Ação Comédia, Bts, Bts Criminal, Bts Gfriends, Bts Got7, Fire Game, Jikook, Lab Segunda Temporada, Letybobbie, Namjin, Taekook, Twice, Vkook, Yaoi, Yoonmon
Exibições 15
Palavras 4.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, voltei no dia que eu disse que ia atualizar sz. Estão gostando? Ok Qualquer duvida, pergunte.

BOA LEITURA.

Capítulo 17 - "Obrigado, bro"


Fanfic / Fanfiction Fire Game - Capítulo 17 - "Obrigado, bro"

 

CAPÍTULO ANTERIOR (A fotografia)

JK descobriu que o ex-policial citado como suspeito de cúmplice pelo crime que seu pai cometera, é o Cha Ahjushi, Cha Hyo Soo.

Taehyung voltou ao tempo de novo, mas depois teve um tipo de colapso mental, como conseqüência de ter ido ao passado; portanto desmaiou.

Kook e Yeom encontraram Hyo Soo ao lado do fugitivo.

 

== XX ==

Depois que Cha Hyo Soo pegou o fugitivo Pil Sun Jo do volante, brigou:

–– O que você está tentando fazer, HUH? 

Puxava camisa do outro. SunJoo, tremeu pelo medo, mesmo sabendo que o homem não o mataria.

–– Eles me prometeram paisagem para o exterior, eu quero ir embora, você não precisa de mim. –– insistiu Sunjo.

–– Cara, eles vão te matar, não confie neles. Eu posso te proteger. Você disse que eles iram te matar.

–– Eu menti ok? Se eu dizer vou acabar morto mesmo –– tentou sair da frente do Cha, mas o mesmo lhe segurou.

–– O que disse? Então sabe mais coisas? Todo esse tempo fingia não saber e jurava por isso, agora você sabe? –– o pressionou contra o carro –– Você não tem medo de mim, é? Acha que eu não te arrebentaria?

–– Eu não disse?! Eles poderão me proteger e você não!

–– Diz logo seu bastardo! –– pressionou mais contra o carro –– Eu sei como é aquela gente, eles irão te matar, então fique de uma vez do nosso lado e diz logo a verdade!

–– Então me mande pro exterior, pra longe.

–– Eu posso prometer que tentarei.

–– Viu? Você não pode. Você não tem poder como eles.

–– Idiota! Acredite no que digo! Diz logo que eles não saberão nada, eu posso prometer a sua segurança!

Sunjo ficou olhando para o rosto do Hyosoo, pensando se contaria ou não.

–– Está bem –– rendeu-se aos pedidos e promessas do Hyo Soo. Suspirou e continuou –– O que você quer saber?

–– Tudo!

–– Lee Ki Goo não é subordinado diretamente da pessoa que mandou pegar aquele rapaz, Yugyeom. O subordinado direto dele é o tal de Park, mas não diz o nome. Eles nunca iriam revelar seus nomes, apenas o chama de chefe Park.

–– Chefe Park?

–– Se quer encontrar Ki Goo, ele é o único que poderia saber a metade das provas sobre acusação do presidente Jeon.

–– Eu preciso encontrar Ki Goo, você sabe, não é? Vamos encontrá-lo.

–– Me garanta paisagem para os Estados Unidos e te digo onde achá-lo.

Quando Cha ia prometer, os homens do lado do Pil, chegaram com um carro preto. Saíram e tentaram atacar Hyo Soo. O mesmo agarrou Sunjo e lutou contra eles.

Mesmo sendo um senhor entre 40 e 50 anos, sua luta era de maneira esperta, em chutar as pernas, torcer as mãos, fazer alguns desmaiar com sua especialidade de agarrar os nervos no pescoço e ouvidos atentos para não ser pego por trás.

Assim que reforços chegaram com o outro carro, Sun Joo os reconheceu e se soltou dos braços do Hyo Soo.

–– Ei –– disse fugitivo –– Aqui, é esse homem –– estava esperançoso de ganhar “promoções” se entregar o Hyo Soo; poderia ser protegido por eles e ganhar dinheiro para então fugir.

Hyo Soo ainda estava lutando e começou a lutar mais quando reforços chegaram, mas um homem que saiu do carro segurava uma faca enquanto se aproximava do fugitivo Pil.

Sunjo não viu, estava ocupado com sua atenção aos homens que chegaram e tentaram pegar o Cha.

Hyosoo viu o homem armado e tentou proteger o fugitivo.

–– SUN JOO –– tentou avisar apressadamente em fugir; tentara acabar rapidamente com a luta para salvar o Pil do ataque, mas tarde de mais.

O homem que saiu do carro com faca na mão, esfaqueou por trás, no peito do Pil Sun Jo.

–– NÃAAO! –– gritou Cha e correu em direção a vitima. Chutou o cara que estava na frente, acertou com punhos no rosto e enfim tentou segurar o esfaqueado para não cair no chão. Mas o homem que matou, conseguiu ir embora com os outros caras de carro, deixando homens desmaiados pra trás.

Os homens viram que Sunjo estava pra morrer e foram embora, com desinteresse de pegar o Cha, já que o foco deles são os outros como Yugyeom e Jungkook.

Foi pela sorte e pela insistência do Cha em querer deixar os jovens em seu apartamento, pois sabia muito bem o como era arriscado.

Sunjoo tremera de agonia pela dolorosa facada em seu coração, não havia tempo para respirar direito; estava assustado.

–– Sun Joo –– chamou Cha, ajudando o homem a deitar no canto da rua –– Seja forte, eu vou ligar pra emergência.

–– Não pode –– disse de voz tremula e agonia –– Hanch... –– tentou dizer, revelar.

–– O quê?

–– Hancheon... Ro sento e... Oitenta e cinco –– tossiu sangue –– Gil.

Cha não sabia o que ele estava falando, mas lamentara o trágico que aconteceu com ele.

Sunjo resolveu contar a ele o endereço de onde vive Ki Goo, e podia contar mais detalhes, mas... Não resistiu aos ferimentos.

Cha vendo que o cara se foi, tirou a faca do peitoral e jogou pros lados e percebeu presença dos jovens; Kook e Yeom.

 

–– Ahjushi... –– chamou Yeom, perplexo.

Kook ficou calado e imaginou varias versões com o que poderia ter acontecido com o homem morto.

Eles ouviram a sirene de polícia, rapidamente Hyo Soo se levantou e disse pro Kook:

–– Mais tarde te explico. Temos que ir Yugyeom.

Yeom olhou pro Kook para saber de sua reação. Kook ficou calado. Yeom teve que ir com Hyo soo para não ser pego pela polícia.

Rapidamente entraram no carro e fugiram dali, deixando apenas Kook pra trás, perdido nas suas dúvidas, porque sabia que aquela faca tinha pressões digitais apenas do autor do crime e não do herdeiro.

Assim que os policiais viraram a esquina, pararam atrás do carro do JK. Eles perguntaram e o herdeiro respondeu que acabara de chegar e que não viu nada. Kook vendo o estado do morto, sentira o estomago revirar e ânsia de vomito; os policiais perceberam a reação e a palidez do rosto do jovem e pegaram o saco de papel que tinha no carro deles. Deu pro herdeiro e o mesmo vomitou.

Na delegacia, foram confirmadas que JK não teve nada haver com crime e felizmente o Jeon foi liberado depois do depoimento. Os homens que estavam desmaiados, foram pegos por policiais também, mas na hora do depoimento insistiram de que tentou ajudar o inocente que fora esfaqueado por saberem lutar e que não têm nada haver com pessoas que fugiram e também o o morto alegando que não os conhece. JK não apontou esses caras como cúmplices por não ter testemunhado o que havia acontecido, mas sabia que eles eram perigosos.

Resumindo: Esses caras queriam se livrar da investigação e sair logo da delegacia.

== ==

Anna, no hospital fazendo a companhia pro Taehyung, que ainda estava inconsciente, se lembrou da conversa que tivera com ele. 

~ 40 minutos atrás ~

Depois de um longo abraço, ela contou pra ele.

–– Júnior e eu brigamos por causa daquele dia que fomos pra casa da sua avó.

–– E por quê?

–– Ele acha que estou fazendo o errado, ele tem agido estranho e depois diz que você quem está tentando nos separar. Eu achei que ele estava louco, mas estou com medo de ele se tornar possessivo. Ele nunca foi bravo daquele jeito comigo.

–– Calma Seyeon, ele é um idiota –– a abraçou –– Se isso acontecer de novo, não discuta com ele, fuja e me peça ajuda que vou te ajudar, mesmo se eu estiver longe.

Anna estranhou ele oferecer dessa forma a sua ajuda a ela, mas não perguntou o motivo.

Ela prometeu que estava bem e confessou que ainda gosta dele, do Júnior. Ela pediu o tempo pra ele e mesmo bravo com ela, não queria aceitar o tempo e ficou mais nervoso ainda, com mesma teimosia de que o motivo seria por Taehyung.

 Nesta nova vida do V desde sua ultima regressão no orfanato, conhecera Anna através do Jungguk, depois que ela decidiu morar de novo na capital, e quando se conheceram, ela já namorava o Júnior, portanto não tiveram oportunidade de conhecer os sentimentos entre eles.

Eles se despediram e V saiu pela porta. Pouco depois ela ouviu pessoas na sua porta, curiosa saiu pra fora e descobriu que era Taehyung. Eles já haviam chamado a ambulância e ela foi com ele.

~~ ~~

V, acordou e sorriu por ver Anna ao seu lado. Ela o viu. 

–– Está acordado? Você está bem?

–– Estou ótimo... –– olhou em volta –– O que aconteceu?

–– Os meus vizinhos te encontraram desmaiado na minha porta.

V, se lembrou de tudo.

–– Ah –– suspirou sorrindo –– Acho que eu estava exausto demais e acabei não aguentando.

Olhou para o lado e percebeu estar tomando um soro através da agulha em sua veia do braço direito. Ele queria ir embora imediatamente, mas como a Anna estava ao seu lado, isso ele queria que permanecesse por mais tempo, a presença dela.

Kook apareceu no quarto, apressado. Viu que o amigo já estava acordado.

–– V... Você está bem? –– se aproximou da cama –– Recebi a ligação da Anna. Cara você quer me matar de susto?

V sorriu, achou graça a preocupação dele.

–– Bro, só foi um desmaio.

Kook olhou pra ela e disse:

–– Anna, pode ir pra casa, vou ficar aqui.

V olhou sério pro Kook e perguntou:

–– Tem certeza que você pode ficar aqui?

Anna e Kook olhou pra ele. V fez esta pergunta por perceber que Anna não o deixaria sozinho até que apareça outra pessoa, como o Kook.

–– Eu posso sim V. –– disse Jeon arqueando sobrancelhas.

–– Liguei pro seu irmão (Hoseok) –– disse Anna –– Ele não atende, acho que está trabalhando. Não liguei pro seus pais porque eu sei que eles seriam os últimos que você queria os preocupar.

V sorriu porque gostou de descobrir que a mesma o conhece bem. Anna não entendeu o sorriso, mas não argumentou.

–– Vou indo –– disse ela e acenou um “tchau” não deixando de sorrir –– Fique bem, Taehyung.

V acenou de volta, mas desanimado. Kook sentou no único banco ao lado da maca, o banco que Anna estava sentada.

–– O que você estava fazendo na casa da Anna? –– perguntou Kook olhando no rosto confuso do amigo. Kook não estava sério e nem investigando, apenas fez esta pergunta por curiosidade.

–– Fui visitá-la, percebi que ela estava sumida.

Kook assentiu sem mesmo perceber sua própria ação. Seus pensamentos ainda estavam na rua onde acontecera um assassinato misterioso. V percebeu e perguntou se estava bem, embora Kook não demonstrasse tanto que estava do bom estado físico e emocional.

Eles conversaram do dia a dia para que ambos distraiam dos problemas que carregara nas costas.

Quando a visita acabou, foram informados pelo médico que o paciente poderia descansar por mais algumas horas e ser liberado. Antes do Kook se retirar e se afastar, V agarrou o pulso alheio.

Kook arqueou suas sobrancelhas e olhou para trás, para descobrir que expressão seu melhor amigo estava, e descobrir se alguma coisa de errado emocional estava acontecendo com ele.

–– Bro... –– começou V –– Obrigado.

–– Por que está me agradecendo? –– sorriu doce.

–– Estou agradecendo por você ser meu amigo, por não desistir de mim. –– Kook ficou calado, ficara um pouco impressionado com a primeira vez ouvir esse tipo de confissão. –– Eu sei que ando afastado, mas mesmo assim você é meu amigo e sempre será. Aconteça o que acontecer, eu não vou deixar você morrer.

Quando disse “morrer” Kook ficou mais curioso.

–– V... O que está dizendo? Está tudo bem –– confirmou ainda sorrindo. Queria confirmar esta segurança quando se trata de “não deixar morrer”, mesmo sabendo que isso poderia acontecer a qualquer momento.

Já o que V sentia, eram verdadeiros; estava preocupado com sua regressão e com a vida de seus amigos, e queria se abrir para o seu melhor amigo enquanto havia oportunidades.

–– Estou dizendo que eu vou proteger você e os nossos amigos. Você é um irmão pra mim, não é só o Hobie. Obrigado por ser meu amigo –– sorriu e largou o pulso.

Kook percebeu o como seu amigo V expressava seriamente preocupado, como se soubesse ou sentisse que algo de ruim poderia acontecer.

Jeon sorriu e disse:

–– Está tudo bem, você vai ficar bem.

Depois que saiu do quarto, esta conversa grudou em sua mente como um chiclete; acabara se preocupado com ele também e com os outros. Ainda confuso, resolveu pensar nisso depois e focar com o seu atual problema.

== ==

A presidenta ainda na mansão estava em seu escritório lendo um livro aleatório, viajando na história contada, enxergando a letra melhor com seus óculos de grau. 

Seu mordomo, que também é o mordomo do JK, apareceu na sala e reverenciou; ele segurava um envelope amarelo.

Avó tirou seus óculos.

–– Conseguiram o que pedi? –– perguntou ela.

–– Yê –– respondeu o ‘sim’ com formalidade e com ambas as mãos, ele entregou o envelope pra ela.

Ela pegou, abriu e viu foto da mulher que ela já a conhecia de vista. Era a foto que revelava ser a mulher quem roubou o coração do seu neto; a médica Tak Bonhae.

–– Obrigado –– disse ela ao mordomo e o mesmo reverenciou mais uma vez e saiu da sala.

Ela ficou analisando várias fotos que tiraram dela e também do seu neto com ela, conversando. Nada mostrava sinais de que eles eram um casal que namorara, mostrava como apenas amigos, e para descobrir realmente se eles namoram, ela fez uma decisão para colocar em prática ainda hoje.

Ir atrás dela.

-- --

Logo em seguida, um carro preto de quatro portas parou na porta e desceu a presidenta e avó do JK. Ela andara sempre bonita e com estilo, embora não se arrumasse tanto a ponto de chamar sua atenção, assim como outras madames ricas e metidas. 

O bom da presidenta, é que ela não gosta de exibir-se demais e andar com nariz em pé. Que legal!

Andou um pouco pelo hospital até parar na recepção, ela pediu para que mandem chamar a doutora Tak Bonhae.

-- --

Bonhae apareceu na cafeteria vestida de seu jaleco branco; ela encontrou a pessoa que a esperava. 

–– Presidenta?

Avó do JK levantou seus olhos e a olhou, estava sentada a esperando, acompanhada de dois copos de café na mesa; uma pra ela e outra para a sua “convidada” para a conversa.

–– Sente-se –– sorriu e a médica obedeceu. –– Você deve estar assustada do por que eu mandei te chamar, não é? Apenas vim conversar com a namorada do meu neto. –– mais uma surpresa para Bonhae, pois era segredo a todos, exceto seus amigos. –– O café te espera –– mostrou o copo.

–– Não vou mentir, não estou assustada, mas apenas surpresa –– respondeu do jeito dela de sempre; calma simpática e direta. E por fim, se sentou.

Avó observou bem o rosto da médica e admitiu para si mesmo que a mesma era linda e simpática; seus traços são belos, e sorrisos são como uma menina inocente. Mas não abriu a boca para o elogio.

Elas conversaram por mais alguns minutos, deixando a médica se sentir a vontade para então chegar ao assunto que mais esperava. A conversa vem e vai durou aproximadamente 10 minutos. Então a presidenta começou:

–– Eu sei que você e meu neto... Namoram. Você deve estar se perguntando como eu soube, não é?

–– Me desculpe... Se veio aqui para implicar comigo só porque Jungguk e eu somos namorados, perderá o seu tempo.

Presidenta ficou admirada com a coragem dela, esperava que a garota temesse com o inicio do assunto.

–– Está tudo bem, não vim aqui implicar com você, apenas vim fazer o pedido de avó, só isso. Eu admito que você é a mulher bonita e com certeza inteligente e determinada por querer ser uma cirurgiã.

Mais uma vez ela ficou surpreendida por esta informação. Como a presidenta sabe dos planos dela? Não tem o motivo de o namorado contar isso para avó se a mesma quer casar ele com filha da presidenta SEUNGWO.(Nayeon)

–– Então... Qual é o motivo da senhora me procurar? Peço desculpas se me pareço tão curiosa e dura.

A presidenta sorriu alegre, ela gostou do jeito dela.

–– Sei que meu filho tem bom gosto, se estivesse nos meus planos eu apoiava o namoro de vocês dois. –– suspirou pensativa –– Mas isso não é o caso. Você sabe que quero casar meu filho com sua amiga Nayeon.

–– Então o que a senhora quer comigo?

–– Quero que termine seu namoro com ele. Não quero obrigá-la a fazer isso, mas não peço isso apenas como presidenta, mas como avó também. Eu tenho um futuro para o meu neto e sei que você também pensa no futuro dele. Quero que ele seja o presidente como eu. Você sabe que essa coisa de casamento clichê é puro jogo de empresas.

–– Mas o problema não é só eu, presidenta. Seu neto não quer casar com Nayeon.

–– Só pense um pouco mais sobre isso, por favor. Não quero me tornar sua inimiga, quero que meu neto seja como seu pai que se casou com a moça quem escolhi e ser bastante feliz.

Bonhae ficou calada, pois sabia que nada adiantava mudar a cabeça dela, por ser mais velha. Pois os mais velhos pensam que os costumes ainda não mudaram.

Também não argumentou, pois sua mãe lhe ensinou a respeitar opinião e decisão dos mais velhos, principalmente avôs e avós. Ela sabe que JK gosta da Nayeon somente como uma irmã mais nova e sabe que a mesma é apaixonada pelo Namjoon, impossível o casamento dar certo, e se der certo, seria impossível serem felizes como um casal.

Bonhae parece uma mulher fria para o sentimento do JK, mas ela não gosta de se expor a isso, mesmo se o namorado não fosse um chaebol. Ela desde criança sempre sonhou em se casar depois que se tornasse uma cirurgiã e queria cumprir esse desejo de infância. Mas ela ama o namorado e esperaria quanto tempo que for para estar com ele, pois a única pessoa quem ela quer se casar é com ele.

Avó continuou:

–– Eu sei que não tenho o direito de dizer que conheço o meu neto, sei que vocês dois se conhecem à bastante tempo, mas como meus planos são diferentes dos seus, peço que compreenda o porquê peço isso a você.

Ela continuou calada.

–– Não vai me dizer nada? –– perguntou avó, percebendo o silêncio e sua distração.

–– A senhora quem está dizendo, não posso dizer ao contrário.

–– Então terminará com meu neto? –– Bonhae olhou para alguém atrás da presidenta e ficou preocupada com a presença dele.

Avó olhou para trás e encontrou seu neto bastante sério e confuso. Seria ele ter ouvido a conversa?

Ele ouviu apenas a ultima frase da própria avó, sentindo decepção. Ele estava no hospital por ter visitado o Taehyung.

–– Então você veio para isso harmoni? –– perguntou ele, expressando decepcionado. Sua avó se levantou enquanto encarava o rosto semelhante ao do seu filho mais velho. –– É isso mesmo que ouvi?

–– Jungguk...

Kook ficou nervoso com atitudes dela.

–– Harmoni, não apareça mais aqui, por favor.

–– Eu... –– disse Bonhae e se levantou –– Preciso voltar ao trabalho, com licença –– reverenciou para a presidenta, mesmo que ela não tenha visto. Olhou para o namorado dando sinal de que ela estava bem e se afastou dos dois.

–– Em casa conversamos melhor, harmoni, te espero no carro. –– abaixou tristemente seu olhar, e deixou-a sozinha com movimento de pessoas naquela cafeteria do hospital.

 

== ==

Depois que Cha Hyo Soo e Yugyeom chegaram ao apartamento, Yeom queria saber o que havia acontecido. 

–– Não adianta te dizer o que aconteceu –– disse Cha, lavando suas mãos na pia da cozinha, limpando sangues –– Você ainda é garoto e não vai entender.

–– Eu posso entender ahjushi –– insistia –– Eu não confio em você?!

Hyosoo hesitou e olhou pra ele:

–– Era isso que eu previa acontecer, o lado em que Sunjoo era, foi traído por eles mesmos.

–– Não foi você? Achei que você resolvesse colocar o fim nele.

–– Por que eu mataria aquele cara? –– revirou os olhos e foi se afastando da cozinha para trocar de roupa em seu quarto. Yeom, foi atrás.

–– Se você disse que ele foi traído, então os homens apareceram lá e o mataram?

–– Sim, rastrearam ele e nos encontraram lá. –– respondeu, procurando roupas no guarda-roupa; já estava sem camisa –– E então o matou. –– parou, pensou e olhou pro rosto do jovem –– Eu acho que Sunjo ligou pra eles e pediu ajuda, ele disse que seria protegido por eles... –– suspirou indignado –– Parecem políticos, prometem, mas no final só fode –– escolheu a camisa e vestiu.

Yeom percebeu que Hyosoo estava pra sair.

–– E onde vai?

–– Vou procurar por pistas que Sunjo deixou. –– parou os passos –– Só preciso pesquisar –– olhou para a mesa onde tinha seu notebook fechado. Andou até lá e abriu o pertence.

Yeom estava bastante curioso e o seguiu.

–– Ahjushi, SunJoo disse alguma coisa? –– Cha não respondeu, ficou digitando o “Hancheon Ro 185 Gil”.

Com tédio, jovem Kim se levantou e foi para a geladeira procurar algo pra comer.

–– Ahjushi! Está faltando o pão. Vou lá embaixo comprar.

–– Compro agorinha.

–– Não, estou com fome, pode deixar que eu me viro. Sou esperto, não vou deixar que me reconheçam –– prometeu enquanto sorria. Pegou seu boné preto que estava no sofá e colocou na cabeça.

–– Olha lá em Yugyeom –– olhou de canto pra ele e voltou a concentrar na pesquisa.

–– Quer que eu compre cigarros?

–– Quero.

Yeom saiu do apartamento, mantendo sua cabeça baixa.

Depois que comprou pão de forma pra fazer sanduíche e cigarro pro “tio”, na mercadoria na distancia de algumas quadras do apartamento; caminhou distraído, mantendo a cabeça baixa como sempre. Mas o reflexo de um pequeno prédio chamara sua atenção, ficara andando se olhando pelo reflexo e ajeitando suas franjas mesmo ainda com o boné.

De repente, ficou sério e quase imóvel, como se isso fosse a distração de seus pensamentos. Olhou para trás, para alguém (você) e não conseguiu reagir assustado ou mesmo surpreendido, continuara serio como se soubesse o que iria acontecer.

== ==

Kook foi a casa do senhor Im com a sua avó, no carro particular. Eles foram direto do hospital fazer uma visita para o futuro sogro. Kook tinha ido apenas uma vez para o aniversário da Nayeon na casa da mesma. E nesta segunda vez, foi reclamando apenas para si, pois não queria se envolver nesta família como o futuro marido. Não queria aceitar de jeito nenhum o compromisso da união. 

Assim que chegaram, Kook permaneceu calado, mas apenas respondia o que perguntavam. Entraram no casarão e encontraram a presidenta Yuk, a mãe da Nayeon; ela os receberam com felicidade.

–– Jungguk –– chamou Yuk –– Nayeon está na cozinha, vai lá ver ela.

Para o Kook, era melhor se interessar em ver Nayeon do que ouvir conversas chatas sobre os planos de sua avó para a união. Se levantou e foi para a cozinha ver sua amiga.

Assim que parou na porta, a mesma estava com seu fone de ouvido e dançando, curtindo kpop. Ela cantava bem e se sentia bem com isso. Kook não perdeu tempo, tirou seu celular do bolso e gravou para mandar o vídeo pro Jimin e pro Namjoon. Ela dançava fofamente Like Ooh Ahh, esquecendo-se do mundo.

Alô Nayeon, estamos na terra e não na lua.

Literalmente queria expulsar toda a sua preocupação de casamento e o fora que recebeu sete segundos depois da declaração que fez para Namjoon. Por isso, começou a cantar e dançar fofamente, viajando nas músicas que ouvira através do seu fone de ouvido.

Kook também estava se divertindo com a alegria contagiante da amiga, sua considerada irmãzinha, por mais que tenham a mesma idade. Começou a rir, mas a rir baixo para não chamar sua atenção. Mas logo que ela se virou, parou na hora por perceber a vergonha que estava causando diante da pessoa que testemunhara; corara e se arrepiara por ser pega dançando. Na hora que ela se virou, Kook abaixou o celular e desligou.

–– O que está fazendo aqui? –– perguntou ela enquanto tirava seu fone.

Kook, olhou em volta da cozinha, para descobrir se ela cozinhara.

–– Vim com minha avó –– respondeu e se aproximou, descobrindo melancia, uva, pêra e o caríssimo manga, no balcão.

Nayeon estava na cozinha para lanchar.

–– Ah –– revirou os olhos –– Coisa de união. Aff estou chateada com isso. –– olhou pra ele –– Quer comer?

Ele rejeitou e disse:

–– Primeira vez que vejo você querer comer tudo isso.

–– Estou sentindo a velhice nas costas, e então eu tenho que me cuidar, principalmente da minha pele e meu rosto –– tocou suas mãos no rosto.

Kook riu, ela estava engraçada, como se a Nayeon que conheceu seis anos atrás, fosse a mesma.

Depois que eles comeram um pouco, eles foram para a sala, mas a sua avó e os pais da amiga, não estavam mais lá. Eles foram informados pela empregada da casa que os mais velhos estavam no jardim; um alívio pra os mais novos.

Assim que Kook resolveu andar pela sala, olhando em volta, reparou que havia uma fotografia de duas crianças pequenas; a mesma fotografia que Seungkyung (a ruiva) lhe mostrou.

Com seus cenhos franzidos por esta imagem, se aproximou e apanhou o objeto. Realmente, era a mesma fotografia.

–– Nayeon-ah... Você conhece Seungkyung?

–– Quem é Seungkyung? –– se aproximou.

–– Essa –– apontou Kook para a garotinha que estava ao lado de um garotinho que no caso é ele. Ela riu.

–– De onde você tirou isso? –– Kook olhou pra ela e ela pegou a fotografia –– Essa sou eu, eu era lindinha eu sei –– sorriu e colocou a foto ao lado de seu rosto, para ser comparada.

–– O que disse? –– estreitou seus olhos, surpreendido –– Não brinque. Essa não é você. –– olhou mais uma vez para a foto –– Ou é?

–– Claro que sim –– deixou a fotografia mão dele, e se afastou –– Olha que vou te mostrar. –– Foi para o estante dos livros que enfeitava a sala e voltou. Mostrou pra ele a foto que tinha somente ela sorrindo, mostrando os dentes fofos de coelho que ela tem, quando criança. –– Sou eu sim. Você enlouqueceu, que Seungkyung o quê.

Kook pegou a foto das mãos dela e grudou seus olhos a cima da imagem, inacreditavelmente a mesma criança que Seungkyung disse ser ela.

Ficou decepcionado por ter sido feito de palhaço. Por que aquela garota de cabelos ruivos mentiria para si?

Nayeon percebeu reação estranha do amigo.

–– O que foi?

Kook não respondeu. Ainda segurando a fotografia de duas crianças que havia pegado, disse:

–– Nayeon, me empreste essa foto... Preciso resolver uma coisa.

Ela ia dizer algo, mas o herdeiro se afastou apressadamente e foi embora sem dar explicação. 

 

17

 


Notas Finais


Gostaram? O que aconteceu com Yeom por olhar pra vocês? (camera) ehueh o0 olha o suspense no ar, mas vcs ja vao saber no proximo capitulo. E o que nosso Kook fará com a fotografia? Não percam o proximo capítulo.

Obrigado e até quarta. bjs


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