História Fire in the hole - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Crime, Drama, Justin Bieber, Sexo, Suspense
Exibições 72
Palavras 4.404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura a todos. ❤️



 

Capítulo 29 - New phase


Fanfic / Fanfiction Fire in the hole - Capítulo 29 - New phase

Nervoso e incomodado acordei agitado no meio da madrugada, abrindo os olhos devagar respirei fundo ao perceber que era só um sonho ruim, no sonho Megan estava morta.  
Apalpando o colchão se levantei com um pulo ao perceber que ela não estava na cama, esfregando os olhos esbarrei em algumas coisas até achar o interruptor, pela fresta da porta vi
um abajur acesso, saindo do quarto sem fazer barulho caminhei até a sala seguindo os sussurros.  
Encolhida no sofá ela chorava baixinho abraçada a uma almofada.  
— Hey, o que você tá fazendo aqui sozinha ? – perguntei rouco coçando a cabeça.  
— Perdi o sono. – respondeu chorosa. –  
— Vem comigo pra cama vem – bocejei alto.  
— Vou ficar aqui mais um pouco, já já eu vou. – respondeu tentando disfarçar o choro.  
— Não vou conseguir dormir enquanto você estiver aqui sozinha. – caminhei até ela a puxando devagar.

— O que você tá escondendo de mim ?  
— Nada – engoliu a seco me dando um abraço, seu corpo estava trêmulo, suando frio.  
— Você já dormiu ? – perguntei sério.  
— Ahah, não estou cansada. –  
— A mim você não engana, me fala o que tá acontecendo, sem saber do que se trata não tenho como ajudar. – 
— Eu ... não quero dormir, por mais sono que
eu tenha pensar em sonhar me deixa apavorada, sei que fingi estar legal com isso mas não é verdade, quando fecho os olhos consigo ver ele me machucando outra vez. – respondeu se enrolando com as palavras algumas vezes.  
— Eu sei que você não tá bem meu amor e é por isso que precisamos nos afastar por um tempo, vou te ajudar a ficar bem e quando isso acontecer nós vamo
s voltar e lidar com tudo isso juntos, agora vamos voltar pra cama. – falei a guiando de volta até o quarto.  
Agitada e ansiosa ela se deitou ao meu lado respirando fundo, ajeitando a cabeça no travesseiro envolvi seu corpo no meu, aconchegando a cabeça em meu peito Megan logo se aquietou.  
— Pode dormir tranquila, nada vai acontecer – falei sonolento.  
Ainda desconheço o porque e pra falar a verdade por enquanto quero ficar sem entender mas tudo
o que aconteceu me mudou de algum jeito, repensando em tudo que faço e já fiz percebi que preciso se afastar 
Não sei
responder quem pegou no sono primeiro mas posso dizer que o resto da noite foi calma e sem mais interrupções, aproveitemos então essa noite calma pois o dia vem chegando e junto com o sol os problemas vão ressurgir.  
... 


Acordei assustado com o barulho do despertador, pouco dormi e ainda estou exausto mas preciso levantar, respirando fundo para criar coragem sai da cama de uma vez antes que voltasse a dormir. 
Com cuidado para não fazer barulho sai do quarto indo até a cozinha fazer um café o que me acordou um pouco, juntei alguns documentos importantes que estavam em uma gaveta no aparador da sala, esvazie o cofre e voltei pro quarto, se mexendo o tempo todo Megan resmungava frequentemente, pensei em acorda-la pois pode ser um pesadelo mas por via das duvidas optei por observa mais um pouco antes de agir, no fundo do closet peguei quatro malas e joguei tudo lá dentro, roupas, sapatos, relógios. 
Sem paciência pra dobrar uma pilha de roupas foi tudo enrolado mesmo, roupas e objetos pessoais dos dois misturado, enfim quando ela ver isso vai me matar. 
Depois de levar tudo pra sala, tomar um banho e se trocar que decidi por acorda-la. . 
— Meg ... – falei baixo se sentado ao seu lado na cama
— Hmm – resmungou se virando pro outro lado .  
— Acorda, vamos preguiçosa. – 
— Meu braço tá doendo. – choramingou se sentando na cama. 
— Vou te dar o remédio e já já passa, agora levanta e vai se vestir. –
— Hmm que mal humor, não precisa me tratar assim – disse seria se levantando da cama e indo direto pro banheiro
— Não é mal humor Megan, só não gosto de enrolação. – falei alto pegando meu celular ao lado da cama. 
Sem me responder foi até o closet e voltou para o banheiro se trancando lá dentro, quase vinte minutos depois ela saiu, arrumada e emburrada. 
— Pronta ? – perguntei me levantando. 
— Hm – resmungou saindo do quarto. 
Calada e distante nos poucos conversamos no caminho até a pista de voo, cansado e de saco cheio optei por ficar na minha e respeitar sua escolha, se ela não quer conversar então não iremos conversar. 
Sem destino certo fui conversar com o piloto sozinho enquanto ela se acomodava, saindo da cabine tirei o tênis inclinando e  deitando em  uma das poltronas, bocejando se acomodei pra tirar um cochilo enquanto o avião decolava. 
Despertei e ainda estávamos voando, com o corpo dolorido e a garganta seca se levantei  resmungando, encolhida em uma das poltronas no fundo avião Megan fitava o nada com o fone no ouvido e de olhos arregalados. 
— Hey – a chamei se aproximando, imóvel ela ignorou completamente. — Megan – se agachei a chacoalhando. 
— Hmm. –  se assustou me fitando. 
— Tá tudo bem ? – molhei os lábios se sentando a sua frente. 
— Aham. – respondeu seca. 
— Acho que nós precisamos conversar. – 
— Agora não Justin. – 
— Por que não ?  - segurei em sua mão tentando algum contato, bufando  puxou mão nitidamente incomodada. 
— Vou no banheiro. – respondeu ríspida se levantando. 
Revirando os olhos dei de ombros se lavando pra tomar um drink, distraído levei um susto quando o piloto avisou pelo auto falante que em menos de quarenta minutos vamos aterrissar. 
Afoita e atordoada ela saiu do banheiro esfregando as mãos com brutalidade. 
— Vem cá Megan – falei baixo se aproximando. 
— Agora não Justin. – arfou baixo tentando se desviar de mim. 
— Já esperei por muito tempo, nós estamos sozinhos aqui, por quanto tempo você vai continuar me evitando ?  já aviso agora que não vai funcionar. – pigarrei a barrando. 
— Não estou te evitando. – tossiu me fitando. 
— Mal se tocamos hoje Megan. – arquei as sobrancelhas a questionando. 
— Não sei o que te responder. – sugou o lábio inferior fitando o chão. 
— Não tenta fugir de mim por que nem por um segundo vou te perder de vista outro vez. – sussurrei a abraçando. 
Trêmula e tensa Meg estava completamente travada, ignorando tal reação forcei a barra puxando ainda mais seu corpo, subindo as mãos puxei seu cabelo pro lado depositando um beijo molhado ao pé de seu ouvido. 
— Não fica assustada, relaxa o corpo. – sussurrei. 
— Você me assusta às vezes, hoje de manhã .... . – 
— Eu sei meu amor eu sei, não vai mais acontecer, estava com sono e nem percebi que alterei o tom  de voz, eu te amo não quero que tenha medo de mim.  –
— Nunca tive medo de você, só me assustada e isso me faz ficar nervosa, não quero viver com medo Justin. – 
— Ninguém aqui vai viver com medo, agora chega de assunto e me dá um beijo. – ri fraco se sentando em uma das poltronas, com cuidado e muita calma a puxei pra sentar no meu colo. 
— Tá carente é senhor Bieber ? – riu debochada se ajeitando no meu colo. 
— Hmm – arfei baixo lhe roubando um beijo. 
Soltando o peso em cima de mim Meg relaxou se deixando levar com o beijo lento e delicioso, naturalmente excitado deslizei as mãos sobre seu corpo desenhando suas curvas, inquieta ela se mexia sem parar enquanto se esfregava em mim. 
— Hmm, me desculpa por te deixar distante, não é nada com você. – resmungou se afastando. 
— Nem com você Meg, vamos esquecer tudo que aconteceu por enquanto, os problemas estão  no Canadá então vamos pensar neles quando voltarmos ao Canadá, podemos fazer isso ? – a fitei aguardando uma resposta. 
— Acho que sim. – sorriu dando de ombros. 
— Assim que eu gosto, senta aqui do meu lado e põem o cinto que vamos aterrissar daqui a pouco. – 
— Tá de noite agora – comentou olhando pela janelinha. 
— Sim e eu estou com muita fome e sem nenhum sono. – 
— Também, dormiu  praticamente o voo inteiro. – 
— Hahah levantei cedo baby, fiz nossas malas e todo o resto, mereço um pouco de crédito pelo amor deus, você é muito má Meg. -
— Arrumou as malas ? foi bom tocar nesse assunto. – me encarou seria, merda. 
— O que ? – franzi a testa se fazendo de desentendido. 
— Você sabe que vai ter que arrumar sozinho né ? – 
— Meu deus Megan. – 
— Sem Deus sem Megan, para de fazer drama. – 
— Até parece que eu ia perder tempo arrumando a mala só pra ficar bonitinho, não sou viado porra. – 
— Ninguém te chamou de viado, só falei que não vou mover um dedo pra arrumar a bagunça que você fez senhor viadão. – 
— Perdeu o medo de mim ? – perguntei franzindo a testa. 
— Aí aí, me divirto com você seu idiota, senhor gângster bota medo em todo mundo. – deu de ombros rindo fraco. 
— Está tudo bem baby, se você quer brincar vamos brincar. – sorri largo arregalando os olhos. 
— Isso por acaso é uma ameaça Justin ? – 
— Ameaça ? Não faço ameaças. – sorri molhando os lábios. 
— Ah pode parar, tira esse sorrisinho de quem vai aprontar do rosto. – 
— Quem  eu ? – pigarrei sínico. 
— Não tem graça, você tá me assustando. – mostrou a língua virando pro lado. 
— Chata em .... – resmunguei puxando seu cabelo. 
— Para, não quero mais brincar com você. – 
— Chata demais – ri fraco puxando de novo. 
— Já que não vai parar é melhor ficar sem sexo umas duas semanas que melhora. – resmungou baixo. 
— Já parei chantagista, já parei. – bufei alto. 
— Tonto. – riu fraco se virando pra mim. 
O avião logo aterrissou deixando ela um tanto quanto assustada, fixando os olhos a sua frente e apertando  o braço da poltrona com força notei que Meg se esforçou pra não demostrar que estava assustada, sorrindo tirei nossos cintos lhe dando um beijo na testa, sem graça ela se levantou me ajudando com as malas, conversei com o piloto lhe avisando que assim que for preciso entrarei em contato descendo do avião em seguida. 
— Afinal vai me dizer aonde estamos ou não ? –  perguntou assim que entramos no carro de aluguel que já estava a nossa espera. 
— Terra dos antigos Deuses, muito mar e sol, pessoais legais ... – 
— Grécia ? – sorriu animada. 
— Exatamente, bem vinda a Grécia baby. – dei partida no carro saindo dali. 
— Isso é insano Jus. – 
— Ahah e você ainda nem viu a casa. – 
— Não vai ter funcionários lá né ? – 
— Não, somos só eu e você. – 
— Ninguém sabe que estamos aqui ? – 
— Só o piloto e o que acontece na viagem fica na viagem. – 
— Melhores férias de todas. – sorriu se esticando pra me dar um beijo na bochecha. 
Assentindo com a cabeça continuei com os olhos fixos na pista, é confortante  ouvir sua voz animada outra vez, sinto que essa viagem vai devolver  o equilíbrio que ambos precisamos, no momento só quero se desligar de todas as coisas ruins que nos aconteceu, respirar em paz sem a preocupação de que ela está correndo perigo, é engraçado pois quanto mais as coisas dão errado mas nos aproximamos e isso filho da puta nenhum vai me tirar. 
Por ser em uma parte afastada e privada da ilha demorou cerca de trinta minutos para chegarmos na casa, em uma das regiões mais paradisíacas de Zaquintos a paisagem pelo caminho era simplesmente deslumbrante o que deixou Meg fascinada. 
Estacionando o carro desci abrindo o porta malas, mesmo com apenas um braço livre Megan fez questão de ajudar a levar tudo pra dentro, pegando as duas ultimas mochilas travei o carro e entrei. 
— Essa casa é incrível Jus, realmente muito foda. – se jogou no sofá tirando os sapatos. 
— Amanhã com o sol vai dar pra enxergar melhor mais nada se compara a essa vista. – sorri abrindo as persianas da sala. 
— Essa vista pro mar deixa qualquer um de queixo caído mas vem cá, aquilo ali é um barquinho ? – perguntou olhando lá pra fora. 
— De pesca eu suponho. – 
— Já pensou transar ali com a luz do luar, a maré calma do mar ?. – 
— Gostei da ideia, quer ir lá pra fora tirar a prova ? – 
— Ahah não agora né espertinho, vem vamos levar essas malas pro quarto que preciso arrumar essa bagunça. – 
— Deixa que levo, o quarto fica lá em cima e é muito peso pra você. – 
— Já trouxe alguma mulher aqui antes ? – 
— Não louca, aluguei a casa vendo apenas por fotos. – 
— Sorte sua. – sorriu serrando os olhos. 
Rindo das loucuras de Meg subi com as malas e aproveitei pra tomar um banho largando as roupas no caminho, do chuveiro ouvi ela resmungar alguma coisa, sem entender dei de ombros e terminei a ducha. 
Sai do banheiro e as malas já estavam abertas em cima da cama, vesti uma boxer e uma bermuda qualquer e desci  atrás dela. 
— Meg ? – gritei seu nome descendo as escadas. 
— Aqui na cozinha – 
— Hmm, tem alguma coisa pra comer ? – entrei na cozinha coçando o queixo. 
— Não. – bufou colocando as mãos sobre a barriga. -
— Então vai se trocar pra irmos jantar em algum lugar na região. -
— Tá .... vou tomar um banho rápido com o chuveirinho e já desço. -
— Não enrola por que to com fome – avisei se jogando no sofá e ligando a TV.
— Nunca demoro baby. – piscou subindo pro quarto. 
Entediado e com o estômago roncando esperei por vinte minutos e nada, irritado com tanta demora desnecessária subi as escadas já cheio de reclamações na ponta da língua.
Nua e de costas pra porta ela vestia a calcinha bem devagar se esforçando pra não mexer o ombro baleado, balançando a cabeça engoli a seco indo lhe ajudar. 
— Por que não me chamou ? – sussurrei se aproximando devagar. 
— Caramba que susto. – virou-se de frente pra mim de olhos arregalados, rindo fraco fiz o mesmo. —  Que foi ? – perguntou franzido a testa. 
— Você é tão gostosa baby, perdi até a vontade de sair de casa. – molhei os lábios beliscando seu mamilo esquerdo. 
— Para de ser pervertido e me ajuda a se vestir. – riu fraco me empurrando pra trás. 
A ajudei a se vestir e claro tirei algumas casquinhas, com o corpo tenso e visivelmente incomodada parecia estar tendo uma daquelas crises de pavor outra vez, mudando de assunto e tentando lhe acalmar a guiei até o carro apagando as luzes e trancando a casa.  
Durante o percurso ela recuperou a calma voltando a falar como se nada tivesse acontecido, franzindo a testa  estranhei  mas decidi deixar pra lá e começar a observar mais a partir de agora, por não conhecer a região logo se perdi e a possibilidade de chegar a qualquer restaurante parecia cada vez mais distante, demorei pouco até começar a se irritar, nervoso soquei o volante sem ter a mínima de que caminho seguir. 
— Você se estressa muito rápido Jus, relaxa um pouco não é isso que sempre diz pra mim ? – 
— Só quero te levar pra jantar, não consigo fazer nada certo, que merda tudo que eu toco da errado. – 
— Oh para com isso, isso não tem nada haver com o jantar, você está se culpando outra vez por tudo que aconteceu. – suspirou baixo. — Para o carro um minuto. – pediu tocando em meu ombro, arfando baixo joguei o volante pro lado parando no acostamento. 
— Em menos de cinco minutos estraguei nossa noite. – 
— Jus para por favor, o que passou passou então pare de se culpar, vamos esquecer. – 
— Sei que você tenta me convencer do contrário mas tudo que aconteceu é minha responsabilidade Meg. 
— Não não é, para de colocar o mundo sobre suas costas,  você fala como se tivesse controle sobre tudo e não tem, você não é Deus Justin. – 
— Não sei o que faria sem você Meg. –
— Com certeza morreria de fome, agora se acalma e vamos achar algum lugar pra comer. - sorriu, assentindo com a cabeça pisquei dando partida. 

Seguindo o fluxo dos carros logo consegui chegar na estrada principal, a partir daí não tivemos muitas dificuldades de achar um restaurante, estacionando em frente a uma pizzaria desci do carro abrindo a porta pra ela em seguida. 
— Preciso levar um tiro outras vezes. – debochou saindo do carro. 
— Nem brinca com isso – a repreendi batendo à porta. 
A pizzaria estava lotada e Meg não ficou nem um pouco confortável com isso, tensa e apertando minha mão com certa força ela arregalava os olhos enquanto forçava um sorriso. 
— Acho melhor pedirmos as pizzas pra comer em casa. – sussurrei baixo enquanto chamava o garçom. 
— Tudo bem Jus, consigo comer aqui. – respondeu nervosa. 
— Eu sei Meg mas prefiro comer em casa. – insisti, sem disfarçar ela respirou aliviada assentindo com a cabeça. 
Feitos os pedidos pouco demorou pra ficar pronto, gulosa Megan bateu o pé teimosa até me convencer de comprar três pizzas, tentei até bancar o civilizado e esperar mas assim que cheguei no carro ataquei uma das caixas. 
— Para de ser esfomeado e estaciona ali, tem uma mesinha ali na areia tá vendo ? – apontou pra fora baixando o vidro. 
— Pensando bem não foi ruim pedir três pizzas, uma praticamente já acabou. – sorri encostando o carro. 
Com as caixas de pizza  na mão sai do carro pulando a mureta que dava à praia, colocando as caixas em cima da mesinha voltei pra ajudá-la a descer, com calma e sem nenhuma pressa comemos devagar jogando conversa fora. 
— Quando voltarmos pro Canadá vou esvaziar a mansão. – pigarrei lhe dando um beijo na testa. 
— E o que vai acontecer com o resto dos meninos ? – 
— Não sei e isso também não é problema meu, já passou do tempo de cada um ter sua própria casa. – 
— Preciso procurar um lugar pra mim também, cuidar mais das minhas coisas e retornar minha vida. – 
— Sei que precisamos conversar melhor sobre isso depois mas acho que morar em lugares diferentes agora não faz muito sentido. – 
— Por acaso isso é um convite ? – 
— Não sei, acha que daria certo ? – arqueei as sobrancelhas a fitando . 
— Talvez mas podemos tentar. – sorriu dando de ombros. — 
— Vamos pra casa ? – perguntei se levando 
— Vamos meu amor – se levantou grudando em mim. 
— Frio ? – perguntei envolvendo os braços ao redor do seu corpo. 
— Um pouquinho. – tossiu se encolhendo. 
... 
POV MEGAN 

 É incrível como ele consegue me deixar extremamente nervosa na mesma intensidade que consegue me deixar feliz, percebo que ele está se esforçando pra cuidar de mim e isso me dá medo, não o quero como enfermeiro muito menos quero ser um fardo. 
Mesmo relaxa e tranquila de si senti um certo pânico quando chegamos ao restaurante, se esforçando para não demonstrar forcei o riso pra não surtar e entrar em pânico outra vez, observador como sempre sugeriu que comêssemos em casa o que concordei com certo alívio embora não tenha dado certo, não sei qual o problema com aquele garoto mas ele come por três pessoas, se deparando com a praia ao lado da avenida pedi pra ele estacionar. 
A muito tempo não vivia uma noite tão calma e em paz, longe de todas as pessoas e todos os problemas sinto que posso ser cem por cento eu livre e sem receios e ele também, calmo e paciente nem de longe aparenta ser o cara estressado e nervoso que é, completamente relaxado Jus estava muito carinhoso, com um brilho nos olhos e o riso solto. 
Assim que chegamos em casa me convidou parar tomar um banho com ele, sem hesitar aceitei o convite o seguindo até o quarto, enquanto Jus abria o chuveiro se sentei um pouco na cama viajando no mundo da lua, a verdade é que não consigo deixar de pensar no convite que ele me fez, nem em meus delírios cheguei a questionar essa possibilidade até por que convenhamos que esse tipo de compromisso não faz muito o estilo do Bieber. 
Namorar é um passo difícil principalmente pra ele e desacreditando todos ao nosso redor superamos as expectativas, agora morar juntos é um passo enorme que trás muitas responsabilidades, sei que ainda sou nova e posso estar se precipitando mas no momento não há nada que eu queria mais do que morar com ele. 
Ouvindo seus gritos do banheiro despertei voltando a si, tirando o tênis arfei baixo indo pro banheiro, seu olhar não disfarçava nem um pouco e seus lábios também não, me beijando a todo momento Justin estava bem animado, influenciada por todos suas atitudes carinhos ao longo do dia fingi não perceber o que ele estava fazendo e se deixei levar, sabonete aqui, passada de mão ali e logo já estávamos em um amasso delicioso. 
Cuidadoso e com certo receio em me machucar desligou o chuveiro me guiando pro quarto, secou meu corpo primeiro e depois o seu, apagou uma das luzes e me deitou na cama, ainda assustada com os últimos acontecimentos respirei fundo tentando relaxar fixando os olhos em seu rosto, sorrindo se deitou por cima de mim sem depositar peso algum. 
Entre um carinho e outro acabou rolando, calmo  e paciente  Justin nunca havia sido tão carinhoso durante o sexo, entre beijos e gemidos abafados terminamos a noite. 
Mais animada e com o corpo cheio de energia acordei com o humor nas alturas, esticando o braço pro lado senti seu corpo quente ainda na cama, lhe dando um beijo na testa se levantei devagar. 
O sol lá fora está radiante e o mar mais azul impossível, suspirando baixo sofri um pouco pra se trocar mas por fim consegui, peguei os remédios já separados em cima do criado mudo tomando um a um na ordem certa, com o celular e minha carteira na mão sai do quarto fechando a porta com cuidado, preguei de aviso um bilhete na geladeira e sai. 
Encantada com a paisagem não se encomendei em caminhar em baixo de sol muito pelo contrário, cumprimentei  a todos que passavam na rua e em nenhum momento senti medo, estou orgulhosa de mim mesma. 
Andando alguns minutos pelo vilarejo avistei um feira ao ar livre e ali fiz a festa, comprei carne, frutas, leite, pão, legumes e mais algumas coisinhas, o fato é que sofri pra levar tudo pra casa, comprei demais e não pensei na merda do meu braço ferrado, com dor e resmungando consegui chegar sem deixar nada pra trás. 
Abri a porta da sala já chamando por ele que por sinal não respondeu, provavelmente ainda está dormindo, dando de ombros levei tudo pra cozinha e organizei a geladeira, fiz o café da manhã e subi pro quarto.
— Acorda preguiçoso. – falei animada se constrangendo em seguida, a cama está vazia.
— To no banho – ouvi ele gritar do banheiro. 
— Hmm, vim avisar que o café já está pronto. - fui até o banheiro abrindo a porta. 
— As pizzas de ontem ? - desligou o chuveiro pegando a toalha. 
— Na verdade não, acordei animada e sai pra caminhar um pouco, comprar um pouco de comida. - dei de ombros. 
— Sozinha ? Não gostei disso Meg, você deveria ter me acordado. - disse sério.
— Não aconteceu nada Justin, odeio quando você age como super protetor. - 
— Ok ... mas da próxima vez não é pra ir sozinha. -
— Tá tanto faz. - resmunguei se sentando na cama. 
— Quer comer e sair pra dar uma volta ? vi na internet que por aqui tem uns quadriciclos bem legais. - 
— Só se eu puder dirigir. - 
— Com um braço só ? Acho isso meio difícil de acontecer. -
— Sou uma rainha querido, na mão da mamãe aqui tudo é possível. - empinei o nariz afinando a voz. 
— Que horror baby você anda tão esnobe, até perece que estou me ouvindo falar. - riu fraco jogando a toalha molhada em mim. 
— É maldita convivência. - dei de ombros segurando o riso. 
Debochado e zombando da minha cara como sempre Justin passou a manhã me infernizando com piadinhas, agitado e andando de um lado pro outro logo arrumei algo pra ele fazer, insistindo até ele cansar de ouvir acabei lhe convencendo de dobrar as roupas e organizar as malas, claro que praticamente tive de arrastá-lo até o quarto ouvindo um drama sem fim mas mesmo reclamando ele fez tudo certinho. 
Passava das 14H00 quando resolvemos sair de casa indo de carro até o posto de quadrículos mais próximo, usando a cabeça e o GPS dessa vez ele não se perdeu, estacionando o carro em um estacionamento fechado cerca de um quilometro antes do nosso destino fomos  o resto do caminho a pé pela beirada da praia, como criança em um loja de brinquedos seus olhos brilharam assim que avistamos a loja, achando graça da situação ri debochada pedindo pra que ele fosse na frente. 
Enquanto Justin alugava o quadriciclo se sentei na areia admirando a vista, o sol escaldante e a água cristalina tornava tudo mais convidativo, olhando pra trás vi que ele estava ainda dentro da loja, dando de ombros se levantei indo dar um mergulho, se arrependi segundos depois pois assim que ele me viu simplesmente surtou. 
— Tá maluca em entrar no mar com esse braço machucado ? - me fuzilou se aproximando.
— Foi só um mergulho, não vou morrer por causa disso. - trinquei os dentes bufando baixo. 
— Sorte sua que eu você não tá de biquíni, agora sobe aqui atrás e deixa o piloto aqui mostrar suas habilidades. - 
— Só quero saber quando é minha vez. - resmunguei se sentando atrás dele.
— Tá se segurando direito ? - 
— Sim senhor. -
— Ok, agora cala a boca e aproveita o passeio. - disse alto dando partida.
— Tá me mandando calar a boca ? - arfei lhe dando uma mordida de leve no ombro.
— Mandei mas foi com carinho baby. - sorriu olhando de relance pra trás.
....
O resto da dia assim como a semana foi surreal, experimentamos comidas diferentes, conversamos muito, exploramos paisagens paradisíacas e fizemos sexo em cada uma delas, tudo corre perfeitamente bem e nosso relacionamento nunca esteve melhor, seria mentira dizer que não houveram brigas durante a semana mas no fim de cada dia tudo se resolvia na perfeita ordem e cá entre nós não existe sexo melhor do que o feito após uma briga. 
Com o final de semana chegando nossa estádia em Zaquintos foi chegando ao fim, Justin até propôs que ficássemos mais uma semana aqui ou fossemos pra outro lugar, confesso ter ficado tentada mas depois de tanto pensar e se auto analisar nessa semana maravilhosa que tivemos juntos percebi que estou pronta pra voltar a realidade, não podemos ignorar os problemas para sempre, muito mais forte e dona de si sinto já estar pronta pra enfrentar tudo o que vier pois com ele ao meu lado me apoiando sei que posso conquistar o mundo. 

 

 

 

    


Notas Finais


Esse capitulo foi bem calmo pois eles precisam disso, como podemos ver uma nova fase começou e com ela novos problemas também, tudo que posso dizer é que o próximo capítulo promete fortes emoções.

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Um mês sem postar e tudo que posso dizer é que nesse mês terei essa fic como prioridade, estou reescrevendo e corrigindo os erros dos primeiros 15 capítulos e já arrumei os 6 primeiros. Enfim sábado tem capítulo novo e bem agitado.


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