História Fire Meet Gasoline - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Exibições 20
Palavras 927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


enfim, eu voltei
depois de uma semana eu acho shshshs
confesso que eu abri o spirit com o objetivo de excluir a fic
maaaaaas
parece que umas pessoas gostaram então vou tentar mante-la shshshs
até~~

Capítulo 2 - Bill Cipher


                                                                                                      - Bill -

Caminho pelos corredores barulhentos. Passo os olhos sobre os diversos grupos de alunos conversando sobre assuntos diversos. Paro diante da porta e bato duas vezes, e, assim que ouço um ''entre'' abro a porta e sorrio.

- Bom dia Diretor Hills

- Bom dia Bill, sente-se por favor.

Me sento na cadeira em frente a sua mesa onde ele está sentado do outro lado. Passo os olhos sobre seu escritório analisando tudo rapidamente, então ele fala:

- Você deve saber por que eu te chamei aqui, certo?

- É por causa do Dipper Pines?

Digo me endireitando na cadeira. Ele faz um movimento positivo com a cabeça.

- Tudo bem pra você se fosse ver ele agora?

Faço que sim enquanto sorrio levemente.

                                                                            *             *           *

A figura baixa de cabelos castanhos balançava a cabeça e dançava som de alguma música que saía de seus fones, a música estava alta a ponto de que mesmo a distância eu conseguia ouvir o som. O diretor Hills para a sua frente e puxa um dos fones, recebendo um olhar assutado e irritado.

- Filho da...

O garoto para no meio da frase ao perceber quem estava a sua frente e solta um risinho sem graça.

- Bom dia diretor Hills, como vai?

- Bom dia Dipper. Você não deveria ouvir música tão alta. Isso vai prejudicar sua audição.

- Certo diretor Hills.

O diretor me empurra um pouco a frente e eu sorrio para Dipper, que mantém a expressão séria.

- Bem Dipper, imagino que já deve conhecer Bill certo?

Ele continua com uma expressão emburrada quando faz que sim com a cabeça, então o diretor continua:

- Eu decidi substituir sua detenção por uma conversa com ele.

- Conversa?

Sua voz e confusa e ele recua um pouco.

- Sim, achei que sua mãe gostaria de que vocês fossem amigos, certo?

- o que a minha mãe tem a ver com isso?

Engulo em seco. Troco olhar com o diretor que suspira. Ele afasta Dipper a ponto que eu não ouço a conversa de ambos, então eu me encosto na parede.

Bem, vamos explicar. Meu nome é Bill Cipher. Eu estudava e morava na Florida, até receber uma proposta para vir pra Hamilton. Tecnicamente, a mãe de Dipper estava muito preocupada em deixar o filho morar sozinho devido ao seus problemas com a depressão, mas também não queria deixar de aceitar a bolsa de estudos. No começo ela até aguentou, mas acabou começando a ficar paranoica, e então conversou com o diretor Hills, e ele teve uma ideia. Ele deu uma bolsa de estudos para um garoto que era um prodígio em psicologia na sua escola com a condição de que ele estive sempre observando e ajudando Dipper Pines a não se matar. Então eu aceitei. Isso vai ser interessante.

Sou desperto de meus pensamentos com a voz alta de Dipper

- Sem chance!

Ele sai pisando fundo e o diretor olha pra mim. Antes que ele se distanciasse totalmente seguro a touca de seu moletom. 

- Qual é o seu problema?

Ele grita enquanto começa a estapear meu braço, sem me causar qualquer dor.

- Dipper, isso é pro seu próprio bem!

o Diretor Hills diz, tentando separa-lo do meu braço.

- Eu não vou ter uma babá!

Ele finalmente para de me estapear e cruza os braços. Novamente o diretor se afasta com ele e conversa por um tempo.

Então ele finalmente parece se acalmar um pouco e volta com um olhar irritado e derrotado.

- Vocês tem a sala C-3 livre. 

O diretor Hills diz, enquanto se retira. Sorrio para a figura irritada a minha frente e ele apenas levanta a cabeça mostrando desgosto.

                                                                                            *             *            *

Puxo uma cadeira e me sento a sua frente apoiando os braços sobre a mesa.

- Bem, acho melhor nos apresentarmos primeiro certo? meu nome é Bill Cipher, mas pode me chamar só de Bill, e você?

Silêncio.

- Vamos fazer um jogo.

Ele me olha curioso e eu sorrio ao ver que consegui sua atenção.

- A cada pergunta que me responder, você ganha um ponto. Se atingir 100, eu prometo te deixar em paz.

Estendo a mão. Ele hesita, mas enfim acaba cedendo.

- Meu nome é Dipper Pines.

- E eu posso te chamar como?

- Dipper Pines.

- Ok, posso te chamar de Dip?

- Não.

- Certo Dip, qual a sua relação com seus amigos?

Ele suspira e escorrega na cadeira olhando pro relógio na parede.

- Eu não tenho amigos.

- Ah, qual é, você deve ter pelo menos um.

- Tem o diretor Hills, ele é legal.

- E seus pais, você se da bem com eles?

- Meu pai se separou da minha mãe. Ela é legal.

Um silêncio paira no ar por alguns segundos.

- Qual seu animal favorito?

- No que isso vai ajudar?

Ele se endireita na cadeira me encarando.

- Você não quer que eu te deixe em paz?

- Gatos?

- Eu gosto de gatos também, e ...

Sou interrompido pelo barulho do sinal. Dipper suspira aliviado e se levanta

- Seis

Ele diz.

- Como assim?

- Seis pontos.

- Certo, só faltam 94 agora...

Respondo, mas logo percebo que estou falando sozinho, e ele já deixou a sala.

                                                                              *                  *                  *

- Hey Dip!

Acelero o passo para acompanha-lo.

- Você vai me seguir até minha casa agora?

Ele diz bufando.

- Tudo bem, eu moro no prédio ao lado!

Ele choraminga e começa a praguejar.

Isso vai ser interessante.

 

 

 


Notas Finais


espero que tenham gostado ;-;
até a próxima talvez
abraços ~~


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