História Fireball! - Capítulo 4


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Categorias Saint Seiya
Personagens Personagens Originais, Shura de Capricórnio
Tags Ação, Aventura, Erotismo, Madrid, Musica, Saint Seiya, Shura, Vídeos
Exibições 11
Palavras 1.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capítulo!
Eu juro que me esforço para escrever um hentai mais decente, mas acho que não é meu forte!
Espero que gostem!

Capítulo 4 - O encontro em La Plaza Mayor


Fanfic / Fanfiction Fireball! - Capítulo 4 - O encontro em La Plaza Mayor

As 3 Ninfas e o Sátiro estavam na casa de Bernie e também assistiam ao noticiário.

_Falei que não iria adiantar resgatar estes touros que eles iriam arrumar novos animais... acabaram de anunciar na TV! – Disse Bernie.

_Calma, cariño – disse Paloma. - Nosso intuito era chamar atenção do Cavaleiro de Capricórnio e usá-lo em nosso favor...

_Paloma, corazón, acha mesmo que ele vai nos ajudar? Digo, se ele viu o noticiário ele sabe do pequeno acidente que tivemos no Reino Unido e como Cavaleiro de Athena vai fazer de tudo para proteger aos imbecis que irão participar da corrida... enfim, não sei em como ele pode nos ajudar – falou Yumi.

_Ele vai nos ajudar justamente controlando o caos que vamos criar, e evitando mortes desnecessárias – completou a bailarina. - Agora vamos repassar o plano e na hora certa vamos acender nossos cosmos sucessivamente, assim teremos certeza de que ele vai saber onde estaremos amanhã.

 

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A hora do almoço já havia passado e Shura estava ainda em casa, pensativo. Como ele havia se metido naquela situação? Claro, estando ele em Madrid e vendo que alguma coisa estava errada e que pessoas iriam se machucar obviamente tentaria ajudar mas a siuação era muito mais complicada agora que ele sabia quem estava organizando aquele futuro ataque. E o pior, ele estava muito interessado em uma das pessoas responsáveis. O que ele deveria fazer? Seu dever como Cavaleiro de Ouro era proteger Athena e as pessoas do mundo e ele deveria fazer isto sem pensar ou questionar porém algo o incomodava. Não poderia ser apenas por causa de uma noite de sexo. Ou poderia? Ele já havia ouvido falar das Ninfas e como nas Épocas Mitológicas era sabido que elas possuiam certos encantos que faziam até os cavaleiros mais fortes cederem a suas tentações... estaria ele sendo encantado por ela? Ou era apenas puro e simplesmente tesão?

Ele já havia tido muitas mulheres na cama mas Paloma era diferente. Existia uma química, um fogo entre eles. Fogo..... quem diria que aquela linda bailarina de flamenco seria capaz de incendiar a sí e a todos ao redor. E novamente estava pensando sobre o que ela iria fazer no domingo.

Decidiu então trocar de roupa e sair para comer alguma coisa. Pegou seu carro, parou em um estacionamento público e dirigiu-se até um café que ficava próximo a Plaza Mayor.

Tomou um café, comeu um sanduíche e uma fatia de bolo. Foi quando sentiu algo. Um cosmo fraco, quieto, porém conhecido. Deixou dinheiro em cima da pequena mesa onde estava sentado e dirigiu-se rapidamente até a Plaza.

O local se tratava de uma enorme praça retangular, rodeada de todos os lados por edifícios de três pisos com várias varandinhas, tendo seu acesso possível através apenas de nove pequenos portões retangulares.

Shura correu, seguindo o cosmo que sentia. Ele sabia que era Paloma. Ao entrar na praça não demorou muito para que a visse parada alí, no meio de vários turistas, com uma pequena chama em sua mão esquerda.

_Não se aproxime muito, Shura – disse ela, fazendo um sinal de pare com as mãos. Ela tinha medo de que ele tentasse atacá-la ou algo assim para evitar o ataque que estava planejando.

_ Eu jamais lhe machucaria. Mas precisamos conversar. Ja sei dos seus planos y no son buenos – respondeu ele.

_Me dê sua palavra de que não vai me prender ou usar de força para impedir o que faremos amanhã. Me dê sua palavra de honra, de Cavaleiro. – falou a Bailarina.

_Tiene minha palavra – disse ele.

Paloma fez um sinal para que ele a seguisse, e entraram numa igreja que havia por ali, a Igreja de San Isidro.

Algumas senhoras usando roupas e véus negros estavam rezando na parte da frente igreja, fazendo com que eles se sentassem no fundo para poderem conversar.

_Shura, só para lhe deixar ciente de que se você tentar algo eu queimo essa igreja toda.... - começou Paloma, que demonstrava nervoso em suas palavras.

_O que é isto? Ja lhe dei a minha palavra de honra de que não farei nada, quiero apenas conversar. Agora... vocês estão loucos? Como pensam em fazer algo durante um evento tão cheio, centenas de pessoas podem se machucar e até morrer! - disse ele, exaltando um pouco a sua voz e tendo a atenção chamada por uma das senhoras com um “xiiu”.

_Essas centenas de pessoas são umas imbecis. São seres abomináveis que se divertem a custa do sofrimento alheio! Mas chega, esta vai ser a última vez que esta cidade vai sediar um evento tão odioso como este – disse ela, quase sussurrando. - E nem você nem ninguém vai nos impedir Shura.

_Vi pelo jornal de que vocês mataram algumas pessoas... sinceramente Paloma eu... - falava ele quando foi interrompido.

_Foi um acidente. Não nos planejamos direito e as coisas sairam um pouco do controle. Mas na real Shura, acho que foi merecido. No tienes noção do que eles fizeram com os pobres animais indefesos...

_Estás loca? - Disse ele, pegando Paloma pelo pulso e recebendo mais um “xiuu” de uma das beatas.

_Shura, melhor me soltar – ameaçou Paloma, começando a tornar sua íris vermelha. - Sei que não posso vencer você, eu nunca tive nenhum treinamento de combate e sei que com um pequeno golpe você me mataria mas, já falei que ponho fogo em tudo aqui!

Shura soltou o braço de Paloma e ajeitou-se no banco, reclinando e colocando os cotovelos em seus joelhos. Ele estava realmente nervoso.

_Você tem noção de como é lutar uma luta que já está perdida? - falou ela, se abaixando para ficar perto da orelha dele – Fomos criados pelos Deuses para cuidar da beleza do mundo e veja como ele está. Parece belo para você? Todos os dias a natureza e os animais sofrem nas mãos das pessoas, e nós não podemos fazer nada! Todo o propósito de nossa criação se perdeu... - lágrimas começaram a verter dos olhos da bailarina. - Somos inúteis perante ao império de descaso e abuso construido pelos homens, e isso machuca, dói muito, Shura. As vezes eu penso que seria melhor se eu deixasse de existir, pois sinceramente, a minha vida não faz sentido algum....

_Por favor, não diga isso. - Shura se comoveu pelas palavras dela, e enxugava suas lágrimas com seus dedos.

Paloma pegou a mão do cavaleiro, e colocou em seu rosto, fechando seus olhos.

_Por favor, deve haver outro modo.... - disse ele.

_Não há outro modo. Roubamos os touros e eles trarão outros. Só vão parar com esse massacre quando for realmente perigoso para as pessoas que participam. E olha que já é perigoso suficientemente apenas pela presença dos touros bravos e assustados... Shura eu poderia estar escondida, executaria nosso plano e você não poderia fazer nada até o caos estar instalado, mas eu preferi vir conversar com você... Você precisa me ajudar.

_Ajudar?? Eu jamais poderia fazer algo contra as pessoas, jamais poderia trair Athena desta forma – respondeu ele consternado.

“Xiuuu”- foi ouvido novamente.

_Você pode me ajudar protegendo as pessoas. Eu tenho um plano. Vamos para outro local. Por favor continue mantendo a sua palavra.

 

Eles sairam da Igreja, atravessaram a Plaza e foram até o carro. Entraram e Paloma colocou um endereço no GPS do painel do veículo, que foi seguido por Shura. Chegaram até um pequeno prédio, de poucos andares. Shura estacionou e ela disse:

_É aqui que eu moro, por enquanto.

Após subirem dois lances de escada, eles chegaram a um corredor e entraram em uma das portas.

Paloma morava em um kitnet pequeno mas aconchegante. Era feito de uma pequena cozinha que ao mesmo tempo servia de sala de tv e um quarto e um banheiro. A decoração consistia em alguns posters de filmes nas paredes e discos de vinil que enchiam uma pequena prateleira.

_Aceita algo para beber? Água, cerveza? - perguntou ela.

_Água está bom – respondeu o capricorniano.

 

Paloma o serviu, e foi até seu quarto. Fechou a porta e depois de alguns minutos,  voltou para onde ele estava. Ela havia trocado de roupa, estava usando um vestido soltinho, cinza e tinha prendido seu cabelo em um coque alto desajeitado. Ela então parou encostada em uma parede na frente de Shura e disse, olhando-o nos olhos:

_ Eu preciso ser sincera com você... No começo eu queria apenas saber quem você era, como eu já disse... eu sentia o ressoar de seu cosmo mas não sabia exatamente o que era. Nós, Ninfas, temos esse dom, sentímos o ressoar de um cosmo mesmo que ele não esteja sendo usado e com um contato físico um pouco mais íntimo abrimos uma porta que nos leva a entender melhor sobre certo indivíduo... foi por isso que o beijei pela primeira vez, na boate. Mas depois da noite que passamos... eu pensei sinceramente em te usar sem que você percebesse, e te garanto que eu teria conseguido, mas nao achei justo. Existe alguma coisa em você, Cavaleiro, que eu não consigo ainda entender. Será que é assim com todos os Dourados da Deusa Athena ou é privilégio seu, Shura de Capricórnio?

Shura só conseguia olhar para os lábios de Paloma, e como aquele piercing em seu sépto era sensual. Qual seria o feitiço daquela mulher que o enlouquecia quando estavam a sós?

Então, por um impulso, ele atirou-se em cima dela, a beijando com calor. Paloma correspondeu ao beijo, e enquanto suas línguas se tocavam frenéticamente ela bagunçava os cabelos verde-escuros do capricorniano.

As mãos de Shura percorriam as costas e o traseiro da bailarina, enquanto ele a levantava enconstada na parede.

_Quer relembrar dos nossos amassos no terraço da boate, é? - perguntou ela, mordiscando sua orelha.

_Sí.... ah, Paloma, te quiero tanto! - disse ele, a fazendo sentir sua excitação.

Paloma abriu o cinto e o zíper do cavaleiro, e começou a tocá-lo. Seus dedos percorriam aquele volume e não demoraram a ficar um pouco melados. Ela então colocou-os na boca, sentindo o gosto de Shura. Aquele gesto fez com que ele ficasse ainda mais louco por ela e de supetão a virou de costas, levantando seu vestido e abaixando sua calcinha. Com uma das mãos ele a forçou para que se curvasse um pouco para frente e então levou sua boca até a intimidade da ninfa.

Paloma gemia, Shura sabia muito bem o que fazer com seus lábios e língua.

Ela o empurrou com o pé, num tipo de coice delicado, o fazendo cair sentado no chão. Retirou seu vestido e as calças de Shura e subiu em cima dele, virando seu bumbum em direção ao seu rosto do Cavaleiro de Ouro,

Eles então começaram a dar-se prazer mutualmente com suas bocas.

_No quiero gozar agora... - disse ela, se virando e sentando-se em cima dele, o fitou por um momento e disse:

_Shura, no importa o que aconteça amanhã, não quero nunca esquecer do que estamos vivendo aqui, agora.

Ele sorriu, acenando positivamente com a cabeça, e encaixou seu membro em Paloma, que estava muito úmida e quente. Ela o cavalgou por alguns minutos enquanto Shura apertava e acariciava seus peitos, torcendo seuss piercings delicadamente. Então, jogando sua cabeça e cabelos para trás, ela o fez sentir que iria gozar quando o apertou dentro de sí e gemeu alto. Mais alguns minutos depois ele também atingia o clímax, jorrando dentro da bailarina.

Ela ficou parada ainda encaixada nele por algum tempo. O olhava nos olhos, seus dedos percorriam as feições do capricorniano, que a olhava de volta, com fervor.

Pensava que não deveria se apaixonar, mas que talvez fosse tarde demais.

Shura também estava perdido em pensamentos. Pensou que era muito perigoso brincar com fogo, mas parecia que ele já não conseguiria  mais resistir.

 


Notas Finais


:) espero que tenham gostado!


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