História Firg Machs - Capítulo 5


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Palavras 1.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Demorou...

Capítulo 5 - Qu 5


                _O nome dela é Asban, uma criatura metamórfica, sabe o que significa, né? _Falou Rus.

                _Muda de forma?_ meio óbvia.

                _Certo, de um certo modo ela é pacífica... e me desculpa por ontem_ disse Pai de Rus

                _Pacifica, quase matou teu filho e... qual é teu nome?

                _Jonatan, filho e aprendiz de Selec. Asban são criaturas inofensivas até alguém perturbá-las, é necessário alto grau de anormalidade_ “pode dar em uma escala de 1 a 10?” eu disse _ talvez 8, agora voltando o assunto...

                _Deixa eu continuar pai. Roger, quando você estava no festival aconteceu algo desconhecido, alguma ameaça ou outra coisa?

                _Bom, teve uma hora que eu desmaiei e tive um pesadelo, só isso.

                _Que pesadelo? _Tons de curiosidade mancha os olhos do pai de Rus_ Pode contar para nós? _contei sobre o acontecido, nos mínimos detalhes, sobre o cara do capuz e sobre sua tal “previsão”.

                _Ele deve me conhecer... me conhecer muito bem para ser exato, ele também deve saber de mais coisas, mas ele não pode terminar de falar comigo, alguma coisa me fez retroceder e acordar, agora minha vez de perguntar, como o asban o machucou.

                _Um certo tipo de magia, uma bem antiga, estima-se que estas criaturas surgiram antes que humanos, anões e outros, as lendas dizem que foram elas que deram origem a outras “espécies”, elas sugam certas partes de energia de pessoas, por isso eles voltam ao normal após se saciarem, mas causam danos no outro.

                _Temos que ir_ disse Rus_ eu vou sair da sua vida por enquanto até resolver isso e pesquisar um pouco sobre essa pessoa e também me recuperar_ eles saíram e a casa ficou em silêncio... então magia realmente existe.

               

 

 

 

 

 

                Dia 24, véspera de natal, meio-dia, quase saindo do trabalho –sino da entrada toca e uma alma entra no recinto.

                _Ei paspalho, legal ver você tentando trabalhar.

                _Engraçado Rebeca, bom já está terminando meu turno e seu tédio começará, mas até 1:30 da tarde vai ter que me aguentar aqui_ ela dá um sorriso.

                _Vou almoçar_ ela acena entra na porta da loja.

                Ao sair a loja fica vazia novamente, 1h da tarde –sino toca- entra uma garota com um sobretudo preto, com óculos e um chapéu pardo, acompanhada de uma grande mala.

                _Posso ajuda-la? _ pergunto.

                _Sim, pode vir até aqui? _ me aproximo dela, ao começar a chegar mais e mais perto começo a defini-la, menor que eu, prováveis 1,65, cabelos longos amendoados, parece ser bem jovem.

                _O que foi? _ ela tira o chapéu, mostra todo seu cabelo e também o óculos, vejo os olhos marrons, sobrancelhas finas_ vá embora, volta para casa, agora Amélia...

                _Mas Ro, eu não vou voltar lá e ficar com a mamãe o resto das férias de verão... você sabe como ela é_ não tem como ficar bravo com minha irmã;

                _Vem cá –abri os braços- me dá um abraço_ ela chega perto e me dá um abraço que chega a me sufocar.

                _Senti muita saudade_ “Também senti”, peguei um papel e escrevi meu endereço_ para que isso?

                _Toma a chave e vá para minha casa tem o segundo quarto ao lado do banheiro do corredor, pode ficar com ele, vai ter que fazer alguma coisa por lá se quiser comer, vou demorar só mais um pouco para terminar meu turno_ ela me olha torto_ que foi?

                _Vou ficar_ ela cruza os braços e me olha.

                _Vá logo, daqui a pouco eu chego lá, outra hora conversamos.

                _ Tá bom... tchau_ aceno.

                Bingo, sabia que ela viria, vejo a porta se fechando, logo escuto a de dentro da loja se abrindo e coloca só a cabeça para fora dela mostra uma garota de cabelos ruivos.

                _O que você está fazendo ai parado? _ Ela perguntou

                _Atendia uma cliente e faço a mesma pergunta_ ela me dá um sorriso_ já que está aqui, então já terminou meu turno_ arrumei minhas coisas, girei a maçaneta da porta, me virei e disse_ tchau –acenei-

                _Tchau_ ela acena também

 

 

 

                Ao chegar em casa, vejo minha irmã sentada no sofá com seu celular.

                _Sério, veio para cá para ficar só no celular?

                _Ué, eu sou nova aqui, não vou sair sozinha.

                _Você não tá crescida, você veio para cá sozinha, dava conhecer um pouco a cidade_ ela me mostra a língua_ Vou para cozinha, vai querer comer algo?

                _Não valeu, mas se tiver algum suco eu vou querer.

                _OK_ me direciono para a cozinha, abro a geladeira e não tem suco_ não tem! _só ouço um valeu dela_ bom agora fazer algo para comer_ resultado: um sanduiche, melhor do que nada, começo a comer...

                _Ei que negócio é esse? _ ela me mostra meu caderno e começa a folheá-lo.

                _Nada não_ tento pegar da mão dela, mas ela foi mais rápida.

                _Sério, voltou a ser criança, pequeno Rorro, diga logo.

                _Vamos... devolve_ ela não fez_ tá bom, fique com ele por enquanto depois eu pego e –bocejo- agora vou tirar um cochilo_ Amélia foi para a sala e começou a folhear o caderno com as coisas que já tinha escrito, fui para meu quarto, fechei a porta e me deitei, logo, logo adorm...

               

 

                _Foi bom enquanto durou, eu sei disso e você sabe também, não importa o que vai acontecer, é melhor assim_ a voz some

                _Quem fala? Quem fala? ME RESPONDA, QUEM FALA?

 

 

                Abri os olhos, estava suado, um sonho, o que está acontecendo com minha vida? Vejo as horas, 6h e 21min, sai do quarto _ Amy, Amy cadê você_ só escutei “Quarto” _ posso entrar? _ “Sim”, ao entrar vejo ela deitada na cama

                _Quer sair para comer alguma coisa?

                _Tudo bem_ Fui tomar banho, depois de um tempo estávamos pronto_ vamos?

                _ E onde nós vamos? _ pergunta curiosa

                _Bom, vamos só procurar algo para comer mesmo.

                Quando íamos sair, Amy disse que tinha esquecido de pegar algumas coisas -toc-toc- abri a porta, inesperadamente estava uma garota com cabelos vestido vermelho-vinho até o começo do tornozelo, sorriu.

                _Ei topa ir em uma festa, a taxa de entrada hoje é barata, é no salão da escola_ disse animada.

                _Eu posso ir, mas é que..._ sai do quarto minha irmã, ela estava vestindo uma camisa larga azul com jeans e eu uma camisa preta e jeans

                _Ei Ro, agora to pronta, vamos..._ as duas se olham, ela acena_ olá.

                _Então, mesmo assim aparece lá_ sai rapidamente

                _Quem era?

                _Amiga minha, ela é filha do dono da loja que eu trabalho_ ela mostra um sorriso

                _Hmm, popular... então vamos agora.

                Nós saímos, falei que vamos no ginásio da escola. Ao chegar uma rua antes ao lugar, escuta a música, entramos, tinha muita gente. Jovens, adultos, e mais algumas pessoas.

                _Você está bem? _ perguntou uma pessoa

                _To sim, quem pergunta? _ um homem com prováveis 35 anos, 168cm talvez, cabelos negros, com óculos redondos.

                _Prazer, sou Travor, não nos encontramos na festa, tive que sair por uns motivos e fiquei sabendo daquilo...

                _Obrigado, mas deixa isso para depois, agora vou curtir a festa.


Notas Finais


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