História First and Last - ChaeLisa - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Black Pink
Personagens Lisa, Rosé
Tags Black Pink, Chaelisa, Choki
Visualizações 93
Palavras 1.211
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Fluffy, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Finally um ChaeLisa!
Só escrevo o couple de quem minha mente acaba pensando quando escrevo, isso as vezes demora um pouco, mas nada que antes de terminar, eu não descida.

Foi a vez do ChaeLisa né nom? Contemplem mais um de meus surtos criativos. Boa leitura, Chokilates ♡

Capítulo 1 - Dear Lalisa.


Fanfic / Fanfiction First and Last - ChaeLisa - Capítulo 1 - Dear Lalisa.

Para a ruiva de um sonho vivido diariamente...

Lembra quando pediu um texto para o seu aniversário e eu disse que coisas assim se vem naturalmente? Pois é, acontece que "Um dia eu ainda consego" se tornou no "Estou com vergonha de recitar pessoalmente."

Você sabe... Nunca fui o tipo de ser a mais espontânea e liberal, isto se é a sua especialidade, enquanto eu observo tudo de perto, quieta até que você acabe me envolvendo em suas brincadeiras esquisitas.

Mas agora vai.

Escrevi isto enquanto você dormia toda torta em minha cama, a tentação de me afogar no aconchego de teu corpo me pesa agora, mas não posso deixar que este momento de inspiração me escape como se fosse água correndo por entre a pequena brecha de meus dedos.

Você é aquela de diferenças, possui a maioria dos gostos mais exóticos que já vira na vida, estes que nem lutaria para repetir. Você sempre busca algo novo quando se encobre de tédio, procura maneiras criativas de resolver certas condições e explora ângulos diferentes para se divertir com isso. Embaralha o que chama de escolhas e qualquer carta que tomar unicamente os seus dedos, é a que você a executará de tal forma devida com a loucura de um anjo perdido no mundo.

Uma vez, até chegou a me dizer "Para quê ser normal quando pode ser louco?" Meu sorriso daquele momento me reflete ao escrever isto, pois sempre gostei quando o seu acabava por conduzir influenciando o meu. O que posso dizer para alguém que me considero a própria oleiro particular? O que posso dizer para seus costumes peculiares de cada dia? Se eles realmente pudessem me ouvir e tomar a consciência do efeito que me causam... Lhes direi com toda ternura que me cerca, "Eu os amo" como se fossem minhas únicas memórias luxuosas, como o restante de palavras amorosas a me domar nos últimos segundos de ligação que pudesse fazer com você... como se fosse meus últimos batimentos ao seu lado.

Eu sei, estarei com você no mais tardar quando despertar, mas porque sinto que aqui escrevo uma despedida? Hm... sutilmente esta questão me surge, não mais cuidadosa que eu para descobrir que apesar das abomináveis idéias que te surgem à mente, dos momentos inconvenientes que demos de cara uma com a outra e intrigas que nos metemos, somos como uma primeira e última paixão.

Primeira por causa do laço obscuro e ao mesmo tempo invisível que encobre nossas pálpebras para não enxergarmos outras possibilidades, outras gentes, outros caminhos que nos desviam de uma mesma pessoa. Por tanto, esquecemos o medo de nos machucamos, pois nunca passamos pela dor de tal abandono.

Último, porque quando sentimos que a morte se aproxima pesando a mão sob suas pálpebras frágeis, obtivemos a certeza de que a pessoa a quem deva merecer a honra de esgotar seus únicos suspiros a restarem, seja quem você realmente ame de verdade. Seja aquele que mesmo na discórdia, apoiou as tolas decisões. Último para deixá-la ir, mesmo não sabendo os motivos de sua partida. Último por ter aprendido uma série de fatos intrigantes e até vergonhosos para que nesta vez fosse diferente das outras, pois era a última chance que daria para outro alguém.

Aprendemos coisas diariamente, no resumo da aula da vida da semana passada, concluí que uma dessas lições, é que você se encaixa perfeitamente em meus braços e que os seus, combinam muito bem com meu pescoço. Essas ações conduzidas no mesmo momento, aproximam as almas feridas, as refresca e separa as diferenças entre nossa forma de pensar e transforma belas reações como o toque delicado e caridoso que tua boca tem ao se chocar com a minha. Quando juntas, podemos optar por uma válvula de escape para o universo da boca alheia, podemos explorar o que nos intriga uma a outra e tirar conclusões como se jogássemos peças de roupas no chão do quarto.

Há questões que talvez eu nunca venha a encontrar minhas respostas, elas crescem absurdamente aos montes, como as folhas que tentamos juntar no outono, as mesmas que depois de horas de trabalho, volta tudo ao mesmo lugar, pois voltamos a bagunça-las como se cada uma significasse uma parte da nossa história. Cores, tamanhos, dias e ângulos as diferenciam, crescem em conjunto para depois serem esvaidas feito memórias, feito fagulhas acima da fogueira.

Posso encher novamente a minha cama até não encontrar mais espaço para os esboçados papeis passados a limpo várias vezes, você sabe que meu intuito é de te fazer algo perfeito mesmo que minha mão fique toda suja de tinta da caneta esferográfica, mesmo que as palavra que concluo nesta folha, cada uma custe uma eternidade para saírem; Mas por incrível que pareça, parece que eu já sei o que irei escrever antes de parar de desenhar letra atrás de letra, minha mão segue pelas linhas com se já soubesse o que vem depois. Gosto da sensação de poder fazer isto, pois você mesma diz que eu sou complicada e que guardo meus pensamentos para mim mesma, no fim disto, acabo não compartilhando o meu bem querer com quem quero. Esta carta lhe pode prova o contrário, certo? Minhas palavras perdem a lógica quando tento te dizer algo mais profundo, para tudo isso, digo que tem um sentido poético, que só quem se aprofunda no que falo, entenderá o que quero passar, mas tem muitas vezes também que, minha fala corta algumas letras e muda o lugar delas como um distúrbio. Para simplificar, o chamam simplesmente de nervosismo.

Eu já não estou mais seguindo a linha de raciocínio de terceiros, eu me acostumei com a sua da mesma forma que me apeguei a dormir só quando recebo seu "Boa noite, descanse e durma bem." Este que segue com um coração no fim da mensagem, ou um beijo depositado em minha bochecha com um afago em meus fios castanhos.

Posso ser uma explosão de cores almodovarianas e, após um suspiro, transformar o meu mundo em cinza calmo e melancólico. Porque o meu mundo é assim mesmo, igual ao de todo mundo: ambíguo e irremediavelmente inconstante. Isto era o que eu cogitava de todas as formas possíveis, usando palavras e momentos diversos, porém, sempre com o mesmo sentido.

Isto se foi, agora não mais me pertence. Você foi convidada para passar um momento comigo e tornou todos os outros neste encontro de cores vivas em minha vida. Com o riso de criança, produziu esboços cuidadosos, com suas palavras, se fez detalhes ricos, com sua maneira de ser, borrou minha mente de um jeito divertido, de um ângulo que nunca explorei.

Eu me adequei à sua maneira de ser, a sua forma "normal", o mundo no seu ponto de vista, e agora eu sei que você gosta de misturar a cor forte do preto com o tom delicado de rosa, o calor do brownie com o frio do sorvete, o gosto salgado de uma coxinha com o doce do chocolate, o grave de um teclado com o tom mais alto de uma guitarra; Você gosta de misturar o seu cheiro doce no perfume de meus lençóis... Gosta de misturar... Minha pessoa a sua.

Por mais que eu viva esta vida por anos com outra pessoa, fui feita com a especial afinidade de ser como se fosse o seu primeiro e último amor.

Com amor, Park Chaeyoung.


Notas Finais


Jya ne?


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