História First and Only Love ( JB ) - II Season / The First Love - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Nicola Peltz, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Amizade, Drama, Romance, Sexo
Exibições 38
Palavras 1.623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Responsabilidades


Fanfic / Fanfiction First and Only Love ( JB ) - II Season / The First Love - Capítulo 15 - Responsabilidades

POV - Nathasha

- Obrigada John.  - Agradeço ao motorista, assim que ele estaciona o carro no portão da casa dos meus pais.

- Deseja que eu espere senhorita Nathasha ?  - Pergunta ele, talvez achando que só demoraria o suficiente para pegar o restante das minhas coisas e sair pra minha nova casa.

- Não John, o sr. Bieber pode precisar de você.  - Digo despensando fazendo ele rir pelo modo como me referi a Justin.

- Vejo John sair de minha vista indo em direção a outra rua que dava para o final do imenso condomínio, e para a mansão do meus sonhos.  - Bem vinda senhorita Nathasha, escuto a voz de Phil me assustando.

- Olho feio pra ele pelo susto.   Desculpas não queria assusta-la.  - Diz ele.

- Tudo bem nem foi tão grande o susto. Quem está em casa ?  - Pergunto andentrando no jardim ao lado de Phil.

- Sr. Hebert e Dona Caren.  - Diz ele me alertando.  OK!  - É hora de enfrentar as feras  - Penso comigo mesma.

- Quando passo pela porta de entrada em direção a escada, sou surpreendida pela voz do meu pai ecoando de dentro do seu escritório.

- Onde você pensa que vai ?  - Temos muito o que conversar. - Esbraveja me assustando. Nunca vi meu pai falar comigo daquele jeito.

- Me viro bem devagar tentando assimilar as suas palavras.

- Ele aponta a poltrona ao seu lado indicando que eu deveria sentar-se assim que passo pela porta.

- Pai ... Não...  Nem me deixou terminar.
Quem você pensa que é Nathasha ?  - Pergunta ele.

- Que pergunta pai, sou a Nathasha Lauren sua filha.  - Digo irônica.

- Onde está a graça da sua piadinha minha filha.  - Diz sério me deixando sem graça e preocupada. Pois uma voz  na minha cabeça diz que estou ferrada.

- Acha mesmo que vai ficar trantando a mim e sua mãe como se fôssemos os donos do seu hotel, onde você faz o que quer sem dar satisfação.

- Pai me desculpas eu não fiz por mal. Sério digo com os olhos marejados de lágrimas.

- Olha Nathasha nem eu e nem sua mãe nos preocupamos com o fato de você e Justin dormirem juntos e querer ter esse relacionamento de marido e mulher.

- Permitimos que viajassem juntos, não por confiar apenas em vocês dois. Mais sabemos assim como todo os pais, que uma hora isso acontece.
Mais isso não lhe dar o direito de falar o que quer com sua tia, que deixou de viver de certa forma a vida dela pra viver seus sonhos minha filha.

- Sua tia deixou tudo que queria pra cuidar de você. Então, respeite-a.  - Bufei. Minha tia fez intriga só porque não escutei o sermão que ela queria me dar.

- Não, ela não fez intrigas.  - Diz minha mãe entrando no escritório.   - Como se tivesse lido minha mente.
Ela apenas se preocupa com você assim como nós. Sabemos que somos ausentes e que você sempre teve que lidar com isso. 
Mais não vai sair dessa casa assim como se fosse dona do seu próprio nariz.

- Abaixo a cabeça começando a chorar. Ali foi a certeza que não havia pensado, eu tinha de volta o Justin, meu príncipe, mas meus pais não deixariam eu sair de casa antes dos 18 anos.

- A gente conversou sobre isso antes e vocês concordaram em que eu poderia morar na minha própria casa desde que fosse próxima a de vocês.  - Lembro a eles.

- Sei que errei e não sei exatamente o que minha tia disse a vocês, mais eu quero liberdade, quero minha casa e sou responsável o suficiente como vocês sempre me disseram.
Amo o Justin e quero ficar mais tempo com ele.  - Não sei de onde eu tirei todo aquele argumento mais meus pais estavam dispostos a imbaçar minha felicidade.

- Acho lindo esse amor que você diz sentir pelo Justin e vice e versa. Mais até quando durará esse amor ?  - Aquela pergunta me fez tremer, eles estavam duvidando do que sinto.

- Eu amo o Justin e sei que ele me ama, se não me amasse estaria morta. Já que meu socorro foi ele que fez quando ocorreu a tentativa de assassinato. Cuspo as palavras com raiva.

- Eles se olham e logo voltam a falar. - Também achamos lindo esse amor e não dissemos o contrário.  - Diz papai. Mais você só tem 17 anos pra se amarrar assim a um cara.
E ele tem muitas mulheres aos pés dele.
E qual a garantia de todo esse amor?  - Até a próxima ex aparecer e separar vocês. Ele comprou a casa, sei que pra lhe agradar, já que é o seu presente antecipado.

- Como você sabe.  - Interrompo.

- Droga.  - Diz encarando minha mãe que sorrir. É querida, você tinha razão não sou um bom ator com ela.
Eles se olham rindo e eu não entendo nada, fico com a cara de bocó.

- Esta bem agora chega. Meu amor, antes mesmo de você me dizer que queria aquela casa, Justin me procurou na Holanda e nós jantamos com ele, né amor.  - Diz dando um selinho em minha mãe. Ele demostrou o quanto te ama, e que sua felicidade é a dele.

- Ele comprou a casa e toda a conversa que tivemos com você sobre a compra era enrolação. 

- E vocês me diz isso assim naturalmente!  Me fizeram chorar, eu amo aquele desgraçado mentiroso.
Como ele pôde fazer isso.

- Calma meu amor.  Fala mamãe me abraçando. Sei que nenhum pai e mãe no mundo diria isso, mais queremos te ver feliz, e se isso de morar sozinha entre aspas  - Faz sinal com os dedos. Se é o que você quer, é o que terá e sei que ele cuidadara de você.

- Ou eu mato ele. - Diz meu pai. Levantando indo em direção a porta onde tia Nathy aparece dizendo que o Bieber está na sala.

***

POV - Justin

- Eu estava um pouco nervoso, mesmo  já tido a conversa com meus futuros sogros. Estaciono o Porsche roxo no jardim em frente a casa, e desço em direção ao hall de entrada.

- Toco a campainha torcendo para que Nathasha atendesse a porta.  - Olá, entra.  - Diz nathaly.

- Suponho que veio falar com sua namorada.  - Acenti com a cabeça e ela saiu para chama-la.

- Justin !  - Fala com a sobrancelha arqueada confusa por me ver ali.

- Oi bebê !  - Boa noite Hebert e Caren.   - Digo estendendo a mão e cumprimentando meus sogros.

- Vou deixa-los sozinhos.  Diz o pai dela se afastando.

- Quer dizer que vocês três combinaram tudo. E meus pais com aquele Papinho de que eu não vou sair daqui, que não tenho responsabilidades.

- Me desculpas, minha princesa.   - Falo abraçando aquela que me domina e que é dona de tudo que quero construir ao lado dela claro.

- Porque fez meus pais fazerem todo esse teatro quando tudo que eu tenho é dois meses e meio apenas para aproveitar a pouca folga que tenho ? - E pretendo fazer isso ao seu lado. - Diz com convicção.

- Vamos curtir. Sem pressa e sem pressão. - Dou um beijo nela.
Posso saber porquê ainda está assim, e não tomou banho ?

- Culpa dos seus sogros. Quando cheguei me puxaram pra conversar e só agora estou aliviada de saber que eles vão deixar eu morar sozinha.

- E eu não sou ninguém não é , Dona Nathasha ?  - Ela arregala os olhos me fazendo rir.

- Você está dizendo que vamos morar juntos ?!

- Você acha que seus pais te deixariam completamente sozinha ?!  - Ai, meu Deus. - Grita ela me beijando.

- Seguro sua mãe direita onde continua o anel de compromisso de namoro que lhe dei e o beijo demorado.  - Ela suspira.

- Não acabou ainda as surpresas - Digo a segurando pela mão levando ela até o jardim.

- Nossa!  Que lindo !  - Diz vendo o Porsche roxo estacionado.  É seu ... ?  - Pergunta.   Nossa ! 

- Não! Ela me encara e aí a ficha cai.
- Obrigada meu amor  - Diz me enchendo de beijos.

- As chaves.  - Estendo e ela pega com aqueles olhos azuis brilhantes de felicidade.

- Vai ter que aprender a dirigir.

- E vou, porque você vai me ensinar. Diz ela em ecstasy.

- Eu ia deixar esse para seu aniversário mais falta dois meses ainda e não aguentei, queria ver esse sorriso lindo em seu rosto.

- Agora vou indo, tenho que colocar aqueles marmanjos pra fora da sua casa e amanhã ela estará em ordem pra você.

- Ela sorrir e me puxa pela camisa, me beijando intensamente, colocando a mão por baixo da mesma me fazendo arrepiar. Toca suavemente minha língua, não resisto e a puxo pra mais perto encostando ela no carro, fazendo-a gemer baixo. 

- Ela está excitada eu sei assim como eu e é tão fácil acender nosso fogo. Mordo o seu lábio inferior a  deixando passear em nossos devaneios quando um pigarro interfere o beijo.

- Amanhã, hoje ela ainda dorme em casa.  - Diz Hebert me fazendo solta-la e me despedir da minha amada. Até amanhã, e arruma o restantes de suas coisas.  - Sussurro. Eu te amo.

- Eu também te amo  - Ela grita em resposta.

- Entro no BMW que me espera e deixo Nathy com a certeza de que agora a vida, o destino e o universo estava do nosso lado.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...