História First and Only Love ( JB ) - II Season / The First Love - Capítulo 74


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Nicola Peltz, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Amizade, Drama, Romance, Sexo
Visualizações 73
Palavras 1.876
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 74 - A verdade - ( Parte II )


POV - Justin

- Sr Bieber. Escutei Mickey chamar e aqueles caras entrarem na sala, tudo de uma vez. Dez seguranças sercando James que chorava sem parar. O que aconteceu ? Perguntei arrancando ele do colo de Peter.

- Ele foi deixado na frente do portão da mansão senhor. - Disse ele.

- Meu filho tremia, nervoso ele chorava sem parar. Vou acalmar o meu filho e já volto pra saber de tudo. - Disse a eles que me olharam sem entender aquele saber de tudo, eles pareciam é não saber nada.
Com James em meu colo sentei no sofá ao lado das montanhas de brinquedos que antes ele tinha largado no chão. Peguei o pato Donald que ele tanto gosta de me ver imitar e comecei conversar com ele usando o brinquedo.

- Passou alguns minutos e James se acalmou parando de chorar. Olhei pra ele sequei suas lágrimas, era hora de descobrir porque ele estava sozinho fora da mansão, enquanto todos nós o procurava aqui dentro. Mais antes de fazer as perguntas eu me lembrei. - Merda! Cadê Nathy ? Gritei para Lara que chegou na sala com uma bandeja cheia das coisa que James gosta. Tinha suco de laranja, bolo de chocolate, maçã, uvas, e um doce brasileiro que ela aprendeu a fazer chamado cocada de coco.

- Você viu a Nathasha ? Nessa loucura eu esqueci de dizer a ela que James voltou. Já era fim de tarde a noite chegando e nada dela aparecer.

- Vou pedir para avisa-lá que James está aqui. Ela estava perto do lago acho que ainda deve está lá. - Disse Lara, que seguiu até a porta chamou um dos nossos seguranças e lhe disse algo.

- James papai sabe que você está com medo. Talvez medo da mamãe brigar com você por ter sumido. Mais tem que me dizer quem abriu o portão pra você sair. Ele me olhou tristonho com o que falei.

- Mamãe! Disse levantando do sofá e indo pra fora da casa. Eu o segui e fiz sinal para alguns dos seguranças que estavam fora, ao lado do hall de entrada nos seguir também.

- James espera. - Gritei tentando acompanhar. Ele seguiu correndo até a área da piscina parando na trilha que dá para o lago.

- James o que foi ? Ele não me respondeu apenas olhou para um lado e para o outro tentando talvez achar algo e apontou na direção do lago. O meu coração gelou. O que você está tentando me dizer ? Perguntei com medo de que ele me dissesse que Nathy estava alí nas águas do enorme lago do nosso quintal.

- Sua mãe entrou no lago é isso que está me dizendo ? Ele me olhou e balançou a cabeça negando o que eu perguntei.

- Então diz para o papai pra onde sua mãe foi ? Ele apontava para o lago e eu continuava sem entender, foi quando ele segurou em minha mão, com suas mãos tão pequenas ainda, e me levou a seguir o caminho ao lado do lago, que leva até o portão de serviços, usado pela maioria de nossos funcionários. Caminhei apreensivo e os caras nos seguiram, talvez temendo também o que encontrariam a seguir.

- James nos levou para fora da mansão até a rua do condomínio parando em frente o portão principal da mansão e começou a chorar. Eu não entendi nada, olhei para os lados, pedi que quatros dos seguranças olhassem ao redor e assim eles fizeram. James estava triste e começou a chorar novamente.
Me abaixei ficando na altura do seu tamanho, levantei sua cabeça baixa e olhei em seus olhos. O que está tentando me dizer meu filho ?
Cadê a mamãe ? Ele levantou os ombros gesticulando que não sabia.

- Sua mãe te colocou aqui fora ?

- Não. - Disse ele.

- Quem te trouxe aqui ? Ele me olhou e a dor parecia está em seus olhos inocentes.

- Tia Sam. - Disse ele me fazendo sentir a dor cruel e profunda como a verdade sobre ela, que me foi revelada um mês atrás.

- Chame a polícia! Gritei. Não, esqueçam isso, não chame ninguém pra não colocar Nathy em perigo maior. Peguei James no colo e entrei pelo portão principal da mansão completamente apreensivo, eu tento pensar em uma razão para Samantha fazer isso. Porque nossa família ? Eu me perguntava e já estava começando achar que o universo conspira contra mim.

- Passei pela porta de entrada apresado. Lara, quero que arrume uma mala para James. - Gritei dando um susto nela. Coloque também alguns brinquedos, vou leva-lo a casa dos meus pais e tentar resolver tudo isso.
Preciso de vocês. - Digo aos seguranças que rapidamente se prontificam diante de mim. A partir de hoje seis de vocês vigiaram cada passo de James aonde ele for e com quem quer que seja. Agora peguem os carros, vocês vão nos acompanhar até a casa dos meus pais. Eles concordaram e sem dizer nada seguiram até a garagem.

POV - Nathasha

- Eu vi meu filho sumir me deixando tranquila por não está mais nas mãos da bruxa da Samantha, e preocupada por ter a sensação de que não o veria mais.

- Vira logo ! Ela disse ao cara que dirige o carro. Ele virou seguindo cada ordem dela, enquanto ela continuava mirando a arma em minha cabeça. Eu sei que tudo isso, talvez não acabe bem, mais prefiro me apegar a fé e rezar baixo pra que tudo der certo.

- Ela me olhava com a raiva nos olhos, mais eu nunca a fiz mal realmente, e desconheço o motivo de tanto ódio nela.

- Você para de olhar pra mim. - Disse ela me dando um tapa no rosto, com toda a força ela fez a mão estalar me fazendo ir para o lado no carro e bater a cabeça no vidro. Senti na boca o gosto do sangue dos meus lábios. Ela havia me cortado e eu tenho que fazer algo, qualquer coisa que me tire daqui ou vou morrer na mão dessa louca. - Pensava comigo mesma.

- Como você é burra.  - Disse ela sorrindo. Você nem desconfia de quem sou.

- Ela tem razão, não faço a mínima ideia do que ela está fazendo em minha vida. Mais confesso que quero saber porque ela me escolheu pra causar essa dor e esse sofrimento.

- Acho que você pensa que não aconteceu nada entre Justin e eu. Mais a verdade é que nós fizemos o sexo mais maravilhoso da minha vida. E antes que pergunte, não, eu não sou ex e nem apaixonada por ele.  - Disse ela relando a arma em minha cabeça com força me fazendo sentir o peso. Apenas quis e quero te ferir.

- Eu ouvia calada as mentiras dela sobre as várias noites de amor com Justin. Ela usava suas armas psicológicas pra me fazer mal. Eu respirava fundo em silêncio, pra que ela não me machucasse mais do que aquelas palavras, tudo que eu quero é que ela cale a porra da boca.
Baixei a cabeça e fechei os olhos, eu só tenho que imaginar o que me faz e me fez feliz durante esses anos. E só um homem me fez sentir tudo de supremo, que o amor pode oferecer.

- Era ele que estava e sempre esteve em minha mente, em meus sentimentos. O primeiro beijo, a primeira sensação, a primeira vez tudo vinha a tona me fazendo esquecer aquela voz ao lado, a dor, o medo.

- Olha pra mim porra.  - Disse ela me chocalhando. Eu estou aqui pra te destruir.  - Disse ela me olhando nos olhos, e eu pude ver o ódio brilhando em seus olhos verdes. Vou arrancar tudo de você até a vida.
Ela ria sem parar como se lembrasse de algo.

- Lembra quando você achou James estranho sem querer mamar ? E depois quando ele quis mamar e você ... Ela não conseguia falar direito e dava uma gargalhada atrás da outra.
E você não tinha leite. Pobre garota que nem percebeu que James era o meu filho esse tempo todo. Eu tive um filho mais o perdi, e aí meu leite estava se perdendo, então achei o James e eu amamentei ele, não podia deixar aquele bebê com fome.

- Isso é mentira! Sua maldita, você não fez isso.  - Saltei em cima dela sem pensar. Ela me deu outro tapa com mais força.
O ódio agora me dominava, eu estava cega, e cada palavra que ela dizia eu sabia que era pra provocar. Mais algo em mim, se perguntava e se for verdade ?

- Para ou eu atirou em você sua vadia.  - Disse ela. Eu ainda tenho tantas histórias pra contar, então cala a boca e para de choramingar porque eu ainda não acabei.

- Para por favor.  - Supliquei. Eu estou grávida.
Mais ela não se importa com a dor que estou sentindo. Ela está aqui pra me fazer sentir dor.

- Você colocou minha irmã atrás das grades, acabou com a vida dela e eu vou acabar com a sua. Você tirou tudo dela, e eu estou aqui pra tirar o que é seu, começando pelo seus filhos.

- Não sei do que você está falando.  - Respondi chorando. Tudo que ela falava machucava, fazia doer.

- Você não lembra, mais eu nunca esqueci quando vi ela naquela jaula como um bicho de zoológico.

- Levei as mãos aos ouvidos, não quero ouvir mais nada. Para por favor, eu não fiz nada.

- Você pode até tentar ser aquela menininha, mais de inocente nessa história você não tem nada. Sophya não merecia o que você fez, ela só queria ser feliz e você acabou com tudo.

- Ali naquele momento eu soube que era o fim. Que se eu tivesse alguma chance não sabia onde ela estava, e sem pensar, apenas querendo uma brecha, eu me perdi na tentativa de escapar segurei a arma em sua mão, começando uma luta no banco de trás do carro. Não sei como ocorreu e nem em que momento o carro perdeu o controle, o tiro foi disparado e um estrondo alto me fez ouvir vários barulhos em seguidas e tudo apagou.

POV - Justin

- Cara temos que fazer alguma coisa.  - Disse Chaz preocupado.

- Nada Drew, por enquanto temos que esperar. É a vida da Nathy e da Jully.  - Disse Ryan.

- De braços cruzados é isso mesmo ? Vamos ficar de braços cruzados enquanto Nathy sofre na mão daquela  vadia.  - Gritou Chris.

- Temos que nos acalmar e pensar em algo que não machuque a minha filha e nem a minha neta.  - Disse Herbert.

- Eu andava de um lado para o outro na casa do meus pais, com todos naquela sala preocupados sem ver uma saída a não ser esperar. Eu quero chamar a polícia, mais aí penso e me pergunto, e se ela matar a mulher da minha vida com essa minha atitude ?
Olhava James pensando no que ele deveria está pensando agora, na cabecinha dele e sem a mãe por perto. Quando uma dor e um pressentimento ruim me fez sentar no sofá com a mão no peito eu senti um aperto, um vazio e as lágrimas escorreram por meu rosto.

Continua...



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