História First Love - Imagine Suga - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Red Velvet
Personagens Suga, Wendy
Tags K-pop, Red Velvet, Suga, Wendy
Exibições 67
Palavras 1.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Me desculpem pelo hentai não estar muito detalhado e extenso, afinal meu objetivo na fanfic nunca foi colocá-lo. Mas, pelo menos ao meu ver, ele está bom para uma fic que não o possui como foco. Espero que goste e, é claro, não esqueçam de comentar o que acharam!

Capítulo 28 - Restart


Fanfic / Fanfiction First Love - Imagine Suga - Capítulo 28 - Restart

Por hoje ser sexta feira, ao sair do jornal da escola, no fim da tarde, sigo para a boate onde Johnny trabalha, na esperança de encontrá-lo lá. Logo que adentro o local, vejo diversos funcionários organizando as mesas e cadeiras. Peço permissão para entrar e vou direto ao palanque do DJ, avistando Johnny ajustando os aparelhos.

― Olá... ― chamo sua atenção, fazendo-o encarar-me, surpreso. Ele se aproxima e sela nossos lábios em um beijo calmo. Afasto nossos rostos, sorrindo. ― Podemos conversar? ― assente e nos sentamos na bancada próxima. O barman termina de organizar os copos e se afasta, deixando duas bebidas para nós. ― Krystal disse que Ten a rejeitou...Me desculpe lhe pedir isto, mas por que ele fez isto...? Uma vez me disse que não possuía preconceitos com o jeito das pessoas...então porque a rejeitou? Ele possui algo contra ela?

― Ten sempre admirou Krystal pela sua inteligência e beleza. Acredito que o passado que tiveram não mudaria nada se ambos resolvessem iniciar um relacionamento... ― Johnny para de falar. Ele olha para os lados, verificando se há alguém por perto. Continuo o olhando, intrigada. ― Como posso lhe dizer isso...Ten rejeitou Krystal porque não gosta da fruta.

― Fruta? Que fruta?

― Ten não gosta de garotas... ― arregalo os olhos, boquiaberta. Pego a bebida e dou um grande gole, quase engasgando. Pude ouvir Johnny rir baixo. ― Não faça esta cara. Sei que, de onde você veio, isto não é algo normal. Mas por aqui é...

Queria lhe perguntar mais coisas, mas não pude, pois a boate abriu, fazendo o local se encher rapidamente. Johnny seguiu para o seu trabalho, pois tinha que animar todos. Continuei na bancada, bebendo e pensando no que me fora contado. Não fiquei surpresa por ele ser homossexual, mas sim por nunca ter imagino ou ele ter me contado. E seus pais, o que devem pensar sobre isso? Mas será que sabem?

Já cansada de ficar sem fazer nada, vou à pista de dança para tentar me distrair. Para a minha surpresa, hoje a boate não está tão cheia como de costume. Chego facilmente no meio da pista, olhando para cima e vendo os olhos de Johnny sobre mim. Dou um pequeno sorriso de lado, mandando-lhe uma piscadela. Uma musica conhecida é tocada. Rapidamente entro no ritmo, fazendo movimentos acompanhando-o.

Meu celular começa a tocar e o retiro da bolsa. É Baekhyun. Atendo a chamada e o mesmo pergunta curioso onde estou. Como havia esquecido de avisá-lo, peço desculpas e o informo onde estou. Baek pareceu mais intrigado ainda, querendo saber o porquê e, principalmente, com quem.

― Estou com Johnny...

― Com o DJ? ― assinto, voltando meus olhos ao mesmo, que agora está concentrado em seus aparelhos. ― Por que não avisou que iria ai? Eu e Cole já estamos a caminho!

Baekhyun desliga a chamada. Volto à pista e, em poucos minutos, ouço o mesmo me chamando. Vou em direção dos dois rapazes e seguimos para a sala de jogos. Nos sentamos no enorme sofá e começamos a conversar, até que uma garota surge e puxa Baekhyun, que se despede de nós, seguindo de volta para o centro da boate.

― Então... ― Cole corrompe o silencio, aproximando-se. Fito seus olhos, que analisam-me dos pés à cabeça. ― Baekhyun me disse que você está solteira... ― fala em meio a um sorriso sacana. Afasto meu corpo do seu, mas ele puxa-me para mais perto. ― Não precisa ficar nervosa. Somos amigos, não somos?

Minha cabeça começa a doer ao lembrar-se de Jiyong. Aqueles olhos profundos me olhando com desejo, como se fosse uma presa frágil para ele. Ainda sinto suas mãos firmes em minha cintura, no dia em que fui atacada. Ponho minhas mãos no peito de Cole, tentando afastá-lo, mas de nada parece adiantar. Percebo que não há ninguém no local. Novamente estou sendo covarde, desejando que alguém surja e me ajude.

― Ei! Larga ela! ― o garoto afasta-se, levantando. Baixo minha cabeça ao reconhecer a voz de quem gritara. ― O que pensa que estava fazendo? ― Cole não diz nada, apenas o encara amedrontado. Johnny se aproxima, cerrando os punhos. ― Saía daqui.

Permaneço sentada no sofá, enquanto Johnny envolve-me em seus braços. Por não haverem pessoas no recinto, não peço para sair. Passo minhas mãos pelo seu rosto, como forma de sentir-me mais segura. Assim como Taemin, Johnny me passa segurança e me deixa sem preocupações em sua presença. Como se apenas em tê-lo meu lado fosse necessário. Nesses momentos sinto-me mal por não amá-lo na mesma intensidade.

― Vou buscar algo para bebermos. ― fala levantando-se, deixando minhas mãos em meu colo.

Observo seu corpo se afastando, até sumir em meio à multidão. Não consigo entender, mas, mesmo sentindo-me segura ao seu lado, meu coração dói, como se algo lhe faltasse. Acredito que, mesmo tendo tudo que sempre desejei, não conseguirei seguir em paz sem ele. Sem vê-lo por uma ultima vez. Sem entender como pude ser tão burra. Sem lhe dar a devida explicação.

Mesmo não querendo admitir, sua morte ainda me é um mistério. Afinal seu corpo nunca fora encontrado. Não pude vê-lo após o acidente. Se ao menos o visse deitado em seu leito de morte, calmo, sossegado e descansado, meu coração estaria livre deste sentimento. É como se ele estivesse inquieto com está intriga sobre a morte de Yoongi.

Ouço um estrondo vindo de fora da sala, dispersando meus pensamentos rapidamente. Corro para fora da boate e vejo uma aglomeração em frente à mesma. Me aproximo, com dificuldade, e vejo o corpo de Johnny estendido no chão. Agacho-me ao seu lado, analisando seu corpo, procurando o lugar de onde está saindo tanto sangue. Há um corte em seu peito. Olho para o lado e vejo Baekhyun se aproximar. Peço sua ajuda e este rapidamente ajuda-me a levantar Johnny. Outro rapaz nos ajuda, chamando um táxi. Agradeço por tudo e parto. Evitei chamar uma ambulância ou, como foi sugerido, a polícia, pois poderia aumentar ainda mais a confusão.

Baekhyun sugeriu que o levasse para a nossa casa, e não hesito em aceitar. Por estar tarde, todos já estão dormindo. Entramos carregando Johnny e, em silencio, o levamos ao meu quarto, onde poderei lavar seu ferimento e colocar um curativo. Amanhã pretendo lhe perguntar o que aconteceu, pois ele está fraco demais.

O coloco em minha cama, retiro sua camisa e pego a caixa de primeiros-socorros que deixo guardada no armário. Observo seu corpo magro, mas definido, sangrar e rapidamente sinto meus olhos marejarem. Tudo fora tão rápido que mal conseguira me dar conta do que se passava. Mas agora, vendo-o em frente a mim, machucado e sofrendo, consigo assimilar tudo. Porem ainda confusa sobre quem fez isto.

Com um pano úmido, limpo seu corpo com cuidado, evitando passá-lo pelo ferimento. Da caixa, retiro dois paninhos. Com um limpo bem o ferimento e o outro pressiono bem no local do corte, fazendo Johnny dar leves gemidos de dor. Passo uma fina camada de pomada, colocando, em seguida, o curativo.

Após terminar, mando-o deitar-se em minha cama. Johnny protesta, mas deita-se. Permaneço sentada, apenas o observando. Seus pequenos olhos fecham-se, mas logo tornam-se a abrir. Sinto suas mãos em minha coxa, massageando-a. Johnny senta-se ao meu lado e fixa seus olhos nos meus. Ele está tão perto de mim, que sua respiração quente é sentida em minha pele.

― Deite-se comigo. ― pede colocando as mãos em minha cintura, puxando meu corpo. ― Por favor... ― ele passa seu nariz em minha jugular, fazendo-me arrepiar. ― Eu sei que você quer.

― Está bem. Mas me deixe tomar um banho, sim? Eu estou podre! ― ele assente, rindo. Levanto e sigo para o guarda-roupa, onde retiro um pijama escuro.

Entro no banheiro e logo me livro da calça jeans e da camisa folgada. Adentro o pequeno box envidraçado, ligando o chuveiro. As quentes gotas que escorrem pelo meu corpo o deixam relaxado. Prendo meu cabelo em um coque para não molhado. Pego o sabonete e o passo pelos meus braços, sentindo sua maciez de encontro com minha pele.

Ouço um barulho vindo de fora do box e rapidamente a porta do mesmo é aberta. Assusto-me, mas, ao ver Johnny, tento cobrir meu corpo. Ele se aproxima, afastando minhas mãos dos seios. Chegando mais perto, ele sela nossos lábios em um beijo cheio de desejo e calor. Em um movimento involuntário, coloco minhas mãos em seu tronco nu e molhado, dando leves beijos em seu pescoço. Ele apalpa minhas ancas, trazendo meu corpo para mais perto do seu.

― Johnny... ― sussurro na tentativa de pará-lo, mas ele ignora-me, começando a mordiscar o lóbulo da minha orelha ― Ah...

Sou empurrada até a parede fria, onde Johnny coloca uma das mãos, aferrolhando-me perto dele. Prendo a respiração com seu toque em minha intimidade. Fazendo movimentos circulares, já acelerados, ele me olha com imensa intensidade, captando cada suspiro meu. A água quente vai caindo sobre nós, algo que parece complementar ainda mais o momento. Mordo o lábio inferior, tentando conter os fracos gemidos que surgem, fazendo Johnny aproximar seu rosto, pedindo para que não me contenha. Aperto minhas mãos em seu tronco ao sentir o orgasmo percorrer meu corpo.

Ainda com os olhos profundos sobre mim, Johnny puxa minha perna na altura da sua cintura e logo começa a passar seu membro em minha entrada. Apenas assinto com a cabeça, dando-lhe permissão para prosseguir. Um sorriso malicioso é visto, porem rapidamente se desfaz. Johnny puxa-me para mais perto, adentrando fundo. Nossos corpos se chocam. Passo minhas unhas em suas costas, o arranhando.

― Oh... ― mesmo tentando conter-me, gemidos baixos saem facilmente pela minha boca. Johnny beija-me com intensidade, dando rápidas estocadas.

― Fique em silencio, ou eles irão ouvir. ― pede após parar o beijo.

Próximo ao orgasmo, suas estocadas tornam-se mais rápidas. Alcanço o clímax, pressionado mais fundo as mãos em sua pele. Ele continua com os movimentos rápidos, mas os para ao chegar ao ápice. Johnny encara-me, ofegante. Por um momento a água que caia sobre nós parou de nos molhar; os problemas que nos rondam encontraram solução; nossos corações quebrados uniram-se, formando um. Dei-lhe um beijo calmo e prazeroso, apreciando cada canto da sua boca.

Nada será esquecido, apenas outra pagina será escrita. Jamais amarei alguém na mesma intensidade que amei Yoongi, mas preciso tentar com todas as minhas forças deixá-lo para trás, sendo apenas mais uma lembrança triste nos meus restos guardados.

Johnny esbarra uma das mãos no modificador de temperatura, fazendo a água quente e relaxante tornar-se fria. O encaro e rapidamente controlo-me para não rir, pois ele havia se assustado com meu recuo.

― Acho melhor irmos dormir... ― sussurro.

Ele apenas assente, saindo do box e pegando uma toalha para mim. Cubro meu corpo com ela, esperando que Johnny terminasse de se secar, mas ele não o fez. Sentou-se no pequeno banco do banheiro e pediu para que me aproximasse. Vou em sua direção devagar, até ser puxada por uma de suas mãos. Com cuidado, ele passa a toalha, que antes cobria-me, por todo meu corpo, apreciando cara parte de mim. No começo tentei recuar, pois sabia que ele faria isto. Não o quero vendo minhas imperfeições, pensando serem belas coisas.

Johnny levanta-se e entrega-me a toalha. Coloco o pijama que havia trazido e sigo para fora do banheiro. Adentro meu quarto e, enquanto espero Johnny, penso no que acabara de acontecer, mas tudo fora tão diferente de antes, que precisarei de um certo tempo para assimilar. Hoje dormiremos juntos, após termos quebrado a barreira de intimidade. Ele me abraçará, e eu não recuarei, pois estou disposta a amá-lo...ou pelo menos a tentar amá-lo. 


Notas Finais


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