História First Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster, Suga
Tags Abuso, Broken!yoongi, First Love, Namgi, Piano, Sugamon, Wings
Exibições 53
Palavras 889
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie, e aí? Olhem que amor essa one!! :3 Vejo vocês lá em baixo!

Capítulo 1 - Sorry my love - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction First Love - Capítulo 1 - Sorry my love - Capítulo único

Eu passava os dias com meu piano marrom. Eu amava aquele instrumento. Ele era maior que eu quando eu o conheci, e eu acariciava suas teclas sem nem mesmo saber o que queriam dizer, mas eu me achava o máximo. Era lindo. Um som lindo, que eu queria saber manipular a meu bel-prazer. Depois de eu insistir muito, minha mãe me colocou em aulas, aprendi a tocar.

Continuava apaixonado pela madeira e pelas teclas, até que, com catorze anos, ao conhecer ele, deixei de lado meu primeiro amor para ir de encontro ao segundo.

Ele era o aluno novo, vinha dos Estados Unidos, lindo, tinha lábios bem delineados, era um ano mais novo, mas pulara uma série anteriormente. Eu fiquei surpreso por me encantar tanto assim por um garoto, mas, pensando melhor, esse negócio de sexualidade não fazia muito sentido. Amor é amor, não é? Tanto por pessoas quanto por pianos. Ele tinha covinhas, era sorridente e se dava bem com todos, e era gentil comigo, o que era estranho, mas, pensando bem, foi um grande influenciador para que eu me apaixonasse por ele.

Eu era o garoto do piano. O isolado. O diferente. E as pessoas nunca vinham puxar assunto, eu não dava muita bola, mas quando ele veio conversar, nossa, eu nunca fui tão doce em toda a minha vida. Ele me achou fofo, disse que eu era branquinho como açúcar.

“Sugar…” Ele disse, mostrando as covinhas “Suga hyung. ”

Eu corei, estupidamente, como sempre, e corri para casa depois da aula.

Me senti uma menininha que havia sido notada pelo sempai quando ele enviou uma solicitação de amizade nas minhas redes sócias, dei pulinhos e gritinhos e aproveitei para “soltar a franga” já que não havia ninguém além de mim, e do piano, claro.

Pensei em tocar um pouco. Fazia certo tempo que eu não o fazia, mas ele me chamou no bate-papo, e ele, naquele momento, era muito mais importante que o piano. Desisti, me largando no sofá preto da sala e respondendo as suas mensagens inteligentes e divertidas.

Os dias foram passando, e eu e ele íamos nos aproximando, todos os dias ele me acompanhava até em casa, deixava um beijo em minha testa e eu ficava vermelho de vergonha. Tinha feito novos amigos, graças a ele, e estava mais feliz e bem acompanhado do que nunca. Ledo engano.

Depois de uma aula chata de física, ele, que tinha dado um tempo do posto de nerd da sala, me pegou pelo pulso e me puxou para o telhado da escola. Foi bem clichê, ele colocou uma mão grande na minha cintura e a outra no meu rosto, e disse que gostava muito de mim. Senti seu hálito fresco bater em meu rosto, e fechei os olhos. Meu coração batia muito rápido, parecia que ia explodir, e eu, eu deixava ele se aproximar cada vez mais. Senti, então, sua boca se aproximar da minha, estaquei. Era meu primeiro beijo, com o meu segundo amor, no terceiro período de uma quarta feira do mês cinco, e eu estava no telhado da escola, sentindo o vento agitar meus cabelos e a boca dele agitando meu estomago. Borboletas voavam e eu sentia que poderia voar também, mas não, os lábios dele me deixavam bem grudado na Terra.

“Eu gosto de você, Suga”

“Eu também gosto de você Namjoon” Eu disse.

Desde então, não paramos de nos beijar.

Naquele dia eu cheguei em casa completamente radiante. Minha mãe perguntou o porquê. Inventei algo, mas não conseguia parar de pensar na boca de Namjoon colada à minha.

Eu o amava. Amava demais.

Estava relativamente quente, e eu fui beber alguma coisa. Quando passei pela sala de jantar, rumo a cozinha, vi o meu primeiro amor: o piano marrom, meu velho amante, com quem eu passava as tardes inteiras e a quem me dedicava de corpo e alma. Dei de ombros. Passado era passado, mas pude jurar que ouvi um “não se vá assim”, mas era óbvio que era coisa da minha cabeça, já que pianos não falam.

No dia seguinte, aquele instrumento me encarou de novo, encarou metaforicamente, porque pianos não tem olhos, mas me senti intimidado com seu olhar. Ele parecia suspirar, meio melancólico. Mas pianos não podem ser melancólicos, pois são apenas instrumentos.

Passaram-se anos e eu nem pensei muito mais naquilo até a noite mais fatídica da minha vida; eu estava com um ombro deslocado, ou até mesmo quebrado, depois da surra que havia levado. Meu corpo inteiro doía, doía pelas mãos do meu segundo amor, que na verdade era um baita dum filho da puta. Ele estava alterado, me forçou a fazer coisas que eu não queria. Eu chorava muito, sentia tanto nojo de mim mesmo... meus pais estavam viajando, eu estava sozinho. Quero dizer, não completamente sozinho; ele estava lá.

Aquele piano que eu guardei num canto da minha memória, aquele piano marrom que um dia fora maior que eu, a quem eu acariciei com tanto amor, tanta devoção, e a quem eu abandonei a custo de um segundo amor, uma segunda paixão.

Me aproximei hesitante, envergonhado, mas ele me recebeu sem resistência. Me sentei no banco acolchoado, deslizando os dedos pelas teclas brancas de jade empoeirado. Eu sorri ao ouvir seu som. Ele dizia que eu superaria, e que sempre estaria ali para mim.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E aí? Gostaram? Odiaram?
Bom, o Suga foi estuprado pelo Namjoon, se alguém não entendeu...
Beijossss ursáticos!


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