História First Mistakes - Cameron Dallas - Capítulo 1


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Categorias Cameron Dallas, Hayes Grier, Holland Roden, Magcon, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes, Shelley Hennig
Personagens Cameron Dallas, Hayes Grier, Holland Roden, Jack Johnson, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes, Shelley Hennig, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Instrumentos Mortais, Lily Collins, Poderes
Visualizações 158
Palavras 2.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeee 💓
Então, aqui está o primeiro capítulo da fanfic reescrita.
Na verdade, eu tinha feito uma. Mas aí eu pensei "poxa, eu já conquistei tantos favoritos" e me deu uma dor no coração em saber que eu perderia a maioria.
Então eu decidi continuar por aqui 💓
E eu mudei algumas coisinhas, não foi muito mas... Ah! E eu juntei o capítulo 1 com o 2, pra ficar maior. E o 2, vai ser o 3, então uma coisa muita confusa 😂💓

É isso.

Bay bay 💓

Capítulo 1 - He Returned


POV. Lídia Grier

Tentei sem sucesso controlar minha agitação. Minhas pernas tremiam e meu coração estava acelerado desde cinco horas da manhã. Sonhei que ele voltava, sonhei no dia em que ele foi embora, sonhei com seus lábios pronunciando aquele "eu te amo". Porém, sonhos não são verdadeiros.

– Alguém poderia me falar algo sobre algo marcante em sua vida? – a professora, Srta. Vasconcellos, perguntou.

– Pode ser de quando o meu pai comprou um terceiro jatinho pra mim? – pronto. A conversa chegou no galinheiro.

Hillary Thorne. A patricinha mais popular e exibida que um dia já existiu. Sem falar, que ela é mais rodada que catraca de ônibus. Ela tenta de todas as formas possíveis chamar a atenção. Quando o foco e a luz não estão voltados para ela, deixa até escapar nude. A escola inteira já havia visto seu corpo, visualmente ou socialmente. Boatos que ela transa com os professores para conseguir aumentar a nota.

– Hillary, querida, não sei se você se lembra, mas você já nos contou isso, sei lá, umas mil vezes? – Allya, minha melhor amiga, perguntou.

– Você só está com inveja porque seus pais são padeiros e os meus, donos de grandes empresas. – Hillary debochou.

– Pelo menos nem um nude dela foi vazado e ela não transa nos banheiros com professores. – rebati.

– Garotas, já chega. – a professora nos cortou e o sinal bateu.

– Isso não vai ficar assim, Grier. – Hillary esbarrou em mim, antes que saísse da sala. Recolhi meus livros e saí, com Allya atrás de mim.

– LYDIA, ME ESPERA! – Allya gritou e logo me alcançou. – Cadê seu irmão?

– Qual? – perguntei.

– Eu, é claro. – Nash apareceu do nada e abraçou Allya. – Você já quer ir embora?

– Quero. Tô com fome, sono, preguiça e tô cansada. – respondi.

– Ah, claro. Me esqueci que passar cinco horas com a bunda na carteira cansa. – Nash falou, irônico.

– Vai cagar, Nash. – sorri e fui para o estacionamento.

– Nossa ídola chegou! – Matthew gritou, de dentro do carro.

– O quê você está fazendo aqui, criatura? – perguntei, olhando para Matthew, que estava ao lado de Hayes.

– Hayes me convidou pra comer, eu não pude recusar. – Matt respondeu.

– Como se você fosse fazer isso. – olhei pela janela e vi Allya e Nash se agarrando. – AÊ, EU TÔ COM FOME!

– Deixa eles se atacarem. Você só tá com ciúmes porque faz uns tempos que não dá uns beijinhos. – Hayes riu.

– Isso não é verdade! – retruquei.

– É claro que é! – Matthew acompanhou Hayes, gargalhando. – A última vez que você beijou alguém foi há uns dois meses atrás.

– Não é minha culpa! – protestei e logo Nash e Allya chegaram, ocupando os lugares da frente. Esperei Nash dar partida para dizer: – Vocês não acham estranho o Cameron passar oito anos sem dar notícias? Será que ele morreu?

– Eu não sei. – Nash respondeu, porém observei que ele deu um sorrisinho de lado.

– Hey, hoje vai passar Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1. ACELERA, NASH! – Hayes lembrou.

– Você já assistiu isso mil vezes, Hayes! – Allya riu.

– HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE PARTE 1 NO TNT, PESSOAL! – Observei um conversível vermelho passar na nossa frente e só aí percebi que tinha sido Shawn.

– O Shawn também… – Allya acrescentou.

– Tô com fome. – Matthew reclamou.

– Grande novidade. – debochei.

– Só porque eu vi que tinha pavê na sua geladeira... – Matthew riu.

– PAVÊ? – gritei. – ACELERA ISSO NASH, ACELERA!

– Calma, gente! – Nash reclamou.

– Hey e a música? – Allya perguntou e Nash deu de ombros. Ela suspirou e colocou numa estação de rádio. – AAAAH! HUMAN!

– But I’m only human, and I bleed when I fall down, I’m only human, and I crash and I break down. - comecei a cantar.

– Your words in my head, knives in my heart, you build me up and then I fall apart, 'cause I’m only human - Allya continuou e por aí foi até chegarmos em casa. Shawn já estava lá.

– HARRY POTTER! – Ele gritou e Hayes gritou de volta, os dois entraram pra dentro de casa.

– Eu não aguento esses dois. – revirei os olhos e entrei na casa, encontrando Hayes e Shawn esparramados no chão. – Qual a necessidade de ficar no chão, quando se tem dois sofás enormes?

– É mais confortável. – Shawn respondeu.

– Muito mais. – Hayes concordou.

– CADÊ O PAVÊ? – Matthew entrou gritando e foi pra cozinha.

– Eu vou subir... NÃO VÃO FAZER FILHO NO JARDIM! NÃO SE ESQUEÇAM QUE MINHA JANELA VAI ATÉ LÁ! – avisei pra Allya e Nash que estavam abraçados no carro. Sorri e fui para meu quarto.

Na verdade, eu sempre invejei a relação do Nash com a Allya. Ele se torna tão fofo quando está com ela, parece que ele a quer feliz, quer que ela se sinta protegida, independentemente de tudo. Eles são tão fofos. É tão bom observá-los. Sempre abraçados, demonstrando o que sentem. Às vezes me pego imaginando como seria se Cameron não tivesse ido embora. Será que seríamos igual a Nash ou Allya, ou iríamos continuar sendo bons amigos?

Deitei-me na cama, ainda resolvendo isso, quando percebo um papel na minha escrivaninha.

– Que é isso? – peguei o papel e li: – "Estou me sentindo como Voldemort, quando Neville destruiu Nagini. É como se estivessem arrancando uma parte de mim. De qualquer modo, nunca me esqueça. Nunca esqueça daquele carinha que sempre andava na sua cola, que sempre te dava cola nas provas, que sempre te acompanhou em todos os momentos e… Que sempre amou cada pedacinho do seu ser e que sempre continuará de amando. Adeus, Lih."

Isso não podia ser possível. Era o que Cameron havia me dito, quando foi embora. Ninguém mais ouviu, a não ser Matthew, Nash, Allya, Shawn e Hayes, eles não seriam capazes de fazer isso. Sabem o quanto isso dói. O quanto dói quando eu lembro de tudo que ele falou, se despedindo. Okay, hoje tudo estava estranho. Desci as escadas e encontrei Nash e Allya comendo junto com Matt no sofá. Hayes e Shawn estava no chão.

– Algum de vocês deixou isso na minha escrivaninha? – perguntei, levando o papel.

– O que é isso? – Nash perguntou e eu joguei o papel nele. Ele leu. – Não fui eu.

– Voldemort... Nagini... Neville... – juntei. – Foram vocês? – perguntei a Shawn e Hayes.

– Só porque somos potterheads isso não quer dizer que colocamos isso lá. – Hayes se defendeu, com um sorriso irônico.

– Isso é muito pesado. – Shawn desviou o olhar para o chão.

– Não foi eu! – Matt falou rapidamente, assim que eu direcionei meu olhar sob ele. – O papel estaria manchado de lágrimas se eu tivesse escrito.

– Eu nunca faria isso, amiga. – Allya disse.

– Deve ter sido algum de voc...

– Pare de insistir, Lídia! – Nash se levantou, seus olhos estavam lacrimejados e seu rosto vermelho. – Nunca teríamos coragem de fazer isso! Nunca teríamos coragem de simplesmente fazer você se lembrar, quando nós mesmos odiamos lembrar. Isso dói. Dói muito. Não pode simplesmente acusar alguém. Ele era meu melhor amigo. Eu nunca faria isso.

– Nash, calma. – Allya tranquilizou Nash, ao ver minha cara de espantada. Nash nunca levantara a voz pra mim.

– Não grita comigo... – sussurrei.

– Lídia... – Nash respirou fundo. – Desculpa. Mas você teve culpa.

– Não precisa gritar com ela, Nash. – uma voz familiar soou pela sala. Uma voz familiar.

Isso realmente não estava acontecendo. Depois de tantos anos, ele estava bem ali, parado na minha frente, com um sorriso enorme no rosto. Todo mundo parecia ter congelado, até Matthew dar um grito e pular em cima de Cameron. Hayes e Shawn fizeram um grande esforço para se levantarem e Allya ficou sozinha, enquanto Nash corria para abraçar ele. No momento, eu estava como a Bellatrix quando Molly Weasley a petrificou.

– Não vai me dar um abraço, Lih? – Ele disse e foi como se eu tivesse acordado de um sonho.

Corri para os seus braços e perdi-me nas batidas do seu coração. O cheiro continuava o mesmo, o calor de seus braços, o abraço maravilhoso que ele sempre dava quando ae despedia. Eu não podia acreditar que ele estava ali. Se não fosse por o colar que ele estava usando, talvez não tivesse reconhecido. Era um colar com a letra L, assim como eu tinha um com a letra C. Eu dei pra ele quando tínhamos sete anos...

– Não acredito que você ainda tem esse colar idiota. – ri, com as lágrimas saindo.

– Não é idiota... – Ele sorriu.

– Cara… Você me fez sofrer por tantos anos que se eu tivesse uma varinha aqui comigo eu lhe lançaria uma maldição Cruciatus. – Hayes disse.

– Que barulho é... Oh, meu Deus! Cameron! – Mamãe gritou, e correu para abraçar ele.

– Isso é estranho. Quando eu viajei por um mês e cheguei você não fez isso. – Nash disse, com um biquinho.

– Você continua o mesmo ciumento de sempre, Nash. – Cameron riu.

– Eu fiz bolo de cenoura. – Mamãe disse e logo não tinha mais ninguém na sala, a não ser Cameron e eu.

– Eu senti muito sua falta... – Cameron sorriu.

– Eu também...

– Mas eu tô com muita fome mesmo. – completou, fazendo-me rir.

– Vai lá comer. – dei um beijo em sua bochecha e ele correu pra cozinha.

Era quase surreal. Cameron finalmente estava aqui comigo. Perto de mim. Sentia-me completa. Eu me lembro de quando Cameron chegou. Nash, Hayes, Will e eu estávamos brincando de esconde-esconde. De repente, Nash chegou com um menino. Eu perguntei qual era seu nome, ele respondeu "Cameron" com um sorriso. Acho que foi daí que eu me apaixonei. Tudo nele era atraente, irresistível. Seu cabelo que estava crescendo, seu sorriso que fazia seus olhos sumirem, sua risada, sua fala, seu abraço. Tudo nele era um vício. Um vício que não tinha mais cura. Era quase impossível ficarmos brigados. Mas quando brigávamos, era pra valer.

Subi para meu quarto novamente e joguei-me na cama. Estava com medo de que isso fosse um sonho. Estava com medo de acordar. Ouvi batidas na porta e logo Cameron entrou.

– Uau. Esse quarto mudou muito. – Ele sorriu, olhando o quarto. – As paredes eram cor-de-rosa; no lugar daquele violão estava várias bonecas; sua cama era de solteiro; em cima da escrivaninha estava todas as cartinhas que eu te mandava. Mas uma coisa não mudou.

– O quê? – levantei-me.

– Esse urso panda enorme. – Ele foi até o canto do quarto, onde havia um urso em cima de uma poltrona. – Olá, Jace! Quanto tempo não é?

– Você ainda se lembra do nome dele... – sorri.

– Claro. Você estava apaixonada por Jace Wayland, que na verdade era Herondale. – Ele riu.

– Para com isso! – bati nele.

– Se lembra de quando te dei ele? Quando tínhamos seis anos? Você estava triste porque você gostava do Jack J e a Melissa abraçou ele. Aí eu rodei a cidade inteira para encontrar esse panda.

– Que bom que era só uma paixonite besta. – ri.

– Hey, já que sua cama é de casal, isso quer dizer que você tá… sei lá, com algum menino? – Ele perguntou, sem me olhar nos olhos.

– Bem, não. Continuo intacta. Sem sexo, sem paixonites.

- Graças a Deus! - ele levantou as mãos pro alto e eu ri.

– Eu senti muito sua falta, Cameron. – pulei em cima dele.

– Eu também, pequena. – Ele acariciou meu cabelo.

– Por que você não tentou entrar em contato? – perguntei.

– Bom nos primeiros dois anos até que eu manti né, mas eu tive uns problemas e perdi o contato.

– Que problemas?

– Ah, uns rolos aí. Você não iria se interessar.

– Tem certeza? – afundei em seu pescoço, exalando seu cheiro.

– Tenho. Não é nada interessante. – Ele riu - É. eu preciso ir. Minha mãe disse que eu vou ter que visitar o meu pai, minha vó, ah, falta o Jack J. É muita gente. – suspirou e se levantou.

– Ah, poxa. Você já tá matriculado na Avalon? – perguntei.

– Minha mãe deve estar lá agora. – Cameron deu-me um beijo na testa. – Tchau.

– Tchau.

POV Cameron Dallas

Já havia visitado todas as pessoas que eu convivia sete anos atrás. Bem, meu pai com certeza, não convivia comigo, mas eu tinha que ir lá. Nunca tivemos tanta intimidade, já que ele e mamãe se separaram quando eu tinha cinco anos. Havia acabado de sair da casa de Jack J, quando me enviaram uma mensagem.

Cuzão 💙 - Vem aqui em casa, meu amor 💓💓.

Nash. Subi na moto e arranquei com ela. Era tão bom sentir novamente o vento batendo no meu rosto. Era tão bom estar na cidade outra vez. Mas, o que será que Nash queria comigo? Eu já tinha ido lá. A casa dos Grier não era tão longe. Nash, Will e Lídia também não tinham os pais juntos, mas pelo menos, tinham Henry como padrasto, que também era pai do Hayes. Cheguei lá dez minutos depois. Coloquei a moto na garagem e entrei pela porta da cozinha, logo sentindo cheiro de comida. Aí sim, hein.

– Oi, Cameron. – Henry me cumprimentou.

– Fala, cabeça. – ri e o abracei. Eu tinha mais intimidade com Henry do que com a dona Elizabeth.

– Bom te ver novamente. – Ele disse.

– O mesmo. – deixei o capacete no balcão e fui pra sala. Hayes estava no sofá pintando com uma loirinha.

– Fala, Cameron.

– E aí. Quem é essa loirinha? – perguntei.

– Skylynn. Minha irmã. Você não se... Ah. Ela nasceu um ano depois de você ter perdido o contato com a gente. – Hayes falou.

– Oi, Skylynn. Sou Cameron. – Me ajoelhei para ficar da sua altura.

– Você é o namorado da minha irmã? – ela perguntou.

– Namorado?

– Ela estava se arrumando, porque disse que ia ficar bonita para "o Cameron". – Skylynn disse.

– SKYLYNN! Sua dedo-duro! – vi Lídia descendo as escadas arrumada. Íamos para alguma festa?

– Ficar bonita pra mim, é? – perguntei, provocando-a.

– Aham, e também para os boys da praça. – ela disse. Ela estava de shorts e um cropped.

– Não vai sair com essa barriga de fora não. E essas pernas? Seu shorts não está muito curto? – a olhei de cima a baixo.

– Foi exatamente a mesma coisa que eu disse pra ela. – Nash desceu as escadas.

– Vocês não são meu pai. Se eu quiser ir pelada, eu vou. – ela cruzou os braços.

– Vamos para a praça? – Skylynn perguntou.

– Vamos namorar Skylynn. Você não pode ir. – Nash respondeu.

– Nash, você é muito chato. – Skylynn deu língua para ele.

– Vamos, minha gente. Hayes, você vai?

– Não. Lá na praça não tem Internet. – Hayes respondeu, nem tirando os olhos do celular.

– Ótimo. Tu ia ficar de vela mesmo. Allya já está lá. – Nash saiu.

– Vamos logo, baixinha. – empurrei Lídia pra fora de casa.


Notas Finais


Gostaram? Devo continuar?

Por favor, comentem 💓
Eu espero que os fantasminhas sejam mais ativos agora, sabe?
Comentem, por favor!
Eles me motivam, eu gosto de saber o que vocês acham da fanfic, se está boa ou ruim.

É isso. Obrigada.

Bay bay 💓


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