História Fix It - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, J-hope, Jimin, Jungkook, Suga, Suho, Xiumin
Tags Hoseok, Sobi, Sope, Yoongi, Yoonseok
Exibições 150
Palavras 2.701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


leiam as notas finais
boa leitura
xx

Capítulo 7 - Eu te amo.


 

Depois de muita birra da parte de Yoongi, perguntando se isso era um pedido de desculpas ou se eu levaria meu amigo junto e que ele ainda me odiava, estávamos sentados, lado a lado, nas arquibancadas de um dos pavilhões.

Chegamos um pouco cedo. Compramos pipoca e refrigerante. Yoongi não estava tão frio comigo, mas também não estava agindo como um amor em pessoa, como geralmente era.

Assim que uma mulher falou no microfone que o show estava prestes à começar, todos explodiram em aplausos. Exceto Yoongi, que comia a pipoca como se não existisse outra no mundo.

Alguns minutos depois, quatro mágicos subiram ao palco. Eles se apresentaram, sendo eles: Jack Wilder, Daniel Atlas, Merritt McKinney e Henley Reeves¹.

— Hoje, iremos fazer um dos maiores truques de mágica — um deles falou.

— Vamos assaltar um banco — o outro concluiu e todos aplaudiram, até Yoongi, apesar de estar com a cara emburrada e boca cheia de pipoca.

Depois de poucos minutos, já haviam sorteado alguém, que foi um homem. Enviaram ele para o tal banco, na França, através de um teletransporte, segundo eles.

Uma câmera, que foi colocada no capacete do tal cara, mostrava a cena. Havia muito, muito dinheiro — obviamente.

No mesmo instante, foi possível ser visto pelo telão o dinheiro sumindo. Voava para todos os lados, até não sobrar um euro sequer. A única coisa que sobrou foi um pequeno papel, que os mágicos mandaram-o colocar no meio.

No segundo seguinte, caiu todo o dinheiro sobre o palco e platéia. Era realmente muito dinheiro. Olhei para Yoongi, ele estava paralisado. Boquiaberto, com uma das mãos no queixo e a outra no balde de pipoca.

Passei a mão na frente dos olhos dele. Ele voltou ao normal, olhou para mim e logo voltou com a expressão fria.

— Olha, eu sinceramente não sei o que eu fiz para você ficar assim comigo.

— Exatamente. Você não fez nada.

— Então por...

— Você me... hm, aparece com um amiguinho novo. Você queria que eu ficasse como? Esperava que eu fizesse uma festa em comemoração à sua nova amizade?

Então Jeongguk estava certo. Era mesmo ciúmes. Eu ri. Ele achava mesmo que eu o trocaria?

— Está rindo do quê, abestado?

— Você fica fofo com ciúmes.

— Eu não estou enciumado — enrubesceu. — Ah, quer saber, Hoseok? Vá se foder.

Ele se levantou e saiu do pavilhão. Levantei-me e andei atrás dele, enquanto os mágicos se despediam.

— Vai mesmo andando? — perguntei, parado em frente ao meu carro.

— Vai ser melhor para você.

— Entra logo. Não quer que eu abra a porta do carro para você, quer?

— Está vendo por quê não tem uma namorada? — disse irônico, enquanto abria a porta.

— Não preciso de uma.

. . . 

— Você é idiota mesmo, Hoseok.

Eu contei tudo para Jeongguk: que eu segui seu conselho, o chamei para sair e o que aconteceu depois. Eu estava prestes a ter uma overdose de café. Era o sexto copo que Jeongguk trazia para mim e não eram nem dez da manhã.

— Você já teve uma namorada? — perguntei. 

— Tenho um namorado — sorriu.

— Então você tem um namorado e observa os outros de dentro da cafeteria? Que feio, Jeongguk — brinquei.

— Você deveria tomar alguma iniciativa. Deixa...

— Pelo amor de Deus, eu não sou nenhuma adolescente apaixonada, não. Só não quero... aceitar o que sinto.

— E o que você sente, exatamente?

Suspirei. Não sabia o que responder; tombei a cabeça para trás.

— Eu não sei.

— Então deixe ele te ajudar a descobrir. Converse com ele.

— Seria muito constrangedor.

— Constrangedor vai ser o tapa que eu vou dar na sua cara, Hoseok. Você mesmo acabou de dizer que não é nenhuma adolescentezinha apaixonada.

Se tem duas coisas que eu admiro no Jeongguk, com certeza, é sua sinceridade e o modo que ele consegue ser grosso e ao mesmo tempo um amor.

— E como eu iria falar com ele?

Ele respirou fundo. Parecia não saber explicar.

— Vocês são amigos, certo? — assenti e o encarei. — Então, pronto. Não vai ser difícil. Vocês moram juntos, se vêem toda hora. Só chame-o e diga que quer... conversar.

— E se ele não sentir o mesmo?

— Acho bem improvável. Ele estava com ciúmes, cara.

— Amigos também sentem ciúmes. Quer dizer, eu acho.

— Então você prefere guardar tudo para si mesmo? — neguei. — Então fale com ele.

— Não é tão fácil quanto parece — supliquei.

— Eu sei que não é — sorriu. — Mas, se você não tentar, não vai descobrir se ele sente o mesmo.

Respirei fundo diversas vezes. E se Yoongi não sentisse o mesmo? E se ele me rejeitar e passar a me ignorar?

— Se você não tiver coragem de falar frente à frente, mande uma carta. Vi isso em novelas, parece que funciona. Mas geralmente, quem manda as cartas, são mesmo adolescentes apaixonadas.

— E eu estou parecendo uma. Mas não vou enviar uma carta para alguém que dorme no quarto ao lado do meu.

— Está mesmo. Então ele dorme do lado do seu quarto? Pensei que já estavam mais íntimos, porra, Hoseok — riu. — Fale com ele com calma. O mundo não vai acabar. 

— Quando você acha o momento certo... para falar?

— Não há momento certo, Hoseok. Quando você se sentir preparado, fale.

. . .

Algumas semanas já haviam se passado desde o show de mágica. Vi em uma notícia da internet que os mágicos que vimos foram presos.

Já eram quase meia-noite, e eu estava sentado em minha cama observando as estrelas. Parece que estou convivendo muito com Jeongguk.

Eu estava pensativo, pensava na nossa conversa de semanas atrás e qual hora seria o momento certo, se é que teria mesmo um.

Durante essas semanas, eu deixei de almoçar com Jeongguk para vir em casa. Passava todas as manhãs — de segunda a sexta — com Jeon. Até que ele era um ótimo ouvinte, mas péssimo em conselhos.

Fui tirado de meus pensamentos quando ouvi um barulho de vidro quebrando no quarto ao lado.

— O que aconteceu agora? — perguntei, abrindo a porta de seu quarto, mas não foi necessário ouvir a sua resposta.  

Eu o segurei até ele parar de se debater e seu choro diminuir, pois tinha certeza que se eu o soltasse agora, poderia acontecer algo pior. Olhei para trás por cima dos ombros e vi o espelho todo quebrado. Yoongi já havia parado de tentar se soltar, virou-se e me abraçou forte e chorou mais ainda. Eu sou pior que o Jeon em conselhos, mas Yoongi nunca reclamou do meu abraço. Passei meus braços ao redor de seu corpo, apertando-o, enquanto acarinhava seu pescoço e seus fios de cabelo esverdeados.

— Y-Yoongi — chamei, depois de minutos ali, apenas sentindo o calor do corpo um do outro.

Ele resmungou algo, soltou o abraço apenas o suficiente para olhar meu rosto. 

— Eu... vou te levar ao médico, vamos — levantei o puxando.

—  Não. Não, Hoseok.

— Você quer continuar assim? — perguntei, enquanto colocava um casaco dele e jogava um moletom na direção dele.

Ele negou com a cabeça e vestiu.

— Então vamos.

Eu estava com a mão na maçaneta, quando senti um braço a cada lado de meu corpo, me abraçando por trás. Como quem me pedisse que ficasse ali.

. . . 

Estava vazio, até porque já era tarde. Demos sorte de morar perto de um hospital que ficava aberto vinte e quatro horas.

Estava esperando ele, enquanto lia uma revista na sala de espera.

— Senhor Jung — um homem me chamou, com um jaleco branco e um crachá escrito Kim Minseok. — Se você quiser vê-lo, siga-me.

Eu o seguia pelo corredor enquanto dizia:

— Sinto muito pelo seu namorado. Ele terá que ficar internado. Está em um estado avançado e...

Eu caí no choro. Yoongi estava internado por minha culpa, isso não deveria estar acontecendo. E... namorado?

— Não. Por favor, deixe-me levá-lo para casa.

— Sinto muito — repetiu e me entregou um papel, com um telefone e um endereço. — É o lugar onde ele ficará, não pode receber visitas ou telefonemas, vai ser melhor para a melhora de Yoongi. Ele passará a noite aqui, amanhã de manhã será encaminhado para lá...

Não conseguia ouvir mais nada. Entrei correndo no pequeno quarto branco, com Yoongi em um estado não muito diferente que o meu.

— Hoseok... — ele me chamou com a voz fraca.

Corri até ele e o abracei.

— Eu prometo te tirar de lá o quanto antes. Eu te amo, Yoongi.

Eu amo você — disse.

Após poucos segundos abraçados, eu o soltei, observando seu rosto. Queria guardar cada detalhe, e ele parecia fazer o mesmo.

Não me segurei, segurei seu rosto com ambas as mãos, aproximei meu rosto lentamente do seu, fechando os olhos, e nossos lábios se juntaram em um selar rápido.


 

Eu estava desesperado. Não. Não. Yoongi não estava internado. Isso era mais um de meus pesadelos. Eu precisava acreditar que depois acordaria com o barulho do despertador e tudo não passou de um sonho.

Saí do prédio e fui em direção ao carro, ainda arrasado.

O caminho até em casa foi demorado. Estacionei o carro de qualquer jeito, entrei em casa e deitei na minha cama, onde acabei adormecendo.

. . .

Acordei com o barulho irritante do despertador. Levantei rapidamente e fui em direção ao quarto de Yoongi. Ele não estava lá. Não foi um pesadelo, é realidade.

Liguei para meu chefe, inventei uma desculpa esfarrapada qualquer e pedi para faltar alguns dias. Ele parecia estar de bom humor, pois concordou e me desejou boa sorte com meus problemas.

Não sabia o que fazer. Deitei em minha cama novamente. Não estava com fome, nem sono. Não estava sentindo nada, além de culpa.

Eu era o culpado por Yoongi estar internado. Eu era o culpado por Yoongi estar trancado em um quarto, que eu nem imagino o que tenha lá, além de remédios, médicos e mais remédios.

Eu estava me sentindo horrível. Eu tinha o obrigado à ir ao psiquiatra, achando que seria uma ótima ideia.

Yoongi deve estar me odiando nesse momento. Ele não teria alguém para dar colo e carinho quando precisasse, quem o ouvisse reclamar de tudo ou quem desse DVD's de presente. E o pior: a culpa era minha. 

 

Eu estava horas me culpando, que nem percebi que havia alguém no meu quarto.

— Você está péssimo, cara.

— J-Jeongguk?

— Você não deve se lembrar, mas deu o endereço de sua casa alguns dias atrás. Seu chefe estava no seu lugar e disse que você estava com problemas. A porta estava aberta. O que aconteceu?

— Yoongi está internado — respondi depois de alguns segundos. Pensar naquilo doía, mas falar em voz alta parecia fazer tudo ser mais real. — Por minha culpa.

Ele ficou segundos, abrindo a boca e fechando-a, como se estivesse escolhendo as palavras certas para dizer.

— Vá embora, eu quero ficar sozinho — falei, colocando um travesseiro no rosto.

— Você está sentindo a falta dele, está?

Era incrível como Jeon me conhecia bem em tão pouco tempo. E era incrível também sentir falta de Yoongi, sendo que não fazia nem vinte e quatro horas que nos vimos.

— Não sei quando ele voltará. E se ele passar anos lá? Ele vai me odiar.

Ele se deitou ao meu lado, tirou o travesseiro do meu rosto e bagunçou mais ainda meu cabelo.

— Hoseok... — começou. — Pense no lado bom: ele pode voltar, seja semana que vem ou daqui anos. E se voltar, estará curado, seja lá do quê.

— E se ele não voltar? E se ele não se curar?

— Você é muito negativo — revirou os olhos e voltou a fazer cafuné no meu cabelo. — Quer café?

Neguei com a cabeça.

— Vou te deixar sozinho, me avise quando voltar à trabalhar — se levantou, sorriu fraco e fechou a porta.

Eu sabia que esse era o jeito que Jeon tentava me consolar, apesar de ser diferente, eu gostava.
 



 

Eu estava correndo entre árvores, tentando achar alguma saída, mas tudo o que via era só mais árvores e árvores. Minhas pernas estavam bambas e tanto correr. Meus pés doíam e minha cabeça latejava. Não conseguia ouvir nada além de gritos. Gritos dos mais comuns aos mais assustadores. Quanto mais eu corria, mais aterrorizantes e altos eles ficavam.

Minhas pernas não aguentaram, e caí no meio do monte de árvores. Os gritos diminuíram e deram lugar à uma risada familiar e assustadora ao mesmo tempo.

Ao mesmo tempo, ouvia passos se aproximando e a risada cada vez mais alta, até sentir um objeto pontudo e metálico cravando meu peito, enquanto gritava.

Acordei assustado. As roupas estavam coladas ao meu corpo, por causa do suor. Minha respiração estava ofegante e senti lágrimas brotarem minimamente meus olhos, enquanto o barulho ensurdecedor do despertador ecoava pelo quarto. Fazia muito tempo que não tinha mais pesadelos, e sentir todo aquele arrepio e medo, foi como uma primeira vez.

Olhei ao pequeno relógio ao lado. Era quase a hora que eu levantaria para trabalhar. Eu precisava de algo para me distrair, precisava remover pensamentos negativos e ajudar Yoongi.

Desliguei o despertador e resolvi ir ao trabalho.


 

— Olá, Jung! Vejo que já está de volta, certo? Resolveu seus problemas? Espero que sim — meu chefe me recebeu, assim que entrei na pequena loja. Sorri e assenti fraco com a cabeça.

Ele continuou dizendo que teria compromisso durante o dia e que foi bom eu ter vindo. Não estava prestando muita atenção, apenas acenei quando ele saiu.

Cerca de cinco minutos mais tarde, Jeongguk apareceu.

— Você está bem? — parecia preocupado.

— Estou — dei de ombros.

— Você é um péssimo mentiroso. Quer café? — ofereceu.

— Aceito.

Ele voltou minutos depois com uma pequena bandeja, com cinco copos de café.

— Você quer me matar?

— Só tome. Me conte, como você está? Por que veio trabalhar?

— Estou... normal — menti. — Preciso esvaziar a cabeça.

Passamos o resto da manhã conversando sobre qualquer coisa. Ele parecia querer me manter ocupado.

Almocei com Jeon, pois não queria ir para casa agora.

Durante a tarde, teve muitos clientes por ali. Não tive descanso o dia todo, e isso até que foi bom.

Porém, quando chegou a hora de voltar para casa, entristeci. Não que eu gostasse de trabalhar, mas não queria ficar em casa, sem absolutamente nada para fazer, sem ninguém para conversar.

Fui caminhando devagar até em casa. Passei por uma praça que nunca havia reparado muito. Vi crianças brincando, casais trocando beijos ou andando de mãos dadas, pessoas caminhando ou fazendo qualquer outro exercício. 

— Oi — ouvi uma voz tímida e fininha na minha frente. Me abaixei até a altura de uma menina com flores variadas na mão.

A cumprimentei e afaguei seus fios de cabelos pretos soltos.

— Sempre vejo o senhor passar esse horário aqui. Você parece triste hoje. Tome — ela esticou a pequena mão com as flores. — Açucena, Bogarim e Genciana.

As peguei com cuidado, enquanto a menina sorria.

— Sabe o que significam? — neguei com a cabeça. — Tristeza, amor vivo e puro, e essa, sentimento.

Ela parecia adorar flores, seus olhos formando uma meia-lua e seu sorriso grande, enquanto apontava e explicava cada uma delas.

Sorri e agradeci, e logo escutei alguém chamá-la.

A menina se despediu e seguiu uma mulher mais velha, que aparentava ser sua mãe.

Sorri e caminhei até em casa.

. . . 

YOONGI

Eu não aguentava mais olhar para o lado e só ver paredes e móveis brancos, pequenos frascos com comprimidos e a porta de ferro prateada.

— Como você está, Min Yoongi? — um dos médicos, que descobri o nome: Kim Junmyeon, entrou sorridente no quarto. Encarei-o entendiado, acho que não seria preciso responder. 

Suho — como preferia ser chamado pelos pacientes —, me entregou um copo de água com dois comprimidos, me fazendo tomar.

— Faz exatos três dias que você não abre a boca para falar comigo — Suho disse, já sentado perto da minha cama. — Suga, você está bem?

Eu o olhei com raiva. Odiei esse apelido que ele me dera, e sabia que me chamava assim apenas para me irritar.

— Eu... — comecei, tentando dar um jeito de falar um "estou bem".

De repente, tudo voltou. Meu padrasto dizendo que isso não ficaria assim; meus irmãos pedindo ajuda; meus irmãos e meu padrasto mortos; Hoseok saindo do quarto de hospital depois de ter me abraçando pela última vez e dizendo que me amava.

Hoseok saiu daquele quarto, e levou minha sanidade junto, pois agora me sinto um completo louco e doente.

 

 


Notas Finais


¹Os mágicos citados são do filme Truque de Mestre (meu favorito aaAAaA)
no filme acontece mesmo essa cena deles roubando o banco.
atualizei a capa da fic, feita pela @/PutzKiyomi
vocês não tem noção de quantas vezes eu escrevi apaguei reescrevi esse capitulo e ainda acho que ficou ruim :(
to fazendo mt dialogo né? socorr eu vou parar
jeongguk dando conselhos amorosos..,,,, e quem seria o namorado dele hmhmmMMMmM
yoongi com ciumes aaaaa
e pq hoseok so tem pesadelos quando yoongi nao está perto.,..,......
minseok apareceu!!!! meu utt lindissimo
suho tambem apareceu *joga confete*
quando criei essa fanfic, eu tinha MESMO a intenção de fazer apenas um romance fofinho, porém, assim que postei o segundo capitulo, li uma teoria e resolvi me inspirar nela p fazer a fanfic (quero ver alguem acertar agora qual é dkfdkkkkk)
eu ia fazer uma fanfic curtinha, com 10 capitulos no maximo mas depois que me inspirei na teoria, percebi que vao ter mais que isso
uma pergunta: voces acham que eu falo mt palavrao na fic? se acharem ruim eu paro jdkfjdkkkk
GENTE, MAIS UMA COISA: quero fazer uma fanfic (quando acabar essa) inspirada em uma serie, ja tenho em mente but nao vou falar ~deixa no ar~ vocês leriam?????
por favor me digam o que estão achando sz
espero que tenham gostado e me desculpem qualquer erro
xx


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