História Fix The Broken - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Asking Alexandria, Bring Me The Horizon, Of Mice & Men, Pierce The Veil, Sleeping With Sirens, We Are the In Crowd
Personagens Aaron Pauley, Alan Ashby, Austin Carlile, Ben Bruce, Danny Worsnop, Gabe Berham, Jack Fowler, Jaime Preciado, Jesse Lawson, Justin Hills, Kellin Quinn, Mike Fuentes, Oliver Sykes, Taylor "Tay" Jardine, Tony Perry, Vic Fuentes
Tags Boyxboy, Gay, Kellic, Kellin Quinn, Lemon, Olic, Oliver Sykes, Smut, Vic Fuentes, Yaoi
Exibições 102
Palavras 1.834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heyo amoras
Careleos, non creio que esse é o capítulo 30 já... Estamos perto do fim :'x
Esse caps é bem hum... Detalhado na parte do lemon... Hehe, me empolguei
Agora sem mais delongas...

Título do capítulo: Chemical Kids and Mechanical Brides - Pierce The Veil

Capítulo 30 - A Love You Light Is a Love Soon Gone


    Kellin correu seus olhos enormes e azuis por mim... Não, eu não podia deixar ele pensar e perceber o quanto aquilo era errado. Trilhei meus dedos por sua camisa, até a parte da frente da sua skinny preta.
    - Não me provoque, Fuentes. – Ele Sussurrou segurando o meu pulso. 
    Mordi meu lábio inferior. Kellin apertou seus dedos e me puxou em direção a escada. De repente ele se virou e colocou o dedo indicador sobre os lábios, em um pedido de silêncio. Deixei um sorriso escapar antes de o puxar pela gola e o beijar.
    Senti ele me prensando contra o corrimão, Kellin segurou minhas coxas e me ergueu. Era como se nos devorássemos com aquele beijo. Eu queria mais. Eu queria ele.
    - Vem. – Kellin me colocou no chão e me arrastou até o seu quarto. 
    Assim que ele trancou a porta o puxei para mim de novo. Aquelas imensidões azuis me estudaram, senti sua mão gelada tocar meu rosto com cuidado, com um cuidado que ele nunca teve... Do mesmo jeito que Oliver me tocava. Era como se algo dentro de mim estivesse se quebrando.
    - Viccy? – Sussurrou hesitante. Não!
    Empurrei Kellin na cama e subi em seu colo, tirei sua jaqueta de couro e a camisa xadrez que ele usava por baixo. Toquei aquela pele pálida e macia, ainda com hematomas arroxeados. Odiei cada um deles, eles deveriam estar em mim, eu deveria sentir a dor. Kellin tirou meu moletom vermelho e depois minha blusa listrada, expondo meu tórax. Ele nos girou ficando por cima, suas mãos escorregaram por minha cintura. A boca quente dele escorregou traçando um caminho por minhas bochechas, descendo por meu queixo, minha garganta, mordidas na minha clavícula, minhas costelas e finalmente na minha barriga. Kellin tocou os cortes novos com sua língua, até deixar sugadas fortes nos ossos do meu quadril.
    - Tira. – Ordenou indicando a minha calça. Sem exitar abri os botões e o zíper descendo a peça com dificuldade. Maldito jeans apertado. Kellin deu um esgar e ele mesmo terminou de a tirar me deixando apenas com a boxer azul.
    O assisti levantar e tirar algo da gaveta, logo ele estava me analisando com o sorriso maldoso de sempre, aquele que fazia meu corpo estremecer. Kellin segurou meus pulsos com força. Sorri.
    - De joelhos. – Mandou se sentando na cama. 
    Abri a calça dele a tirando junto com sua cueca. Kellin já estava completamente duro, o segurei delicadamente passando minha mão por toda sua extensão. Me incluindo e agora usei minha língua, Kellin deu um gemido agudo e enroscou seus dedos no meu cabelo. Suguei devagar a glande e o deixei me forçar até metade do seu membro estar dentro da minha boca. Movi minha cabeça o engolindo. Kellin mexeu seus quadris contra mim, controlando o ritmo que euno chupava.
    - Viccy... – Gemeu puxando meu cabelo. O Encarei dando uma última lambida por seu comprimento.
    Kellin me jogou de volta na cama e se encaixou entre minhas pernas, se chocando contra mim. Gemi baixo segurando seus ombros, ele deu um sorriso e prendeu meus pulsos contra o travesseiro.
    - O que você quer Viccy? – Sussurrou contra o meu pescoço.
    - Kells... - Me contorci com outra mordida.
    - Fala. – Segurou minhas coxas, trazendo meu quadril de encontro ao seu. Prendi outro gemido. – Pede, eu quero te ouvir. – Grunhiu usando uma das mãos para tocar o meu membro.
    - Me fode. – Fechei meus olhos. – Eu quero você dentro de mim.
    - Você é uma vadia desesperada. – Se afastou tirando minha última peça. – De quatro.
    Me apoiei sobre meus joelhos e meus braços trêmulos. Kellin deu um beijo na minha omoplata antes de passar sua mão com um líquido gelado por meu ombro e finalmente por minha entrada. Me curvei sentido aquele desconforto de sempre, enquanto ele forçava dois dedos no meu interior.
    - Quero ouvir seus gemidos, Victor. – Usou mais força. Ele havia me chamado de Victor e só isso já me fez querer gritar, mas me segurei. Kellin me deu um tapa forte na coxa. Gemi de surpresa. – Assim. – Eu podia ouvir o sorriso na voz dele.
    Senti ele se encaixar e começar a me invadir. Meu corpo se moveu sozinho, me empurrando contra ele. Kellin deu a primeira investida, forte e funda, afundando os dedos na minha pele. Gemi com a dor. Era isso que eu queria.
    - Mais forte. — Gemi sentindo meus braços enfraquecerem. Kellin se moveu mais rápido. Enlaçando minha cintura e me fazendo ficar de joelhos. Kellin nos separou e me virou na cama.
    Eu queria poder dizer que aqueles olhos não me afetavam. Azuis e gelados como duas pérolas... Diferente dos dourados e quentes como ouro derretido... Me fazendo tremer por dentro. Meu coração batia por dois... Ele sempre bateria
    As mãos de Kellin entrelaçarem as minhas, as apertei sentindo o curativo em sua palma direita. Curativo igual aos que estavam nos meus pulsos. Ele estava tão quebrado quanto eu... Kellin sorriu para mim.
    - Você é meu. – E então ele estava dentro de mim novamente. 
    Fechei meus olhos. Talvez fosse isso, a cada golpe, a cada novo machucado eu sempre acabaria voltando a ser dele. Kellin era tudo o que me afetava e me fazia mal, ele me quebrava... Mas também conseguia juntar cada pedaço dentro de mim. De uma maneira doentia e distorcida, no fim... Kellin Quinn era tudo o que me restava.
    - Viccy. – Kellin gemeu me beijando. 
    O senti terminar atingindo cada ponto certo em mim. Respirei acelerado apertando meus olhos, deixando as ondas de prazer me sacudirem.
    – Não chora.
    Abri meus olhos, Kellin sorriu e tudo pareceu ficar em câmera lenta. Ele saiu de dentro de mim, deitando ao meu lado.
    Me agarrei a ele como se ele fosse meu colete salva vidas. Ele deu um beijo no meu ombro e me ajeitou no travesseiro... Apenas chorei.
    


   Atravessei os portões da Claremont. Eu não queria estar ali, na verdade eu conseguia pensar em outros mil lugares que eu preferia estar nesse momento, mas nem sempre se pode ter o que quer. No meu caso, eu nunca podia.

    Peguei meus livros o mais rápido que consegui, eles pareciam mais pesados que sempre, ou talvez fosse eu que estivesse ficando mais fraco. Quando foi a última vez que comi?
    Ignorei aqueles pensamentos e me apressei em ir para a segurança da sala de aula... Eu só não sabia como seria quando Kellin Quinn aparecesse. Apesar de todo o comportamento estranho de sexta, eu não podia criar esperanças idiotas de que ele me trataria melhor na escola... Complicado.
    Respirei fundo, até quase esbarrar em alguém. Ergui o olhar me deparando com olhos claros e com um círculo roxo no direito, cabelos laranjas bagunçados. Alan?
    - Viadinho. – Foi tudo o que o ruivo disse antes de se afastar.
    - Não acredito que ele acabou com o Carlile. – Pisquei ouvindo a fofoca comum de algumas garotas.
    - Ele está irreconhecível. Sykes é um animal. – Uma delas riu estridente.
    Senti minhas pernas ficando moles. Não! Não! Não!
    Marchei pelo corredor cheio. Minha respiração aumentando de velocidade. Entrei na sala. A primeira coisa que encontrei foi os olhos azuis de Kellin, ele me analisou por dois segundos e eu já sabia que ele sabia de algo que eu não sabia. Merda.
    Puxei o ar indo para o meu lugar de sempre. Até ver de relance alguém alto e de capuz passar ao meu lado. Senti meu coração espancando meu peito, ele estava ali. Não pensei antes de seguir aquele magrelo esquisito.
    Oliver parou na última mesa da fileira. Seus olhos meio escondidos pelo cabelo se focaram em mim... Ele parecia normal, mas eu  sabia que aquilo era uma máscara escondendo algo mais profundo. Ele se sentou ao lado da parede. Fiz o mesmo ao seu lado, eu não tinha ideia de quem era a dupla dele nessa aula, ou se ele tinha uma. Sykes tirou o capuz mostrando cabelos bagunçados, continuamos em silêncio, ele não iria dizer nada.
    - Você... – Tentei pensar, respirando fundo. - Por que você se meteu com Austin? 
    Senhor Slater, o professor de química adentrou a sala. Oliver balançou a cabeça sem desviar os olhos da lousa. Eu queria socar ele nesse momento.
    - Preste atenção na aula, Victor.
    Virei para frente, tentando controlar a raiva que queria sair em forma de lágrimas. Notei Kellin nos observando concentrado, assim como a maior parte da sala cochichando entre si mesmos. Claro, como sempre.
    Tentei realmente entender a experiência proposta para o dia, Mas era difícil quando Oliver estava apenas a centímetros de mim. Tirei minha bombinha de ar da mochila e a usei duas vezes. A ansiedade estava me matando.
    - Ele mereceu.
    Olhei Oliver de soslaio fingindo estar muito concentrado em dosar o cloreto de sódio. Ele suspirou e me passou o pó de ferro.
    - Isso não era da sua conta.
    - Era da conta de qualquer um que o visse fazendo aquilo dia após dia com você.
    - Não, você não entende não é? – O olhei irritado. Sykes continuou inexpressivo. Aquilo era doloroso. – Porque fez isso quando fez questão de deixar bem claro que não se importava comigo?
    - Vic, é você quem não entende. - Ele Grunhiu.
    Virei para frente, pegandp um dos recipientes de vidro e misturando os produtos com cuidado.
    - Eu nunca disse que não me importava. – Olhei para Oliver como se ele tivesse me dado um choque. Ele piscou como se estivesse cansado. – Eu disse que você deveria ficar longe de mim... Eu só queria te proteger.
    Senti meu corpo estremecer e a próxima coisa que ouvi foi o barulho estridente de vidro se quebrando e a dor na minha mão.
    - Merda. – Abri a mão deixando pedaços afiados de vidro caírem na mesa de mármore branco, sendo manchado pelo vermelho. Virei atordoado, vendo minha mão sangrar.
    - Droga. – Oliver tentou segurar. Meu braço, por impulso dei um passo para trás.
    - Senhor Fuentes, algum problema? - Ouvi a voz do professor. Balancei a cabeça meio tonto. - Você se machucou?
    Neguei de novo usando a manga do meu moletom para cobrir minha mão machucada. Fiz contato visual com Oliver, ele segurou meu cotovelo me puxando em direção a porta da sala.
    - Senhor Sykes?
    - Vou levar ele para a enfermaria. 
    Tentei me soltar de Oliver, minha mente não estava acompanhando tudo acontecendo tão rápido, e eu já sentia outra crise de ansiedade se aproximando.
    - Nem tenta, Quinn. – Ao ouvir a voz de Oliver pronunciar isso, obriguei meus olhos a se focarem em Kellin em pé no meio da sala, era como se ele fosse avançar em Oliver.
    Balancei a cabeça para Kellin e com um puxão mais violento me livrei de Oliver saindo da sala. Ouvi os passos dele fazerem o mesmo. Antes de eu parar de repente.
    - Do que você quer me proteger? – Perguntei trêmulo. A respiração lenta de Oliver logo atrás de mim era tudo o que eu ouvia.
    - Você nem faz ideia.
    


Notas Finais


Treta. Muita treta hafagha
Espero que tenham gostado do lemon Kellic :v
Amoras, comentem, favoritem, podem falar comigo, eu sou legal tá :'''3
C ya <3


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