História Fix You - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow, Felicity Smoak, Iris West, John Diggle, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Thea Queen, Wally West (Kid Flash)
Tags Amor, Arrow, Bebê, Elena Nora Snow Allen, Flashfrost, Granielle, Olicity, Romance, Savifrost, Segredos, Snowallen, Snowbarry, The Flash, Thomas James Smoak Queen
Visualizações 226
Palavras 2.956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Sci-Fi, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee♡♡♡♡
Voltei 😍😍😍😍
Gente.. já disse que vocês são os melhores leitores desse mundo mundial???
Vocês são 😍😍😍
Super grata pelo carinho de vocês 😍😍😍
Quem quer ver o Tom Tom???
Quem quer saber como é o rostindo dele?
😍😍😂

O capítulo tá meio grande rsrs me empolguei😍

Boa leitura♡♡♡

Capítulo 7 - Crazy Nanny


Fanfic / Fanfiction Fix You - Capítulo 7 - Crazy Nanny

Caitlin acordou sentindo dois pequenos seres saltitantes pularem em sua cama feito pipocas dentro da panela e cantarolando uma canção que ela jurava ser “Hakuna Matata”. Abriu os olhou com um pouco de dificuldade e logo encontrou Thomas e Elena pulando alegremente junto com Timão e Pumba.

Normalmente era assim que a médica costumava despertar. Elena sempre a acordava com pulos, canções e danças cômicas. Definitivamente ela tinha toda a personalidade do pai, já que Caitlin por sua vez sempre despertava mal humorada e com fome.

- Acorda, Tia Cait! – a voz de Tommy ecoou por seus ouvidos.

- Acorda, Mamá! – Elena o acompanhou.

- Como vocês conseguem ser tão felizes as 6:00 da manha? – resmungou.

Elena riu e se jogou por cima da mãe juntamente a Tommy.

Caitlin achava injusto como o tempo passava tão rápido. Ainda se lembrava dos primeiros passos de Elena, suas primeiras palavrinhas e até o primeiro dente. Também se lembrava de como Tommy era emburrado ficando extremamente fofo com as bochechas vermelhinhas, era adorável até o momento em que tinha fome. Queria que aqueles anos tivessem passado mais devagar, mesmo que tenha desfrutado cada um deles, as vezes à distância.

- Bom dia, Pequenos cangurus.. – riu pelo nariz dando um beijo na testa de cada um e se levantou indo até a cozinha em busca de uma certa loira mas tudo o que ela encontrou foi o telefone apitando anunciando que ela tinha algumas ligações na caixa postal. Apertou o pequeno botão e começou a ouvir os recados:

 

“ Bom dia, Cait” – a voz de Felicity ecoou pela cozinha. “ Espero que não tenha esquecido que estarei em Star City hoje e só voltarei depois de amanhã, então você terá a chance de ser uma ótima babá cuidando de Tommy e Elena. Sei que está com muitos problemas mas tenho certeza que pode fazer isso. Eu volto logo, então até lá tente por favor não colocar fogo na casa está bem? Quer dizer.. não fogo e sim gelo, você entendeu! Confio em você! Beijos e essa mensagem se auto destruirá em 5 segundos.. – a loira riu. – Eu sempre quis dizer isso! E agora essa a parte que eu não vou parar de tagarelar então pula pra próxima mensagem..”

 

Caitlin riu. Havia se esquecido completamente sobre a viagem da loira até Star City. E se permitiu surtar mentalmente por imaginar que teria aqueles dois pequenos furacões sobre sua responsabilidade.

Pulou para a próxima mensagem:

“ Caitlin, sou eu. – a voz de Carla Tanhausser ecoou fazendo a morena ficar tensa. “ Sei que está me evitando nos últimos anos, apenas queria conversar. Sei que nunca fomos próximas mas queria mudar isso. Espero que quando ouça essa mensagem não a apague como fez com todas as outras.”

A castanha bufou. Sua mãe nunca mudaria, sempre objetiva e direta. Carla sabia sobre Elena, mas nunca fez muita questão de fazer parte da vida da neta, o que não surpreendia Caitlin nem um pouco. Se nem a doçura de Elena foi capaz de descongelar a pedra de gelo que era o coração de sua mãe, nada mais seria. Ela enviava cartões, ursos de pelúcia, flores e chocolates, Caitlin normalmente os queimava ou jogava no lixo.

Odiava ter aquela relação com sua mãe. Queria que as coisas ao menos uma vez fossem diferentes, queria estar no mesmo ambiente que ela sem que as duas sempre tentassem se matar.

Suspirou e se amaldiçoou mentalmente por estar prestes a tomar aquela decisão da qual possivelmente iria se arrepender.

Voltou para o quarto e encontrou as crianças sentadas na cama encarando atentamente a televisão e rindo.

- Ei bolinhos..- chamou suas atenções. – O que acham de tomarmos café na casa da vovó? 

 

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Arrependida. Caitlin definitivamente estava arrependida de estar ali. Era óbvio que sua mãe só queria um pretexto para mais uma vez passar em sua cara o quanto as escolhas que tomou nunca foram e nunca seriam escolhas boas o bastante. Elena e Tommy deveriam estar se divertindo na cozinha montando a própria montanha de panquecas deles e se lambuzando de chocolate sob os cuidados de Olga, a antiga e amável governanta da casa.

Ambas estavam no escritório, Caitlin queria ter ao menos uma conversa civilizada com sua mãe antes de levar Elena para vê-la mas pelo visto, isso não iria acontecer.

- Mãe, me escuta! – gritou perdendo a paciência.

- Caitlin, eu simplesmente não acredito! – ignorou seu chamado.  – Como pôde ser tão inconsequente? Engravidar e depois fugir como uma adolescente imatura? O que deu em você? 

- Sério? – Caitlin riu sem humor. – Foi pra isso que me chamou aqui? Pra questionar minhas decisões? Você não estava lá, mãe. Você nunca está! Não faz ideia de como eu me senti perdida.. – suspirou. – Continua sem saber nada sobre mim!

- Realmente eu não sei nada sobre você. – seu tom era frio. – Tudo o que eu sei é que você se tornou uma rebelde sem causa. Assim que terminou a faculdade, ao invés de ir para um lugar que merecia seus talentos resolveu se dedicar a um laboratório que explodiu e matou seu noivo! E mesmo assim continuou lá, e agora tem poderes e tem uma filha que possivelmente pode ter seus genes e a qualquer momento vir a se tornar..

- Não se atreva! – os olhos de Caitlin ficaram azuis celestes. Era muito raro Frost aparecer, mas quando se tratava de Elena, a loira platinada parecia uma leoa. – Nem por um segundo se atreva a falar da minha filha! Nem agora e nem nunca! – grunhiu entredentes. – Você não sabe nada sobre mim, e nem sobre Caitlin e muito menos sobre Elena! Então dá próxima vez que abrir a boca, toma cuidado com o que vai dizer, ou eu não respondo por mim.

- É assim que quer criar a sua filha, Caitlin? – a Tanhausser perguntou em um tom um pouco assustado. – No meio de todo esse perigo? Você nem ao menos consegue se controlar!

Caitlin fechou os olhos e os abriu de novo assumindo o tom castanho chocolate e soltando um suspiro.

- Não é dela que eu tenho que proteger a Elena, Mãe.– disse calma. – E sim de você! Esse tempo todo, tudo o que você fez foi me excluir da sua vida, mas quer saber? Eu não tive culpa se o meu pai morreu! – sentiu as lágrimas invadirem seu rosto. – Eu queria que ele estivesse vivo, eu também o amava e também sofri! Eu estava lá, mãe... – passou a mão pelos cabelos. – Eu chorei com você. Sei que nunca fui a filha perfeita, mas eu não lamento. Também não lamento as escolhas que eu fiz. – a olhou. – Mas sabe, eu lamento uma única coisa: Lamento ter esperado que me amasse a agisse como uma mãe. Porque eu sempre vou estar esperando em vão. Eu perdi meu pai, o Ronnie e no que se refere a você.. – engoliu em seco. – Também está morta pra mim.

- Caitlin ..

A morena deu as costas pisando firmemente no chão e ignorando os chamados da mãe. Assim que abriu a porta levou um susto quando viu dois pequenos seres caírem no chão. Elena por cima de Tommy e a Olga logo atrás.

- Me desculpa, Srta. Eu me descuidei por um segundo e eles correram.

- Não se preocupa, Olga. – Cait riu. – Esses dois são terríveis.

Caitlin os levantou e se despediu saindo da casa e soltando todo o ar que prendia. Sentiu algumas lágrimas se acumularam e tentou ignorá-las.

- Você tá “tliste”, Tia Cait? – Tommy perguntou com seus olhos azuis curiosos.

- Não.. – sorriu. – Só um pouco chateada.

- Papai disse que moças bonitas não podem fica “tlistes”. – o garotinho sorriu.

- Você está ficando galanteador igual o seu pai. – riu divertida.

- Você “bigou” com a vovó, Mamá? – Elena pergunta e fez uma carinha triste. – “Poque” ela não gosta de mim?

Aquilo quebrou completamente o coração de Caitlin. Mesmo pequena Elena entendia as coisas, entendia mais do que deveria. Caitlin se agachou na frente deles, e pegou a pequenas mãozinhas de Elena.

- Ei.. – sorriu doce. – Isso não é verdade, bebita. Acontece que sua avó só tem um coração um pouquinho congelado.

- E se eu der um “ ablaço tentinho” nela? – perguntou sorrindo. – Eu vi no filme que o amor de “vedadi” aquece o “ colação” congelado. Igual a Anna fez com a Elsa!

Caitlin sorriu admirada com a inteligência da filha.

- Quando eu “quecer” eu quero ser um helói igual o papai e o Tio Bally. – Tommy disse com um grande sorriso. – Aí eu vou salvar todo mundo e ninguém fica “tliste”.  – olhou para a madrinha. – Você gosta de “helóis”, Tia Cait?

- Sou apaixonada por um.. – as palavras escaparam de seus lábios.

- O que é apaixonada, Mamá? – Elena, a curiosa, perguntou com sua careta fofa.

- É uma doença? – Tommy também fez uma careta adorável.

- Ah é.. – Caitlin riu. – Uma doença bem contagiosa. As pessoas ficam com um sorriso bobo no rosto e com borboletas no estômago.

- Ecca! – os pequenos exclamaram fazendo uma careta.

A bioengenheira riu ainda mais.

- Posso pedir algo pra vocês? – eles a olhavam atentamente. – Nunca cresçam. – olhou para Tommy. – Você nem pense em conquistar garotas com esses lindos olhos azuis e você.. – olhou para a filha. – Continue exatamente assim, sendo minha bebita. – se levantou. – Agora vamos, vocês merecem um presente por serem tão inteligentes.

 

E saíram dali.

Caitlin com um enorme sorriso no rosto. Mesmo com toda aquela tempestade, ela tinha o privilégio de ter dois arco-íris em sua vida.

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- Vem , Tia Cait! – Sentiu seu corpo ser arrastado por Tommy e Elena assim que chegaram dentro da loja de brinquedos.

Ela tinha os levado até o shopping, e assim que viu os olhos deles brilharem iguais aos do “Gato de Botas” assim que viram a loja, não conseguiu dizer não. E lá estava ela, esbarrando em várias pessoas e sendo arrastada para várias seções. Até parecia que os dois conheciam o lugar com a palma de suas mãozinhas.

- Olha! Um “sable” de luz! – Tommy correu em direção ao brinquedo.

Caitlin iria segui-lo mas sentiu Elena puxar a barra de seu vestido.

- O que foi, bebita?  - perguntou.

- Um macaquinho “loxo”! – os olhos de Elena brilharam e os de Caitlin também. Ela tinha um exatamente igual quando era criança, seu pai havia dado a ela de presente. Sorriu. – Ele é tão fofinho... – Elena sorriu. – Eu tenho que “apetar”! – fez uma careta engraçada. – Deixa, Mamá? Deixa?

Caitlin sorriu e foi com a pequena até a sessão de pelúcia, Tommy veio correndo logo atrás olhando todo bobo para o sabre de luz azul.

Elena correu em direção ao bichinho e o pegou mas nesse mesmo instante uma outra garotinha pegou o urso. Ela era morena e pequena, parecia ser uma garotinha adorável até berrar:

- Me dá, é meu! 

- Solta! – Elena gritou de volta. – Eu vi primeiro!

- Ei.. – Caitlin se aproximou e ficou entre as garotinhas. – Meninas, parem. – olhou para Elena. – Bebita, não quer escolher outra coisa?

- Não, Mamá. – cruzou os bracinhos emburrada. – Eu “ quelo” o macaquinho “loxo”!

- Mas ele é meu! – a outra garotinha gritou.

Tommy olhava de um lado para o outro completamente confuso.

- O que está acontecendo aqui? – uma mulher loira se aproximou com uma cara nada boa e pelo visto era a mãe da menina.

- Mamãe, essa moça não quer me dar o macaquinho roxo, e me bateu e me xingou. – as palavras da menina fizeram Caitlin  ficar de boca aberta.

- Mentirosa! – Elena ficou vermelha de raiva. – Minha Mamá nunca fez isso!

- Fez sim!

- Não fez não!

- Fez sim!

- Não fez! – Elena pisou no pé da menina que começou a chorar.

- Olha o que você fez com a minha filha sua.. – a mulher iria dizer mas Caitlin a encarou irritada.

- Sua o quê? – a médica vociferou. – Meda as palavras com a minha filha sua bruxa!

- Do que você me chamou? – a loira perguntou com uma cara ofendida.

- De “bluxa”! – Tommy disse. – “ Bluxa”, “Bluxa”, Lalalala la!

- Seu pirralho mal criado!  - a mulher gritou e isso só contribuiu para deixar Caitlin mais brava ainda.

- Olha como você fala com ele! Procura brigar com alguém do seu tamanho!  

- Como você?

Bastou isso para que a briga começasse. Caitlin avançou em cima da mulher a derrubando no chão e as duas começaram a rolar pela loja enquanto as pessoas faziam fila para ver a briga.

- Pega ela, Mamá! – Elena dizia.

- Um de “dileita”! -Tommy comemorava.

A briga terminou quando dois seguranças surgiram e separaram as duas e o gerente apareceu irritado.

- Senhoras, por favor, se acalmem! – pediu.

- Me solta, seu Troll! – Caitlin resmungou.

- Segura essa desequilibrada!   - a mulher gritou de volta.

- Desequilibrada? Vem aqui que eu te mostro a desequilibrada! – grunhiu a castanha.

- Já chega! Levem essas duas daqui! 

Os homens começaram a carregar as duas para fora do estabelecimento. Elena olhou para Tommy e os dois correram atrás, no meio do caminho, Thomas parou ao ver alguém do outro lado do shopping e arrastou Elena junto com ele até a pessoa que assim que os viu, olhou para eles confusos.

- Tio Bally! – Tommy correu até o forense que se agachou para ficar na altura deles.

- Tommy? Elena? O que estão fazendo aqui ? Por que estão sozinhos? – perguntou preocupado.

- Os homens maus “quelem” levar a tia Cait! – Tommy gritou ofegante.

- Salva ela, por “favozinho”, Tio Bally! – Elena pediu com os olhinhos pidões.

- Onde ela está? – Barry perguntou preocupado e se deixou ser guiado pelos dois seres. 

Barry estava imaginando um milhão de coisas que poderiam estar acontecendo a Caitlin e seu coração se apertou com cada pensamento, mas a vontade que ele teve de rir assim que viu o que realmente estava acontecendo, superou toda a angústia. Caitlin se debatia nos braços do segurança que tentava levá-la para fora do local.

- Caitlin? – ele disse segurando a vontade de rir.

- Barry? – ela perguntou automaticamente ficando vermelha.

- Você a conhece? – o segurança perguntou sério.

O velocista teve que pensar rápido.

- Meu amor, onde você estava? – ele disse se aproximando. – Eu estava maluco atrás de você. – sorriu gentil para o segurança. – Me desculpe amigo, ela não tomou os remédios hoje.

- Você namora ela? – o segurança estava surpreso. – Como consegue?

- Sabe o que dizem: o amor suporta tudo. – o cientista forense se aproximou de Caitlin e sussurrou em seu ouvido. – Você está bem?

- Uhum.. – ela sussurrou de volta.

- Então segue o plano. – olhou novamente para o segurança. – Vou levá-la pra casa, mais uma vez me desculpe.

- Meu herói! – Caitlin se jogou nos braços de Barry atuando.

- Boa sorte, amigo. – o segurança disse e os dois se viraram para irem embora.

Tudo estava indo bem até Caitlin ouvir a voz irritante da mulher atrás dela:

- Eu não disse que ela era louca?!

- Caitlin!

Barry tentou segurá-la mas a mesma saiu correndo e tirou das mãos da mulher o macaquinho roxo de Elena e o sabre de luz de Tommy e voltou correndo em direção a Barry.

- Eu vou me arrepender tanto disso. – o velocista disse e então  usou sua velocidade para tirar os seguranças dali.

 Logo em seguida voltou e jogou Caitlin em seus ombros e fez Tommy e Elena entrarem dentro de um carrinho e saiu empurrando o mesmo para longe do Shopping enquanto corria o mais humanamente possível e só parou quando estavam longe o suficiente de serem pegos. Começou a caminhar normalmente em seguida, algumas pessoas observavam Caitlin que ainda estava jogada em seus ombros e Tommy e Elena já estavam fora do carrinho caminhando.

- Barry já pode me soltar. – Caitlin resmungou.

- Mas nem pensar! – ele retrucou. – Só vou te colocar no chão quando estivermos em uma distância segura.

- Eu deveria era voltar lá e arrancar o sorriso idiota da cara dela. – grunhiu irritada.

- A Mamá foi muito “colajosa”, Tio Bally! – Elena sorria com orgulho.

- É, tia Cait é a “melor” tia do mundo! – Tommy também sorriu.

Barry sorriu e então devagar colocou a castanha no chão. A mesma ajeitou o vestido amassado e logo olhou na direção do velocista e ficou completamente vermelha de vergonha.

 Nunca tinha passado por uma situação tão constrangedora e cômica em toda sua vida. Por um momento imaginou que Cisco muito provavelmente riria muito daquela situação. Afinal, Caitlin Snow, nunca desceu do salto desse jeito. Mas se ela tivesse que fazer tudo de novo pra ver o sorriso orgulhoso da filha e o de Tommy, ela faria.

Barry quebrou o silêncio com sua gargalhada gostosa. Ele jogou a cabeça para trás e se limitou a rir da situação.

- Quando eu vi você se debatendo nos braços do segurança.. – ele ria. – Eu juro que não sabia se ria ou tentava te ajudar.

Ela riu também.

- Não tem graça.. – se fingiu de brava mas sorriu. Um sorriso que queria dizer alguma coisa, Barry conhecia aquele sorriso.

- O que foi? – ele perguntou.

- É que você sempre aparece quando eu preciso. – colocou uma mecha para trás da orelha e fitou seus olhos verdes. – Está sempre me salvando.

- Alguém tem que fazer isso. – ele sorriu não desviando o olhar do dela.

O momento foi interrompido pelo celular do velocista. Ele atendeu e seu sorriso se desmanchou, ficou alguns segundos calados e logo desligou a chamada e olhou para Caitlin.

- Barry? – o chamou nervosa. – Tá me assustando, o que foi?

- É o Cisco. – seus olhos se perderam. – Temos que ir a Star Labs, agora!


Notas Finais


😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

Eita.... nada a declarar!
Kisses e Tchauzinho 😍😙


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