História Flashback - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias David Beckham, Iker Casillas
Tags David Beckham, Iker Casillas
Exibições 29
Palavras 1.362
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom, eu tinha a ideia de fazer dessa fic uma long fic, mas como nunca escrevi fic gay. Eu fiquei receosa, dependendo da recepção de vocês eu penso novamente no caso.

Capítulo 1 - 1


Iker pov.

— Tem certeza de que eu não posso ir? — Perguntou Sara pela décima vez me fazendo rolar os olhos, eu já havia cansado de falar que só iria homens. Mas parecia que ela não entendia. Hoje seria o encontro dos Galácticos promovido por Raúl e ele fazia questão de minha presença. Vestia uma camisa branca de manga, uma calça jeans escura e um tênis da Adidas no pé. Meus cabelos estavam levemente arrumados, me dando um ar mais despojado. Confesso que estava nervoso pra encontrar com aqueles caras.

— Já disse que não, Sara. — Murmurei tentando fazê-la entender. — Só vai ter homens, e vamos falar de futebol. Vai pra algum shopping se divertir. — Disse pondo fim ao assunto enquanto pegava a chave de meu carro junto a minha carteira. — Até a noite. — Dei um selinho em minha esposa e segui rumo á casa de Rául que estaria sem a esposa e filhos por conta de uma viagem.

 

O transito não me ajudou muito, mas logo eu estava em frente a mansão de Rául, vendo que o mesmo tinha feito um bom pé de meia. Apertei a campainha com certo receio e logo vi Raúl dar as caras.

— E SE NÃO É O MELHOR GUARDA REDES QUE O MUNDO JÁ VIU. — Ele gritou daquela maneira exagerada, já tocando minha mão. Adentrei a casa do mesmo vendo vários companheiros de time ali, cumprimentei um por um. Vendo como estava bem conservado comparado a eles, a maioria já estava calvo e com pança. Eu ainda conseguia exercer minha profissão, mesmo que em time pequeno. Suspirei ao terminar de cumprimentar, todos pegando uma cerveja pra mim e levando a boca. Sentindo aquele gostinho maravilhoso. Papo vai, papo vem a campainha tocou novamente e como percebi que todos estavam desatentos demais pra atender eu o fiz, seguindo em direção á mesma. Quando abri a porta senti meu queixo cair com a imagem de Beckham ali, não achava que ele fosse vir. O tempo dele é tão corrido.

— Ei. — Disse surpreso, dando passagem pro mesmo. Beckham adentrou a casa, passando os olhos por todo meu corpo. Senti-me levemente incomodado, mas tentei não demonstrar.

— Iker. — Ele sorriu presunçoso, deixando seus olhos fixos em mim. — Então meu único motivo de ter vindo está aqui. — Ele disse como se estivesse falando a coisa mais natural do mundo.

— Como? — Perguntei receoso.

— Não se faça de Bobo, Iker. Por qual motivo você acha que eu apareci nessa reunião chata, cheia de velhos chatos que não fazem parte do meu circulo de convívio? — Beckham aproximou os lábios da minha orelha, dando uma boa conferida em volta e vendo que todos estavam bêbados demais pra prestar atenção em nós. — Saudade desse rabo branco e gostoso que você tem. — Ele disse num tom sujo, mordendo a pontinha de minha orelha e puxando. Meu corpo inteiro se incendiou enquanto eu tentava negar com todas minhas forças. A verdade era que eu nunca mais havia ficado com homens, foi algo que eu fiz pra experimentar. Ok, que experimentar mais de dez vezes não era normal. Mas passou.

— Eu não faço mais isso, foi só pra experimentar. — Disse num tom rouco, tentando me convencer do que dizia. Senti a mão de Beckham deslizar por minhas costas e parar na região de minha bunda. O mesmo encheu a mão e apertou com força, segurando um lado de minhas nádegas.

— Quando você deitava do meu lado na concentração com a cueca branca enfiada no rego e com o rabo levantado não parecia ser só pra experimentar. — Ele mantinha aquele tom sujo na voz, fazendo meu corpo inteiro se arrepiar. — Aposto que se a gente subir por aquelas escadas e for pra algum quarto ninguém vai reparar, olha o estado deles. — E era verdade, os mesmos estavam praticamente caídos pelo chão de tão bêbados.

— Vamos. — Disse baixo, respondendo aos comandos de meu corpo. Subir silenciosamente pro andar de cima, vendo Beckham me seguir. Abrimos a primeira porta que encontramos dando de cara com uma enorme cama de casal junto á uma foto de Rául com a esposa na cabeceira. Beckham me comia com o olhar, analisando cada pedacinho do meu corpo. O mesmo se aproximou, passando os braços por minha cintura enquanto forçava meu corpo contra o dele.

— Tenta não gemer feito uma putinha. — Ele disse debochado, fazendo-me assustar no momento que percebi minhas calças deslizarem por minhas pernas e só então fui reparar que ele já havia mexido no botão da mesma. Tinha que tomar cuidado com as mãos ágeis de David.

— Tira a roupa, quero te ver sem nada. — Deixava meus desejos tomarem conta de mim, vendo o riso malicioso de Beckham. Sentava-me na ponta da cama, chutando minha calça pra longe enquanto acompanhava com o olhar o mesmo retirar a camisa junto a calça e ficar apenas com uma boxe vermelha. O corpo dele ainda continuava o mesmo, Beckham estava mais gostoso que nunca e aquilo me deixou louco. Naquele momento não conseguia pensar em minha esposa, filhos, ou em qualquer outra coisa que não fosse o corpo de Beckham.

—  De quatro, Iker. — Atendi prontamente, ficando de quatro na cama com a bunda bem empinada pro mesmo.

 

David Pov

 

A verdade era que nenhum homem me dava tanto tesão como Iker, e a imagem dele ali só de cueca branca com aquele rabo maravilhoso empinado pra mim, me deixava louco. Caminhei calmamente até o mesmo, sem pressa nenhuma naquele momento. Posicionei-me corretamente atrás dele, abaixando a cueca do mesmo em seguida. Percebia o nervosismo de Iker pela maneira que ele tremia na cama. Mas logo minha atenção voltou praquela bunda maravilhosa, a bunda grande e extremamente branca de Iker dava destaque pra alguns pequenos pelinhos pretos que se destacavam pelo tom de pele dele deixando ainda mais sexy. Segurei cada lado da nádega dele com uma mão, separando ambas e vendo o cuzinho rosa dele bem comprimido. Sem perder mais tempo, enfiei minha cara entre a bunda dele começando a passar minha língua de cima pra baixo, sentindo todo o gostinho de Iker enquanto o mesmo gemia e rebolava em minha cara. Iker gemia feito uma vadia no cio e aquilo me excitava ainda mais, começava a pressionar a língua contra a áurea do cuzinho dele o fazendo urrar de prazer. Dava uma ultima cuspida, afastando o rosto.

— Tá pronto? — Perguntava baixo, o vendo confirmar com a cabeça. Segurava meu caralho completamente duro pelo talo, encaixando a cabeça dele na entrada de Iker. Segurava com firmeza a cintura dele pro mesmo não se afastar no momento que começasse a entrar e então o fiz. Comecei a forçar meu pau contra o cuzinho dele escutando o mesmo gemer alto enquanto dava alguns trancos. — Quieto, Iker. — Dizia cauteloso, com medo de alguém ouvir. Mas não segurava o urro de prazer no momento que senti meu pau entrando naquele buraquinho apertado e quente que ia moldando meu pau a cada centímetro que adentrava. Passava uma de minhas mãos pelas costas de Iker, tentando relaxar o mesmo enquanto continuava fazendo pressão, tentando dar ritmo as estocadas. Iker choramingava baixo, mas parecia gostar me fazendo ir com um pouco mais de força. Me inclinei sobre o mesmo, apoiando meu peitoral em suas costas e sussurrando contra sua orelha. — Tá gostoso?

— Mete com força. — Ele pediu, me fazendo rir maliciosamente. Pressionava todo meu quadril contra o dele, fazendo cada pedacinho do meu pau ser guardado dentro daquele rabo gostoso enquanto eu levei uma mão ao pau pulsante de Iker, começando a punhetar o mesmo com vontade, fazendo a pele do pau dele se esticar e voltar. Ritmava minhas estocadas com a velocidade da punheta, fazendo nossos gemidos soarem alto enquanto nosso suor se misturava. E num urro alto gozamos juntos enquanto eu sentia meu caralho encher o cuzinho dele de porra. Iker desabou sobre a cama, me fazendo deitar sobre ele. Levei meus lábios a nuca dele, dando um beijinho na região.

— Não importa aonde você esteja ou com quem você esteja, você sempre vai ser minha putinha, Casillas. — Sussurrei maldoso, vendo ele negar com a cabeça enquanto se virava de frente pra mim, fazendo nossos corpos suados roçarem enquanto eu roubava um selinho rápido.



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