História Flatline - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Exibições 27
Palavras 1.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa Leitura!

Capítulo 7 - Capitulo VII


Fanfic / Fanfiction Flatline - Capítulo 7 - Capitulo VII

Abigail Gomez.

Já havia se passado um mês desde que comecei a trabalhar na dirtybody, de todo não era tão ruim assim, o salário foi o suficiente para quitar o aluguel da casa, comprar as coisas para a mesma e ficou um pouco que dividi entre mim e minha mãe.

Agora eram 06h00min a.m e eu estava no alojamento da boate, algumas meninas moravam aqui porque não tinham para onde ir, então Igor lhes deu um quarto para que dividissem entre si. Ele era um cara exigente, e um tanto quanto rude e controlador mais sabia ser um bom chefe.

Mais esses não eram os conceitos de Calese sobre ele, ela o abominava, e me alertou de que a qualquer momento eu saberia que o dinheiro seria meu único motivo para suporta- ló. Bom, eu já achava isso, jamais teria aceitado um emprego desses se não fosse de fato à necessidade.

– Tchau meninas, até amanha. – ouvi Calese se pronunciar e as meninas apenas responderem num breve sussurro.

Todas estávamos absolutamente desgastadas, passar a noite inteira dançando e bebendo não era tão legal quanto parecia, pelo menos não quando você tem que fazer isso todos os dias sem poder parar para descansar, ou ate tirar o salto.

– Onde você mora? – pergunto saindo do quarto ao lado de Calese. – Posso te dar um carona.

– Ah não, não precisa você deve estar cansada. – fala simples. – E alem do mais eu moro aqui perto.

– Tem certeza? – reforço parando em frente ao meu carro. Ela sorri e assente.

– Tenho, vai pra casa. Ate amanha.

A morena logo sumiu do meu campo de visão, dei partida em meu carro sentindo meus olhos pesarem. Eu estava exausta, mas não iria para casa tinha algo importante a resolver e não podia passar de hoje.

Não demorou muito para que eu parasse em frente ao imenso prédio de vidro, no mínimo vinte andares. Respiro fundo saindo do carro e posso sentir olhares maldosos sobre mim assim que passei pela porta do prédio. Tentei ignorar aqueles olhares e caminhei ate a loira muito conhecida por mim.

Parei em frente a sua mesa e ela levantou seu olhar devagar sobre mim analisando- me. Forçou um sorriso e retribui da mesma forma. Vadia.

– Oi Sharon, o Mike esta?

– O Sr. Ortiz está ocupado. – sua voz soa o mais doce possível, mas eu podia ver a raiva queimar em seus olhos, sorri.

– Não tem problema eu espero na sala dele. – digo dando de costas e caminho em direção ao elevador.

– Espera. – ela diz alto chamando atenção de algumas pessoas. – Você não pode subir.

– Não preciso que ninguém me diga o que eu posso e o que eu não posso fazer. – o elevador abre e antes que possa dar um passo a frente sinto suas unhas afundarem em meu braço. A encaro.

– Você não vai subir.

– Sim, eu vou. – digo autoritária puxando meu braço. – E se você encostar em mim mais uma vez faço você ser demitida.

Entro no elevador e antes que ele se feche mando um beijinho para a cobra do lado de fora do mesmo, ela apenas revira seus olhos e sai andando de volta para sua mesa. Aperto o botão para a cobertura e assim que chego lá caminho em direção a ultima porta do corredor.

– Abigail. – ouço sua voz e viro- me sorrindo. – Oi, o que faz aqui? – pergunta aparentemente surpreso.

– Preciso falar com você. – digo suspirando e abraçando- o.

– Aconteceu algo? – retribui o abraço encarando meus olhos.

– Ainda não. Mais pode acontecer se eu continuar naquele serviço. – digo e Mike olha em volta e puxa- me para dentro do que supus ser a sua sala. A porta atrás de mim se fecha e ele me indica o sofá.

– Quer um café, chá ou alguma outra coisa? – pergunta e se senta de frente para mim. Nego.

– Não o problema aqui não é fome. – digo fazendo ele sorrir.

– Então fale de uma vez.

– Mike, você me disse que seu amigo me achou “apresentável” – digo fazendo aspas com os dedos. Ele assentiu. – Bom você me disse que eu posso conseguir algo fazendo um novo book certo? – assentiu mais uma vez. Um sorriso presunçoso pincelava em seus lábios como se ele já soubesse aonde eu queria chegar. – Eu preciso de dinheiro pra isso e você sabe que...

– Abigail, eu já entendi. – ele diz sorrindo. – Quer que eu pague para você.

– Não, eu quero que me empreste o dinheiro, é diferente.

– Abigail vamos fazer uma troca, ok? – pergunta serio e apenas balanço a cabeça em consentimento. – Deixe esse emprego e venha comigo para Paris.

Solto uma gargalhada involuntária depois de ouvir tais palavras, ele só podia estar de brincadeira com a minha cara. Mike esfregou a mão por seu queixo analisando minha reação ainda serio.

– Espera ai você tá falando serio? – pergunto levantando- me. – Mike eu não posso fazer isso, sei que não pode parecer mais eu tenho uma família que depende de mim.

– Você não teria que se preocupar com eles – diz simples. – Vou deixar tudo que eles precisam, e alem do mais são só duas semanas. Eu te levaria a um evento como minha acompanhante, nós faríamos o seu book com o melhor fotografo e eu ainda te apresentaria para os produtores mais importantes.

– Eu não sei. – digo levantando e levando minha mão ate a boca. Era uma proposta tentadora mais também arriscada, eu tinha um contrato. Não sei o que fariam comigo se eu chegasse dizendo que quero sair.

– Pense bem Abigail, é uma oportunidade única. – ele diz levantando- se e caminhando ate mim que agora estava recostada em sua mesa. Ele segurou minha cintura com uma mão e com a outra meu queixo. – Jamais fui tão bom com alguém, então valorize isso, são poucos que tem oportunidades como esta que você esta tendo.

– Tudo bem. Vou falar com meu chefe.

– Você tem ate sexta – é tudo que diz antes de selar nossos lábios.

***

Eu suava frio, minhas mãos estavam tremulas e um nó se formava em minha garganta, a minha vontade era simplesmente de sair correndo daquela sala. Seus olhos pesavam sobre mim e eu podia sentir a fúria exalar do mesmo.

Ele se levantou de sua poltrona e caminhou em minha direção ficando logo atrás de mim, sua mão pesada pousou sobre meu ombro com força fazendo com que eu fechasse meus olhos.

Senti minha cadeira ser virada e sua respiração pesada misturada a fumaça de seu charuto se chocar contra meu rosto.

– Repita senhorita Gomez, por que eu acho que não entendi o que disse. – ele diz com seu rosto bem próximo ao meu.

– Senhor, eu sei que tínhamos um contrato mais eu...

– Tínhamos? – ele me interrompe bruscamente. – Nos não tínhamos um contrato Abigail, nos temos um contrato.

– Eu sei, mas não cabe a mi m mais ficar nesse emprego, eu arrumei algo melhor e...

Minha bochecha ardia como se brasas tivesse sido jogada na mesma, levei minha mão cautelosamente ate o local massageando o mesmo. Ele havia me batido. Passo a língua no canto de meus lábios e sinto o leve gosto de sangue.

– Eu avisei o que aconteceria caso quebrasse o contrato. – ele diz arrumando sua postura e caminhando ate sua mesa. Pegou um telefone e em alguns segundos se comunicou com alguém em outra língua.

– Igor, por favor, vamos agir com maturidade.

– Está me chamando de infantil? – ele aperta meu braço com força e presumo que vá ficar roxo. A porta é aberta e dois homens bem vestidos passam pela mesma, Igor me joga na direção deles. – Levem ela para meus aposentos. Sejam discretos. – ele diz e os homens apenas confirmam saindo da sala comigo nos braços.

Agora eu tinha a mais absoluta certeza de que me meti com a pessoa errada, de nada adiantou correr atrás de meus sonhos, agora eu iria provavelmente morrer.

Meu corpo é jogado no chão pelos brutamontes de Igor e logo eles fecham a porta mantendo- se dentro do quarto comigo. Olho ao redor vendo que aquilo nem de longe era um quarto ou um closet.

– Que lugar é esse? – perguntando encarando aqueles homens parados na porta.

Um loiro me olha com dó e abre um sorriso diabólico. Ele sai de perto da porta e se aproxima de mim, que por sinal ainda estava jogada no chão.

– Aqui é o inferno querida, e você esta prestes a conhecer o diabo. 

NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS

Sentia que meu corpo estava mais pesado que o normal, minha cabeça girava e doía absurdamente, como se eu tivesse levados murros na mesma. Abrir meus olhos parecia uma tarefa impossível já que ate de olhos fechados eu os sentia queimar com a claridade.

***

Abigail não pronuncia nada apenas assenti e respira fundo encarando sua casa, a loira sai da minha porta e a sigo com o olhar, antes que ela entre em casa posso ver a mesma limpar as lagrimas dos olhos e forçar um sorriso. Perguntei-me por um instante se foram minhas palavras, mas por que seriam? Ela já esta tão acostumada. 

***

– Quem fez isso com você? – pergunto e ela parece ficar surpresa por minha pergunta. – Responde Abigail.

– Olha isso não é da sua conta.

– Quem te bateu? Cadê seus pais?


Notas Finais


Até o proximo, beijinhos.


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