História Fleeing a Destination - Capítulo 159


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Drama, Fanfic, Fantasia, Magia, Mistério, Originais, Reinos, Sally-yagami, Shounen, Tita, Tommysan, Vanessabr
Visualizações 15
Palavras 1.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shounen, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi pra todo mundo! Vanessa BR chegando com mais um capítulo de Fleeing!

Boa leitura a todos!

Capítulo 159 - Em nome dos velhos tempos... Em nome da amizade


Fanfic / Fanfiction Fleeing a Destination - Capítulo 159 - Em nome dos velhos tempos... Em nome da amizade

Marden ficou olhando Vicenza sair, montada em seu grifo para mais uma vez se arriscar em terras alkavampianas. Orgulhava-se da filha que tinha e sabia que ela desempenharia bem a sua missão e poderia até ir além. Conhecia bem a capacidade dela.

O Grande Lorde da Água ultimamente andava mais reflexivo e mais observador. Em momentos mais tensos, tendia a ser mais compenetrado. E aquele era um daqueles momentos mais tensos, onde se obrigava a manter ainda mais a cabeça no lugar. Aliás, alguém deveria fazer isso e evitar que tudo fosse feito de forma precipitada.

Ao ver que sua filha já estava distante, pôs-se a caminhar pelo pátio. Em uma determinada parte do pátio, via Landon sentado, imerso em seus próprios pensamentos, e Robert ao seu lado.

Aquele era o refúgio do rei zardreniano quando ele precisava espairecer. Aquele lugar, em especial, era onde ele ficava durante suas maiores crises pessoais. E onde algumas vezes os três amigos de longa data costumavam se reunir naquelas horas.

Sem fazer qualquer cerimônia, sentou-se ao lado dos dois amigos, deixando que Landon ficasse no meio daquele banco. O soberano zardreniano sorriu ao se ver ladeado por seus dois melhores amigos.

— É... Parece que nos reunimos neste lugar em especial quando as coisas complicam. – Robert comentou.

— Parece que as minhas piores crises marcam as nossas reuniões aqui. – Landon disse.

— Desta vez, esta não terá um fim trágico, Landon. – Marden falou. – A Vicenza acabou de ir a Alkavampir.

— Então agora é esperar por alguma notícia dela.

— Bem, não deve demorar. – Robert procurava demonstrar algum otimismo. – E, com as informações que a Vicenza conseguir podemos atacar Alkavampir e trazer a Thalia de volta... E você pode dar aquela surra no Daithi, Landon!

— Está bem otimista, Robert. – Marden observou.

— Nós temos que ser, não acha? – o Lorde da Terra rebateu.

— Só vocês dois para me fazerem rir numa hora dessas. – Landon deu um sorriso de leve.

— Amigos são para essas coisas, não? Se eu estivesse inspirado para contar piadas aí sim você riria, Landon... Mas ultimamente ando meio sem cabeça para isso.

— Fique tranquilo, Robert. Só de estarem aqui comigo e me chamando só pelo nome, vocês dois já me deixam melhor. Continuem me ajudando a acreditar que esta crise não me fará perder mais ninguém. Se eu perder a Thalia – suspirou. – não sei se irei suportar. Nessas horas, eu me sinto bastante isolado. Por tentar aparentar que sou forte, me sinto isolado pois os outros acham que estou bem, e não estou. Ultimamente não estou nem conseguindo disfarçar mais nada.

— Eu já venho percebendo isso desde que voltou da direção para a qual foi, tentando encontrar sua filha. – o Lorde da Água observou. – Eu o vi transtornado e creio que não foi só por não ter conseguido resgatá-la. Gostaria de saber, Landon, o que exatamente aconteceu. Se quiser contar, claro.

— Eu devia saber que você continua observador como sempre, Marden.

— Posso não enxergar mais do olho esquerdo, mas preciso continuar sendo um observador, Landon. – Marden sorriu com um pouco de humor.

— Bem, realmente eu vim bastante transtornado porque encontrei alguém do passado.

— Alguém do passado?

— Vocês se lembram da Margareth?

— A tal mulher de sangue ruim? – Robert questionou. – Não dá pra esquecer aquela doida dando em cima de você enquanto a Cat estava doente.

— Ela matou a Catelyn, Robert. Ela provocou a tal doença que matou a minha mulher.

— Mas... Mas, como, Landon?

— Ela envenenou a Cat. Disse isso para mim com todas as letras.

— Pra gente ver até onde se pode chegar com uma obsessão doentia. – Marden observou com a surpresa estampada em seu rosto.

— Ela conseguiu reabrir a minha ferida, que demorou anos para se cicatrizar.

— Landon, onde essa mulher esteve enfiada durante esses últimos vinte anos?

— Marden, essa mulher, a Margareth, passou esse tempo todo na Cidadela, mudou de aparência e assumiu outra identidade.

— Que identidade ela assumiu, Landon? – Robert perguntou.

— Seu nome é Anne. – Landon respondeu. – Anne, a Conselheira do Rei Daithi de Alkavampir.

— Mas a Anne é muito mais velha! – Marden rebateu ainda mais surpreso. – A Margareth era só três anos mais velha do que você!

— Ela mudou a aparência usando magia negra durante o tempo em que ficou na Cidadela. – o soberano afirmou. – Aquela mulher me confessou isso também.

Aquelas revelações foram uma grande surpresa para os dois Lordes. Nunca imaginariam que aquela mulher enigmática tivesse sido uma criada em Zardren. Agora tudo fazia sentido, com relação ao fato de Dandara ser a espiã.

— Landon, você tinha todos os motivos pra matar aquela mulher! Por que não fez isso?

— Robert, eu bem que queria... Você não imagina o quanto eu queria naquele momento vingar a Cat, mas eu não pude! Se eu a matasse, Daithi certamente descontaria na Thalia... Ele descontaria, como uma represália...!

— Compreendo. – Marden assentiu. – Você conseguiu ser prudente, Landon. Vai ter a oportunidade ideal para fazer isso. Fique tranquilo.

— Eu só vou ficar tranquilo quando liquidar o Daithi, o Lenon e a Anne com as minhas próprias mãos em uma batalha e tiver a Thalia ao meu lado, sã e salva!

 

*

 

Reid tomou o caminho para a sua sala, na qual pretendia permanecer, começando a planejar os passos seguintes de seu trabalho conjunto com a Lady Vicenza. No meio do caminho, viu, de relance, Lorde Marden e Lorde Robert, sentados junto ao Rei Landon. Sorriu, pois via ali que de fato sempre existira uma grande amizade entre eles, por trás de tantas formalidades.

Conhecia Landon desde que nascera e, mesmo na Cidadela, sabia do tamanho da amizade entre ele e os lordes Marden e Robert. Nas diversas cartas trocadas entre ele e o rei zardreniano e em suas visitas periódicas ao palácio enquanto estava em preparação para se tornar conselheiro, observava esse laço entre os três se estreitar ainda mais, mostrando que eles eram praticamente irmãos.

E isso se refletia entre os filhos. Vira isso recentemente nas atitudes de Vicenza, que não pensara duas vezes em aceitar voltar a Alkavampir para investigar o reino inimigo.

Chegou à sua sala, onde se sentou para começar a elaborar possíveis planos que poderiam ser usados dependendo da situação encontrada pela jovem Lady da Água. Não se permitia errar qualquer cálculo, para o bem de sua princesa, de seu rei e de Zardren!

 

*

 

Vicenza não imaginava que voltaria a usar aqueles trajes novamente. Havia descido com Hermes, o qual deixou em um lugar considerado seguro e se caracterizou como sua “personagem” Vicki. A ideia era, de fato, não se adentrar no palácio, porque certamente saberiam que seria ela ali infiltrada.

A última coisa que a Lady da Água queria era ser descoberta.

Para complementar o disfarce e diminuir ainda mais as possibilidades de ser descoberta mesmo fora do palácio, colocou por cima uma capa com um capuz e seguiu seu caminho, a fim de verificar tudo por ali.

O esquema de segurança do palácio de Alkavampir parecia bastante sólido, aparentemente sem qualquer falha. Se o Rei Landon quisesse liderar as tropas até ali, encontraria problemas. Apesar de toda a bravataria do Rei Daithi, ele temia uma ofensiva zardreniana.

Vicenza sorriu. Era uma surpresa saber que Zardren metia medo em Alkavampir. Afinal, seu povo era o único que ainda resistia contra as investidas daquele povo poderoso. Se não fosse por estarem com Thalia, certamente seriam destruídos a uma ordem do rei zardreniano. Zardren era o único reino que era capaz de medir forças com os súditos de Daithi sem hesitação.

Aproximou-se um pouco mais do palácio e olhava atentamente para tudo ali, a fim de descobrir alguma brecha. Porém, ela acabou se esbarrando numa jovem ruiva. Era uma criada alkavampiana, que perguntou:

— Vicki?


Notas Finais


CONTINUA...


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