História Flight Log: Departure - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Got7, Markson, Yugbam
Exibições 49
Palavras 2.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie <3
Em primeiro lugar eu gostaria de explicar a idéia que tive pra essa fanfic, não é uma coisa muito especial, vou usar o Flight Log: Departure, e depois o Flight Log: Turbulence para uma base de histórias. Cada capítulo corresponde a uma música, pra ser específica, ao título da música. Sendo assim em cada capítulo haverá um universo diferente com nossos meninos do GOT7!

Boa leitura!
Ps: Eu e o português não nos damos tão bem, então por favor perdoem meus erros :)

Capítulo 1 - Fly


1.

Fly

Eu queria voar.

 

Mais um dia do ano que eu entro por essa porta para dar aula de história que a maioria dos alunos odeiam, disso eu tenho certeza. Não irei culpa-los, depois de quatro anos repetindo a mesma coisa e tendo que saber da mesma coisa acabou ficando chato, insuportável para dizer a verdade.

Ah, esses adolescentes sem o mínimo de maturidade para vida. Todo dia a mesma coisa, bagunças pela sala, papéis sendo arremessados, tão monótono.

Como minha obrigação, bati o livro no quadro para chamar a atenção, de novo, adolescentes sem o mínimo de maturidade.

— Por favor, tenham a educação de sentarem em suas carteiras para eu dar início a aula. — Com isso sentaram e dirigiram o olhar para mim. — Abram o livro na página duzentos e quarenta. Iremos falar sobre a guerra da Coréia

— Mas de novo, professor Jinyoung? — Um dos meus alunos, Jackson, talvez até o pior de todos, perguntou.

— Não posso fazer muita coisa se a média da turma ficou abaixo de três. Temos que continuar com esse assunto até finalmente alcançarem nota cinco. Sei que vocês são capazes mas a maturidade que possuem não contribui para isso. — Quando terminei de falar fitei Jackson que me olhava com cara de nojo, tão comum.

Uma hora e meia de história finalizada. Se acho que eles melhoraram a nota? Claro que não. Mas não posso negligenciar meu trabalho. Aonde minha cabeça estava quando eu decidi me tornar professor?

— Com licença, professor Jinyoung? — Mark me chamou quando eu estava perto de atravessar a porta para dar aula em outra turma. Assenti como sinal para que ele continuasse. — Eu não entendi muito bem essa parte da matéria. — Ele apontou para um dos textos presente no livro.

— Me deixe dar uma olhada. — Peguei o livro de sua mão. — Ah sim, esse texto tem ligação com o término da guerra, eu poderia te explicar mas realmente estou atrasado. Pesquise na internet, há vários tópicos sobre isso que vão te ajudar. — Ofereci um sorriso sincero para o menino a minha frente, ele era um dos meus melhores alunos.

— Obrigado! — Mark retribuiu o sorriso. — Estou indo agora, tchau, professor. — E com isso ele saiu pela porta.

Sorri afinal, alguns deles tinham esperanças que eu não conseguia encontrar em nenhum lugar do meu ser, talvez porque tudo que eu queria era morrer.

Não acredito que eu seja algum tipo de depressivo, porque acredite em mim ou não, fiz dezenas de testes e exames, nenhum realmente deu algo de errado. Psicólogo? Nenhum que conseguisse me fazer mudar de idéia sobre a morte.

Veja bem, a morte é uma coisa que não faz diferença se for adiantada ou atrasada, você vai estar morto de qualquer jeito. Talvez eu apenas tenha cansado da vida, vinte e nove anos é tempo demais pra estar conseguindo manter uma vida! Não consigo entender pessoas que acham uma coisa bonita, e até mesmo um milagre, viver por mais de cem anos. Cara, é muito cansativo.

 

***

Quando eu estou no carro, como agora, penso na tentativa de suicídio em trânsito, mas não seria justo, enquanto quero morrer existem pessoas que querem ter uma vida longa. Não sou eu que irei estragar isso.

Abro a porta do apartamento e dou de cara com o lugar monótono onde vivo. Cada móvel em seu devido lugar. Nenhum animal de estimação que possa bagunçar a casa. Louça limpa, prateleiras na mais perfeita organização. Tão chato.

Vou para cozinha preparar qualquer merda pra comer, nem mesmo ligo pra minha saúde. Seria até bom que eu morrese de alguma doença, assim não seria suicídio no final. Acabo optando por comer macarrão instantâneo, nem mesmo paciência pra preparar um simples lámen eu possuo.

Sento na cadeira de frente pra bancada amarela. Sempre que a olho me pergunto o que eu tinha na cabeça para escolher algo assim. Deprimente.

Lavo a louça e me encaminho para o quarto, já estava tarde então apenas trataria de dormir depois de escovar os dentes e tomar um banho para mais um dia infernal na escola.

Quando saio do chuveiro, vejo meu celular se acender em uma notificação. Como teria notificações sendo que não tenho amigos, minha família é afastada de mim e nem mesmo a operadora me da um sinal de vida?

Pego o celular um tanto curioso e vejo que a notificação pertence a uma mensagem que imediatamente abro. 

"Numero Desconhecido:

Olá, Jinyoung-ah. Por favor não perca seu precioso tempo que possui de sobra perguntando quem eu sou e preste atenção no que tenho a dizer, mesmo que por mensagem. 

Hoje fazem exatos dois anos que você está vivendo assim, certo? Parece que com a distância emocional criada com a família e a perda de amigos importantes como Bambam e Youngjae, você simplesmente perdeu a vontade de viver?

Nem mesmo parece o professor que diz a todos que nem um ser humano necessita realmente de outra pessoa para continuar vivendo. Mesmo que você insita nisso, essa regra não se aplica a você, não é mesmo?

Não posso dizer que me importo com você porque não seria verdade, mas, Jinyoung-ah, voe. Por favor se liberte dessa bolha que você chama de vida e não aguenta mais! Está visível em seu rosto que não aguenta mais essa realidade.

Voe, seja feliz, não se preocupe com o resto, sei que quer voar."

Se tem uma coisa que não faz o mínimo sentido é essa mensagem. Eu poderia me perguntar quem mandou esta mensagem ou como diabos essa pessoa conseguiu meu número mas prefiro refletir a respeito do texto. Eu realmente quero voar?

Voar pode significar várias coisas para pessoas com mentes pertubadas que nem a minha, inclusive se jogar de um prédio.

Acho que encontrei a resposta que eu estava procurando, ja que não consegui fazer com que minha vida fosse bonita, posso ao menos tentar ter uma morte bonita.

São exatas 10:50 PM. Devo fazer isso? Não importa se a morte for adiantada. Acabo por pegar um casaco grosso o suficiente pra me proteger do frio lá fora, e enfim conseguir colocar meu plano em ação. 

***

Precisei andar alguns metros para estar em frente a loja de conveniência perto do prédio em que eu morava. Antes de partir desse mundo preciso do meu refrigerante, bolinho e biscoito preferido. Quando entrei cumprimentei a funcionária com um sorriso. O que eu não faço pela minha comida? Andei até as respectivas prateleiras onde se encontravam os produtos que eu iria levar e os peguei. Com tudo em mãos fui ao caixa pagar.

— Oh, senhor, comer esse tipo de bolo a noite faz mal. — A atentende me alertou.

— Tudo bem. Pro que eu planejo hoje a noite não terá nenhum problema. Vou ficar bem. — Sorri. Nem mesmo ela podia imaginar que eu não ligo pros danos que o bolo poderia trazer ao meu corpo.

Com tudo pago e com a sacola em mãos, volto ao apartamento para escrever uma carta. 

 

***

— Espero que você leia. — Falei para mim mesmo, mas direcionado a outra pessoa, assim que terminei a escrita.

Como eu precisava fazer uma coisa bonita para o meu suicídio, joguei a comida que comprei anteriormente em uma caixa de presente roxa que eu havia comprado à um tempo atrás, mas que agora, não lembro o motivo.

Subi para o telhado do prédio com a caixa — devidamente fechada — e a carta. Sentei perto da beirada. Meu apartamento ficava em um prédio com quatorze andares, realmente assustador.

Suspirei. Eu estava a ponto de realizar o meu mais novo sonho; voar.

— Oi, lua. Faz tempo que eu não paro pra te observar, mesmo que seja pela última vez. Por favor, me diga que nunca é tarde de mais pra apreciar sua beleza! — Solto um risinho. — Ah, claro, como se você falasse algo. Não seria ruim que pudesse fazer isso, assim eu teria alguém para opinar sobre meu sonho de suicídio. É desagravel falar isso pois fui fraco o suficiente para nem ao menos tentar seguir meu sonho de vida. Com certeza isso é um dos meus diversos arrependimentos, se não o pior. — Suspiro pesadamente podendo sentir o frio da noite bater levemente em meu rosto. — Sempre gostei da minha voz, sempre quis ser um cantor. Se apresentar para multidões e gravar álbuns, mas nada disso pareceu real. Nunca seria. Sou fraco demais.

Olho a carta em meu colo e sorrio. Estava na hora de parar de falar da minha vida e agradecer as pessoas que passaram por ela.

Volto a olhar para lua e me permito sorrir novamente. — Eu gostaria de primeiro contar sobre meus alunos, se me permite, huh? De qualquer forma, vou considerar como um sim. Ainda me lembro à alguns anos atras, quando entrei pela porta da sala pronto para dar aula, naquele momento eu estava verdadeiramente feliz por ter finalizado tão bem uma faculdade e logo depois conseguir um emprego. Pude conhecer diversas pessoas até chegarem as atuais, mas precisamente estou falando de dois alunos, Mark Tuan e Jackson Wang, sem dúvidas foram os que mais me marcaram em minha carreira, mesmo que eu não os conheça a tanto tempo. Mark por ser um aluno esforçado e que não desiste até completar seus objetivos. Agora Jackson, esse sim foi uma das piores dores de cabeça que eu já tive, debochado, preguiçoso, desrespeitoso, e mesmo assim conseguia possuir um grande coração. Não poderia partir sem antes me despedir, pelo menos não pessoalmente, de pessoas como eles. Se em vez de morte eu fosse para, por exemplo, um outro país, de fato sentiria falta dessas dois adolescentes.

Respirei mais um pouco, a esse ponto ja estava com lágrimas nos olhos. Não é justo chorar quando sou eu mesmo que quero isso para mim, afinal, é uma decisão minha. Só precisei de um empurrãozinho. Desbloqueio a tela de celular visualizando a mensagem que recebi mais cedo, a mensagem que me fez ter coragem para uma coisa que eu gostaria de fazer faz muito tempo. — Outro tópico importante agora, lua, por favor preste atenção. Mesmo que eu nunca tenha me apaixonado por alguém sempre tive o privilégio de ter minha família. Éramos muitos: tios, tias, avós, avôs, primos, e várias outras pessoas. Como filho mais novo sempre fui apegado de forma extrema com meus pais, até claro, nos afastarmos. Não os culpo, afinal, abrir uma empresa em um lugar como a Inglaterra junto com o filho primogênito enquanto o caçula ficava na Coréia parecia uma oportunidade única, e realmente era. Eles continuam lá, mesmo eu não tendo mais notícias do meu irmão, porém deixarei para falar dele por último, espero que entenda, lua. Sinto saudades, nunca deixei de ligar para os dois em épocas importantes e sempre pude ter a sensação de paz a ouvir a voz de meus pais mas ainda não era suficiente. — Já chorava sem me importar, mesmo com soluços altos eu iria continuar. — Porra! Eu ainda era um adolescente quanto eles praticamente me abandoram. Eu não ligava de não saber falar inglês, nem me importava de parar os estudos se fosse pra ficar ao lado deles porém meu futuro sempre era o primeiro lugar. Eles me deixaram com minha tia, que sempre cuidava de mim com todo o amor que continha dentro de seu coração e mesmo assim não era o suficiente. Me sinto tão egoísta. O fato é que eu comecei a me perguntar se realmente valia a pena continuar vivendo, afinal, eu não tinha mais motivos. — Sorri verdadeiramente ao lembrar do que veio depois. — É ai que entramos no assunto amizade. Ela sim, mas de que qualquer laço deve ser valorizado. A pessoa não tem a obrigação de continuar com você e te apoiar mas mesmo assim, continua. Foi na época que eu estava desistindo de tudo quando conheci as melhores pessoas da minha vida, Bambam e Youngjae, um tailandês metido a encrenqueiro e um coreano de simpatia palpável. Eles me completavam. Nos conhecemos na escola em que eu era obrigado a frequentar e ai meus dias começaram a ter mais cor e alegria. Já não conseguia viver sem eles, com a nossa amizade nasceu também o sonho de formar um trio de k-pop, éramos tão imaturos na época, e mesmo assim felizes. Quando estávamos perto de completar dezesseis anos, já que nascemos no mesmo mês e ano, planejamos de todas as maneiras fazermos audições em empresas em Seul, mal podíamos adivinhar o que viria a seguir. A morte nunca é boa se quem a assiste é você, foi terrível pra mim saber que meus dois melhores amigos tinham morrido em um maldito acidente rodoviário, fiquei mal e até mesmo em uma pré-depressão por um ano inteiro, mas superei. Fiz isso por eles, fiz isso porque os dois me ensinaram a sempre seguir em frente não importava a situação.

Quando cessei meu choro, abri delicadamente a caixa e retirei de lá a comida, assim comecei a comer e quando terminei sorri com o rosto inchado. — Tão gostoso. Se eu for pro céu ou inferno sentirei saudade de vocês, queridas comidas favoritas. — Ri fraco. — Voltando meu foco a poderosa lua! — Sorri. — Posso continuar com meu desabafo antes de partir, correto? Por último mas não menos importante, meu irmão. Não é como se tivéssemos sido exatamente muito próximos, ainda mais com a ida dele com meus pais para a Inglaterra, mas ainda sim sei que temos uma boa ligação. Uma ligação que nenhuma morte ou acontecimento pode quebrar, eu sinto isso. Por isso, lua, sinto muito mas deixei para dizer tudo que tinha dele na carta. — Peguei a carta e coloquei no bolso de meu casaco, bem protegida. — E espero que ele a encontre. Ficaria decepcionado em ter que me esforçar em uma caligrafia excelente por nada. Agora eu posso devidamente me despedir de forma geral.

Fiquei em pé no telhado e observei a paisagem, bem, não era exatamente uma paisagem, mas estava bom para mim! Em breve eu não faria mais parte deste mundo. 

— Quero agradecer ao mundo, por me acolher de forma boa. E também a todas as pessoas que foram gentis e me ajudaram em minha vida. Tenho muitos arrependimentos de verdade, mas hoje, eu posso joga-los fora e me livrar de um peso nas costas que não aguentava mais ter que segurar. — Olhei mais uma vez para lua brilhante em minha frente. — Eu finalmente poderei me encontrar com meus melhores amigos, e eu finalmente poderei jogar meus arrependimentos fora. Mais do que nunca, vou aproveitar essa oportunidade.

Contei até dez, e sem esperar por nada, pulei do telhado, caindo desde o décimo quarto andar até o chão. Sentia cada pelo do meu corpo flutuar enquanto o vento batia com força total em mim. Pude sorrir também, eu realmente estava voando, sem arrependimentos, sem culpa. Apenas realizando um sonho que estava concluído quando meu corpo foi de encontro ao chão e tudo ao redor ficou escuro.

 

***

As pessoas já se reuniam em volta do corpo sem vida de Jinyoung, ambulâncias chegavam mesmo sem nenhum motivo. Já não habitava uma alma ali dentro. Mas quem quer que fosse podia ver, ele estava sorrindo. 

 

***

No dia do funeral, com a família, até mesmo alguns alunos, incluídos nestes Mark e Jackson, estavam presentes. Ninguém sequer poderia imaginar que alguém com tanta vida que nem aquele homem poderia tentar suicídio. Ninguém com exceção de uma pessoa, que estava afastada do grupo perto da lápide. Esta pessoa em especial tinha uma tarefa importante ali, apenas estava esperando que as outras saíssem.

Quando a última pessoa foi embora, antes de murmurar algo como "não acredito que você se foi antes de mim", o homem de terno preto se aproximou da lápide e se agachou.

— Oi, Jinyoung-ah, não precisa agradecer. — O homem soltou um riso fraco. — Me sinto tão culpado por isso. Por mais que a escolha seja sua eu tive um papel importante em tudo, certo? Adiantamente peço desculpas por papai e mamãe que mesmo chorando em casa não poderiam sair da "base" na Inglaterra. Você entende? Talvez não, mas eles não tem culpa. Agora seria o momento de ler a carta que escreveu pra mim, irmão?

Respirando fundo Jaebum estava tentando se recompor. Não estava nada bem naquele momento mesmo aparentando ser forte.

— Quer saber? Não! Esta carta será um segredo apenas nosso, não posso correr o risco de alguém a escutar. Mas se você está em algum lugar melhor agora, me ouça, Jinyoung-ah. Mesmo que na mensagem anônima eu tenha dito que não me importo, você é meu irmão! Droga. Eu me importo sim! — Começava a deixar lágrimas teimosas saírem de seu rosto. — Nada jamais vai quebrar este laço, me entendeu? Nada. Aliás, sabe o quão infernal foi conseguir está carta? Além de te vigiar a maior parte do tempo eu ainda tive que fazer tudo que eu podia pra conseguir ler essa merda. E tudo pra você dizer palavras bonitas? Ah, cara, eu te amo e vai se fuder. Sim, estou puto de raiva, mas eu te amo. No final você ainda escreveu uma coisa que eu não podia imaginar, mas me deixa feliz. Vou sentir saudades, maninho. Descanse em paz e espero que possa encontrar com seus amigos. — Sorriu finalmente pronto para sair do cemitério. 

Antes de sair, olhou para o último parágrafo da carta e finalmente a guardou. 

"Eu suspeitei que tenha sido você, então fique feliz por mim, hyung. Eu finalmente pude voar."


Notas Finais


Oi de novo! Então, tive que postar pelo celular porque estou sem pc, então o formato de texto deve ter ficado ruim, não sei, talvez. Perdoem isso também.
Obrigado por chegar até aqui <3
Te vejo no proximo?


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