História Flores do alvorecer - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Flores Do Alvorecer
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Palavras 497
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


CONTINUAÇÃO.

Capítulo 2 - A flor cadáver


Fanfic / Fanfiction Flores do alvorecer - Capítulo 2 - A flor cadáver

*Mayana*
Eu cheguei na festa. Estava tocando Whitney Houston, I Will Always Love You. (Que música linda (pensei)).
Mark havia me chamado para ir lá em cima com ele, porque queria me mostrar alguma coisa. Eu entrei no quarto, estava escuro, apenas com uma luz fraca vindo do celular que ele tinha.
Ele me olhou, e nos seus olhos eu não vi a cor que costumava amar. Os olhos estavam escuros, o brilho tinha se apagado e só havia ficado o verde opaco e sem graça.
Ele foi até mim e acariciou minha bochecha.
Mas eu não gostei do toque. Ele havia me assustado e eu ia me afastando quando ele segurou meus pulsos com força.
Mayana- O que você tá fazendo?- Perguntei começando a lacrimejar.
Ele nada respondeu. Só continuou me olhando. Me jogou em cima da cama, trancou a porta e veio andando até mim. Eu me encolhi na cama. Estava assustada, amedrontada e aterrorizada. Ele subiu em cima de mim e começou a amarrar minhas mãos. Eu gritava, gritava... Mas ninguém me ouvia. Ele amarrou minhas mãos e enfiou um lenço na minha boca. Eu olhei chorando, e implorando pra que ele visse o medo em meus olhos. Mas de nada adiantou. Ele rasgou a blusa com a qual eu estava. De repente começou a tocar no celular dele a música que eu mais odiava. E ele sabia disso. A música era A Little Piece Of Heaven, do Avenged Sevenfold. Ele tirou a minha saia, rasgou a minha calcinha, abril a minha blusa e enfiou dois dedos em mim. Eu gritei de dor. Tudo doía. Ele mordeu meu seio direito com força. De repente ele tirou e me penetrou com força e brutalidade. Eu era virgem. Eu gritava e gritava, mas aquele pano tampava meus pedidos de socorro. Quando, de repente, a dor parou. Os movimentos cessaram. Eu achei que estivesse acabado o pesadelo, quando eles voltaram mais fortes, mais rápidos e mais doloridos. Ele estava me rasgando.
Tanto por dentro, quanto por fora.
Por dentro... tudo estava rachando e se deteriorando.
Meus pilares foram se quebrando um a um.
Tudo o que eu acreditava estava se desfazendo na frente dos meus olhos... E eu não podia fazer nada.

Quando tudo acabou. Que ele parou. Eu me sentia suja. Podre. Um nojo para minha família. Para minha mãe. Para meu pai.
Ele me desamarrou. Tirou o pano da minha boca, e teve coragem de olhar em meus olhos. Eu estava soluçando. Na minha mente tudo estava perturbado. Eu havia deixado de ser a atriz principal do teatro da minha vida, e me tornei a espectadora. O meu grande número havia chegado ao final. Começou a tocar uma música que ouvíamos muito. Era nossa música. Ele dizia. A música era-O Astronauta de Mármore. No momento, aquela música me representava.

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Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la. Mas isso... isso foi demais pra mim.  



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