História Flores mortas de novembro - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Balé, Drama, Horror, Romance
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Palavras 665
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 5 - Cinq


Fanfic / Fanfiction Flores mortas de novembro - Capítulo 5 - Cinq

Acordei as 04:00am, meu relógio definitivamente estava de brincadeira com a minha cara. Me levantei com a visão embaçada pelo sono, fui até o banheiro me arrastando. Me olhei no espelho, tudo que eu via me deixava decepcionada. Mas agora eu estava melhor, me sinto mais competente para manter alguém na minha vida, já que meu ex namorado me abandonou por uma qualquer. Voltei até a cama, adormeci novamente... E acabei sonhando com Adam.
"—E se hoje for nossa última vez juntos, você promete me amar para sempre?
O rosto gelado do garoto impedia sua boca de fazer muitos movimentos.
Eu vou te amar até o último novembro de toda sua vida, Even."

Acordei assustada, minhas mãos suavam e meu cabelo se embaraçara por inteiro. As horas marcavam 07:00am, hora de levantar e ir para a aula de Ballet. Minha tia dormia no sofá, com um livro de romance qualquer no rosto, provavelmente virou a noite insistindo em ler aquilo. Sai sem fazer muito barulho, e em pouco tempo eu já estava com minha roupa para a aula. Eu já mencionei o quanto eu amava a sintonia das notas musicais?! Era a melhor coisa da minha vida, até... Eu conhecer Adam. Algumas horas de muito esforço físico e muitos curativos em meus pés, eu já estava pronta por completa para o próximo concerto de inverno. Fazíamos aquilo todos os anos, apesar de eu preferir dançar para mim mesma. Eliza provavelmente não participaria esse ano, então eu ocuparei o lugar dela. Algo meio mortal, já que ela me odiaria pro resto da vida.

Às 09:21pm, a escuridão tomava todos os lugares de Mulhouse. Caminhei até a porta branca, aguardando Adam levar-me para casa. Alguns minutos depois eu já podia ouvir a voz doce e grossa do mesmo. Ele era indescritível, mas de uma coisa eu tinha certeza, eu queria ele por completo. Até as partes ruins... Se é que existia. A porta abriu-se.
Even? Desculpe a demora! Fiz de tudo para sair algum tempo mais cedo.
Minha expressão de alegria ao vê-lo era notável.
Imagina, eu cheguei a pouco. Podemos ir?
Adam segurou em minha mão, e começamos a caminhar.
Você está tão gelada, quer o meu casaco?
O mesmo tirou seu casaco xadrez em tons de vermelho e preto.
Eu estou satisfeita em relação ao frio, gosto na verdade. Mas se quiser me emprestar, não negarei.
A dificuldade dele em acertar os lugares dos botões era cômico.
Calma, uma hora eu consigo!
Começamos a rir, e então beijei o mesmo, beijei como se não houvesse outra chance. E ele assustou-se com aquilo. Tentei me explicar.
Certo dia alguém me disse para aproveitar os momentos como se não houvesse outra oportunidade, então eu sigo isso toda vez que te vejo, tenho medo de te perder.
Nosso coração palpitava junto aos milhares de pensamentos e olhares que trocávamos naquele momento.
Ei? Você não vai perder, não posso jurar, mas posso tentar cumprir com todas as forças que eu tenho.
O beijei mais em resposta.

10:47pm, chegamos até minha casa. Minha tia aparentemente estava dormindo. Encarei o chão, com tristeza em me despedir de Adam.
Even, quer ir ao parque da cidade amanhã comigo? Ainda não tive a oportunidade de ir.
Ele ergueu meu rosto para cima, aguardando uma resposta.
Sim, é claro. Te vejo a tarde?
O jovem respondeu.
Preferia te ver pela manhã, assim teríamos a tarde toda. Você poderia passar na minha casa, e tomar café comigo, ela é daqui poucos metros.
Meu sorriso respondeu brevemente, tudo parecia tão feliz ao lado dele.
Ótimo! Aproveitar que não terei aulas até o concerto de inverno. Estarei batendo em sua porta as 8 da manhã! Durma bem, querido.
Um leve beijo e gelado, era depositado em minha bochecha. Ele virou-se e foi para casa. Deite-me em minha cama, e a propósito, minha tia deixou meia dúzia de ovos em cima da mesa da cozinha e foi dormir. Ela estava ficando velha, aquilo me deixava preocupava. Adormeci.


Notas Finais


Obrigada pelos comentários! <3


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