História Flower Road - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Apink, BtoB, Girl's Day, Gugudan (GX9), HyunA, I.O.I, Jung Joon-young, Pentagon (PTG), Seventeen, Trouble Maker, TWICE
Personagens Chaeyoung, Changsub, Dahyun, E'Dawn, Hansol "Vernon" Chwe, Hyuna, Hyunseung, Ilhoon, Jung Joon-young, Kim Do-yeon, Kim Nam-joo, Kim Se-jeong, Lee Chan "Dino", Minah, Minhyuk, Park Cho-rong, Sungjae, Tzuyu, Wen Junhui "JUN", Yoon Bo-mi
Tags Amigos, Amizade, Btopink, Changrong, Comedia, Friends, Hoonmi, Kpop, Mistério, Musica, Romance, Twiceteen
Visualizações 17
Palavras 3.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura, e me perdoem pelo atraso a postar ~

Capítulo 4 - O encontro


Fanfic / Fanfiction Flower Road - Capítulo 4 - O encontro

– Acorda logo! – mandou Chorong acordando Bomi, jogando-a duas almofadas

– Por que tá me acordando tão cedo no domingo? – respondeu Bomi sonolenta e descabelada; se sentou na cama e olhou pro despertador – São 09hrs56 da manhã

– Eu só quero te avisar que vou sair e tem comida no forno

– Vai sair? – disse Bomi, só então reparando em uma Chorong arrumada

Ela estava com um vestido preto e branco, de linha horizontal e tinha uma bolsa pequena, de lado.

– Sim, o diretor quer que eu vá lá agora. Tem um problema que quer que eu resolva

– Por quê? – Bomi se levantou – Por que sempre você? Por que todo dia?

– Eu, não sei – respondeu hesitante – Porque eu sou boa! – sorriu forçada – Preciso mesmo ir. A gente se vê no almoço

– Então tá – Bomi se sentou de novo na cama e fez um bico

– Olha, eu prometo que você e todos vão saber logo... ou não... Oh Deus, eu espero que vocês nunca saibam! – confessou Chorong

– Obrigada! Agora eu estou morrendo de curiosidade – retorquiu irônica

– Não, não, você tá certa. Todos vocês vão saber já... por favor, fiquem de bom humor até eu chegar. Tchau! – e antes que Bomi respondesse qualquer coisa, saiu de lá correndo

– Que doida! – comentou Bomi, e então ficou um tempo deitada, até se levantar e ir tomar café; ao chegar à cozinha viu Changsub lanchando – “Toc Toc. Quem é? AH, Changsub é você. Claro que pode entrar, fique a vontade” – ironizou, e Changsub ficou encarando até ela falar – Sarcasmo! O que foi? Só você que pode? – e se sentou ao seu lado

Changsub estava com um suéter, um pouco maior que seu tamanho de cor cinza, uma calça preta, tênis branco e um chapéu azul, virado pra trás. Já Bomi estava com um grande pijama de frio.

– Acho que tem alguém atacada hoje – comentou comendo do cereal

– Eu não consegui dormir a noite toda e quando eu finalmente acho que peguei no sono, vem a Chorong e me acorda

– Falando nisso, cadê ela?

– Ah, saiu. Foi se encontrar com o diretor. Parece que teve outro problema

– Hum – Changsub engoliu o cereal – Sungjae também foi. Será que estão juntos?

– Acho que não. Chorong deu a impressão de que só ela poderia resolver o problema. Hey, eu também quero – apontou pro cereal de Changsub

– Você pode comer o cereal, mas o leite acabou

– Acabou com o meu leite? – perguntou Bomi incrédula

– Não...não...

– Então o que aconteceu? Ele sumiu simplesmente?

– Não... é que a Dona Vaca disse que queria o leite dela de novo, porque suas tetas estavam muita caídas e ela precisava, você sabe, conquistar o Sr. Boi... então...

– Para de falar tanta bobagem, eu acabei de acordar – disse Bomi – Vai comprar leite novo

– Eu não posso. Não ficou sabendo da rebelião das vacas?

– Changsub, AGORA!

– Okay, se acalma – Changsub se levantou - Eu vou. Até porque não é você que vai ser pisoteado por cem vacas e...

Mas Changsub não terminou de falar. Bomi havia tacado um chinelo nele, que saiu correndo e fechou a porta.

No mercado, enquanto procurava uma caixa de leite, uma coisa fez seu coração acelerar. A moça com quem falara há alguns dias atrás, e achou que ele era gay estava ali, a umas estantes de distância. Tentou não ser visto, então pegou o leite e saiu com cautela, mas antes que pudesse evitar ela já havia o chamado:

– Changsub, hey! – acenava pra ele

O mesmo estava de costas, então fingiu que não era com ele e ao dar mais um passo, ouviu ela se aproximando.

– Oi. Lembra de mim? A moça das perguntas?

– Hum... hey, como vai? Dahyun, certo? – chutou e ela assentiu com a cabeça, sorridente

Dahyun era uma menina linda. Possuía cabelos, da raiz até o meio ruivos, e as mechas até as pontas eram totalmente coloridas, com cores vivas, laranja e rosa. Tinha um lindo sorriso e olhos pequenos. Usava um short jeans, uma blusa vermelha e por cima uma blusa de frio cinza.

– Que bom que nos encontramos aqui. Sobre aquele dia, eu...

– Ah, não precisa se preocupar – cortou Changsub, parecendo querer acabar logo com aquilo – Perguntei meus amigos e também achassem que eu fosse gay antes de me conhecerem

– Eu estava realmente preocupada se, por um acaso, eu tivesse te ofendido. Eu preciso me desculpar direito com você. Por que não, marcamos de sair hoje à noite?

Changsub ficou parado alguns segundos, ainda olhando pra Dahyun como se não tivesse ouvido o que ela falou, até perceber:

– Ah, claro, claro. Por que não, não é mesmo? – riu de si mesmo – Você conhece o “Rock&Coffee”?

– Sim. Dizem que tem um café maravilhoso!

– Tem, tem sim... Então, podemos nos encontrar lá

– Claro. 20hrs tá bom pra você?

– Sim, sim, tá

– Que bom. Então, tchau Changsub... foi um prazer te reencontrar

– O prazer foi todo meu

Então se despediram e assim que Dahyun saiu do mercado, ele fez uma dança engraçada, sem se importar que estivessem olhando.

Depois de pagar pelo leite foi correndo ao apartamento de Bomi. Ao chegar lá encontrou também Namjoo e Minhyuk.

– Obrigado. Muito, muito obrigado – disse olhando pra Bomi

– Hum... de nada? – falou ela indecisa

– Não, não – colocou o leite em cima da mesa e se sentou de frente para os três – Olha, eu fui comprar o leite adivinhem quem eu encontrei?

– Espera, vou pegar minha lâmpada mágica. Eu só funciono com ela – respondeu Namjoo sarcástica e eles riram, com exceção de Changsub

– É serio!

– Me deixa adivinhar... foi a vaca pedindo o leite de volta? – dessa vez foi Bomi quem ironizou

– Será que vocês podem ficar sérios uma vez na vida?

– Huum, não – disse Minhyuk

– Ótimo. Eu vou ir procurar outros amigos – se levantou da mesa de centro em que estava sentado

– Para de ser dramático, a gente só tá brincando – disse Bomi, rindo

– Okay – se sentou de novo – Sabem aquela garota que me parou pra fazer umas pesquisas?

– A que achou que fosse gay? – perguntou Minhyuk

– Podemos esquecer isso? Vamos chamar ela agora de “garota-que-encontrei-no-mercado”

– Ah, então encontrou ela no mercado! – exclamou Namjoo

– É, e ela ainda me chamou pra sair. Hoje à noite!

– Parabéns! – desejou todos

– Ela é tão linda! Ah, vocês precisam conhece-lá um dia

– E qual o nome da “garota-que-encontrou-no-mercado”?  - perguntou Minhyuk

– Dahyun! – Changsub respondeu animado

Enquanto isso no centro da cidade, Sungjae andava a procura de um remédio para sua súbita dor de cabeça. Entrou em uma farmácia, que por sorte estava vazia e pediu o remédio. Na espera do farmacêutico embalar sua compra, viu sair dos fundos da farmácia, de uma porta preta, uma garota com um ar familiar. Tinha cabelo castanho escuro amarrado em um rabo-de-cavalo e a franja solta batia em seu rosto. Usava um jaleco branco que escondia sua roupa por baixo deste, e uma calça jeans escura.

– Taemin, eu estou indo lanchar – disse ela ao farmacêutico, agora do lado de Sungjae, mas ainda sem olhá-lo – Se o Sr. Hong perguntar diga que eu fui...

Mas o que ela ia pedir ao farmacêutico, Sungjae nunca saberia. Por um momento seus olhares se cruzaram e sua teoria de que conhecia aquela garota em algum lugar se confirmou assim que a mesma exclamou seu nome, feliz e assustada ao mesmo tempo:

– Sungjae?!

– Eu!

– Eu não acredito! – disse ela, agora bem surpresa

– Tudo bem, eu tenho como provar. Quer ver meus documentos?

Ao dizer isso ela riu. Era uma risada gostosa e familiar, mas que ele ainda não conseguiu saber quem era

– Não se lembra de mim, né? – perguntou ela, ainda rindo aos poucos, parecendo ler seus pensamentos

– Me desculpa...

– Não tem problema. Sou Sejeong! Do curso de teatro...

Nesse momento Sungjae se achou muito burro. Sejeong, claro!

– Sabe, já é a segunda pessoa nessa semana que não me reconhece. Acho que devo ter mudado mais do que pensava.

– Sim, mudou muito! – confessou, sem deixar de sorrir

– Bom, então eu já vou

– Não, espere – Sungjae pegou o remédio e se voltou para Sejeong – Disse que ia lanchar. Posso te acompanhar? Estou faminto

– Claro! Então vamos. Tchau Taemin, eu volto em 15 minutos

E os dois saíram em direção à lanchonete. Não era muito longe dali. Só precisaram atravessar a rua e dar alguns passos pra direita.

– E então, o que tem feito? – perguntou Sejeong sentando

– Bom, nada. Depois do curso de teatro eu fui pra faculdade de cinema, mas desisti na metade porque não era bem o que eu esperava – Sungjae começou – Agora eu faço algumas apresentações, tanto de teatro quanto de... cantar

– Você canta? – indagou surpresa

– Às vezes, mas não é nada grandioso

– Um dia eu vou querer ver – Sejeong sorriu

– Você pode ver qualquer dia desses. Tem uma cafeteria no bairro onde eu moro que faço apresentações – então ele pegou um papel e uma caneta em sua mochila e anotou dois endereços.

Sungjae não estava com a aparência de louco igual a do dia interior. Usava um suéter preto, uma calça branca e tinha uma mochila nas costas.

– Toma – entregou a Sejeong – O primeiro é da cafeteria e o segundo é o de um teatro. Eu vou fazer uma apresentação lá amanhã as 20hrs30. Se você puder ir ver...

– Eu vou sim – respondeu ela, lendo o papel e em seguida guardando no bolso da calça

– E o que você tem feito?

– Ah, depois que eu terminei o curso, formei na escola e desde então trabalho na farmácia como auxiliar de administração – disse sem animo

Em sua cabeça ficou comparando sua vida com a do Sungjae. Ela não havia feito nada de bom desde então. Só na mesma vida monótona que vivia há quase dois anos.

– Administração? Achei que fosse virar atriz

– Eu tive que escolher entre o que eu gosto e o que eu preciso. Até gosto de atuar, mas não dá tanto dinheiro assim quanto pensei

Nesse momento seus respectivos lanches haviam chegado. Dois sucos e dois hambúrgueres. Eles comeram e conversaram mais sobre o que cada um havia feito da vida, antes e depois de se conhecerem. Quando perceberam o tempo já havia passado exatos quinze minutos. Pagaram pelo lanche e Sungjae a acompanhou de volta a farmácia. Enquanto esperavam o sinal abrir para poderem atravessar, Sejeong viu um peixe bonito, dentro do aquário que um homem segurava e exclamou feliz:

– Hey, eu tinha um peixinho igual aquele quando criança... Ah, não. O meu era vivo – acrescentou ao ver que o mesmo cara jogara o peixe para um gato comer

Mesmo sabendo que era errado, Sungjae riu e embora Sejeong parecesse assustada, vacilou uma risadinha também. O sinal abrira e eles atravessaram a rua. Quando estavam prestes a se despedir uma senhora a chamou subitamente:

– Sejeong!

Assim que a mesma virou pra trás, para ver quem era, percebeu que não a conhecia.

–Oi “moça-que-eu-nunca-vi-na-vida-mas-sabe-meu-nome’ – respondeu um tanto surpresa e Sungjae riu

– Não se lembra de mim? – disse a velha senhora – Da sua peça do teatro

– Ei, que legal, hoje é o dia de encontrar as pessoas do teatro e eu nem sabia – falou um pouco irônica, mas sorriu sincera para a senhora – Me desculpa, mas ainda não me lembro de você

– Fui uma das pessoas que aplaudiu na sua última apresentação quando acabou

Enquanto Sejeong tentou esconder o riso, Sungjae riu descaradamente e falou sarcasticamente:

– Como pode não se lembrar dela? Aposto que também foi uma das pessoas que te pegou no colo quando era recém nascida

– Cala a boca! – mandou Sejeong, embora tivesse um sorriso no rosto e se voltou pra senhora que parecia não estar ouvindo nada daquilo e continuava sorrir – Me desculpa mesmo, mas não me lembro da senhora

– Você apresentou junto com minha neta. Vejo que é tão engraçada quanto à mãe – riu a senhora e agora Sungjae pareceu intrigado

 – Mãe?

– O meu papel era a de uma mãe,... sua neta era a Doyeon?

– Sim, sim! Ah, minha neta fala muito de você ainda. Ficou triste quando pensou que tivesse se esquecido dela

– Não, não me esqueci dela. É que eu perdi todos os meus contatos na época

A simpática senhora tirou um celular velho da bolsa e forçando as vistas, falou, tentando ler:

– 8... 9...8...

– Me empresta aqui, por favor – Sejeong pediu o celular da mesma ao perceber o que estava fazendo e pegou seu próprio; não demorou muito e ela devolveu o celular da senhora – Obrigada! Eu vou ligar pra ela hoje mesmo

– Ela vai ficar muito feliz. Tchau Sejeong! Tchau Sungjae! – e a senhora saiu dali

– Ela... ela me conhece? Indagou Sungjae assustado

– Doyeon deve ter falado de você também – Sejeong o tranquilizou – Quanto tempo eu não a vejo. É inacreditável; em um dia eu não tenho contato com nenhum dos meus amigos antigos e em outro dia reencontro dois deles... na verdade, três – acrescentou ao se lembrar que se encontrou com Taebin em uma feira no dia anterior

– Isso é o que eu chamo de sorte... – comentou Sungjae

– É... bom, eu preciso entrar – apontou pra farmácia – Obrigada por me acompanhar

– Sem problemas. Eu sei que a minha companhia é um prazer – se exibiu e Sejeong riu

– Tchau Sungjae!

– Tchau!

Sejeong voltou pra farmácia e Sungjae tomou seu caminho de volta para o último ensaio da apresentação.

Horas se passaram...

No apartamento de Changsub, o mesmo estava no sofá, olhando, hipnotizado para a televisão. Bomi entrou e estranhou ao ver que o amigo assistia a um programa que tinha ursos de mentira batendo em naves espaciais. A mesma indagou incrédula:

– Ursos e ETs?

– Perdi o controle – respondeu ainda hipnotizado

– Ah – exclamou Bomi, entendendo a situação; foi a TV e a desligou no botão

– Valeu – agradeceu Changsub esfregando os olhos, parecendo ter acordado de uma hipnose

– Não devia estar se arrumando pra seu encontro?

– São 19hrs Bomi – se defendeu

–Não vá se atrasar! – alertou-o e voltou a seu respectivo apartamento

Depois de alguns minutos Changsub foi até o apê de Bomi, e Minhyuk e Namjoo também estavam lá.

– Vocês não têm casa não? – perguntou sarcástico

– Vai de terno e gravata? – Minhyuk indagou olhando as vestes de Changsub

– Garotas gostam de caras com estilo – sentou na poltrona

– Estilo de quê? Velório? – ironizou Namjoo

 – A comida tá pronta! – disse Bomi subitamente da cozinha, tirando algo do forno; Minhyuk e Namjoo correram até a mesa se sentaram

– Eu vou guardar espaço para o encontro hoje – Changsub disse batendo a mão na barriga

Neste exato momento Chorong e Sungjae entraram no apartamento

– Você não é meu pai! –disse Chorong

– Eu não, mas ele poderia ser! – rebateu Sungjae

– O que aconteceu? – Bomi perguntou, engolindo a comida

– Chorong tá namorando! – exclamou Sungjae – Isso é terrível!

– Meu Deus, como você pode fazer isso? Que absurdo! – Changsub ironizou e todos riram exceto Chorong e Sungjae

– É sério Changsub – cortou Chorong na hora – Sungjae acha um absurdo

– Eu não acho nada – ele se defendeu

– O que tem tão de terrível na Chorong namorar? – indagou Namjoo

– É, tirando o fato que os namoros dela nunca passam de uma semana – brincou Changsub

– Não tem nada errado com meu namorado. Ele é só um pouquinho mais velho que eu

– Um pouquinho? – Sungjae riu

– Quantos anos ele tem? – Minhyuk perguntou

– 28 – respondeu Chorong hesitante

– 28? – repetiu Minhyuk

– Mais 16 – acrescentou Sungjae com um sorriso maldoso

Nessa hora Bomi, Minhyuk e Changsub pareceram surpresos, exceto Namjoo, que contava nos dedos. Parou quando Changsub gozou dela:

– Quer uma calculadora emprestada? Ou então, um ensino fundamental?

– Eu só estava confirmando – defendeu-se e se voltou para Chorong – Tá namorando um cara de 44 anos?!

– Não é qualquer cara de 44 anos. É o diretor da nossa peça – disse Sungjae – Peguei os dois se beijando atrás da coxia

– Tá pegando nosso diretor? – Namjoo exclamou indignada

– Isso explica tudo – Bomi falou despreocupada, ainda comendo – Saindo com ele desde cedo, “resolvendo os problemas” dele – e riu – Eu devia ter desconfiado

– Sungjae! – Chorong se virou para o mesmo, que agora estava sentado no sofá – Precisa ir comigo quando eu for o apresentar aos meus pais

– E ser testemunha de um assassinato? Não, obrigado

– Por favor! – bradou ela nervosa

– Chorong, calma, pega um soju... – disse Changsub

– Eu não quero soju! – exclamou ainda mais nervosa

– E quem disse que é pra você?

– Lee Changsub, mais uma gracinha e eu te corto em três! – explodiu furiosa

– Okay, acho que já é hora de ir – se levantou da poltrona, sem tirar os olhos de Chorong, com medo da mesma – Eu tenho um encontro – disse quando já estava na porta – E ela não tem a idade da minha mãe – e saiu correndo antes que Chorong tacasse alguma coisa nele

Quando chegou a cafeteria “Rock&Coffee” se surpreendeu ao ver que Dahyun já estava lá, antes mesmo do combinado

– Ei! – se sentou à mesa junto com ela, a pegando de surpresa – Você tá linda! – elogiou; Dahyun usava um vestido branco rodado e seu cabelo estava solto

– Obrigada! – agradeceu sorridente – Você tá muito elegante! Até de mais!

– Me desculpa, é que eu não sabia como me vestir...

– Não tem problema. Eu gostei

Eles ficaram um pouco em silêncio, até Changsub a alertar:

– Eu quero dizer que uso o humor como mecanismo de defesa. Sei que não se deve falar isso no primeiro encontro, mas ou é isso ou então eu faço xixi na cama – disse honesto e Dahyun caiu na gargalhada

– Tudo bem. Eu até gosto. São melhores os caras engraçados do que os que não têm nem um pingo de humor

– É o que eu sempre digo!... Então, você passou no salão pra se arrumar ou fez tudo sozinha?

O que pensa que está fazendo? Pensou Changsub Isso é coisa que se pergunte?

Porém, talvez para sua surpresa, Dahyun respondeu simpática:

– Me arrumei sozinha! E você?

– Fui cortar o cabelo...

– Ficou bom!

–... mas não fui atendido

– Desculpa! – Dahyun riu de si mesma

E então eles foram conversando mais e mais. Até se esqueceram de fazer o pedido, de tanto que se divertiam, mas uma hora um ronco no estomago de Changsub o alertou e eles comeram.

Foi uma noite divertida. Talvez a mais divertida de Changsub nos últimos dias. Quando perceberam que já era tarde, o mesmo se ofereceu a Dahyun para levá-la até a porta de sua casa, e sem hesitação a mesma aceitou. Foram conversando e quando chegaram a casa dela, Changsub foi se despedir dela com um beijo na bochecha, mas por impulso, selou seus lábios juntos ao dela, que correspondeu na mesma hora. O beijo não durou muito. Logo que descolaram seus lábios, ela se despediu dele, ainda sorrindo e entrou em casa.

Changsub voltou pra casa se sentindo o homem mais feliz do mundo!


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3
E sejam bem-vindos leitores novos *.*


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