História Flowers Usually Do Not Bloom Every Day. - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Charl_bellew, Diabolik Lovers, Drama, Romance, Shoujo
Exibições 22
Palavras 2.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hellow pessoal! Tudo bem com vocês? Sim? Que bom! Não? Comam chocolate ou sorvete que passa! Bom... eu estou pensando seriamente em fazer um POV apenas do Ayato no próximo capítulo. Então me digam se isso seria uma boa idéia, OKAY?! Tenham uma boa leitura!

Capítulo 9 - Desconhecido e Ayato 2.


Fanfic / Fanfiction Flowers Usually Do Not Bloom Every Day. - Capítulo 9 - Desconhecido e Ayato 2.

— I-Izumi?! Mas, ele está bem, certo? Me diga que ele está bem… por favor… - eu disse, já com várias lágrimas caindo sobre meu rosto… estranhamente as lágrimas estavam extremamente geladas. 

 — Ele… bateu a cabeça muito forte no para brisa do carro e… - ele disse, ele parece nervoso. Deve estar escolhendo as palavras cuidadosamente, analizando todos os detalhes da conversa, na qual, estavam tendo neste exato momento. 

 — DIGA LOGO O QUE ACONTECEU! - eu disse alterada. A cada minuto que aquela conversa/ligação durava, mais eu apertava a mão de Ayato. Ele me olhava atônito. “ — Deve estar ouvindo… melhor assim. Não precisarei falar sobre isso depois.” 

— Ele… está em coma permanente. - o celular despencou da minha mão e caiu no chão quebrando a tela em mil pedaços. Podia ser assemelheada com o meu coração nesse momento. Mas… ele está destruído, mutilado, uma grande parte dele foi arrancada e esta parte não poderá ser preenchida. 

 Ligação Off

 — Não… não….não! NÃO! IZUUMI!!! - eu comecei a chorar descontroladamente. Eu gritava o mais alto que podia. Ayato, em um gesto de gentileza e compaixão ele me aconchega em um abraço caloroso e cheio de preocupação. — Se eu não ter Izumi, nada mais terá sentido. Ele é a luz da minha vida… eu… eu só… aceitei a bolsa dessa Universidade porque ele disse que me apoiaria, seja em qualquer Universidade que eu queria entrar... ele queria seguir os meus passos… e se tornar um astrônomo! - Ayato via meu desespero. Ele apenas me abraçava e acariciava meus cabelos… além de claro, ouvir. — POR QUE ISSO ACONTECEU COM ELE?! ELE TINHA A ALMA E O CORAÇÃO MAIS BONS QUE EU JÁ VI EM MINHA VIDA! ELE NUNCA FEZ MAL A NINGUÉM! Então... por quê? Por quê tudo de ruim acontece na minha família? Por quê? - eu disse deitada no colo de Ayato.

 — Coisas ruins acontecem com pessoas boas. Eu gosto de pensar, que é um teste. Mesmo que várias coisas ruins acontecem, você será capaz de manter o seu coração da mesma forma? Você será capaz de continuar sendo uma pessoa boa? Não se preocupe… não importa o que aconteça… eu sempre estarei aqui. Nunca vou te deixar Shiinon. - ele dizia com um sorriso terno nos lábios, em seguida secando minha lágrimas. Eu ouvia cada palavra que ele dizia… suas palavras foram belas. Senti um calor invadir meu coração me reconfortando. Não é a toa que ele é o nosso líder. 

 — A-Arigatou. Mas… Ayato, eu nunca mais o verei acordado novamente... nunca mais o verei correr pela casa… nunca mais serei recebida com abraços nas pernas, nunca mais terei um motivo para lutar, nunca mais verei a luz… Izumi… É tudo minha culpa!  - eu disse apertando a mão de Ayato. 

 — Não chore… ele não gostaria de te ver chorar. E a culpa não é sua. - ele disse segurando meus ombros, fazendo-me sentar na cama com os olhos fixados nos dele. 

 - Não sei o que seria de mim sem você. - eu disse sorrindo, um sorriso doce, mas mesmo assim, continha uma enorme tristeza oculta contida nele. Uma lágrima solitária caiu sobre minha bochecha. 

 — Eu dormirei na sua casa hoje. - ele disse soltando meus ombros levantando-se. 

 — Tudo bem. - eu disse indo em direção à meu armário pegando uma coberta, mas sou impedida por uma mão parando a minha. 

 — Não precisa de mais cobertas. - disse ele tirando minha mão das cobertas tornando-se e indo até minha cama.

 — Por quê? - eu perguntei me virando para ele olhando-o confusa. 

 — Eu dormirei na mesma cama que você. *cora* - disse ele deitando-se na minha cama. 

 — Vá tomar um banho antes de deitar na.cama dos outros! E por quê você vai dormir na minha cama?! Você nem trouxe roupas! - eu disse tirando-o de minha cama e o mesmo levantou-se e foi para o outro lado e abriu o criado mudo e mostrou uma mochila com roupas, produtos de higiene e uma toalha dentro. — *suspiro* Pelo visto você veio preparado. - eu disse cruzando os braços. — Você… já sabe onde é o banheiro. 

 — Sabia que você iria querer ter um ruivo lindo como eu dormindo em sua cama. - ele disse convencido.

 — Ha-Ha-Ha! MUITO engraçado. Eu só deixo você dormir aqui por quê… Hum… ESPERA, QUEM DEIXOU VOCÊ DORMIR AQUI? NÃO É SÓ POR QUÊ VOCÊ DORMIU AQUI UMA VEZ QUE PODE DORMIR AQUI SEMPRE QUE QUISER! - eu disse irritada. 

 — Você deixou. E eu sei que você não iria recusar! *piscadela e sorriso lindo* - ele disse entrando dentro do banheiro e trancando a porta.

 — *cora* “— Francamente. Quem deixou ele usar o MEU banheiro? Eu sei que ele está fazendo muita coisa por mim, mas dormir aqui na MINHA casa e usar o MEU banheiro sempre que quiser já é de mais!” - eu pensei deitando-me na minha cama sorrindo com meus próprios pensamentos. Escutei o barulho do chuveiro se abrir. *suspiro* — Estou com fome. Vou fazer algo para comer. - eu disse e fui até a cozinha. Chegando lá, eu fui até os armários e peguei: ovos, farinha, canela, fermento… (outros ingredientes necessário para se fazer panquecas) Depois de pegar todos os ingredientes, eu consegui fazer um soco se manga e panquecas de morango. “— … Izumi… ele gostava… quando eu fazia… panquecas de morangos.” - eu pensei colocando os pratos quando escuto uma voz na minha frente. 

 — Você o matou. - eu olhei a minha frente e vi minha Okaa-sama dizendo isso. Não, espera, ela está diferente. 

 — Você o matou Shiinon. - de repente meu Otou-sama aparece simultaneamente na minha frente. Depois disso eu levei um susto e acabo por deixar os pratos caírem no chão. 

 — Não, eu não fiz isso! Não era a minha intenção! - de repente tudo desapareceu e eu estava instantaneamente no limbo. Estava tudo preto. 

 — Você fez sim Shiinon-chan. Agora, por sua culpa nunca mais vamos poder vê-lo. - pude reconhecer a voz da minha Okaa-sama. 

 — Você é terrível Shiinon-chan. - após meu Otou-sama responder os olhos deles começaram a derreter mostrando as veias dos olhos.

 — Vão embora! Me deixem em paz… por favor... Não! A culpa não foi minha! Por quê vocês estão aqui?! Vocês não morreram! Meu pais nunca me chamariam de Shiinon-chan! Vocês não são meu pais! Quem são vocês e como sabem disso?! - eu disse olhando para todas as direções, na esperança de encontrar seja lá o que estiver se passando por meus pais.

 — Esperta como sempre. Você acertou, não somos os seus pais. Na verdade, fomos mandados aqui. - disse alguém já com uma voz diferente. 

 — Por quem? - eu perguntei, agora podendo ver os seus rostos, pois estávamos em um lugar totalmente branco. Os dois eram jovens homens que aparentavam ter entre 19 e 24 anos. Um deles tinha cabelos vermelhos, olhos verdes, tinha uma tatuagem no rosto e no pescoço e usava capuz. “— Muito parecido com Ayato, vou chamá-lo de Ayato 2‘‘. O outro tinha olhos violetas, cabelos pretos, usava um colar com um símbolo e também usava capuz. “— Vou chamá-lo de Desconhecido. ” — Isso não interessa. - disse o Ayato 2 se aproximando. 

 — Nós precisamos lhe contar um segredo. Se aproxime. - o Desconhecido disse, e eu me aproximei, e ele se aproximou de minha orelha, mas de repente, senti algo pontuado penetrar o meu pescoço fazendo uma dor agonizante se alastrar ali. 

 — O-o que é isso? - eu disse me afastando, pondo a mão em meu pescoço, vendo que o mesmo estava sangrando e que dois buraquinhos estavam onde se localiza a dor. Eu olhei na direção do Desconhecido e ele estava com sangue no canto da boca. Eu arregalei os olhos. 

 — Que gosto bom… - ele disse lambendo a ponta dos dedos, pois tinha um pouco de meu sangue ali. — Eu quero mais. - de repente os olhos dele ficaram com uma cor scarlet. 

 — Está confirmado? - Ayato 2 perguntou para Desconhecido. 

 — Sim, Shiinon-sama é ela… definitivamente. Sangue violeta, gelado, viciante e doce. Igual na descrição. - eles estavam conversando entre si. 

 — Bom, Shiinon-sama está na hora de te levar para casa. - disse Ayato 2. 

 — NÃO! Vocês tem que me dizer o que foi aquilo! - eu disse apontando para o Desconhecido que estava ainda lambendo os dedos. 

— O que vocês são?! 

 — Não está na hora de te revelar a nossa existência, Shiinon-sama. Tenha uma boa viagem. - ele disse e de repente eu me encontrei na cozinha. Olhei para o relógio de parede e vi que o tempo não havia passado é que os pratos que haviam sido quebrados estavam sobre a mesa intactos. 

 — O que foi aquilo? - eu disse sentando na mesa. 

 — O que foi o que? - Ayato disse entrando na sala. Ele estava com os cabelos molhados, usava uma blusa social branca, uma calça de moletom preta e uma toalha branca nos ombros. 

 — *cora* N-n-nada! Não ouve nada! Q-quer panquecas?! - eu disse nervosa estendendo o prato de panquecas. 

 — Claro. - ele disse pegando duas panquecas e pondo em seu prato.

 — Posso te chamar de Pankeki? Posso, certo? Legal. - ele disse comendo panquecas.

 — Amanhã não temos aula, certo? *come panqueca* 

 — Correto. *toma suco*

 — A prova para redefinir as nossas posições será daquia três dias, certo? *toma suco* 

 — Correto. *come panqueca* 

 — Você que vai fazer… será difícil? *come panqueca*

 — Para você... hum… talvez. *toma suco* 

 — *suspiro* Como assim para mim?! * come panqueca*

 — Eu quis dizer no seu nível. 

 — Como assim no meu nível?! 

 — *Suspiro* Para cada pessoa a definição de difícil é diferente! - ele disse cansado.

 — Eu sei! Mas por quê você disse que talvez seria difícil? Eu estou na segunda cadeira agora! - eu disse irritada.  

— Mas é só por quê eu expulsei a sua “amiga” do grupo! O seu conhecimento não mudou nada depois disso! - ele disse se levantando. 

 — Ta, ta, okay. Eu não quero brigar. - eu disse me levantando para lavar a louça. 

 — *suspiro* Deixe-me ajudar com isso. - disse ele vindo em minha direção na pia.

 — Não se preocupe. Só… trate de ir dormir. - eu disse colocando detergente na esponja. 

 — Não me dê ordens! - disse ele cruzando os braços. 

 — Estamos na MINHA casa! Quem manda nela sou eu! Se nós estivéssemos na SUA casa, você teria o direito de falar isso, mas NÃO! Então, suba agora, vá escovar os dentes e vá direto pra cama! - eu disse apontando para a saída da cozinha. 

 — Hai, Okaa-chan! - disse ele subindo as escadas debochado. Sem perceber um sorriso se formou em meus lábios. Após eu ter terminado de lavar a louça (uns 19 minutos depois de Ayato ter saído), eu fui em direção ao meu quarto e percebi que o mesmo já estava dormindo. *sorriso* Eu fui em direção ao meu armário sem fazer barulho nenhum, peguei meu pijama de panda que tem as mangas compridad, minhas pantufas de panda e fui para o banheiro. Fiz as minhas higienes e deitei ao lado de Ayato com a mais alta cautela para não acorda-lo. Logo depois de me aconchegar na cama eu senti abraçada pela cintura por Ayato e fui puxada para si, o mesmo ainda mantinha os olhos fechados. Fechei os olhos e comecei a pensar é refletir sobre tudo que havia acontecido hoje.

 1° - descobri que meus pais sofreram um acidente. 

 2° - Izumi... está em coma permanente. Mas, eu tenho certeza, ele dará um jeito de sair dessa, ele não desisti de nada sem lutar. Ele… tem que sair dessa. Que isso seja só um sonho Kami… o médico estava mentindo. - eu comecei a chorar baixinho.

 3° - Ayato parece um anj… dormin... cof cof cof! 

 4° - Ayato tem um irmão gêmeo. 

5° - Ayato é lind…dormin... cof cof!

 6° - Um Desconhecido furou o meu pescoço e começou a lamber os dedos com meu sangue. Meu kami, isso soa muito errado. 

 7° - QUEM ERAM AQUELES HOMENS?! O que eles queriam comigo? O que eles queriam dizer que eu sou ela? Aquilo aconteceu de verdade? - pus a mão em meu pescoço e vi que os furos ainda permaneciam lá. 

 8° - Okay, não foi um sonho.

 9° - Ayato deu um beijo no meu pescoço, disse: “ Boa noite, pankeki.” e logo depois fingiu que estava dormindo. 

 10° - Eu sei da verdade... eu matei Izumi, querendo ou não. 


Várias horas se passavam e eu não conseguia dormir. Na verdade passei o resto da noite em claro, me lembrando de cada lembrança que tive com Izumi, as tristes e as  felizes. 


Nunca esquecerei do meu pandinha... 




 Continua…


Notas Finais


Obrigada por ler até o final! Comentem sugestões e não esqueçam de favoritar! Até o próximo capítulo!


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