História Fogo Cruzado - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Seokjin
Exibições 17
Palavras 1.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei
Aqui vão entender um pouquinho do que o Tae passa e suporta.
Ate lá em baixo!
Boa leitura

Capítulo 7 - Nao aguento mais!


Fanfic / Fanfiction Fogo Cruzado - Capítulo 7 - Nao aguento mais!

Taehyung

Não aguento mais isso!

Não aguento ver minha mae sofrendo nas maos daquele velho.

Estava sobre tanta pressão que acabei desabando na frente de Namjoon coisa que nunca fiz na frente de meus amigos.

- Ta doendo hyung! 

Cá estou eu chorando nos braços de Namjoon, onde decidi vir depois do que me aconteceu

- O que dói Tae?

- Tudo!

- Me conta o que houve Taehyung para que eu possa te ajudar.

- Promete não contar a ninguém hyung?

- Primeiro preciso saber o que esta acontecendo!

Flashback on

Depois que acabou as aulas da faculdade  que foi por volta das 14:00 da tarde decidi ir embora já que não tinha nada pra fazer e como meu "padrasto"não estava em casa iria ter um pouco mais de sossego para brincar com a Sunhee e conversar com a minha Omma.

Ele esta em uma viagem de negócios segundo minha mae disse, nunca soube direito do que ele realmente trabalhava só sei que é um empresário que nunca pára em casa e quando fica me casa só acontece coisas desagradáveis principalmente quando estou em casa, por isso sempre procuro ficar no meu canto quando ele esta em casa.

Bom, quando cheguei em casa notei que tinha um carro estacionado em frente ao portão, mesmo estranhando decidi ignorar e segui pra dentro de casa todo alegre para brincar com a Sunhee, mas minha alegria acaba a partir do momento que vejo aquele desgraçado dentro de casa gritando e agredindo minha mae fisicamente coisa que nunca o vi fazer, antes só o via xingando sempre que Omma fazia algo que ele não gostava e ela sempre me impedia de interferir para que isso não ficasse pior coisa que já estava, pois para proteger ela e a Sunhee eu suportava as dores que ele me causava em silêncio.

Na hora não importei se iria apanhar mais do que já apanho, simplesmente entrei na frente impedindo que esse desgraçado continuasse.

- Sai da frente seu moleque atrevido!

- Nao deixarei você bater em minha Omma!

- Não se meta bastardo!

- O que você esta fazendo é uma covardia e isso não permitirei.

- Vadias merecem apanhar!

- Cala a boca! 

Simplesmente dei um soco em seu rosto que o fez cambalear pra trás não me importando com as consequências. Não admitia que falasse isso pra minha mãe, uma pessoa de bom coração e que nunca fez nada de errado pra ser tratada desse jeito.

- Pára meu filho! Minha mae segurava meu braço tentando me acalmar 

- Não posso Omma! Tenho que te proteger!

- E o que estou fazendo é para proteger meus filhos.

- Acha que esta nos protegendo se rebaixando a esse nivel, a ponto de ser agredida e humilhada?

- Você não entende!

- Entao explica para que eu entenda! Já sou grande o suficiente para te proteger e para saber do porque você casou com esse infeliz!

- Não posso, não ainda!

- Sai da frente pirralho, senao vai ser pior!

- Nao sairei! Já disse que não permitirei que bata nela!

- Omma, o que esta acontecendo?

Virei meu olhar para onde a voz estava vindo encontrando a pequena que deveria estar dormindo e acabou acordando com essa gritaria toda. Rapidamente minha mae limpou as lagrimas indo ate a pequena com um pequeno sorriso tentando disfarçar o ocorrido.

- Nada de mais, só estávamos tendo uma pequena discussão.

- É isso mesmo oppa?

Olhei para ela ignorando o velho ranzinza que teve a descencia de fingir para disfarçar, essa era a regra crucial entre essas discussoes, não meter a Sunhee no meio pois era uma criança e não tinha culpa de nada.

- É sim princesa, desculpa se te acordamos! Disse indo ate ela para dar um abraço bem apertado e espantar aquele clima tenso.

- Porque não vai com a mamãe lá fora brincar depois que ela preparar um café gostoso para você? Vi o Sr. Shin dizer com um sorriso para a pequena

- Mas queria brincar com o Oppa Appa.

Ele olhou para mim com um pedido em silencio que acabei entendo o recado.

- Seu oppa tem muita coisa da faculdade pra fazer e também esta muito cansado, então infelizmente não poderei brincar, mas amanha fico a tarde inteira com voce.

- Ahh! Promete?

- Prometo!  Precisava mentir para protege-la

- Então vamos pequena?

Vi a pequena Sunhee dar um sorriso enquanto descia do meu colo e saia correndo ate a cozinha, dei um pequeno beijo na testa da minha Omma para conforta- lá e não deixa- lá preocupada e subi ate meu quarto já prevendo o que iria acontecer. Joguei minha mochila em qualquer lugar indo ate o banheiro lavar meu rosto para me acalmar e não cometer uma loucura coisa que estava querendo fazer a tempos. Pouco tempo depois ouvi a porta sendo aberta sendo imediatamente trancada, voltei para o quarto o encontrando sentado com uma pequena caixa nas mãos.

- Hoje faremos algo diferente para a sua punição. Seu sorriso estava assustador o que me causou um arrepio de puro medo

- Como?

- Tira a roupa e feche os olhos ou quem sofrera as consequências não sera você!

Fiz o que me pediu ficando somente de boxer, fechei os olhos já me preparando, mas o que me surpreendeu foi ele puxando minhas mãos as prendendo com uma algema e isso me fez automaticamente abrir os olhos completamente confuso.

- Mandei você abrir?  Senti um estalo ardido no meu rosto 

- O que vai fazer? Disse olhando enquanto me afastava dele para a seringa que estava na pequena caixa que trouxera com ele

- Um pequeno teste! Disse me puxando com rapidez assim que notou o meu afastamento e acabou me jogando com brutalidade no chão. Tentei me livrar, mas com as maos presas era ainda mais difícil, quando vi senti uma picada na coxa direita o que ardeu ainda mais assim que o liquido da seringa passou para minha corrente sanguínea.

- Segundo pesquisas em minutos você ficara completamente imóvel, sentirá dor e tudo mais, mas nao conseguirá falar nem se mexer, ficará em um estado quase vegetativo por pelo menos 15 minutos.

- Por-qu-ee is-sso? Já sentia o líquido correndo em minhas veias, meu coração estava disparado, meu corpo já não correspondia aos meus comandos, sentia que tudo estava parando e que só podia olhar mesmo não querendo sem me mover.

- Para você aprender a não se intrometer pirralho! Respondeu dando um cintada com a fivela em minhas coxas que ardeu, outro mais forte foi desferido em minhas costas, não conseguia gritar nem me proteger, sentia impotente naquela hora! A cada golpe desferido em meu corpo, ouvia seus xingamentos que cortava minha alma, meu coração e minha mente. Somente poderia chorar e soltar alguns murmúrios baixos, sentia o sangue escorrendo em alguns cortes que já tinham sido feitos anteriormente e os de agora.

Tinham se passado somente 10 minutos que pareciam uma eternidade, senti que ele tinha tirado as algemas me colocando na cama de qualquer jeito, limpou meus cortes com alcool o que ardeu ainda mais, o que o fazia sorrir ainda mais.

Aos poucos sentia meus sentidos voltando, me sentia fraco e qualquer movimento doía, parecia que um caminhão tinha passado por cima de mim.

- Não ouse contar a ninguém sobre isso senão quem sofrera as consequências não sera você!

Assim que ele saiu, esperei um tempo e me levantei completamente fraco indo ate o espelho, me sentia horrível, meus olhos estavam vermelhos e ainda saiam lagrimas por causa da dor e humilhação. Tomei um banho para limpar esses machucado, coloquei uma calça de molentom, pois era mais larga, peguei uma blusa de mangas e um moleton grosso, fiz o possível para esconder meus machucados e passei maquiagem em volta dos olhos para esconder as marcas de choro. Peguei minha mochila da faculdade e simplesmente saí apenas avisando minha mae que não dormiria em casa inventando uma desculpa relacionado a faculdade.

Flashback off

- E como você é uma das poucas pessoas que não questiona os problemas dos outros decidi vir ate aqui, desculpa hyung por te incomodar! 

Ainda sentia as lagrimas caindo dos meus olhos enquanto falava tudo que estava entalado na minha garganta para Namjoon

- Não precisa desculpar, você poderia ter me contado isso antes para que eu pudesse pelo menos te ajudar.

- Só não tive coragem, por medo de ser julgado.

- Você sabe que nenhum de nossos amigos iria julgar e sim te dar apoio!

- Eu sei!

- Somos uma familia, lembre-se!

- Obrigado.

- Deixa eu ver seus machucados para que eu possa cuidar se preciso

Com cuidado tirei a blusa que aos poucos foi mostrando um pouco das marcas, seu olhar ficou espantado com o tanto de machucados que eu tinha, logo o vi levantar indo para dentro e voltando com uma caixa de primeiros socorros

- Esta sobre todo o corpo? Perguntou enquanto passava com cuidado um remédio nos ferimentos que ardiam

- Sim, por todo o corpo.

- Por isso sempre anda com roupas de mangas e largas para que possa esconder isso

Concordei com a cabeça enquanto o vi concentrado limpando e cuidando de mim como minha mãe fazia quando era pequeno. Sinto saudades daquela época onde éramos mais felizes e aquele velho não estava em nossas vidas

- Então, o que vai fazer?

Perguntou depois que fez os curativos necessarios ate mesmo em minhas pernas como um médico profissional.

- Não posso deixar minha mae sozinha nas maos daquele cara e nem a Sunhee.

Falei colocando a calça novamente e a camiseta

- Mas também não pode ficar naquele lugar sofrendo desse jeito.

- Aish! Não sei o que faço hyung. 

Estava perdido, tinha que escolher entre suportar a dor ou se livrar da dor só que tinha pessoas importantes para mim nesse jogo ate mais importantes que minha própria vida.

- Faça assim, fique um tempo aqui ate resolvermos isso.

- Mas e minha mãe? E a Sunhee?

- Ele não fara nada com elas e quando for pra ve-las vá com um dos meninos ate mesmo com o seu novo amigo Seokjin.

O que Namjoon disse era o mais sensato a se fazer, mas ainda assim...

- Não sei se tenho coragem de fazer o que me disse.

- É o melhor Taehyung, se continuar lá você vai surtar e sua mae pode desconfiar.

- Hm.

- Passe a noite aqui e amanha me de a resposta, ok?

- Sim hyung.

- Quanto tempo você sofre com isso?

- Não sei, acho que desde que a Sunhee nasceu ou antes.Realmente não lembro Namjoon!

- O fato de você não se lembrar pode ser devido aos traumas que sofreu, seria uma forma que seu cérebro usou para se defender dessas dores das lembranças.

- Como sabe dessas coisas?

- Gosto muito de ler Tae, alem disso, todos tem lembrancas das quais preferem esquecer.

Quando Namjoon disse isso, senti sua voz ficar sem sentimento e vi seu olhar ficar vazio como se estivesse vagando em seu próprio mundo de lembranças

- Você esta bem?

- Não se preocupe Taehyung! Bom, vou fazer algo para comermos e depois arrumo o quarto pra você dormir.

- Obrigado hyung mais uma vez.

- Pode contar comigo para o que der e vier. 

Realmente podia, confiava nele e nos meus amigos, ate mesmo no Seokjin que conheci hoje. Aquele garoto me passa uma confiança inexplicável, sentia que poderia contar com ele caso precisasse de apoio.


Notas Finais


Então?
O que acharam?
Que velho rabugento, não?
Sou muito má!
Ai meu core!
Tem muitas pontas soltas ainda, então aos poucos vou desenrolando a história, por isso prestem atenção nos detalhes.
Ate a próxima!


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