História Foi somente o acaso. - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
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Palavras 1.027
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais que Bósnia.....Chegou na parte que floreceu e morreu rapidamente.
;-;'
Boa sorte, ao lerem.

Capítulo 6 - Aula de alquimia ou......tragédia?


Lolla [Narrando]

Quando a peça acabou, o Lysandre me levou a um lugar da escola que eu nunca tinha visto antes.

- Lys, porque me trouxe aqui? – o lugar era cheio de flores, e até havia alguns coelhinhos brancos correndo por todo lado, até parece que estavam felizes por algo.

O Lysandre sentou no chão e me chamou para sentar ao seu lado.

Vários coelhinhos foram até o Lysandre, muitos brincando em volta de suas pernas, e um no seu colo.

Eu segurava o único filhote de pelos negros, que estava quase dormindo tranquilamente em meus braços.

- Hum, ele gostou de você. Sabia que ele é o mais.... sossegado? – ele disse apontando ao coelho.

Assenti.

- V-você poderia ficar com ele? Minha coelha teve seus filhotes aqui, porém, eu não dou conta de todos... – ele disse pegando rapidamente o coelhinho que estava quase caindo na lagoa.

Sorri.

- É....eu fico com ele. – falei observando o meu novo amiguinho dormindo em meus braços.

Ele sorriu para mim de volta.

Me despedi do Lysandre, deixando-o sozinho com seus coelhinhos atentados.

Meu pequeno coelho de pelos negros ainda dormia tranquilamente em meus braços.

Quando meus pais me viram com aquele coelho fofinho, só bastava pedir bastante.

No fim, eles aceitaram a ideia.

Resolvi chama-lo de Nevra.

Deixei o Nevra com a minha mãe e fui procurar a Socrátes, que deveria estar com o Nathaniel.

Encontrei-os conversando com um garoto que eu sinceramente nunca vi antes....

- Huh....Socrátes? – falei me aproximando.

- Oi Lolla! Ah, esse aqui é o Kentin. Lolla, Kentin; Kentin, Lolla – ela sorriu.

- Olá Lolla. – o tal Kentin olhava no fundo dos meus olhos.

- O-oi.... – dei uma pausa de constrangimento. Logo o Armin chegou.

- Olá seres, Lolla, quero te apresentar o meu irmão. – ele me puxou até uma árvore oca, onde um garoto de cabelos azuis estava sozinho, mexendo em seus cabelos.

- ALEXY! – o Armin gritou.

- Eu hein....Pra que isso? – o Alexy se aproximou.

- Essa é a Lolla.

- Ah, a famosa Lolla.... – ele sorriu – O Armin tem falado muito de você, de como seus olhos eram peculiarmente azuis, ele dizia que quando olhava para você ele mergulhava em mar de amo.... – o Armin pisou no pé dele.

-EI! – o Alexy gritou.

Sorri.

- Foi um prazer lhe conhecer Alexy, mais eu estou de saída. Tchau, Armin , estou indo buscar a Socrátes.

Dei meia-volta e fui novamente até Socrátes, Nathaniel e Kentin, que ainda conversavam.

- Socrátes, é hora de ir... – falei.

- Ah.....Tchau Kentin, tchau Nath.

Eu dei minha mão á ela e assim fomos de mãos dadas até a mamãe o papai.

Chegamos em casa depois de passar no Pet Shop, para comprar coisinhas para o Nevra.

 

Socrátes [ Narrando ]

 

Acordei sentindo o sol no meu rosto. Não era ruim, era uma sensação boa.

Logo em seguida, ouvi a Lolla espreguiçando-se.

- Bom dia Lolla... – falei.

- Bom dia, Socrátes querida.

Sorri.

Nos vestimos e fomos para a escola. Foi um sufoco ter que deixar o Nevra em casa, eu queria realmente traze-lo a escola.

- Lolla, você pode me deixar no....huh, grêmio? Eu quero falar com o Nath.

- Ok....Mais antes, você tem que me dar explicações para que eu não fique com ciúmes. – ela riu.

- Ai, ai.....Eu meio que estou namorando com ele.... – minhas bochechas começaram a “queimar”.

- Onwt.....Eu tenho um cunhado!

- Para Lolla....

- Ok, ok....Te deixo aqui agora.

- Ok.

Ela abriu a porta e eu entrei, e logo alguém me abraça por trás.

Como sempre eu procuro os cabelos para saber quem é, e se forem macios com nuvens, é o Nath.

- Oi, cabelos de algodão.

- Oi Socrátes. – ele me girou no ar como o de costume, e acabou que ele me encostou na parede, passando a mão de leve no meu cabelo.

- Eu te amo tanto, Socrátes dos olhos azuis quase cinzas....

- Eu também te amo, cabelos de algodão.

Ali mesmo, ele me beijou intensamente.

 

 

Lolla [ Narrando ]

 

Fui até a sala de alquimia com o Lysandre, e ficamos lá até o sinal tocar.

O Nathaniel e a Socrátes foram os últimos a entrar, e para completar e deixar o meu dia alegre, ele estavam com os dedos enlaçados.

Ele levou ela até mim, e sentou-se atrás de nós, com o menino de cabelos-ruivos-não-naturais.

- Já conseguiu seduzir esse abobado aí? – o menino de cabelos-ruivos-não-naturais se aproximou do ouvido da Socrátes.

- Quietinho, inspiração. – ela balbuciou.

O professor entrou na sala nos pedindo para colocar os jalecos, e assim fizemos.

Eu percebi que o Armin estava com uma menina loira, e a coisa não estava dando certo, eles discutiam mais do que tudo, até que a menina loira colocou alguma coisa dentro do pote de vidro com líquido verde que fez uma fumaça pavorosa, nos fazendo ter que sair as pressas da sala.

O Nathaniel pegou a Socrátes rapidamente, o que me fez ficar aliviada.

Quando todos estávamos do lado de fora, percebi que ela não estava lá, e perguntei para o Nathaniel, que também não sabia onde ela estava.

Eu comecei a me desesperar, todos me impediam de entrar lá dentro para salvar a Socrátes.

O Lysandre teve de me levar ao jardim-de-lágrimas, sempre me impedindo de ir até Socrátes.

Despois de desistir, eu encostei a cabeça em seu peitoral e chorei desesperadamente, só ouvindo minha mente em desespero, e os batimentos calmos do Lysandre.

 

Socrátes [ Narrando ]

 

Eu esqueci a minha bengala. Eu soltei a mão do Nath, e fui sozinha para a sala, eu queria fazer isso sozinha.

Porém, eu me debati em milhões de coisas, umas eram líquidas, que depois de um tempo ia queimando e ardendo muito, mais eu tinha que continuar.

Eu achei a minha bengala, mais o ruim seria voltar.

Ouvi passos dentro da sala.

- S....ocorro! – falei, tossindo e esfregando os olhos.

Senti duas pessoas me levando até a saída, alguém me deu alguma coisa para eu cobrir o meu nariz e a minha boca, eu estava sem ar.

Quando saímos, olhei para os lados, e vi meu mundo girando, até que novamente....Tudo preto.


Notas Finais


DESCULPA! -q


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