História Food, a bottle of beer and her - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blindspot
Personagens Jane Doe, Kurt Weller
Tags Blindspot, Jeller
Visualizações 12
Palavras 2.302
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oneshot baseada em fotos do episódio 2x12, ou seja, de acordo com o que estava acontecendo na historia/série quando foi escrita/publicada no Nyah!

Espero que gostem! ❥

Capítulo 1 - Capítulo Único - Drunk of love


— Pensei que você pudesse querer companhia. — diz Jane assim ele abre a porta.— Eu trouxe comida. Também pensei que você pudesse estar com fome. — ela olha para o saco com comida que está em seus braços e sorri. No FBI, Jane viu que Kurt havia levado para casa, uma caixa que poderia conter alguma pista sobre o motivo pelo qual Sandstorm tinha tanto interesse nele, e sabia que ele ficaria mergulhado nisso até encontrar algo.

— Pensou certo, como sempre. — um enorme sorriso se formou em seus lábios. — Entre. — diz pegando o saco de comida das mãos dela. Ela entra e fecha a porta atrás de si.

— Eu estava analisando aqueles arquivos. — diz ele indo para a cozinha, sendo seguido por Jane.

— Algum progresso?

— Não. — responde frustrado, colocando a comida em cima do balcão um pouco brusco demais. — Continuo no escuro e sem saber exatamente o que procurar também. O que mais me irrita é não termos qualquer coisa que nos dê algu...

— Ei, ei! — Jane o interrompe estendendo a mão e pegando as cervejas antes que ele as derrube. — Calma. Nós vamos descobrir. Só precisamos analisar mais e ter um pouco de paciência também.

Kurt respira pesadamente, fechando os olhos. Jane aperta sua mão, dando-lhe apoio.  Não se lembrar de onde ele reconhecia a voz de Shepherd e não ter nenhuma pista sobre o porquê ele é tão importante para Sandstorm, o deixava louco e ter Jane ali, oferecendo seu apoio e ajuda, era uma das únicas coisas que o acalmava. Eles ainda não haviam recuperado totalmente o relacionamento que tinham, mas estavam no caminho e estavam indo muito bem, gradativamente recuperando o espaço que nunca deixaram de ocupar no coração e na vida um do outro.

— Obrigado. — diz ele após alguns instantes, abrindo um riso discreto ao ver Jane manter a cerveja longe dele para que ele não as derrubasse. — A cerveja e eu estamos muito gratos pela sua presença.

— Estou fazendo isso apenas pela cerveja. — Jane abre um sorriso sarcástico, fazendo Kurt cruzar os braços e rir, enquanto ela leva as cervejas para a mesa. — Vamos aos arquivos.

A noite avança enquanto eles analisam pastas, arquivos e qualquer coisa que pudesse conter alguma possível pista que talvez eles tenham deixado passar sobre qualquer ligação de Kurt com Sandstorm ou o motivo pelo qual ele é tão importante para eles. Jane está folheando um álbum que encontrou em uma caixa junto várias coisas da juventude de Kurt na escola militar, até que encontra uma foto que a faz parar. — Esse é você?

— O que? — pergunta Kurt vindo cozinha com mais cervejas que havia ido buscar. A foto é de Kurt em sua época na escola militar, juntamente com alguns colegas de sua turma. Ele está de uniforme, quepe militar e exibe uma cara séria.

— Tão sério desde sempre. — diz Jane rindo levemente e admirando Kurt em sua juventude, com o mesmo ar de seriedade que ele possui agora. — Aposto que as garotas adoravam.

— Eu nunca fui o pegador. — diz Kurt tomando um gole de sua cerveja. — Havia um garoto, James, ele era o pegador, não eu.

— Duvido. Aposto que o cargo era disputadíssimo por vocês dois. — Jane ri, passando mais algumas folhas. — E aposto também que você não aceitava bem quando ele roubava momentaneamente seu título.

Kurt abre a boca para responder, mas ao receber um olhar questionador de Jane, acaba apenas rindo, confirmando o que ela havia dito. Imaginar Kurt competindo por garotas no colegial e namorando escondido na escola militar, a faz revirar os olhos e sorrir. Jane continua vendo as fotos, e fazendo-o falar sobre a escola e a academia, até que encontram algo que possa ser útil se Patterson puder ajudá-los: uma mulher ao longe, na linha de visão de Kurt, que parecia estar observando-o em duas fotos, mas a foto parecia ter sido cortada e estava em baixa qualidade.

Decidindo dar uma pausa, após olharem mais algumas pastas, eles vão para a cozinha comer. Jane havia trazido burritos, sua nova comida favorita desde que ela havia saído para correr em uma madrugada e havia encontrado um food truck funcionando. Sandstorm, uma possível ligação entre Shepherd e Kurt e Roman ainda preso no FBI, a deixavam a beira de um ataque de ansiedade praticamente todas noites, e a única coisa que a fazia recuperar sua estabilidade, era correr.

Eles comem enquanto conversam sobre casos, sobre comidas favoritas e sobre coisas aleatórias. Ao terminarem, Kurt começa a lavar a louça, enquanto Jane enxuga e guarda, sendo direcionada por Kurt, que se diverte ao vê-la se movimentar por sua cozinha, perdida em seus armários.

— Eu tenho certeza que você poderia guardar seus pratos em um lugar mais acessível. — diz Jane se esticando para poder guardar um prato no armário acima da pia.

— E eu tenho certeza de que você vai acabar caindo daí se continuar escalando a minha bancada. — diz Kurt rindo ao fechar a torneira e oferecendo apoio para que ela desça.

— Voltamos ao arquivos então? — pergunta Jane pegando a cerveja que Kurt oferece a ela.

— Acho que podemos encerrar por hoje. — diz Kurt. A frustração é nítida em sua voz. — Não tem nada lá.

— Lamento não termos encontrado nada concreto. — Jane diz. — Sei o quanto não saber porquê Sandstorm tem tanto interesse em você o deixa louco.

— Ao menos temos aquela foto. Com sorte ela nos trará alguma possível pista. — diz Kurt. — Mas eu diria que a noite foi ótima. A comida estava deliciosa e você está aqui.

— Eu disse que esses burritos eram maravilhosos. — diz Jane. — E a companhia realmente não é de todo ruim. — completa ela abrindo um enorme sorriso, um pouco sarcástico e o encarando, incapaz de desviar o olhar dos olhos dele.

— Tenho permissão para melhorar ainda mais essa noite? — pergunta Kurt deixando a cerveja em cima da pia, olhando diretamente em seus olhos mas ocasionalmente desviando o olhar para sua boca.

— Esse é você ou a bebida falando? — Jane sorri mordendo o lábio, seu olhar fazendo o mesmo trajeto que os de Kurt nela.

— Esse é alguém sóbrio, apenas levemente encorajado pela bebida, mas que na verdade não aguenta mais essa distância entre nós. — Ele se aproxima, parando a alguns centímetros dela, fazendo-os ficar frente a frente. — Alguém que percebeu que não consegue mais ficar longe de você, sem sentir teu cheiro, sem te tocar..

Kurt coloca a mão no rosto de Jane, fazendo o que queria fazer desde que ela chegou e talvez seja pela bebida, ou por não conseguir mais negar a eletricidade que fluia entre eles sempre que estavam no mesmo ambiente, Jane fecha os olhos, esquecendo o mundo e sentindo apenas a mão quente de Kurt em seu rosto.

— Kurt, nós... — ela começa a dizer ao sentir Kurt aproximar o rosto do dela, mas logo sendo interrompida por ele.

— Jane... — ele coloca a ponta dos dedos delicadamente em sua boca, a impedindo de falar. — Por favor. Eu acho que já passou da hora de nós resolv...

— Você nem sabe o que eu iria falar. — em sua vez de interrompê-lo Jane abre um sorriso irônico, cruzando os braços e desviando o olhar para as cervejas em cima do balcão. Ela se estica para pegá-las e entrega a de Kurt a ele. — Eu ia dizer que antes de fazermos outra coisa, não podemos desperdiçar uma cerveja tão boa como essa.

Kurt abre um sorriso malicioso pegando a cerveja da mão dela e ri, virando-a em sua boca e secado-a de uma só vez. Jane o observa, tomando pequenos goles, até que faz o mesmo com sua cerveja, enquanto um sorriso permanece em seus lábios. Ao terminar, coloca a garrafa vazia na pia, ao lado da de Kurt.

— Eu não acredito que você conseguiu pensar em cerveja enquanto eu estava prestes a te beijar. — diz Kurt colocando as duas mãos na lateral do balcão e prendendo-a em seus braços.

— Prioridades. — responde Jane dando de ombros, fazendo um esforço para manter as mãos ao lado do corpo e não em Kurt, que se inclina ainda em direção a ela, mantendo os rostos deles apenas a alguns poucos centímetros de distância.  

— No momento, minha única prioridade é essa. — diz ele finalmente fechando a distância entre eles e com um só movimento, colando a boca na dela.

Sentir o gosto de cerveja e Kurt, é uma combinação inebriante que Jane não pensou que fosse sentir em um futuro tão próximo, dado como estava a relação deles, mas a verdade é que mesmo com tudo o que acontece entre eles, o amor e a atração um pelo outro, é algo que não podem e não conseguem negar e ambos sabiam que eventualmente isso acabaria acontecendo.

— A cerveja consegue ficar ainda mais gostosa quando misturada com o sabor da sua boca. — diz ele interrompendo o beijo e passando a roçar levemente os lábios nos dela, chupando levemente. Kurt enlaça a cintura dela, os conduzindo para o sofá, enquanto ri, dando vários selinhos nela.

— Ah é? — diz ela com um sorriso no rosto, se deixando ser conduzida por ele e aproveitando para chupar seu lábio inferior ao receber os selinhos dele. — Mas acho que chega de cerveja por hoje, ok?

— Concordo. — ele sustenta o peso dela, fazendo deitar no sofá juntamente com ele, e permanece pairando sobre ela, suas pernas na lateral do seu corpo.

Sem nunca tirar os olhos dos de Jane, ele leva a mão até a barra de sua camisa e a ergue, tirando-a pela cabeça. Apenas sentir a mão dele roçando em seu corpo, é o suficiente para que arrepios percorram todo o corpo de Jane, fazendo seu desejo por ele crescer ainda mais. Rapidamente, estão os dois apenas com roupas de baixo. Kurt se abaixa e passa a depositar beijos por sua barriga e vai subindo, intercalando os beijos com chupões e mordidas leves, o que faz Jane gemer de prazer e a excitação dos dois aumentar cada vez mais.

Ele se abaixa ainda mais, deslizando a calcinha lentamente pelas pernas dela, fazendo seu corpo se arquear contra o dele, que aproveita o movimento para desabotoar o  sutiã dela, deslizando-o pelo seus braços. Um arrepio percorre o corpo de Kurt ao ver o desejo nos olhos de Jane, ligeiramente mais escuros, tomados pelo prazer.

Kurt leva suas mãos aos seios dela, contornando demoradamente as tatuagens que ali estão, levando-a a loucura.

— Você tem certeza? — pergunta ele com corpo pairando sobre o dela após tirar o restante de suas roupas.

Jane assente com a cabeça, olhando-o nos olhos e devolvendo-lhe a  pergunta.

— Você tem certeza? — replica ela olhando fixamente nos olhos dele. — Disso. Nós.

 Kurt toma a mão de Jane que estava em seu peito e deposita um beijo na palma. — Sim. Tenho.

— E quanto ao nosso... Passado?

— É apenas isso. Passado. — Kurt diz enquanto brinca com os dedos da mão dela. — Se ficarmos presos a ele, corremos o risco de não viver o presente... — ele morde a ponta do dedo anelar dela. — E podemos perder a chance de construir um futuro.

A menção da palavra futuro faz Jane sorrir como não sorria há tempos e ao ver esse sorriso no rosto dela, Kurt teve a certeza de que estava fazendo a coisa certa. Jane se inclina para beijá-lo, estimulando-o a continuar, e lentamente, ele se coloca dentro dela, começando a se movimentar.

As mãos dele percorrem o corpo dela, explorando cada centímetro, enquanto as mãos de Jane faz o mesmo com as costas dele. Seus movimentos são firmes, fortes, mas de alguma maneira, sem nunca perder a suavidade. Nos movemos em perfeita sincronia, como se nossos corpos tivessem sido feitos um para o outro. A medida que o prazer vai aumentando, o corpo de Jane passa a se mover em um ritmo próprio, Kurt intensifica seus movimentos para acompanhá-la, penetrando-a cada vez mais fundo, o que faz Jane cravar as unhas em suas costas. Querendo-o cada vez mais junto de si, Jane enlaça a perna ao redor da cintura dele, puxando-o contra ela, Kurt acelerando seus movimentos.

Não demora até que ambos sintam o clímax se aproximando, e apenas algumas estocadas depois, Jane sente a onda de prazer crescer dentro de si até que parece explodir em mil pedaços de puro prazer, gemendo o nome dele. Isso basta para que Kurt também atinja o orgasmo, soltando um gemido rouco e profundo, se libertando.

Jane começa a desenhar círculos nas costas dele e durante algum tempo, eles permanecem calados, apenas concentrados na respiração ofegante um do outro. Assim que suas respirações se normalizam, ele sai de dentro dela, se acomodando com ela no pequeno sofá.

— E então, o que faremos agora? — pergunta Jane se aconchegando nos braços dele e virando a cabeça para encará-lo. — Acho que temos mais algumas pastas para analisar antes do sol nascer.

— Acho que temos coisas melhor pra fazer antes do sol nascer. — diz Kurt beijando o pescoço dela, fazendo-a se contorcer e arrepiar pelas cócegas que sua barba fazem nela.

Jane solta uma gargalhada e o empurra de leve com o ombro, mas o efeito é exatamente o oposto, porque Kurt reforça seu abraço em torno dela, querendo trazê-la sempre para mais perto de si.

— Mas depois, pastas. Temos aquela foto que você disse que pod-- — diz Jane sorrindo contra a boca dele quando ele a interrompe com beijos.

— Sim senhora. — murmura Kurt rindo e começando a distribuir selinhos rápidos e leves pela boca e pescoço dela, não querendo desperdiçar nenhum segundo juntos.

Jane ri, entrelaçando seus braços ao redor do pescoço dele e deixando um beijo quase em sua orelha. Naquele momento, ouvindo sua risada e sentindo seu beijo, Kurt poderia jurar que não importava Sandstorm ou o que quer que ele tivesse que enfrentar. O som da risada e o beijo dela, eram as únicas coisas que ele precisava para viver. E agora, ele os tinha.


Notas Finais


E então, gostaram? Espero que sim, e espero que não queiram me matar por não ter sido assim na série HAHAHAH

Comentem, me digam o que acharam, gritem, e ok, assumo a culpa pela ilusão que escrevi ❥


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