História Fools - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Topp Dogg, VIXX
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Ken, Kidoh, Leo, Rap Monster, Suga, V
Tags 2jin, Bts, Fools, Jikook, Keo, Namjin, Vmin, Yooseok
Visualizações 267
Palavras 3.367
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É um pássaro? Um avião?
Não, é a autora com cara de vergonha soltando o capítulo e voando para as colinas pra fugir das pedras por ter demorado demais -de novo-

Capítulo 32 - Capítulo 32


Acordar e sentir aqueles braços em torno de mim era como um sonho, mas melhor ainda era saber que aquilo era a vida real.

Acabei sorrindo involuntariamente quando senti o abraço apertar levemente e logo em seguida a voz rouca de Namjoon se fez presente, me provocando os primeiros arrepios do dia, tanto por conta do tom grave gostoso de sua voz quanto pelo ar quente que foi de encontro a pele da minha nuca.

- Bom dia meu amor. – Meu sorriso se alargou ainda mais.

- Bom dia amor. – Era tão bom poder chamar e ser chamado daquela forma por ele.

Namjoon começou a distribuir selares por minha nuca, fazendo mais e mais ondas de arrepios inundarem meu corpo.

Confesso que aquilo estava me animando de certo modo.

- É tão bom acordar com você em meus braços. Sentir a tua pele quentinha junto a minha, teu cheiro gostoso, ouvir tua voz rouquinha de sono, ver como você é lindo até acordando. – Ao mesmo tempo em que o mais novo falava, ele tocava meu corpo, inspirava, beijava e mordia levemente meu pescoço. – Saber que te excito com meus toques.

Foi então que ele chegou ao ponto do qual nem eu mesmo havia percebido já estar “acordado”.

Namjoon passou a estimular meu membro, me fazendo gemer baixinho.

- Fizemos isso há poucas horas atrás... – Pronunciei a frase fracamente devido as sensações que o outro me causava.

- E por acaso isso nos impede de fazer novamente? Ou você não quer? – Disse o mesmo já esfregando sua recente ereção em mim.

Não contive meu corpo de reagir àquilo e passei a rebolar em busca de mais contato.

- Claro que eu quero. – Respondi com a voz trêmula.

- Ah Jin. Fiquei tanto tempo longe que poderia passar o resto dos meus dias só fazendo amor com você de tanta saudade que eu tive do seu corpo e de você por inteiro.

- Seria maravilhoso. Mas o senhor se esqueceu de que eu tenho uma filha que precisa de mim também? – Me virei para ele, sorrindo e selando seus lábios.

- Como poderia me esquecer da pequena Min? – Ele sorriu e me puxou para cima de si, beijando-me e acariciando minhas costas até chegar em minha bunda, a apertando e me fazendo gemer contra sua boca.

Os amaços começaram a evoluir e eu já me encontrava extremamente excitado e necessitado de Namjoon, que, pelo volume gritante existente em sua cueca, não estava diferente.

Porém, nossa brincadeira matinal fora interrompida pelo toque estridente de meu celular, que estava em algum lugar desconhecido por mim naquele momento.

Após uma busca acirrada e um Namjoon sedento para me atacar, consegui encontrar o pequeno aparelho rosa.

- Alô? – Atendi sem nem mesmo olhar quem era antes.

- Oh Jin, te acordei? – A voz de minha omma então soou pela linha.

- Não, eu já estava acordado. Aconteceu algo? Onde está a Min?

- Oh filho, não aconteceu nada, querido. A Min está aqui, estamos saindo de casa e indo para aí. Ela está com saudades do appa dela, não é querida?

- Appa quero ficar com o senhor! – Então a voz de minha pequena fora ouvida por mim, me fazendo sorrir automaticamente.

- O appa tá com saudades princesa, estou te esperando.

- Estamos a caminho filho, até mais.

- Até omma.

Então a ligação fora encerrada.

Namjoon, que estava agarrado a mim, porém parara de me atacar, me encarou em expectativa após eu deixar o celular em cima da cômoda ao lado da cama.

- Era minha omma e minha filha. Estão vindo pra cá. Vem, vamos tomar um banho. Elas estão a caminho e chegarão daqui a pouco.

Puxei o mais alto em direção ao banheiro.

Tomamos um banho calmo, onde trocamos carícias e beijos amorosos.

Eu me sentia tão bem com ele ali, perto de mim e me tocando daquele jeito quase devoto. Era maravilhosa a sensação que sua pele quente provocava em todo o meu ser, desde o arrepio na epiderme, até o acelerar do coração e da respiração.

Namjoon era uma parte de mim que eu havia recuperado e rezava para nunca mais perde-la.

 

 

 

 

 

 

 

~ ∞ ~

 

 

 

 

Pouco tempo depois de sairmos do banho e nos arrumarmos –com Namjoon vestindo uma roupa que ficava larga em mim- ouvi a campainha tocar.

- Meu amor! – Minha omma me atacara com seu super abraço de urso –bem semelhante ao de Taehyung por sinal- e entrara em seguida em casa.

-Appa! – Agora fora a vez de minha pequena cria vir correndo e pular em meu colo.

A abracei, cheirando seus cabelos com aroma de morango que eu tanto amava. Min tinha um cheiro tão caracteristicamente seu que exalava por onde passava.

- Princesa! Como foi o fim de semana na casa da vovó? O appa sentiu tanta saudade de você meu anjo. – Enchi de beijinhos aquele rostinho rechonchudo e macio, provocando risadas na pequena em meu colo.

- Foi ótimo appa. A gente cozinhou, fiz bolinhos pro senhor, espero que goste. – A pequena me contava animada.

- Com certeza estão deliciosos e eu vou amar, afinal você é minha filha e tem o dom do appa na cozinha. – Disse orgulhoso, provocando mais uma risada gostosa de minha pequena e ganhando um beijo estalado no rosto.

Assim que saí da bolha que formara com minha filha, percebi o clima tenso que se instalara na sala de minha residência.

Minha progenitora encarava o homem alto que estava em pé em frente ao sofá –o qual, anteriormente, estávamos sentados aguardando a chegada de Min e trocando carícias.

- O que ele faz aqui Seokjin? – A voz de minha omma era séria e tinha um certo toque de raiva.

- Omma, vamos conversar com calma, ok? – Falei com uma certa tensão na voz, porém tentando permanecer calmo, afinal Min ainda estava em meu colo e eu não queria que a pequena presenciasse algo desagradável, que imaginava vir logo, logo.

Pus a pequena no chão e me abaixei para ficar à sua altura.

– Meu anjo, por que você não vai guardar suas coisas lá no seu quarto e ver desenho enquanto o appa apresenta o tio Nam pra sua avó? Prometo que daqui a pouco eu vou lá com você e vamos provar desses bolinhos deliciosos que você preparou, ok?

Minha filha assentiu encarando-me sorridente, o que me deixou um pouco mais aliviado, já que não queria que aquele clima a afetasse.

- Posso dar um pro Joon oppa também? Eu fiz o bastante pra todos nós. – Sorri carinhosamente para ela.

- Claro que pode meu amor. Agora vá lá que eu já vou.

Min sorriu e passou a se encaminha em direção às escadas, mas antes parou ao lado de Namjoon e o puxou para um abraço.

- Olá Joon oppa! – Dera, então, um beijo, igualmente estalado ao que havia me dado.

- Olá princesa, senti saudades. – O mais velho dera um beijo em sua testa e, então, ela se dirigiu ao seu quarto no andar superior.

Assim que o som de porta se fechando fora ouvido, suspirei cansado.

Seria uma conversa exaustiva. Eu sabia disso apenas por olhar a expressão severa de minha omma e a tensa de Namjoon.

- O que esse homem está fazendo aqui Seokjin? – Minha progenitora repetiu a pergunta que fizera anteriormente. Ela não me encarava e sim a Namjoon, que desviou seu olhar e abaixou a cabeça.

A cena fizera meu peito apertar e a vontade de ir até ele abraçá-lo era enorme, porém me limitei a caminhar até estar ao seu lado.

Podia sentir a tensão exalar do corpo do mais alto –agora- ao meu lado.

Respirei fundo e entrelacei sua mão a minha, sentindo-a pegajosa e suada. Ele estava nervoso, mas isso já me era óbvio, afinal até eu estava.

- Omma – Encarei a mais velha que me devolveu o olhar –agora levemente confuso. – Eu perdoei o Namjoon e nós... bem... nós voltamos.

- O que? – A confusão aumentou em seu semblante.

- Voltamos omma. Namjoon e eu estamos juntos. – Pude sentir meu corpo tremer levemente por conta do nervosismo, então senti minha mão ser apertada e encarei o homem ao meu lado.

Namjoon, naquele momento, com aqueles olhos lindos, me passou a confiança que eu estava deixando se esvair de dentro de mim. Ele recarregou meu fôlego para o que viria e eu lhe agradeci com um sorriso.

- Como “voltaram”? Filho, você esqueceu o que esse homem te fez passar? Toda a dor e o sofrimento que você teve que enfrentar por culpa dele? Esqueceu que ele te traiu?! – Ela se exaltou um pouco, porém se lembrou da neta no andar superior e baixou o tom de voz.

- Omma, tudo não passou de um grande mal-entendido...

- Mal-entendido? Mal-entendido Seokjin? – Ela rira contrariada. – Ele te trair foi um mal-entendido agora? Me poupe se você acreditou em algo que esse daí te disse. Ele te enganou uma vez, quem garante que não tá te enganando de novo?

- Senhora, eu nunca enganei seu filho e, muito menos, o traí. Eu amo o Jin, sempre amei e sempre vou amar. – Namjoon se dirigiu a minha omma pela primeira vez desde que ela e Min haviam chegado.

- Me poupe da sua ladainha seu moleque! Você não passa de um fingido que se aproximou de nós, nos conquistou para apenas usar meu filho no fim. – Suas palavras eram ácidas e rancorosas. Confesso que nunca vira minha omma falar com alguém daquela forma. – Você não tem ideia do quanto ele sofreu por sua culpa. Se não fosse por meu falecido genro, ele poderia ter entrado em depressão por conta de um moleque mimado e imaturo feito você.

- Já chega Omma! – Acabei me exaltando por conta das palavras que saíam da boca da mais velha. Namjoon não merecia ouvir aquilo. Não agora que eu sabia a verdade sobre tudo. – Ele nunca me traiu, omma, nunca me usou e nem nada disso. Ele apenas foi vítima de uma péssima circunstancia assim como eu. Namjoon também sofreu com tudo o que aconteceu. Ele fora vítima da armação de uma menina mimada e fútil que queria o que não tinha a qualquer custo. No dia em que fui a casa dele, essa menina armou toda a situação que a senhora já sabe, mas o que a senhora não sabe é que ele nunca dormiu com ela. Ele apenas tentou ajuda-la e ela se aproveitou da boa ação dele pra simular que haviam dormido juntos para eu pensar isso.

- E o que o impediu de te contar tudo isso? – Via em seus olhos que ela ainda não acreditava no que eu dizia.

- Meu appa. – Então Namjoon voltou a falar. A voz saíra um pouco baixa e bastante afetada, provavelmente pelas palavras ácidas de minha omma, anteriormente proferidas. – Ele não aceitava minha sexualidade e certo dia me pegou com o Jin no meu quarto e quase bateu no seu filho. Eu fiquei apavorado só com a ideia de ele bater no Jin e não queria que ele sofresse por minha culpa, por culpa do nosso relacionamento, mas não foi somente isso que me fez não contar a verdade pra ele e ainda fingir que estava namorando com a Sune. Meu appa trabalhava pro appa dela e quando a viu em casa deduziu que estávamos juntos e que eu havia “superado” aquela minha fase com o Jin. Também acabei descobrindo que ele estava doente e isso tudo acabou impulsionando minhas ações e tudo o que a senhora deve saber.

- Você foi um covarde. – Ela o encarou duramente.

- Não omma. Ele não foi covarde. Ele apenas fez o que achava certo para me proteger e poupar seu appa que estava muito doente. Sabe o que ele tinha, omma? Ele tinha câncer. Namjoon perdeu seu appa do mesmo modo que eu perdi o Hyo, omma. – Não pude conter as lágrimas que escorreram por meu rosto. – Ele sofreu o que eu sofri omma. Encarou sozinho toda a barra que eu encarei, porém com o seu apoio e o dos familiares do Hyo. Em nenhum momento Namjoon fora covarde, omma.

A mais velha tinha seus olhos arregalados e nos encarava alternadamente.

Namjoon me puxou contra si e percebi que também chorava.

Eu sabia que era dolorosa toda aquela história. Lembrar de tudo aquilo.

Ele fora tão julgado e não teve apoio durante muito tempo.

Confesso que não queria fazer minha omma se sentir mal por suas palavras. Eu a entendia, ela era mãe, só queria o bem e proteger seu filho de quem o fazia mal. Longe de mim querer fazê-la sofrer com minhas palavras, eu só queria que ela entendesse o que havia acontecido e soubesse a verdade sobre os fatos.

Eu estava disposto a iniciar um novo relacionamento com Namjoon e não queria que minha omma fosse contra.

Eu queria que ela fizesse parte dessa nova etapa da minha vida e que se desse bem com o homem que eu amo.

- Omma. – Ela pareceu despertar do mundo de pensamentos em que estava e me encarou perdida. – Eu entendo toda a sua reação e o fato de você não acreditar no Namjoon, mas é a verdade omma. A senhora entende?

- Ele... Então... Ele nunca traiu...?

- Não omma, nunca.

- Aish! – Ela bagunçou seus cabelos curtos em sinal de clara confusão.

Eu a compreendia. Era muita coisa para se absorver e entender.

- Namjoon. – Após um longo período de um silêncio extremamente desconfortável, minha omma se pronunciara novamente.

- Sim, senhora Kim.

- Se você machucar meu filho ou fizer ele derramar uma ínfima lágrima sequer, eu te capo!

- Omma!

- Eu tô falando sério!

Um sorriso brotou em meus lábios e no de Namjoon. Sorriso de alívio e felicidade.

- Eu prometo que só farei o Jin sorrir e se for chorar será de felicidade, eu prometo senhora Kim. – Namjoon se aproximou da mais velha e a abraçou, surpreendendo a mesma, que depois de um tempo o abraçou de volta.

- Eu tô de dando meu último voto de confiança, ouviu garoto?

- Sim, senhora. Prometo fazer valer a pena.

- Obrigado omma! – Abracei a mulher mais baixa que eu e senti o cheiro gostoso que emanava de seus cabelos.

- Eu só quero te ver feliz, meu filho.

- Pode apostar que eu estou omma.

Sorrimos um para o outro.

Definitivamente ela é a melhor mulher do mundo.

 

 

 

 

~ ∞ ~

 

 

 

 

 

 

Após a saída de minha omma -que, mesmo com minha insistência em fazê-la jantar conosco, recusou ficar, dizendo que tinha algumas coisas para resolver- fui, juntamente com Namjoon, falar com minha filha e provar o famoso bolinho que ela fizera.

Abri a porta do quarto devagar e vi minha pequena brincando com suas bonecas em um chá da tarde muito bem organizado.

- Pensei que tinha feito esses bolinhos pra mim. – Encenei uma cena dramática com direito a bico e tudo, provocando risos em minha pequena cria e uma risada anasalada no homem que estava atrás de mim.

- São pro senhor e pro Joon oppa, appa. – Min se levantou e puxou Namjoon e eu para fazermos parte daquele chá.

Nos sentamos no chão, juntamente com a pequena, que nos deu um bolinho para cada.

- Hum, que delícia meu amor.

- Definitivamente você puxou ao seu appa, princesa. Está uma delícia.

- De verdade? – Confirmamos e fomos bombardeados com a felicidade da pequena cozinheira. – Appa, eu vou ser igual ao senhor quando crescer!

- Não, Min, você será melhor que eu. Será a maior cozinheira da Coréia!

- E a mais bonita. Basta se dedicar e ir em busca do seu sonho. – Complementara o mais novo.

Vi a pequena corar e sorri, logo beijando sua bochecha.

- O papo tá bom, o chá tá ótimo e o bolinho estava espetacular, mas tenho que descer e preparar o jantar.

- Até rimou appa! – Min começou a rir, sendo acompanhada por Namjoon e eu.

- Aish! Pequena observadora.

Me levantei e desci para fazer o jantar, deixando a dupla mais nova brincando no quarto de minha filha.

Após preparar a refeição, já lá pelas oito da noite, fui chamar os dois no andar superior e acabei me deparando com uma das cenas mais lindas que já vira na vida.

Min estava deitada com a cabeça no peito de Namjoon, assistindo a um episódio de Masterchef que reprisava na TV, enquanto o mais velho dormia com a boca, levemente, aberta.

Entrei no quarto, chamando a atenção da pequena que apenas se limitou a me olhar.

- Appa! – Sussurrou animada. – O oppa ronca muito alto, quase não consigo ouvir o que eles estão dizendo. Por sorte eu já assisti a esse episódio.

Acabei rindo com seu comentário e despertando o mais novo, que acordou meio desorientado.

- O jantar já está pronto? – Perguntou me encarando perdido, me fazendo rir ais ainda. – O que foi?

- Você estava impedindo minha filha de assistir ao seu programa favorito.

- Hã?

- Você ronca muito alto oppa. – A pequena se pronunciou, sorrindo em seguida e abraçando o maior. – Mas não me importo. Você é muito fofo dormindo.

O loiro então corou e a cena ficou ainda mais linda do que eu imaginava ser possível.

- Venham, vamos jantar. Lave o rosto e desça Namjoon.

Ele assentiu e se dirigiu ao banheiro que havia no quarto de Min.

Enquanto eu colocava a comida no prato de minha filha, o mais alto adentrou a cozinha sorrindo meio envergonhado pelo episódio do ronco.

Sorri para si e o mandei sentar.

- Senta do meu lado oppa!

- Claro princesa.

Assim todos sentamos em nossos respectivos lugares e passamos a apreciar de uma boa refeição –claro! Fui eu quem preparou.- em meio a uma conversa leve e animada.

Em certo momento o silêncio se fez presente, porém era um silêncio confortável, que pouco tempo depois fora interrompido por minha filha.

- Appa.

- Oi meu amor.

- O senhor e o Joon oppa estão namorando?

Namjoon acabou se entalando por conta da pergunta e eu fiquei um pouco surpresa.

Min dera leves tapas nas costas do mais alto, que agradeceu assim que parou de tossir.

- De onde você tirou isso?

- Ah, é que vocês agem como os namorados da TV. Naquele dia no parque e das outras vezes que o Joon oppa te olha também.

- E como ele me olha? – Comecei a me interessar pela visão que a menina tinha daquela relação.

Namjoon estava mais que vermelho e calado ao lado da pequena.

- Ele te olha como se o senhor fosse... fosse... como se o senhor fosse o prêmio do Masterchef e ele o finalista do programa.

- E como é esse olhar?

- Ah... É um olhar brilhante. Parece que o senhor é muito importante pra ele. Que ele te ama muito.

Agora a vez de corar e ficar em silêncio fora minha.

- E você está certa Min. – Encarei Namjoon. – Eu amo o seu appa e nós somos namorados.

- São?

- Somos?

Perguntei ao mesmo tempo que Min.

- Somos.

- E quando foi que você me pediu em namoro? – Olhei irônico para ele.

- Agora. – Então Namjoon se levantou e pegou minha mão e a de minha filha. – Kim MinHye, você me concederia a honra de ser o namorado do seu appa?

Vi, naquele momento, os olhos de minha filha brilharem e ela assentir firmemente.

- Sim!

- Agora... Kim Seokjin, você me concederia a honra de ser seu namorado?

O encarei e, de propósito, demorei um pouco para responder.

- Aceita appa! – Min já estava quase em pé na cadeira.

- Sim. – Sorri e logo em seguida fui abraçado com tamanha euforia que quase caio da cadeira.

- Eu te amo meu amor. Eu amo vocês! – Namjoon então se direcionou a minha pequena e a abraçou e lhe encheu de beijos, provocando seu riso.

Então voltou até mim e me beijou, surpreendendo-me.

- Namjoon! – O empurrei. – A Min.

- Não esquenta appa, eu já vi muitos beijos na TV.

Namjoon rira alto.

- Aish! Acho que vou ter que começar a regular essa sua programação na TV mocinha! 


Notas Finais


GENTE MAIS UMA VEZ ME PERDOEM PELA IMENSA DEMORA EM ATUALIZAR T.T
Eu vivo enrolada nessa minha vida ><
Espero que me entendam, não me abandonem e me digam o que acharam do capítulo ^^
Amo vocês <3
Beijooooooooos!


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