História For a long time! - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Lésbica
Exibições 3
Palavras 527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Survival, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Ela é...


                      Camila

Depois que li a carta para a Laura, eu não esboçava nem um sentimento. Peguei o pacotinho da carta, e tinha mesmo uma foto lá.

_ Não tem apenas uma foto aqui Laura. _ havia também uma chave.

_ O que isso abre?

_ E melhor a gente não descobri isso agora. Vamos descancar amanhã descobrimos.

Tirei todas as coisas da cama e dormimos,  eu dormi na cama com ela essa noite...

                      Laura

Mais um mês passou, e ainda não descobrimos o que a chave abre. Devido às fisioterapias já consigo andar bem, mais tenho que usar a muleta ainda. Envolvi a Fábi nesse negócio da chave e ela tá me ajudando um pouco, pois decidimos nos afastar por alguns dias.
Sentei na varanda de casa para pensar um pouco, a Camila ainda não está em casa, ela vai vim mais ainda não sei quando.
Fechei o olho e fiquei pensando,  quando escutei o barulho de uma moto parando em frente da minha casa.

_ Moto... Garagem... Garagem isso a garagem. _ abri o olho e me surpreendi ao ver Camila descendo da moto. _ Essa chave, e da garagem...

_ Garagem?

_ Minha mãe nunca me deixou entrar na garagem, essa chave só pode ser de lá Camila.

_ Vamos lá então.

Levantei e fui sem a muleta mesmo até a garagem que era atrás de casa.(sim a garagem era atrás de casa por que a nossa casa dava a para as duas ruas).

_ Eu não sei o que pode ter aqui dentro, mais eu tenho que entrar.

Abri sem medo, quando fui entrar minha mãe veio vindo.

_ Não Laura não faça isso.

_ Eu não sou mais uma criança mãe!  Eu mereço saber, chega de segredos.

Abri a porta e tudo lá estava coberto por uns panos. Olhei para o canto na parede e tinha uma folha lá.

_ "Não faça mal uso dessas coisas... E por favor não estraga minha pretinha." Essa minha mãe era engraçada. _ li e olhei para a Camila.

_ Ali, deve ser uma moto, mais nas paredes teremos que descobrir para saber o que é.

_ Falando em moto, não sabia que você dirigia uma.

_ E... ela também estava enferrujando na garagem. _ olhei pra ela e sorri, nisso me lembrei de Fábi.

_ Acho que vou ligar para a Fábi, eu não sei se ela sabe dessas coisas também.

Liguei para a Fábi, e meia hora depois ela apareceu, sentamos em uma banquinho que tinha ali dentro e a Camila ficou de pé olhando as paredes.

_ Ela ainda está viva.

_ O que?

_ Nossa mãe... _ olhei pra ela sem acreditar e deixei uma lagrima cair.

_ Você, você só você sabe que é a sua não gosto de mentiras, e veja so voce vem mentindo para mim todos esses anos. _ falei entre soluços.

_ E que você não entende Laura.

_ Mais e lógico vocês não explicam!

Ela abaixou a cabeça e nisso eu me levantei e fui até a parede que estava coberta e tirei o pano de lá. Eram armas, coletes e mais alguns armamentos.

_ Ela e...



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