História For All Stars - Capítulo 6


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Castiel, Drama, Gravidez, Romance
Exibições 71
Palavras 1.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Se estiverem gostando favoritem e comentem. ... isso me deixaria muito feliz meus amores ♡♡

Capítulo 6 - Capítulo VI


Fanfic / Fanfiction For All Stars - Capítulo 6 - Capítulo VI

Eu permaneci um longo período de tempo no Grêmio junto com Nathaniel o ajudando com algumas papeladas enquanto conversávamos. Não estava com vontade de ir para a aula hoje então pedi uma autorização para ir para casa alegando que não me sentia bem.

Quando cheguei não encontrei ninguém em casa isso me trouxe um grande alívio. Ainda não sabia como encarar minha mãe e contar para ela que eu estava grávida. Fui para o meu quarto e tomei uma longa ducha para esfriar minha cabeça e deitei na cama para pensar no que eu ia fazer de hoje em diante. Sou tirada dos meus pensamentos quando o meu celular começa a tocar era Rosa me ligando, não estava com vontade de atender, por isso desliguei o meu celular. Com certeza ela não iria parar de encher o saco enquanto não descobrisse o que houve  mas no momento eu não quero falar com ninguém.

[.......]

Acordei assustada com o barulho de coisas sendo quebradas e vozes vindo da cozinha. Eu acabei dormindo enquanto pensava no que falar para minha mãe. Me levantei e fui até lá ver o que era. Ao chegar ao cômodo me escondi e pude ouvir uma discussão de minha mãe e seu marido e pelo jeito o motivo da discussão era eu.

- Pra mim já não dá mais! Eu não vou continuar criando uma bastarda ingrata que não é minha filha . - Augusto dizia .

- Só espere ela completar 18 anos está bem! por que infelizmente eu sou responsável por ela até lá e tenho certeza que ela por si só não vai querer continuar aqui. Ela nos detesta!

Às vezes eu acho que ela não é minha mãe como pode me odiar tanto sendo eu, sangue do seu sangue. Eu não entendo de onde vem tanto ódio. Eu só queria ser amada por minha própria mãe e ter carinho materno, uma coisa que eu nunca tive. Eu acho que é melhor aproveitar a oportunidade para contar a ela agora já  que seu marido está  junto dela e os dois estão  sempre de mau humor, então não vai fazer diferença.

Resolvi entrar na cozinha e demorou um certo tempo para que eles me notassem ali.

- O que é essa enxerida quer aqui. Ninguém nunca te ensinou a não ouvir a conversa alheia ?

Eu permanecer calada parece que tudo que eu planejei para dizer evaporou da minha mente. Eu estava sem reação.

- O que você quer aqui garota? cai fora não está vendo que estamos discutindo um assunto sério.

- mãe precisamos conversar e o que tenho a dizer também é sério. Posso  até dizer que é muito mais sério do que essa conversa que vocês estavam tendo.

- então desembucha garota que eu não tenho o tempo todo. Ao contrário de você pessoas aqui trabalham para sustentar essa casa. - o seu mau humor só fez eu querer adiar mais ainda o assunto. talvez não fosse a hora mais apropriada para dizer isso a ela.

Sou tirada dos meus pensamentos com um tapa na cara. eu estava incrédula. como aquele otário teve coragem de me bater.

- Anda logo sua fedelha! Ninguém aqui tem tempo para suas palhaçadas. - lágrimas começaram a escapar. Já  conseguia imaginar qual seria a reação deles.

- mãe por favor me prometa que não vai ficar brava comigo e que você vai fazer o possível para entender o meu lado...

- O que você aprontou garota desembucha logo . - sou interrompida por minha mãe nem consegui terminar a minha frase.

- Ok eu vou dizer logo de uma vez! Quando fui na última festa de Rosalya acabei ficando bêbada e fui pra cama com um garoto. Isso acabou resultando numa gravidez indesejada. - eu estava de cabeça baixa e não parava de chorar. - Mãe eu estou grávida! por favor me ajuda, eu não quero passar por essa barra sozinha.

- Você está grávida? - Augusto perguntou.

- Sim eu estou !

- Pois saiba que aqui você não fica! Já basta ter que criar você sua bastarda vadia não vou criar mais um lixo repugnante como você aqui e ainda por cima escutar o Choro estridente de criança fedelha. É você ou eu nessa casa! Marina escolhe é eu ou ela e você sabe que ela só está acabando com nosso casamento não é? - Augusto disse tentando driblar minha mãe. Eu só chorava, não tinha voz para nada, apenas aguardei o seu veredito.

- Pegue suas coisas e vai embora daqui! Você não é a filha que eu criei sua vagabunda!  Eu não te ensinei a sair por aí fazendo filho. pensasse nas consequências muito antes de sair por aí danto para qualquer um. Some daqui. você não dorme mais aqui nem mais um dia sequer. - ela disse virando as costas para mim e saindo da cozinha junto com seu marido que olhou para mim uma última vez e deu um sorriso diabólico.

O que eu faria agora na onde eu iria morar? Não tenho dinheiro, não tenho trabalho. O que vou fazer agora que carrego um filho na barriga ainda por cima.

Fui para o meu quarto e comecei arrumar uma pequena mala com minhas roupas outra hora viria buscar o resto. Então liguei meu celular e comecei a olhar meus contatos pensando em quem eu iria recorrer.      No começo pensei em Rosalya mas por mais que seus pais gostassem de mim eles nunca iriam assumir a responsabilidade por uma de menor que ainda por cima se encontra grávida. Então logo pensei em Alexy mais não conhecia sua família muito bem e não sabia se seria uma boa idéia pedir abrigo a ele.

Fiquei um bom tempo pensando em quem  poderia me ajudar até que lembrei de minha tia Agatha. Faz muito tempo que não conversávamos mas lembro que ela morava nesta cidade e ela sempre foi muito carinhosa comigo . Quem sabe ela não me acolheria em sua casa?

Fui até a sala e procurei seu número na agenda telefônica. Assim que encontrei subi para o meu quarto e liguei para ela. Logo ela atendeu e ficou feliz com minha ligação. Expliquei minha situação para ela e pedi se por obséquio ela deixaria eu morar com ela. De imediato ela disse que sim e pelo jeito fixou muito feliz pois disse que já viria me buscar mais que demoraria um pouco por ser longe daqui. Eu disse que tudo bem que aguardaria ela chegar.

[........]

Era nove da noite quando minha tia chegou. Ela conversou um bom tempo com minha mãe e as duas pareciam descutir. Logo em seguida o silêncio reina e escuto batidas na porta do meu quarto.

- Vamos querida? Sou eu sua tia! - pulei da cama e fui até a borda abrir. Logo mimha tia me abraçou e me ajudou com as malas já que decidi levar quase tudo pra não ter que voltar aqui depois.

- Vamos tia! - pelo retrovisor do carro vejo o lugar onde eu morei por muito tempo ficar pra trás e junto dele a pessoa que um dia eu já cheguei a amar. 


Notas Finais


Vocês estão gostando amores? ?

♡ * . * ♡


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