História For my country - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Adelaide Kane, Austin & Ally, Laura Marano, R5, Reign
Personagens Francis II of France, Laura Marano, Louis, Prince of Condé, Mary, Queen of Scots, Ross Lynch, Rydel Lynch
Tags Auslly, Casamento, Época, Frary, História, Raura, Reign
Exibições 29
Palavras 4.296
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ooi eu voltei !!!!!!!!!! Demorei um pouco eu sei mas é por causa da escola e sim estava sem ideias........Enfim...
Esse capítulo bom é importante para história que eu estou pensando e me inspirei na fanfic O mundo de Reign.
Sugestão de hj : Fanfic Lost Boys

Capítulo 5 - O plano


Fanfic / Fanfiction For my country - Capítulo 5 - O plano

França 1573​

 

As cortinas foram abertas e pude sentir os raios solares invadirem todo o aposento.

-Desculpe-me majestade, foram ordem expressas da rainha-mãe que vossa senhoria tomasse sol.- Revirei os olhos em um leve desdém. Pude ver minhas criadas se entreolharem ao perceberem a presença de Austin ao meu lado na cama. Corei, fiquei em um tom quase imaginável. O que será que elas estavam pensando? De qualquer forma não importa. Sorri e levantei-me, com o movimento brusco e a claridade ele também acordou

Bom dia senhorita!-  Austin disse.  Sorri novamente.

Oi! Esta mesmo um belo dia, agora levante-se. -Ordenei em um tom mais brincalhão do que autoritário. Ele levantou-se, e despediu-se com um leve beijo em minha testa.

-Te vejo no desjejum, Ally - Ele acenou e saiu do quarto.

Levantei-me também e as criadas pentearam meu cabelo, ajudaram-me a se vestir -Um vestido simples, mas que não deixava de ter um "tom incrível de azul"-Irei tomar o desjejum com todos no salão. - Falei. A porta foi aberta abruptamente revelando minhas quatros amigas - Oi! - disse sorridente.

- Olá, minha senhora! - Fizeram reverência e eu rolei os olhos pelo jeito formal do cumprimento. Provocação.

 -Andem logo vossa graça anseia se juntar aos outros no desjejum. -Brinquei  

-Claro, vossa majestade. - Ri. 

Chegamos ao salão, onde a mesa já estava montada, meu pai se sentava na ponta e minha mãe em outra como era de se esperar - Eles se entreolhavam e sorriam - sentei-me ao lado de Austin, ficando assim de Frente para vovó Catherine e à esquerda de Jhon, minha mãe sorriu ao ver minha escolha de assento apenas dei de ombros e sorri minimamente para ela.

 - Sentiu minha falta? - Austin sussurrou.

 - Não! - Ri baixo ao ver sua feição sem graça. - Você é muito convencido. Por quê sentiria sua falta?

 - Eu sou irresistível. - Assegurou. Revirei os olhos. -Você está no poço da enganação. -Ele revirou os olhos. - Quero lhe mostrar um lugar. - Disse um pouco mais baixo. Ele sorriu e balançou a cabeça positivamente.

Meu pai pegou uma taça e tocou-a com um garfo, foi emitido um som e nossa atenção se voltou a ele. Começou a falar          .- As terras do novo mundo são importantes para França, suas obras primas são muito úteis para nós. Temos disputado elas com espanhóis, portugueses, holandeses e ingleses. Tivemos um acordo e uma aliança com a Inglaterra por causa de vosso casamento Ally, estamos deleitosos com ele, se formos bem sucedidos em nosso jantar teremos a ajuda dos espanhóis. Quero mostrar meu apoio a Inglaterra e a teu casamento Ally, que toda a França está feliz. Temos teu apoio Austin para o banquete?

-Claro! Vossa Graça. Acho que seria ótimo para os negócios tanto para Franceses como para Ingleses

. - Os espanhóis chegaram primeiro a corte. Convidei também para a pandega Elisabeth I e Luuy de Condé, os reis da Inglaterra. -Gelei. Minha mãe ficou estranha durante o restante do café. Estranhei o seu gesto. Estou nervosa, meu nervos estão a flor da pele, meu coração está acelerado e só consigo pensar em Elisabeth e como assustadora ela pode ser.

Conhecerei minha sogra, tudo tem que ser perfeito eu tenho que ser perfeita. Isso me assusta. O café por fim ficou todo agitado por conta do banquete, Vovó Catherine deu várias ordem aos criados para o preparativo, mamãe não opinou, estaria com medo,assim como eu de Elisabeth?

Eu fui para o meu quarto, não estava animada, agitada, ou tampouco empolgada com o festejo, estava nervosa.

- Quero ficar sozinha - disse às criadas, elas se retiraram, avistei o diário em minha escrivaninha, o peguei, me aconcheguei na cama e comecei a lê-lo. Uma página aleatória, às vezes se era o mesmo dia que estávamos, era assim que eu o lia

. "Os dias no convento tem demorado para passar. Na maioria do tempo me pego pensando no castelo e nas pessoas que lá deixei Como será que eles estão? Têm sentido minha falta? As coisas poderiam ser pior, mas eu fiz uma amiga, Kenna, a única que não liga para minha coroa. Estou feliz por a ter conhecido"

"Kenna de todo o jeito queria ler meu diário, mas de forma alguma deixaria ela ler, eu a conheço a pouco tempo e isso é muito pessoal, me sinto constrangida pelas coisas que escrevo. Hoje foi diferente, não foi a mesmice de sempre, o convento estava agitado, ficamos sabendo que receberíamos a visita de um garoto - o único garoto que nos visitou até hoje - Ele é o Príncipe de Condé. Todas as garotas estão ansiosas e agitadas para conhecê-lo, querem ficar no mínimo apresentáveis.

Está uma correria, chega a ser cômico ver as madres agitadas com os preparativos para a recepção do príncipe. Eu e Kenna temos com isso um descanso e podemos nos divertir."

O pai de Austin e minha mãe já o conhecia. Por que não comentou nada comigo? Novamente acho sua omissão estranha. Um tanto curiosa.

" O garoto chegou, ele é como eu achei que seria, irritante, repugnante e, advinha, implicou comigo. Insultou-me com suas palavras grossas, julgou-me ser esnobe, acredite me chamou de infantil, não aceitei seus insultos e o belisquei, claro que aquele insolente tinha que abrir a boca e esgoelar isso resultou em que eu ficasse de castigo, terei que rezar 10 aves-maria e 5 pai-nosso por conta de minha conduta desrespeitosa e ainda pior de tudo irei ajoelhar no milho durante três dias. 

Eu sei que eu fiz algo errado e não quero que se repita desde que ele não me provoque. Madre Ellen veio conversa comigo pelo que eu fiz ao garoto, no princípio achei uma tempestade em copo d' água, mas no fim acabei percebendo o quão imatura eu fui, me arrependo, não posso ficar tendo esse tipo de atitude caso contrário porei a mim e a  Escócia em perigo. Não vejo a hora que o príncipe de Condé vá embora simplesmente não o suporto, não tenho controle sobre meus atos quando estou perto dele, sua antipatia é tremenda que escurece até mesmo os dias alegres da primavera"

Não pude deixar de rir das atitudes infantis de minha mãe, ela não pode reclamar muito das minhas. 

-Por que está rindo? -Escuto a voz de Austin e pulei para trás por conta do susto 

- Você parece ter o prazer de me assustar. - Resmunguei. Ele deu de ombros e não se importou em desculpar-se. Revirei os olhos. - Está pronto para irmos?. - Perguntei.

-Sim! Onde iremos midady?

-Visitar uma amiga. - Disse. Ele suspirou em desânimo.

-Precisaremos sair escondidos? Prefiro coisas proibidas. - Ele disse um tanto empolgado. "Por isso que tenho uma amante" completei em minha mente.

-Não precisamos - Forcei um sorriso. Por que eu estou brava? - Até uma parte do caminho - Completei e sai do quarto sendo seguida por Austin.  Dois guardas nos acompanharam por ordens da minha mãe. 

Na carruagem conversamos sobre a festa que daremos, estava nervosa, conhecer a sogra não é algo tão fácil, ainda mais se tratando de Elisabeth I.

Estava curiosa sobre o que minha mãe tinha escrito em seu diário,Condé, será que Austin sabia algo sobre essa época da vida de seu pai? Arrisquei.

-Austin seu pai lhe contou algo sobre a época que esteve no convento. -Esqueci a sutileza. Ele olhou-me confuso.

Deveria ter perguntado a minha mãe, mas algo me diz que ela não quer falar sobre isso.

-Sim, ele me falou, mas como você sabe disso?

-O diário da minha mãe.-expliquei- parece que ela o conheceu.

-Ah Claro! Mary. Ele me disse que nessa época, a do convento, fora apaixonado por uma garota de cabelos negros e de aparência angelical, mas, com um espirito voraes e flamejante. Tenho uma leve suspeita pelo relato que seja Mary I. - Eu também. Poderia ser minha mãe a garota por quem Condé fora apaixonado? Ela o correspondeu?

Chegamos ao local onde Agnês estava escondida. Os guardas já não nos seguiam mais, a pedido meu.

Bati duas vezes na porta e ouvi o barulho de caixas e caadeiras serem empurradas, ouviu-se também o barulho de trancas e a porta foi aberta minimamente.

-Agnês sou eu, Ally. - disse em um sussurro e a porta abriu-se. Entramos rapidamente.

- Oi Ally! - Agnês pareceu aliviada- Estava com medo que fosse a Guarda Suíça para recolher indulgência.

- É revoltante que ainda façam isso, ninguém pode pagar pelo perdão. É dom gratuito de Deus. -Vociferou Austin, Agnês olhou confusa "Ele é meu noivo" expliquei a ela

-Austin eu sei que a Inglaterra rompeu com o Vaticano e não tens nenhum amor pelo clero, mas respeite minha religião e a do meu país. -Reprovei-o veementemente.

-Perdoem-me a falta de tolerância de minha parte, meu espírito protestante falou mais alto. - Disse um tanto constrangido pela sua atitude grosseira de mal dizer minha crença.

-Tudo bem, desejo que isso não venha a acontecer novamente - assentiu. - acalmem-se e escutem-me com grande atenção. Agnês não está segura aqui- ela assentiu -pois bem, tenho um plano para levar-te ao castelo -Austin olhava-me confuso - Logo explicarei tudo a ti - direcionei-me ao rapaz de madeixas loiras - pensei o seguinte, em algumas semanas estarei indo contigo à Inglaterra - Austin concordou- e, seria um bom pretexto para levá-la ao castelo como uma de minhas ladys, que porventura fui presenteada pela rainha sua mãe.

-Ela fala inglês? - Foi esta sua pergunta.

-Sim, mas de uma forma diferente, bem incomum e é ai que está o problema- Ela não fala como um escocesa ou inglesa fala algumas palavras que nunca vira antes, fala como se não fosse daqui, de fato não é. Há alguns dias atrás ela apareceu em meu quarto sem que lhe fossem aberto janelas ou porta. Eu mesma estava lá e vi ela surgi de uma névoa, com roupas e sapatos que nunca tinha visto em toda minha vida. Ela veio do futuro, acredite em mim Austin, não estou ficando louca e tenho como lhe provar.

-Como? - Perguntou em tom incrédulo.

-Trouxe com ela também um livro que contém toda a linhagem antes e depois de nós, em duas versões, uma que meu pai morria conforme a profecia e a outra que está sofrendo alterações. Ela sabe das. coisas que sucederão, por que ela vivia naquele tempo.

-Então por que tu voltaste ao passado - Perguntou o rapaz que custava a acreditar em minhas palavras a Agnês.

-Por causa do que você irá fazer.

-E o que será?

-Trará Ally de volta a vida, tenho que o impedir.

-Estas blefando ou possuída por demônios. - Austin soou áspero.

- Sei que parece loucura, mas não é. Escute, tenho sonhado com a tua morte e a morte de Harry, por quem tenho sentimentos, procurei Nostradamus e o próprio me disse que verei a morte de quem eu amo, podes não acreditar, mas eu acredito, ele preveu a morte de meu pai e meu tio Charles, você sabe que meu tio é morto e meu pai chegou a morrer mas foi trazido de volta a vida  por Delphine,eu te imploro, aconteça o que acontecer não me traga de volta a este mundo sombrio me deixe descansando.

- Como pode ter tanta certeza que eu morrerei ou você? Não podes dizer essas baboseiras, você sabe muito bem como uma boa católica francesa que é, que só Deus pode revelar o futuro. -replicou ele.

-Eu tenho uma alta convicção de que isso acontecerá, veja a minha pele pálida, você bem sabe do meu estado doentio e que só me resta a morte e Deus também nos deixou profetas, mas o meu fim está certo.

-Por favor não digas isso, eu não perderei você, por favor Ally não repita mais essas palavras - Austin disse em um tom de voz triste e com os olhos marejados. Senti uma batida do meu coração falhar

- Eu não essas palavras cortantes, se você prometer-me que não tentará nada caso minha morte venha a ocorrer - Austin me abraçou.

-Por favor não me diga isso, eu me apaguei a você, és minha melhor companhia.

- E você a minha.Para o teu e o meu bem não repetirei, mas lembre-se sempre, um dia eu irei partir.- Eu senti que iria chorar, estou tentando aceitar o fato de que logo irei deixar quem eu amo.

Forcei um sorriso, me separei do abraço de Austin.

-Prometa-me. -Pedi em um tom baixo.

- Eu prometo.

-Voltarei muito em breve aqui Agnês para lhe dar detalhes do plano.

- Eu esperarei. - garantiu.

- Vou te trazer roupas novas da próxima vez, tome esses ducados, dará pra se manter até lá. Até minha amiga. - a abracei rapidamente e me despedi.

Austin se despediu cordialmente é saímos do casebre. Andando pelas ruas pude ver melhor meus futuros súditos, a França havia melhorado com o reinado de meus pais, mas faltava algo, união talvez, perceberem que somos franceses, huguenotes, católicos, artesãos, camponeses, mas acima de tudo humanos.

-Queria que todos nós tivesse-mos a chance de traçar nosso próprio destino - Exclamei em um suspiro.

-Seria perfeito, mas talvez a chance de podermos decidir tudo em nossa vida seria pior, não sabemos diferenciar o bem do mal.

-Entendo que somos imprudentes, mas me parece injusto Eu ter nascido em um "berço de ouro " e outros nascerem em "becos sujos."

-Isso é injusto, mas não podemos mudar o passado apenas podemos melhorar nosso futuro. Ally, você pode dar isso a eles, mude o futuro deles seja uma grande rainha. Se preocupe com todos camponeses e nobres, não agrade a todos, mas faça o correto

- Eu tentarei sem o melhor que eu puder ser. Tenho medo de não conseguir, mas tenho certeza que você estará do meu lado quando eu cair.

-E você do meu. - Austin sorriu graciosamente roubando-me um sorriso.

Chegamos até onde estava a carruagem, eu usava roupas de camponesa, novamente fora preciso, não queria que fosse necessário, mas não sei quão insegura as ruas podem ser.

- Eu acho um bom plano. - Austin sussurrou pra mim.

- Foi a melhor ideia que tive para ajudar Agnês.

-Tem meu apoio, apesar de não estar muito seguro sobre ela é veracidade de sua história.

-Apenas confie em mim.

- Eu confio - sorri. A viagem não era longa, mas levava vários minutos até o Castelo, decidi matar o tempo jogando conversa fora.

-Vanessa chegará amanhã.

-Esta nervoso?

-Não,apenas com medo de que meus sentimentos por ela não sejam mais os mesmo. Uma princesa da França tem ocupado meus pensamentos ultimamente. - Ele olhou diretamente em meus olhos, não consegui olha-lo e desviei, suas palavras fizeram meu coração disparar e uma corrente elétrica percorrer todo meu corpo.

-Por que isso te deixou com medo? - Foi a única coisa que consegui dizer.

-Porque ela está apaixonada por outro. Isso me chocou. Austin estava se declarando? Me testando? Zombando de mim? Ou queria saber de meus sentimentos?

Me mexi desconfortavelmente no assento e tentei falar algo educado.

- Isso é triste certamente, mas ela não tem culpa pelas coisas que sente. Ninguém tem. -Tentei criar a melhor frase que pude - Austin você está confuso, esta com saudades da Condesaa e tem passado muito tempo em minha companhia. - Ele se aproximou e sussurrou novamente em meus ouvidos "Talvez Ally, mas você tem sido meu melhor sonho".Isso me deixou irritada, porque eu sabia que ele estava blefando, afinal foi ele quem convidara a Condessa de Sauve para corte. Eu não sabia porque ele está brincando comigo e meus sentimentos. Somos amigos, um dia seremos marido e mulher, mas não quero apressar as coisas agora . Austin não está apaixonado por mim, ele não pode estar eu não posso.

Busco em minha mente Harry, eu o amo acredito nisso, mas tudo está tão difícil e confuso para mim. 

-Fico feliz ao ouvir isso, pois é sinal que estás tendo bons sonhos. - Digo convencida e ignorando sua última fala.

-Diria que estou tendo belíssimos sonhos com um anjo.

-Obrigada! - Disse constrangida. Faça uma piada ordenei a mim mesma, por que isso só pode ser uma brincadeira dele.-Pensava que tu sonhavas com a Condessa despida- Polegares de Deus que frase assombrosa, és a pior coisa que poderia ter dito em todo os séculos.

- Não sou tão pervertido assim anjo. - Engoli em seco e, sorri nervosamente. 

Tentei organizar todos os meus pensamento para formar uma frase coerente. Austin poderia estar se apaixonando por mim, eu poderia, não  poderia?  Afinal, Austin é atraente, gentil e extrovertido, uma ótima companhia, não é errado eu estar me apaixonando pelo meu futuro marido, errado é eu estar querendo me encontrar com Harry na Holanda. 

- Ally você parece um pouco incomodada com a minha confissão, eu sei que você ama a Harry, não quero que me corresponda apenas que me escute. - Estou longe de estar um pouco incomodada. 

- Não estou incomodada -menti. -Apenas acho que não pode estar gostando de mim, porque me disseste que amava Vanessa a poucas semanas e isso não pode ter mudado. Então não se declare para mim.

-E não mudou eu a amo e nunca vou deixar de amar , por isso a chamei na corte, para lhe a arrumar um bom marido, para ela ter um bom casamento assim como será o nosso, tenho que a proteger sinto isso, a conheço desde de meus três anos tenho esse dever para com ela o de a ajudar a achar a felicidade como eu espero ter ao seu lado. Admito no príncipio estava pensando em toma-lá como minha amante se obtivesse sua benção e permissão você concedeu-me-a,mas eu te conheci melhor e me encantei por tua graciosidade, ás vezes eu ficava pensando em como você seria, criava sonhos, mas você é melhor que tudo que eu já imaginei.Não digo que te amo porque o amor é gradual e aos poucos, mas quero que saiba que embora não tenha o amor do Harry ao seu lado, sempre terá o meu meu mesmo que seja pequeno irá crescer.

- Obrigada. - Foi a única coisa que eu consegui dizer não conseguia me expressar. Austin beijou minha mão e eu senti todo meu corpo formigar. - Você é a melhor pessoa que eu já conhecera, amo passar cada instante ao teu lado. - Eu beijei sua bochecha, mas Austin se virou e beijo minha boca. Eu não sabia se queria ou não, mas o permiti, pela primeira vez tinha beijado alguém, não era com o Harry como eu havia passado noites sonhando, mas a sensação era boa, muito boa, senti o gosto de seus lábios, canela, talvez por conta da quantidade excessiva de chá que ele bebera. A sensação se mistura com as de borboletas dançando em meu estômago, sensação essa, que não consigo explicar, sua boca estava junto da minha se movimentando calmamente, isso parecia loucura, suas mãos passeavam pelas minhas cotas aumentando os arrepios que eu sentia , minha pulsação estava desequilibrada, eu sabia que Austin podia sentir, minha mãe brincava com alguns fios de cabelo de sua nuca, eu nunca tinha me sentido assim antes. Nos separamos, recuperei o ar que eu havia perdido e, olhei em seus olhos.

- Obrigado pleo meu primeiro beijo. - Senti minhas bochechas queimarem. 

- Obrigada Ally! - Austin beijou minha testa e sussurrou pela terceira vez em meus ouvidos  - Será o primeiro de muitos se me conceder essa honra. - Sorri.

- Talvez você possa sonhar com isso essa noite. - Foi minha vez de sussurrar em seu ouvido. A carruagem parou e descemos.

- Te vejo mais tarde milady - Assenti e sai em direção oposta a dele a do meu aposento.

Ao andar pelos corredores do castelo eu não podia contentar meus sorrisos largos, foi algo tão gracioso que adoraria que se repetisse várias vezes. 

Minhas criadas já estavam no quarto e já haviam separado meu vestido para a noite. 

-Seu pai, o rei, dará um banquete em honra aso espanhóis para assim consegui conquistar as terras do novo mundo.

- E Portugal?

 - Brigaremos por Vera Cruz - suspirei. 

-Minha ladys vieram me procurar?

-Sim, elas vieram, mas quando disse que a senhora havia saído com o príncipe Austin elas sorriram maliciosamente e disseram que a perdoavam. - Revirei os olhos. 

-Estarei na biblioteca. - Disse e sai. 

Uns dos meus lugares favoritos em todo o castelo, aqui eu poderia ler bons livros, organizar meus pensamentos, sentir paz e assim tomar uma decisão sensata. 

Li novamente a carta de Harold eu não sabia o que escrever, mas a respondi.

"Meu querido Harry

Fiquei muito contente com tua carta e por saberes que se lembra demim, sinto por não ter respondido antes, mas ainda não havia encontrado oportunidade.

Estou sentindo muito sua falta,queria poder ver-te,mas infelizmente não poderei partir ao teu encontro, tu sabes bem.

A corte precisa de mim, meu casamento foi adiado por conta das minhas dificuldades física  e precisarei ir a Inglaterra, sinto muito por tere que recusar tão caloroso pedido.  Querido Harry acredite estava ansiosa para ver-te, sinto porque não poderei matar meu incansável desejo de conversar pessoalmente contigo tenho bastante coisas para falar a ti .

Espero que sua vida na Holanda seja muito feliz, meu bom amigo. Mesmo sabendo das dificuldades para que issso venha a ocorrer espero ver-te em breve e bem. 

Como amor, Ally  Valois "

Estou confusa, mas sei que não quero perder Harry e também tenho medo de perder Austin. Não sei como agir, falar pensar me portar a respeito dos dois. Queria que tudo fosse diferente.

-Ally - Escuto a voz de Liv soar pelo recinto. - Estávamos preocupadas com você - Elas sorriram maliciosamente - Austin poderia roubar você de nós. - Revirei os olhos

- Isso nunca irá acontecer, eu irei por conta própria. - Ri.

-Hmmm......... Parece que aconteceu coisas nesse passeio "formal" não é mesmo Allycia?

-Talvez tenha acontecido, quem sabe? - Disse fazendo mistério e comecei a andar até a porta

-Allycia Valois dê meia volta e nos conte tudo, por favor - Elas imploraram - Isso não é certo o que você está fazendo conosco.

-Tá. Tá. Tudo bem eu conto - Disse e elas soltaram um gritinho. - Mas silêncio - Elas se aquetaram e ficaram atentas ao que iria dizer. Eu as mereço. -  O Austin e eu nos beijamos - Falei sem rodeios. 

-O quêê? Oh. - Falaram  uníssono  

-Vocês se beijaram¹? Não acredito, conte-nos cada detalhe. 

Depois de dar meu depoimento no caso Austin me retirei e fui para meu quarto, meu vestido que já havia sido separado estava em cima da cama, era vermelho  e, nas costas todo rendado, um pouco chamativo. Achei. 

-Mari * você não acha que esse vestido seja extravagante? Eu não me sentirei confortável com ele.

-Não majestade, tu és muito bela, uma princesa, acredito que Austin gostará de vê-la nesse lindo vestido.

- Ou não , não está um tanto pervertido ?

- Não de forma alguma. 

Minha mãe entrou no quarto, ela estava magnifica em seu vestido perfeito preto, que a deixava mais perfeita, como se isso fosse possível. 

- Mãe você está deslumbrante!

- Obrigada! Ally você também está muito linda em sua vestimenta. Perfeita. - Ela respirou fundo depois de seu elogio dirigido a mim, não seria algo muito agradável o que ela iria falar  a seguir. - Os espanhóis já vieram e o príncipe requisitou sua presença no banquete, ele deseja que se sente ao lado dele no jantar. 

- E Austin°? - Eu senti uma leve insegurança, eu nem sei realmente o porque. Por que ele queria se aproximar de mim? Certamente é coisa da minha cabeça. É algo normal, Ally, respire, é tudo diplomacia. 

- Já conversei com e ele concordou, não queremos novos conflitos e, é apenas um jantar . Sinto muito que você tenha que passar por isso.- Segurei em suas mãos.

 Está tudo bem - garanti, mesmo não sendo verdade - É meu dever. - Disse mais para mim do que para ela. 

- Vamos minha querida! - Assenti.-  Sabia que  iria entender. você é sempre tão boa e compreensiva, a invejo. - Sorri com seu elogio. Saímos do meu quarto e caminhamos até o salão, minhas ladys estavam ao meu lado e isso me trazia mais segurança. 

 - Tomara que ele seja bonito pelo menos. - Rydel disse. 

E  ele era, Estava longe de ser feio, seus cabelos eram pretos, sua pele tinha um tom lindamente de branco e seus olhso eram verdes. Realmente ele era bonito. Era certo que havia várias moças aos seu pés isso eu não tinha duvida, mas e sua personalidade essa era por mim um mistério. Pouco ouvira sobre ele, não sei se ele é bom o mal, apenas ouvi que ele era o herdeiro da a Espanha e o pai o amava, ele era o preferido do rei. 

Meu se juntou a nós na mesa e os nossos convidados foram devidamente apresentados. 

- É com grande honra e entusiasmo que o recebemos em nossa corte, príncipe Arthur,  sinta-se a vontade e seja  bem -vindo - Meu pai oi saudou com educação e diplomacia sendo também saudado pelo príncipe.

-Obrigado meu rei - ele foi cortês depois dos cumprimentos podemos nos sentar novamente eu preferia não ter que me sentar novamente, estava nervosa e nem sabia o motivo. - Você é muito bela Allycia, fico lisonjeado de estar em sua presesa princesa - Ele beijo levemente o meu rosto e senti um calafrio precorrer meu corpo. Instintivamente olhei para Austin assustada e implorei por ajuda. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Hey me desculpem pelas demora, mas estava com muita ideias e pouco tempo mas acho que recompensei com o capítulo recompensei? Comenta ai.
Mari é a criada da Allly Maryanne mas a chamarei de Mari (okay)
Bom é isso espero que tenho gostado
E obrigado pleos comentarios e favoritos significa muito para mim. Volto logo. Até mais sweetheart


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