História For sale house » Larry stylinson (mpreg) - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Agressão, Houis, Htops, Larryisreal, Larrystylinson, Louisbottom, Mpreg
Exibições 279
Palavras 712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Violência
Avisos: Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - → Cake and talent in the morning ←


Louis afastou a mão do rosto de Harry. O que ele tinha na cabeça para fazer aquilo? Pelo o que a mãe dele tinha falado, ele iria pedir uma mulher em casamento, então já devia estar noivo de alguma mulher da alta sociedade, rica e elegante.

— Desculpa... — Pediu. E se levantou do sofá.

Harry observou Louis se afastar. Ele pegou a mão do menor e impediu que ele o deixasse ali na sala sozinho.

— Não precisa se desculpar! — Diz, Harry. — Obrigado por achar essa foto, confesso que não tenho muitas fotos de quando eu era criança.

Louis sorriu.

— Eu tenho que checar o bolo que está no fogão. — Lembrou-se o menor que logo saiu correndo para ver se não havia queimado.

Harry riu, e foi atrás de Louis. O de olhos azuis estava tirando uma fôrma de dentro do fogão e colocando sobre a pia.

— Você sabe cozinhar? — Perguntou, enquanto observava Louis tirando o bolo da fôrma.

— Sim. Eu sempre observei a minha mãe preparando várias receitas, tinha vezes que ela me chamava para ajudá-la. — diz, Louis.

Depois de alguns minutos Louis já tinha terminado. Harry pegou dois pratos de porcelana e colocou na mesinha.

Eles comeram em silêncio. Perdidos nos pensamentos. Harry, curioso para saber o motivo para Louis querer mora ali. Louis, pensando se podia confiar em Harry.

— Você comprou a casa porque? — Questionou Harry.

Louis olhou para o maior.

— Bem... eu só queria mora em um lugar tranquilo. — Mentiu.

Harry observou que ele havia desviado os olhos dos dele.

— Mais tem lugares tranquilos em Londres, não havia precisão de você compra essa casa. — Comentou. Louis sentiu o coração acelerar, era óbvio que Harry iria desconfiar. — Você está bem?

— Sim...— Louis respondeu.

— Você está parecendo uma folha branca, se quiser eu posso pegar um copo d'água com açúcar.

Louis negou com a cabeça. E se acalmou.

— Eu realmente estava precisando fica longe da cidade... Por alguns motivos pessoais. — Falou, Louis.

— E quais são esses tais motivos pessoais?  — Perguntou curioso. Harry queria saber o motivo que fez aquele garoto querer comprar a casa. — Louis, eu tenho que saber, aliás você ainda quer morar aqui, não é? — Louis afirmou com um leve aceno de cabeça.  — Então me conte a verdade, e não perda o seu tempo inventado mentiras.

— Eu... não sei se posso confiar em você. — confessou, cabisbaixo.

— Você pode confiar em mim.— Harry falou.

— Você jurar de dedinho que não vai contar para pessoa que eu estou fugindo, sobre o meu paradeiro? — Questionou.  Ele estava há depositar toda a confiança nele, mesmo sabendo que essa promessa não valeria nada para o maior.

— Eu prometo. — Jurou o maior.

Louis respirou fundo. E depois de alguns minutos, começou a contar o que tinha acontecido, desde o começo até chegar ao ponto dele ter que fugir. Harry não mostrava surpresa, ou raiva, o seu rosto no momento parecia uma máscara fria e sem nenhuma expressão, mas por dentro ele estava com raiva.

— Qual é o nome dele? — Perguntou impaciente, quando viu que Louis não queria contar.

— S-Stanley Lucas.— Gaguejou. Baixou a cabeça e limpou algumas lágrimas que deixou escapar sem perceber.

Harry estava franzindo o senhor, não acreditando no que tinha ouvido.

— E-Ele trabalha na sua empresa. — comentou, Louis. 

Harry, se levantou da cadeira. E andou a passos pesados até o quarto. O menor ficou sentando sem entender nada.

[...]

Louis havia acordado cedo. Há madrugada havia sido agitada, não só por conta todos os fatos ocorridos sobre o que tinha acontecido para ele comprar a casa, mas também por Harry não te falado nada ou saído do quarto.

Louis bebericou o chá que havia feito, enquanto observava o céu nublado, as copas das árvores se mexendo por causa do vento forte. Estava sentando nas escadas, o vento frio e gélido estava a bater no rosto do menor, a franja sempre voltando mesmo que colocasse para trás.

Louis olhou assustador para Harry, que acabará de passar por ele indo em direção ao carro. Aparentemente nervoso. Não demorou para Louis vê o carro do maior sumir.



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