História For The Love of A Daughter - Capítulo 3


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Categorias Demi Lovato, Miley Cyrus
Personagens Demi Lovato, Miley Cyrus, Personagens Originais
Tags Ariana Grande, Dallas Lovato, Demi Lovato, Diley, Marissa Callahan, Miley Cyrus, Zayn Malik
Exibições 160
Palavras 2.154
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, como é que vocês estão?
Espero que gostem do capitulo e até as notas finais!

Capítulo 3 - Chapter Three


Point of View Miley Cyrus

Como eu tinha dito eu tirei o resto do dia de folga e resolvi trazer Isabela para o parque, pois a mesma insistiu muito então acabei por traze-la.

- Mommy quero sorvete. – Ela pediu enquanto dava saltos e batia palmas.

- Só hoje deixarei que coma porcarias está me ouvindo? – Falei arqueando as sobrancelhas e ela sorriu animada.

Caminhamos até o carrinho de sorvete que tinha no parque e eu comprei dois sorvetes um de morango que era o meu preferido e um de chocolate para Isabela que era fissurada no mesmo.

Levei ela até um dos bancos que tinha ali para que pudéssemos tomar o sorvete em paz, mas quem disse que teríamos paz sendo que Isabela estava fazendo uma lambança danada.

- Filha você está se sujando toda. – Falei séria.

- Tia Ari disse que não tem graça tomar sorvete se não se sujar. – Respondeu rapidamente.

- Você e a tia Ari andam aprontando muito pelas minhas costas não é mesmo? – Resmunguei.

- Isso é segredo mommy e tia Ari disse que nunca se deve contar o segredo de alguém. – Eu não disse que essa menina era esperta demais para a idade.

- Certo. – Eu apenas disse por fim.

Enquanto tomávamos sorvete pude notar que do outro lado do parque uma mulher muito bonita nos olhava com curiosidade talvez ela soubesse quem eu era e me ver interagindo assim tão humanamente poderia ser um ato espantoso talvez por isso ela não tirasse os olhos de nós.

Quando dei por mim ela tinha tirado seus olhos de nós para dar atenção a uma loira eu voltei ao meu momento com Isabela que a essa altura estava com as bochechas e mãos melecadas de sorvete.

- Acho que alguém precisa se limpar. – Falei rindo e ela me olhou com os ombros encolhidos. – Venha vamos dar um jeito nisso.

Levantei do banco e ajudei Isabela a descer do mesmo quando a coloquei no chão nós passamos a andar em direção as torneiras que tinham no parque assim que chegamos lavei o rosto e as mãos de Isabela.

- Mommy podemos correr no parque? – Se tinha uma coisa que Isabela gostava era de correr a menina não parava quieta quando o assunto era correr.

- Querida eu estou de salto não posso correr. – Falei e vi a mesma fazer um beicinho.

- Então eu posso? – Sua voz saiu super manhosa.

- Tudo bem, mas devagar para não se machucar e sem se afastar de mim. – Falei séria e a ela balançou a cabeça em concordância.

Assim que terminei de falar Isabela saiu em disparada fazendo totalmente ao contrário do que eu tinha lhe dito o que me fez sair atrás dela.

- Isabela vá devagar meu amor. – Eu falava rindo enquanto via a alegria de minha filha.

- Vamos mommy seja mais rápida. – Ela deu uma de suas gargalhadas que eu tanto amava.

Continuei a ir atrás dela que corria rapidamente e eu por estar de salto não conseguia acompanhar seus passos, mas podia vê-la perfeitamente e ver ela tão animada assim me fazia sorrir.

Isabela corria tão alegre que a mesma nem notou que tinha um pequeno buraco a sua frente e acabou por tropeçar no mesmo e ir parar direto no chão o que me fez parar de sorrir e ir apressadamente até ela.

- Isa meu amor você está bem? – Perguntei desesperada não notando que Isabela estava sendo levantada por alguém.

- Está a-ardendo mommy. – Respondeu com a voz entrecortada devido ao choro que estava por vir.

- Deixe-me ver seu machucado.

Só então notei que a pessoa que tinha levantado Isabela era a mesma mulher que nos observava ao longe ela era muito mais bonita de perto a mesma tinha os cabelos longos na cor castanho claro, seu comprimento ia até abaixo de seus seios por instinto olhei seu corpo e pude notar o quão cheio de curvas ele era indicando que ela cuidava do mesmo, seu rosto era lindo e estava livre de maquiagem exceto pelos lábios que estavam destacados por um batom vermelho sangue.

- Está d-doendo. – Sai de meus devaneios quando escutei Isabela chorando enquanto deixava que a mulher olhasse seu machucado.

- Olha o que acha de irmos até aquela farmácia ali. – A mulher apontou a farmácia do outro lado da rua. – E eu compro um remédio que vai parar sua dor e se você parar de chorar eu coloco um band-aid do bob esponja em você?

Como mágica Isabela parou de chorar imediatamente também pudera a mulher falou de seu desenho preferido.

- Você vai colocar mesmo um band-aid do bob esponja? – Os olhos de Isabela brilhavam como duas estrelas luminosas.

- Sim, mas você vai me deixar passar o remédio? – Ela perguntou com a voz doce.

- Sim tia eu vou deixar podemos ir agora lá? – Ela disse animada o que me fez sorrir por notar que seu machucado não era tão grave assim e apenas uns ralados na mão.

- Se sua mãe deixar sim.

Então pela primeira vez a mulher olhou para mim e eu pude encarar seus lindos e intensos olhos castanhos eles eram incrivelmente lindos e passavam um certo ar de mistério.

- Mommy? – Isabela puxou a barra de minha calça atraindo minha atenção.

- A claro vamos lá. – Respondi sem jeito pelo simples fato que a outra mulher que estava junto me olhava com um pequeno sorriso no rosto e com certeza ela percebeu meu olhar sobre sua amiga.

- Tia pode me carregar? – Isabela olhou para a mulher dos olhos castanhos.

- Isabela tenha modos. – Eu a reprendi e a mesma se encolheu.

- Claro que sim venha cá. – Estendeu os braços para Isabela e a mesma não se fez de rogada e se jogou em seus braços. – E a proposito me chamo Demetria.

Mesmo com Isabela no colo ela estendeu sua mão para que eu a cumprimentasse.

- Prazer Miley. – Apertei sua mão de forma simples.

- Sei que ninguém perguntou, mas eu sou a Marissa. – A loira disse atraindo nossa atenção e eu acabei por rir da forma que ela disse e só então me toquei que eu a conhecia de algum lugar, mas não vem ao caso agora.

- Então tudo bem irmos à farmácia? – Demetria perguntou para mim.

- Sem problemas até porque você deve um band-aid do bob esponja para alguém.

- É verdade. – Ela sorriu.

Então nós nos encaminhamos para a farmácia onde Demetria comprou um merthiolate e passou no machucado de Isabela que chorou um pouco dizendo que estava ardendo o que era impossível já que o remédio não ardia e como eu conhecia muito bem minha filha sabia que aquilo não passava de seu lado manhoso falando por si.

- Venha deixe-me pôr o band-aid em você. – Demetria se agachou para ficar na altura de Isabela.

E como esperado Isabela estendeu a mão para que Demetria colocasse o bendito do band-aid nela e assim que colocou Isabela sorriu grandemente com o seu curativo do bob espoja.

- Olha mommy o bob está cuidando de mim. – Ela esticou sua mão para mim.

- Isso por que você se comportou como uma mocinha e não chorou agora agradeça a Demetria pelo curativo.

- Obrigada tia Demetria. – Isabela disse sorridente.

- Por nada meu bem. – Ela sorriu de volta e beijou a testa de Isa.

- Bom obrigada por isso Demetria. – Falei sincera.

- Imagina. – Ela sorriu e puta que pariu seu sorriso era lindo. – Isabela é um amor de criança.

- Sim ela é, mas conheça ela um pouco mais a fundo e vera o quanto pode dar trabalho. – Dei risada e as mulheres me acompanharam. – Bom obrigada novamente, mas agora tenho que ir.

- A claro foi um prazer conhece-la. – Demetria falou. – Até mais Isa.

- Até tia. – Isabela beijou o rosto de Demetria já que a mesma estava em meu colo e repetiu o ato com Marissa.

Me despedi das duas mulheres e então sai com Isabela indo para casa, pois já estava ficando tarde ela precisava de um banho e eu tentaria falar com a Dallas para dizer que queria jantar com a mesma para discutirmos sobre a sociedade.

Point of View Demetria Lovato

- Certo o que foi isso? – Marissa perguntou assim que saímos da farmácia.

- Eu sei foi loucura agir assim. – Suspirei. – Mas qual é era uma criança.

- Demetria! – Ela me reprendeu séria.

- Desculpe eu não me controlei está bem?

- Você voltou para cá para ter um foco e ficar se distraindo com outras coisas não te ajudará em nada.

- Olha Marissa você sabe como eu sou por causa de criança todos acham que eu as odeio por causa do passado, mas eu não as odeio está bem? – Assim que terminei de falar rangi os dentes. – Você mais do que ninguém deveria saber disso.

- Desculpe, mas ela foi uma distração assim como outras crianças pode vim a ser Demetria então se controle.

- Eu nem vou a ver mais fique tranquila. – Tornei a dizer séria. – Agora será que poderíamos ir para a casa da minha mãe? Quero tentar consertar as coisas.

- Tudo bem vamos lá e desculpe pela forma que agi, mas eu me preocupo com você. – Suspirou.

- Mari só relaxe está bem eu também fui um pouco idiota por agir assim tão amigavelmente. – Neguei frustrada.

Depois disso Mari e eu fomos para o seu carro que estava estacionado no parque e partimos rumo a casa da minha família.

O tempo que levou para chegarmos na casa dos meus familiares eu aproveitei para ir formulando coisas em minha mente para não acabar dizendo o que não devia.

- Se você achar que as coisas estão estranhas nós vamos embora tudo bem? – Mari disse assim que paramos em frente à casa de Dianna.

- Tudo bem.

Nós descemos do carro e fomos rumo a porta confesso que me deu uma leve tremedeira ao apertar a campainha, mas agora já era.

- A é só você. – A garota morena disse assim que abriu a porta e eu identifiquei como sendo Madison minha irmã mais nova por parte de mãe.

Sério Madison estava totalmente diferente ela já até parecia uma mulher formada o que me deixou bem espantada, pois quando eu fui embora daqui a garota tinha apenas nove anos e hoje pelas minhas contas já tem quinze anos é o tempo passa para todos.

- Olá. – Eu disse séria, pois sabia que as coisas não seriam fáceis ainda mais depois do meu encontro com Dallas.

- Oi Mari. – A garota disse totalmente animada para loira.

- Olá Maddie. – Marissa lhe abriu um sorrisão o que me fez revirar os olhos. – Será que podemos entrar?

Assim que Marissa perguntou Madison deixou seus olhos caírem sobre mim a mesma me especulava meticulosamente possivelmente procurando por algo fora do normal em mim.

- Claro. – Ela deu espaço para que entrássemos. – Deram sorte de pegarem todos em casa hoje.

Assim que ela disse isso eu senti meu corpo tencionar, mas que merda fariam todos aqui justo em um dia de semana onde deveriam trabalhar.

- Mãe, pai e Dallas nós temos visitas. – Madison disse assim que chegamos na sala.

Então em menos de segundos os três estavam na sala junto de nós e cada um carregava uma expressão em seu rosto começando por Dianna que estava surpresa por me ver ali, Eddie não tinha expressão alguma apenas me analisava e Dallas estava com a cara fechada deixando claro que não me queria ali.

- Oh que surpresa. – Dianna disse sorridente e veio até mim. – Posso te abraçar?

Agora sim eu me sentia uma vadia escrota por minha mãe perguntar se podia me abraçar, mas o que eu podia fazer não é mesmo?

- Claro que sim. – Me limitei a dizer.

Então a mulher me abraçou e eu sem hesitar correspondi ao seu abraço intenso devo admitir que senti muita falta dos abraços de minha mãe.

- Se prepara que agora ela vai dar uma de vadia. – Dallas falou séria quando nós separamos.

- Dallas! – Eddie a reprendeu.

- O que foi é verdade. – Ela resmungou.

Eddie nada disse apenas veio em minha direção e me abraçou também só que o abraço de Eddie era diferente estava mais para um braço de urso por ele ser grande e eu pequena só deixou o abraço ainda mais de urso.

- Estava com saudades querida. – Ele disse quando me soltou. – É bom te ter de volta.

- Obrigada Eddie.

Então um silencio caiu sobre nós deixando claro que eles esperavam que eu dissesse algo que eu dissesse exatamente o por que eu tinha voltado.

- Então não vai dizer nada? – Maddie disse eu sabia que ela seria mais difícil de ter por perto já que ela era bem apegada a mim quando fui embora.

- Tudo bem vamos lá, família nós precisamos conversar. – Disse séria. 


Notas Finais


Gostaram de Isabela e Demetria? Ai essa conversa sei não u.u
Até sexta gente!


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