História For You - Imagine Taehyung - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~Caffeinated

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Rap Monster, V
Tags Casamento Arranjado, Cry Fic, Drama, Taehyung, Você
Visualizações 68
Palavras 1.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, sei que estou demorando, mas não é proposital. Meus bloqueios são meio complicados, as vezes eu realmente travo e não consigo continuar, espero que vocês compreendam.

Este é mais um capítulo que vocês realmente estavam esperando, acalmem os corações, e não me matem!

Boa leitura ^^

Capítulo 7 - Wake up, my dear.


Fanfic / Fanfiction For You - Imagine Taehyung - Capítulo 7 - Wake up, my dear.

   “ Emoções podem se contradizer, por mais que muitos tenham certezas de suas escolhas, sua razão é diferente se sua emoção, uma delas podem lhe enfraquecer”


 

  A luz clara não me permitiam abrir os olhos lentamente, irritando minhas retinas que tentavam focar em algo que estava acontecendo, eu não entendia bem o que estava acontecendo, apenas que o meu corpo estava deitado em algo, vozes… Muitas vozes.

 

  - Os sinais estão instáveis. - Uma voz ecoou em meus ouvidos. Um suspiro escapou dos meus lábios, meus olhos tentavam focar em algo. - Ela está consciente.

 

  Rapidamente senti uma luz em meus olhos, tentei a todo momento fechar, mas este que apontava a luz em meus olhos obrigava - me a manter os olhos abertos.

 

  - Os reflexos estão normais. - O rapaz avisou.  Eu ainda estava confusa, tentava mexer - me,  mas ainda era difícil, sentia como se fosse praticamente impossível. - Ela está bem. Mas deve continuar internada.

 

  - Há sinais de melhora? - Uma mulher indagou enquanto continuava a analisar-me, um suspiro escapou por meus lábios. - O marido está do lado de fora desesperado.

 

  - Não podemos fazer nada, só esperar. Tomamos todas as medidas necessárias. E ela já acordou. - Avisou.

 

  Meus olhos finalmente se abriram completamente, me sentei na cama rapidamente, encarando aqueles estranhos. Sentia meu coração disparar,  mas havia algo estranho, era como se estivesse algo errado, e para parar em um hospital, deveria ser grave.

 

  - O que está acontecendo! - Esbravejei,  cada vez mais confusa. Meu olhar era perdido, e eu sentia vontade de acertar todos a minha volta.

 

  - Fique calma, senhora.  - Um dos homens vestidos de branco tentava acalmar - me.  Eu lhe encarei por breves segundos. - Está tudo bem, está no hospital.

 

  - Por que!? - Gritei novamente,  sentindo meu peito descer e subir, pelo nervosismo evidente.

 

  O rapaz de máscara apenas me encarou antes de suspirar, livrou - me da agulha que era ligada à uma seringa, que permitia uma pequena bolsa com algo transparente a chegar em meu corpo.

 

  Eu simplesmente mantive meu olhar contra o dele, travando uma batalha silenciosa e banal, mas logo uma voz acalma meu ser, senti meu corpo relaxar e toda aquela tensão ir embora, sua voz era relaxante e bela, ouvi - la me fazia bem.

 

  - Princesa. - A voz rouca e grossa de Tae Hyung se fez presente.  O mesmo sorriu abertamente para mim, fazendo - me sorrir abertamente. - Você está melhor?

 

  - Sim, Tae. - Assenti, meu peito se encheu novamente, parecia uma alegria, mas que resultou em uma tremenda falta de ar.

 

  Os médicos pediram para Tae Hyung se afastar, ele os obedeceram, mas logo em seguida seu olhar preocupado, se tornou assustado, era como se ele soubesse o que estava errado, e tal motivo lhe deixou abalado.

 

  Tae Hyung foi obrigado a sair novamente da sala, enquanto voltava a adormecer, mas com algo bom: Eu estava revivendo nossos momentos juntos.

 

  “ A brisa suave atingiu meu rosto, era inebriante sentir aquele arrepio percorrer meu corpo, e ainda melhor sentir a presença de Tae Hyung.

 

  O sorriso do Kim fazia-me sorrir, era belo e atraente, e o mesmo me fazia perceber quando ele estava feliz verdadeiramente.  

 

  Tae Hyung aproximou-se, seu corpo levemente definido se aproximou do meu, o mesmo acariciou minha bochecha e me roubou um selar, sem preocupar-se com as pessoas nos observando, no meio daquela sala de cinema.

 

  Eu o observei assim que nos separamos, acariciei seus cabelos delicadamente e encostei nossas testas levemente, sem me importar se estavam nos observando.

 

  - Eu te amo. - Ele sorriu para mim, um selar foi implantado em meus lábios.

 

  Tae Hyung deslizou as mãos por meus cabelos, eu não pude deixar de sorrir com aquele gesto.

 

  - Eu também te amo. - Sorri abertamente, era como se fosse a primeira vez que dizíamos aquilo um para o outro.”

 

  Os médicos lutavam para me manter acordada, e as máquinas fazendo um barulho agudo em meus ouvidos, fizeram-me piscar levemente irritada,  eu queria me levantar e correr, mas meu corpo falhava, deixando-me desacordada.

 

  Eu queria me lembrar da primeira vez que ele disse que me amava, queria recordar-me e guardar para mim, mas minha mente estava cada vez mais distante da minha consciência, criando um muro, que não me permitia acesso aquelas lembranças.  

 

 Por um momento eu consegui pensar, raciocinar e garantir a mim,  consegui lembrar da primeira vez que Tae Hyung disse que me amava.

 

  “ Um selar fora deixado em minha testa, um carinho fora feito em minha bochecha, as mãos de Tae Hyung deslizavam pela pele da minha bochecha, eu apenas o observava, atenta e com um sorriso em meus lábios, um sorriso feliz por ele realmente estar sendo completamente diferente comigo.  

 

  - O que tanto olha? - sua voz soou calma, deslizou as mãos por minha bochecha, seu olhar era fixado no meu.

 

  - Apenas… te observando, Tae. - Sorri para o mesmo antes de lhe dar um selar breve.

 

  - Esqueci que sou lindo e você gosta de apreciar. - Tae Hyung riu e eu assenti concordando. - Então é verdade!?

 

  - Claro que sim, amor! - Ri concordando para o mesmo. - Com certeza é o homem mais lindo do mundo!

 

  Sorri novamente, deslizando as mãos por sua bochecha. O mar a frente,  tendo o horizonte em tons alaranjados pelo pôr do sol, deixando a vista maravilhosa e convidativa aos nossos olhos.

 

  - Bobo… - Sorri abertamente olhando para o mesmo, fecho os olhos e logo em seguida soltei um suspiro e logo selei nossos lábios delicadamente.

 

  - Eu te amo, princesa. - Sorriu abertamente para mim.

 

  - Eu também te amo,Tae.”

 

  Era bom ter aquela sensação, as lembranças,  tudo fazia-me querer reviver, querer ter certeza de que Tae Hyung estaria comigo.

 

   

    “ - Promete? - O loiro indagou. Destravou o carro e abriu a porta para mim entrar.  Assim que o mesmo abriu a porta do motorista, eu afirmei.

   - Prometo - Assenti.

   Taehyung segurou minha mão novamente,  me puxou pela mão e selou nossos lábios em um beijo intenso. O mesmo segurou meu queixo, levou as mãos a minha cintura aprofundando o beijo. Estava de olhos fechados, retribuía o beijo do mesmo na mesma intensidade, desci as mãos por seu peito. A falta de ar se fez presente, nos afastamos e logo olhei pro mais velho que encostou levemente a cabeça no banco:



  - Obrigada. Assim fico mais tranquilo - Tae sorriu selando minha testa. - Vou te levar pra nossa casa.”


 

  - O pulso está caindo! Estamos perdendo ela! - Um dos médicos gritava, ao quais não poderia ouvir por estar perdendo a consciência.  

 

  - Não vamos deixar ela morrer! Esta garota não vai partir, não comigo aqui! - Gritou um dos médicos,  confiante do que faria.

 

  Meu coração aos poucos batia cada vez mais devagar, tudo estava tão distante, minha audição aos poucos ia se dissipando.

 

  Eu vou morrer?


 

  “ A morte pode se considerar incerta,consequentemente criando barreiras em sua mente, mas não há muros quando sua mente está vazia.”

   


Notas Finais


Espero que tenham gostado ^^ Não vou demorar a postar o próximo :3

Até lá ^^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...