História For You, Baby - Jikook - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Fanfic, Jikook, Romance
Visualizações 73
Palavras 3.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Talvez alguém queira me matar depois...

Let's go!

Capítulo 26 - A verdade é bem mais cruel


Fanfic / Fanfiction For You, Baby - Jikook - Capítulo 26 - A verdade é bem mais cruel


10 anos atrás...
Logo que Park foi para seu quarto, a mando da mãe, Ji Woo - seu pai - olhou para a esposa com expressão preocupada.
- O que foi, querida?
-Porque não podemos continuar aqui? Você vem nos finais de semanas.
-O quê? Porque isso agora, Mari AH? - indaga já irritado.
-Você sabe muito bem que eu nunca quis ir para Seul! - rebate a esposa em tom também irritado.
Ji Woo levanta uma sobrancelha e direciona um olhar afiado para a mulher à sua frente.
-Será que o motivo de você não querer ir comigo atrás de uma vida melhor que poderei lhe dá e um futuro decente ao nosso filho, não seria porque você ainda anda encontrando as escondidas com aquele vagabundo?
-O quê? - a mulher finge não entender e se faz de insultada.
-Eu sei, Mari AH! Eu sei que quando estou trabalhando você finge que está na casa de sua tia a ajudando, mas na verdade está na casa dele.
-C-como... Que calúnia! Quem anda te contado essas mentiras? Como você pode acreditar?
-Ninguém me contou. - o homem parece muito calmo, assustando um pouco a esposa ali presente. - No dia do aniversário de dois anos do Jimin, sai mais cedo do trabalho para comprar o presente dele e então te vi andando de mãos dadas com aquele sujeito - uma risada sem humor escapa dos lábios do homem ao relembrar a cena. - E os desgraçados ainda riam como se fossem namorados, como se a mulher fosse solteira e não tivesse um marido idiota se matando de trabalhar e um filho pequeno para criar.
Inacreditavelmente a esposa não se abala, mantém uma expressão desafiadora no rosto.
-Quer saber, Ji Woo? Chega! Não aguento mais fingir! A verdade é que nunca te amei! Só me casei com você por causa de minha familia. Mas como meus pais já estão mortos, não preciso mais manter aparência nenhuma. Você é realmente um idiota! Como pode continuar vivendo comigo todo esse tempo mesmo sabendo que lhe traio?
O marido a encara chocado diante de tais confissões, mas logo tenta se recuperar. É um adulto prester a ter um futuro que tanto quis, deve encarar a verdade dos fatos ali presentes, acabar logo com tudo antes de entrar em uma nova vida, limpo, sem levar cargas falsas consigo.
-Quer saber a verdade, Mari AH? Eu continuei fingindo pelo nosso filho. Se engoli tudo durante todo esse tempo foi por aquela criança que de nada tem culpa em ter uma mãe tão pormiscua! Infelizmente ele te ama demais! E eu amo demais meu filho para me separar dele, então você decide, ou vai com nós dois, ou fica, mas sem ele! 
A gargalhada histerica da mulher se faz presente.
-E você acha que ele vai preferir ficar com quem, Ji Woo? Claro que ele vai querer ficar aqui comigo!
-Pode ser, Mari AH, pode ser - ele comenta como consigo mesmo olhando para o chão, com o olhar distante. - Mas - encara a esposa com um sorriso cruel nos lábios - ele é menor de idade, por mais que me doa, o levarei mesmo que a força comigo. Não vou deixar meu filho com você aqui com essa vida fracassada, não sou louco de deixá-lo quando sei que a primeira coisa que fará quando eu partir, será correr para aquele vagabundo. Não sou louco de deixar um drogado perto do meu filho! 
Novamente a mulher começa a rir, ela ri tanto que lágrimas descem por seu rosto. Quando finalmente ela para, olha para o marido e lhe dá um sorriso debochado.
-Ji Woo, Ji Woo... Ai ai... Pobrezinho de você, querido. Vou te falar o final disso tudo - sua voz vira um sussurro como se contasse um segredo divertido - você vai sozinho para sua nova vidinha perfeita em Seul. 
-Então essa é sua escolha final? Você vai ficar com um vagabundo que não tem futuro algum? O ama mais do que seu filho? Ok. Levarei Jimin comigo e se você um dia decidir se juntar à nós dois, a porta estará aberta. Porque para minha desgraça nosso filho também te ama.
-Não, Ji Woo... Você não entendeu, querido. Você vai sozinho, sem a mim e sem o Jimin.
-Qual parte você entendeu que não deixarei meu filho com perto daquele homem?
-Infelizmente você terá que deixar, sabe porque? Porque aquele homem é o verdadeiro pai do Jimin.
A primeira reação do marido é encarar a mulher como se esta estivesse louca.
-Não começa com suas mentiras, Mari AH. Nada do que falar vai me fazer acreditar e desistir dele!
-Nunca pensou com quem Jimin se parece? Porque é claro para todos que comigo e você ele não parece em nada. Só mesmo um cego como você para nunca ter se questionado sobre isso.
Mari AH pula assustada diante do murro que o marido dá na mesa.
-COMO PODE! COMO PODE ME ENGANAR A ESSE PONTO?
-Eu nunca te enganei, você quem decidiu fingir que acreditava em mim. Agora vamos resolver como ficamos, eu conto a verdade para o menino, ele já tem 12 anos, já tem idade suficiente para entender. Ou invento mentiras de que você vem aos finais de semana nos visitar? Porque se quiser, pode vir o visitar, não me importo. 
O pai de Jimin, encara a mulher como se estivesse olhando para um monstro nojento.
-Você tem certeza que ama seu filho?
-Ele é a copia fisica do homem que amo - ela dá de ombros.
-Meu Deus. Você não ama seu filho. Você apenas se acostumou com ele por causa das genes dele. Como pude me casar com um monstro tão cruel como você?
-Blá blá blá, Ji Woo... - Mari AH revira os olhos. - O pai dele, sabe, o verdadeiro, já me pede a muito tempo para te largar e levar nosso filho comigo para morar com ele. Então já que esclarecemos tudo, somos adultos, não precisamos de tanto drama. Você vai superar, terá muito tempo nessa nova vidinha e boa sorte com ela. Então vou contar tudo para o Jimin, e você pode ir. Sei lá, encontre uma mulher boa para você e tenha filhos com ela.
-Quer saber de uma coisa, Mari AH? Eu também te trai. Ah, finalmente uma coisa te chocou? Pois é querida, eu deixei de te amar naquele dia que te peguei me traindo. Porque você acha que cheguei tão tarde em casa, mesmo que eu tenha saido cedo do trabalho? Não notou essa parte da conversa? Eu tinha uma colega no trabalho, ela estava enfrentando a traição do marido também, então saimos para beber, para desabafar e aconteceu. Claro que não planejamos. Mas só foi uma vez, infelizmente fui burro demais em voltar para você. 
A esposa parece bastante chocada ouvindo a tudo.
-Magicamente, dia após dia, eu e ela sentiamos uma ligação crescendo entre a gente. Mas por ter sido traidos, por o marido a ter abandonado com um filho pequeno, achavamos que era apenas isso, apio emocional. Então ela ficou com medo e disse que o marido estava tentando uma reconciliação. Foi ai que percebi que estava apaixonado por ela. Mas foi tarde demais. Ela sumiu do trabalho e ninguém sabia onde ela morava. Felizmente o destino parece que está a meu favor até nisso, sabe porque? Johan ao me comunicar sobre a herança que havia ganho, me contou que soube que aquela mulher está em Seul, trabalhando em um hospital.
Ji Woo só queria ter um gostinho de andar por cima de tudo de ruim que sua esposa tinha lhe feito, por isso contou essa meia verdade. Ele resolveu omitir a parte que seu amigo também havia lhe contado que a mulher estava com o marido e agora dois filhos. Vivendo felizes. Então ele apenas suspirou e disse ao amigo que estava em paz e feliz por ela está bem. Pelo menos ela conseguiu uma vida feliz. Por mais que ele quisesse agora, mais que nunca dividir um novo futuro com ela. Afinal, ainda era novo. Tinha 31 anos.
Mari AH suspira.
-Certo, Ji Woo. Conseguiu me dá o troco. Mas não me importa. Estamos quites. 
-Sim, tem razão. É melhor essa noite você ir dormir com seu amante. Não me sinto bem em dormir com você. Amanhã quando voltar, estarei embarcando para Seul, e não se preocupe, antes de ir eu deixo o Jimin na casa de sua tia. 
-Está bem, se é assim... Pelo menos me deixe algum dinheiro.
O homem rir do descaramento da esposa.
-Você realmente não tem vergonha alguma.
(...)
-Park, arrume suas coisas, não deixe nada para trás, pois não sei quando poderá voltar para pegar.
O garoto sorria para o pai, mas sabia que algo estava errado, conseguia ver a expressão do pai muito bem. Era uma expressão de irritação com alguma coisa e também de quem havia acabado de se decepcionar com alguém.
-Algum problema, papai?
-Nada com que deva se preocupar. Faça sua mala e amanhã bem cedo pegaremos o trem para Seul.
Você não tem culpa, filho. A única culpada de toda essa história somos eu e sua mãe. Pensava Ji Woo, enquanto olhava para o filho ali lhe sorrindo arrumando a mala. Eu te amo, idependente de sangue. Você sempre será meu filho. Por você que eu sempre continuei lutando na vida, foi você quem me deu vontade de ter um futuro melhor. Desculpa, filho, mas não posso te deixar com uma mulher que ama apenas a ela, e olha lá se ela tem amor próprio. Desconfio de que ela seja tão egoísta que ama apenas aquele desgraçado. Você pode ter a aparência dele, mas é só isso. Você é uma criança doce, educada, amorosa, que sempre pensa nos outros primeiro. Não posso deixar que estraguem isso em você, então por isso, devo virar unicamente o vilão da história para você, mas nunca vou lhe abandonar.
(...)
Mari AH voltou para casa primeira para pegar suas coisas e ir morar finalmente com o amante.
Ao entrar no quarto de Jimin, para pegar as coisas dele e depois ir buscá-lo na casa da tia, ficou chocada ao ver o guarda-roupa limpo. 
-Não, ele não pode ter levado o menino. Não depois de saber que não é seu filho. Ro-Man quer uma familia, quer o filho com ele, mesmo só ter visto o menino algumas vezes de longe. Ele tem essa obssessão pelo garoto desde que o viu sorrindo uma vez e me disse que o filho tinha o sorriso da avó que ele tanto amou. 
A mulher sai apressadamente do quarto em direção a saída, disposta a ir a casa da tia buscar o filho, quando um homem muito alto e bastante forte, com várias tatuagens no braço, lhe para na rua.
-Mari AH?
-S-sim? - A mulher pensa que o homem pode ser algum vendendor de drogas a quem o amante está novamente devendo.
-Tenho um recado para a senhora.
-P-pode falar.
-Se você for à Seul atrás de seu filho, ou tentar de alguma forma se aproximar do mesmo, seu amante pode ir para a cadeia em dois tempos, e inutilmente não conseguirá sair de lá pelos próximos trinta anos. 
-O-o quê? Quem é você?
-Apenas um mensageiro de seu marido. Se decidi colaborar - o homem tira do bolsa um bolo de dinheiro e entra a mulher que logo pega de olhos desejosos - virá mais dessas todo mês para você. A única coisa que deve fazer é se manter longe de seu filho e enviar cartas para ele dizendo que está bem.
-Para onde devo mandar as cartas?
O homem sorri debochado. A mulher realmente é uma egoísta sem amor ao filho.
-Em três dias vá buscar com sua tia o endereço. Bem, era isso. Foi um prazer negociar com você.
O homem se afasta deixando Mari AH admirada com o bolo de dinheiro em suas mãos.
-Ro-Man já pode pagar as dividas dele com isso e ainda sobrará muito - sorri para as notas.

PRESENTE
PARK


Estou chocado. Muito chocado. Lágrimas descem como cachoeiras pelo meu rosto. Eu encaro meu pai. Pai. Ele... ele sempre me amou. Mesmo sabendo que não sou seu filho, nunca deixou de me amar.
-Pai... - soluço.
Estou sentado no sofá, no momento minhas pernas estão fracas para conseguir me levantar. Mas o vejo sob a visão embasada pelas lágrimas, ele se aproximar e se sentar ao meu lado, então me abraça.
-Desculpa filho. Desculpa. 
-Não, pai... Não. - Tento me recompor um pouco. - Eu que tenho que me desculpar. Me perdoa?
Nos encaramos, seus olhos estão marejados, mas ele consegue reter as lágrimas. Um sorriso que não via a muito tempo, brota de seu rosto.
-Façamos assim, perdoamos a ambos, tudo bem? - Eu concordo com a cabeça.
Voltamos a nos abraçar. Um abraço bem apertado. Ouvimos Johan e nos separamos para olhá-lo.
-Hum-hun. Desculpa interromper, mas, Jimin, Ji Woo... Eu creio que o Jimin deve saber também a verdade sobre o menino Jeon.
Droga. Meu Kookie. Será que minha... mãe foi quem realmente fez aquilo que ele disse? Meu Deus, ainda me agarro na mentira da minha cabeça que não. Não por causa dela, não isso. Apenas se foi ela quem realmente o abusou - fecho os olhos quando penso nisso, a dor dilacera meu peito. - Se foi ela, então eu não posso ficar com ele, não em termos amorosos. Eu sou filho dela, infelizmente. Como ela pode ser assim durante todo esse tempo? A única culpa agora que tenho de meu pai foi isso, ele alimentar minha ilusão da imagem que tinha dela. 
-Espera - penso de repente, - como ela acabou vindo para Seul? 
Johan e meu pai trocam olhares. 
-Jimin - meu pai chama e eu sorrio um momento lhe encarando. 
-Sim, pai.
- O dinheiro que eu mandava para sua mãe, apesar de ser uma quantia alta, já não era o bastante. O... o... o amante dela, soube que ele fez bastante divídas. Ela então teve que trabalhar para conseguir sustentar ele. 
-Como ela pode se prestar a esse papel tão deplorável?
-Não sei, filho, ela sempre foi cega por ele. Há muitas pessoas assim ao redor mundo. Enfim, ela conseguiu um emprego aqui em Seul, uns 9 anos atrás, 1 ano depois que viemos para Seul. Era em um prédio de artes. Ela iria trabalhar como professora de dança. Eu sabia de tudo porque tentava manter um olho nela para evitar que o marginal se aproximasse de você. 
-Pai - o interrompo, eu preciso esclarecer isso para ele. - Eu não me importo se não temos o mesmo sangue, eu não me importo se ele tentar se aproximar. Eu nunca vou olhar para ele com outros olhos, sempre o verei como um estranho. Você é meu pai. Sempre será você meu pai.
-Obrigado, Jimin. Eu te amo muito, meu filho - me sorri colocando uma mão por cima da minha. Eu a aperto.
-Então, continuando. Era no mesmo prédio que você dançava, mas eu não sabia disso. Felzimente vocês tinham horários de entrada e saída opostos e nunca se encontraram. Ela dava aula para a turma iniciante. Descobriram então que os alunos estavam sendo roubados, instalaram câmeras nas salas sem que os professores e alunos soubessem. E foi ai que a pegaram roubando. A demitiram em seguida. 
Ele agora me olha triste. Eu já sei o que ele vai dizer. Eu já ouvi aquilo e eu não quero ouvir de novo. É torturante imaginar o Kookie naquela situação. Meu coração parece que vai parar e morrer cada vez que escuto aquela história.
-Por favor, pai, não - imploro. - Eu já sei essa parte.
-Já sabe? - parece surpreso.
Assinto com a cabeça.
-Sim. Kookie teve que me contar.
-Como assim, ele teve que te contar? - meu pai parece sofrer internamente. - Ele ainda tem pesadelos?
-Também - suspiro triste. - Eu daria tudo para acabar com os pesadelos dele. Tudo mesmo.
-Soube que apenas sua presença acabam com todas as dores dele - Johan comenta sorrindo.
-É o que ele diz, e eu também nunca presenciei ele ter algum pesadelo quando dorme... - me calo e olho para meu pai. 
-Com você - meu pai termina. 
-Olha, pai. Fizemos as pazes, eu te amo e tudo, mas eu amo ele também tá? Não sou gay, se é isso que pensa. Apenas amo o Kooki. Ele é como se fosse uma parte do oxigênio que eu preciso para respirar. Uma parte de meu coração que preciso para que continue batendo, a luz na minha vida, o que me motiva a sorrir apenas com sua presença. Eu poderia ficar aqui até a noite te falando uma biblía do que o Kookie é para mim e o que sinto por ele e porque sinto.
Meu pai parece calmo, o que me deixa confuso. Principalmente o sorriso triste que ele me dá.
-Jimin, eu não tenho preconceito. Não é isso. Quando eu te quis manter afastado do Jung Min foi porque eu vi que aquele garoto não te amava, eu não sei o motivo, mas sei que o que via nos olhos dele era inveja. Não de você, mas de alguém e que você era uma forma dele alimentar tal coisa. Foi apenas isso. E sobre o Jeon, bem, você agora você sabe porque os mantive afastados, ou tentei. Por causa de sua mãe, ambos se magoaram. Era isso que eu temia que acontecesse.
Eu concordo com a cabeça. Não poderia ter pai melhor. Sinto tanto por ele ter mentido esse tempo todo e nos manteve afastados de alguma forma. Mas, infelizmente agora que sei que ele não é contra meu relacionamento com o Jeon, não posso ficar com ele. Não posso. Ele sabe que sou filha da mulher que destruiu seu estado emocional. Espera.
-Pai, como você sabe que a mamãe abusou do Jeon? Foi por isso que o trouxe? 
-Jimin... Sim, como disse, havia cameras. Eu não sabia que aquela desgraçada era tão suja assim. Johan conseguiu descobri o endereço do garoto e ela ficou presa alguns anos. Pedi ao Johan que me levasse a casa do menino, eu me sentia culpado de alguma forma pelo que aconteceu. - Meu pai me sorri incerto. - O destino tem um jeito maluco de brincar com as pessoas, filho. A mãe do Jeon, descobri quando fui lá no dia seguinte, era ninguém menos que a mulher com quem tive um envolvimento no dia que descobri sobre a traição de sua mãe. 
-Sério? - Caramba. Parece que eu o Kookie estavamos destinados de um jeito ou de outro a nos encontrar. 
-Sim. E... filho. Por favor, só escute com atenção, ok? - ele parece preocupado.
-O quê? 
-Eu e ela continuamos apenas amigos, só isso. Ela está feliz com o marido. O marido é bom para ela. 
-Sim, o Jeon falou uma vez que tinha saudades dos pais. Acho que se não fossem bons com ele, ele não teria saudades de casa.
Meu pai fecha os olhos e quando abre uma lágrima desce de seu rosto. Johan se levanta e para em pé, ao lado do meu pai, passando a mão em sua costa como se o confortasse.
-Você ainda ama a mãe do Jeon? - pergunto,
-Eu tenho um carinho por ela, Jimin. Mas ela está feliz, somos apenas amigos, já disse. O marido dela já sabe de tudo também. Decidimos esclarecer. Ele entendeu, afinal, estavam separados quando saimos juntos.
-Sinto muito, pai.
-Não, não sinta por isso. Estou bem.
-Então porque chora? - limpo a lágrima que desce em sua bochecha.
Ele sorri e pega minha mão. Estão trêmulas.
-Jimin... Ela engravidou daquela vez. 
Estou confuso. Tá. Lembro que meu pai disse que soube que ela tava em Seul com o marido e agora dois filhos. Naturalmente quando voltou com o marido foi quando engravidou do Kookie. 
-Jeon é meu filho.
Jeon é meu filho.
Jeon é meu filho.
Jeon é meu filho.

Acho que de repente preciso de oxigênio e conter o desespero que toma conta do meu eu.


Notas Finais


:)
Espero que vocês estejam bem, gente. Ando com muitos trabalhos para fazer, e a rinite me matando, mas vou tentar fechar a fanfic até segunda.

Próximo capitulo é Jeon quem narra.

xoxo


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