História Forbidden Attraction - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aluna, Amor Proibido, Professor
Visualizações 39
Palavras 650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - O prelúdio das provocações


Fanfic / Fanfiction Forbidden Attraction - Capítulo 3 - O prelúdio das provocações

São Francisco, Califórnia
10:17am
Emma Greenwich



E eu que pensei que seria chato estudar aqui. Mas quem esse cara acha que é pra me tratar como se nunca tivesse me visto?

E ainda me ameaçar? Não, eu não posso arriscar. Meu pai sempre prezou muito pela moral em nossa familia e descobrir que sua única filhinha havia ficado com um professor não seria nada bom.

É nessas horas que eu sinto falta da minha mãe. Eu nunca a vi, a não ser em fotos. Ela morreu no parto, no meu parto. E deve ser por isso que meu pai sempre me trata assim, ele deve me culpar pela morte dela. E dar motivos pra manchar o nome dos Greenwichs não era uma boa ideia, então falar que eu e Adrian já ficamos estava fora de cogitação.

Não.

Eu não fazia ideia de que ele era professor e que trabalhava aqui, mas eu posso usar isso ao meu favor, é claro que vou.

Fui interrompida de meus pensamentos pelo mala do professor de matemática olhando pra mim. Era um velho na base de 50 anos. Chato.

— Falou comigo, professor? — eu perguntei quando o vi olhando pra mim.

— Por acaso existe outra Emma aqui? — sua voz saiu arrogante.

Ignorante.

Mal educado.

— Se você que trabalha aqui há muito tempo não sabe, imagine eu. — sorri encarando ele.

— Não me desafie, garota! — ele disse entre os dentes.

— Então seja pelo menos educado.

— Está insinuando que sou mal-educado? — ele se aproximou de mim.

Olhei ao meu redor e sorri sarcástica.

— Não, estou afirmando que você é mal-educado.

A sala ficou em silêncio geral. O professor, com ar de ofendido, se afastou e voltou para a mesa. Achei que havia ficado por isso mesmo, mas não.

— Já pra sala do diretor! — ele diz alto.

Eu ergui uma das sombrancelhas e me levantei.

— Com prazer!

Peguei minha mochila e saí da sala. Eu odeio matemática e já odeio aquele professor idiota e prepotente.

Saí pelo corredor a procura da diretoria, mas encostei no meu armário para guardar as coisas, e com um colégio enorme desses, será difícil.

E por falar em difícil, ao dobrar o corredor, advinha com quem eu esbarrei e derrubei os livros.

O cara que tem dupla personalidade.

Ele mesmo, o professor de biologia vulgo Adrian.

— Hm, me desculpe!

Ah, ele sabe pedir desculpas?

— Sem problemas.

Nos abaixamos para juntar os livros esparramados no chão e quando fui pegar o de biologia ele fez o mesmo e nossas mãos se encontraram. Ele levantou o rosto e nossos olhares se cruzaram de uma vez.

Inesperadamente.

Uma sensação esquisita passou pelo meu corpo, como se... Sei lá! Foi estranho. Eu não esperava aquilo. Ele vacilou também por alguns segundos, encarando meus olhos, mas logo fechou a cara e pegou o livro.

Nos levantamos e eu ajeitei minha roupa.

— Pode me dizer onde fica a diretoria?

— No outro corredor. — ele disse frio, desviando o olhar.

— Certo, obrigada!

Com meus livros em mãos eu virei, mas no instante depois eu voltei. Adrian ainda estava entre mim e meu armário. Me aproximei mais pra perto, quase colando nossos corpos e nossos rostos ficaram separados por centímetros. Ele fixou o olhar em meus lábios, era como se seus olhos não o obedecessem mais.

E eu estava adorando isso.

Senti sua respiração bater no meu rosto. Tenho que confessar que um cheiro irresistível de menta saía da sua boca. Meu busto colou no peitoral dele e agora Adrian alternava o olhar entre a minha boca e o meu decote.

Era explicito o desejo que ele tentava esconder através do olhar.

Levantei o braço e rocei meus lábios eu sua bochecha, de leve. Senti a respiração de Adrian desregular e ficar falha.

— Deixa eu fechar! — eu sibilei contra seu ouvido.

— O quê? — sua voz saiu fraca.

— O armário. Você tá na frente dele.

Adrian pareceu se recuperar. Ele olhou pra mim e pigarreou, se afastando em seguida.

— Com licença!

E saiu ainda desnorteado.

Sorri o olhando caminhar pelos corredores.

Isso é apenas o começo, Adrian!



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