História Forbidden Love - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Nate Maloley
Tags Criminal, Nate, Skathan, Taylor Hill
Visualizações 21
Palavras 1.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, eu sumi por bastante tempo mas não me matem. Eu escrevi esse capítulo no fim do ano passado e acabei não postando (apesar de ser o meu favorito).
Espero que vocês gostem e por favor, leiam as minhas outras fics, é muito importante para mim

amo vocês

xoxo.

Capítulo 6 - I need u as fuck


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 6 - I need u as fuck

         Dias de passaram e Nate não deu sinal de vida, eu esperava pelo menos uma mensagem mas era óbvio que ele só queria me usar, então me distrai por três dias e finalmente recebi uma mensagem

"Vou dar uma festa, passo aí as 23:00"

"Vou estar em uma outra festa essa hora" banquei a difícil

"Não aceito um não como resposta, eu vou te buscar na porta da festa"

"Você não sabe onde eu vou estar"

"Eu te rastreio. Te vejo mais tarde"

          Eu tenho medo de estar apaixonada por ele, isso não pode acontecer por any motivos, incluindo o fato dele ser um criminoso procurado e eu filha de um agente. Mas não conseguia me afastar, ele tem um poder sobre mim que é impossível resistir.

— Vem logo, Tay! — Mandy me puxou para a fila de um brinquedo qualquer — Ele mandou mensagem? — concordei sorrindo e mordendo os lábios — Só toma cuidado para não se apaixonar, ele não tem cara de quem vai querer um relacionamento — encostou na grade.

— Eu sei — suspirei — Mas eu também não quero um relacionamento, ele é bom para curtir — dei um meio sorriso e ela riu

— Só toma cuidado que eu te conheço e sei que você vai se apegar e depois sofrer — seguimos na fila por horas até chegar a nossa vez.

[...]

         Passei o dia no parque com os meus amigos e voltamos para o hotel, ainda faltava bastante tempo para a festa e eu não queria ficar pronta tão cedo, então fui para o quarto de Biel porque ele se arrumava em cinco minutos e provavelmente estaria deitado sem fazer nada.

— Oi oi  — falei entrando no quarto assim que um outro garoto abriu — A Mandy tá se arrumando e eu não tenho nada pra fazer ate ela terminar de usar o banheiro! — deitei ao lado de Biel que riu

— Vou ter que te aguentar por bastante tempo! — me abraçou e colocou a cabeça na curvatura do pescoço para fazer casquinha como sempre.

— Para! — eu me debatia e ele esfregava a cara ali o fazendo gargalhar comigo.

— É tão engraçado fazer isso contigo — sentou ainda rindo

          Fiquei tagarelando com Biel e aquele outro menino chamado Rafael, ele era bem legal, mas agora eu precisava me arrumar para sair com Nate. Fui para o meu quarto encontrando Mandy terminado uma bela maquiagem e fui logo para o banheiro tomar banho.

         Depois de fazer ondas naturais em meu cabelo, fiz uma maquiagem bem linda, com direito a contorno e batom vermelho. Coloquei uma saia branca de veludo justa e custa, um cropped decotado prata e sandálias brancas com tiras de salto, estava sexy mas por incrível que pareça, nem um pouco vulgar.
 

      Logo depois que terminei, eu e Mandy fomos para a saguão e logo chegamos na festa. Fiquei dançando, bebendo um pouco mas sempre foçada no horário, e quando faltava quinze minutos para as onze eu fui a procura de um monitor para inventar uma desculpa bem esfarrapada. Fui liberada, falei que tinha chamado um uber porque estava com dor de cabeça e fiquei na porta esperando.
 

      Logo vejo uma Lamborghini preta parando na minha frente, andei até ela é o vidro se abriu. Nate estava com seu cabelo amarado, bem estilo mendigo, mas mesmo assim estava lindo. Entrei no carro e sua mão esquerda foi ao encontro da minha coxa direita me causando um arrepio e o fazendo dar uma risada leve.

— É bom saber o que eu causo em você — mordeu os lábios sorrindo como um olhar intimidador me fazendo corar — Adoro te ver assim — sua mão subiu para o meu rosto e começou a fazer carinho em meu rosto — Fica ainda mais linda — passou seu dedo na minha boca e eu beijei o mesmo o fazendo rir — Atrevida — voltou a mão para a minha coxa — Não vai falar nada? — voltou a se concentrar na estrada

— O que quer que eu fale? — tirei a sua mão de mim com a maior vontade de deixar no lugar

— Quero que fale da minha beleza — mexeu suas mãos no volante

— Você sabe da sua beleza, ninguém precisa te falar — ri apoiando do meu braço no vidro da janela

— Mas gosto quando você fala — vi que estávamos entramos em uma região mais residencial de alto nível, mas parecia bem vazia pelo fato das casas serem afastadas uma da outra — Gosto do seu sotaque e voz — estacionou na frente de uma grande casa lotada e com música alta.

— Bela casa —  admirava a beleza daquela linda residência.

— Você precisa ver a de LA, é bem melhor — passou as mãos pela minha cintura enquanto caminhávamos para dentro da casa. Enquanto caminhávamos, Nate foi cumprimentado diversas vezes por pessoas desconhecidas — Vodka? — perguntou e eu neguei.

— Ainda não quero beber — falei em seu ouvido por conta do barulho.

— A primeira dose pode esperar — sorriu para mim largando o copo que acabara de pegar no balcão — Vamos lá para fora que você vai adorar — me puxou pelo braço até uma área aberta, com piscina, jardim e um bar lotado de gente.

— Uau — estava apaixonada por esse lugar.

— Sabia que iria gostar — me abraçou por trás — Aqui é o meu lugar favorito da casa, tirando o meu quarto — sussurrou a última parte em meu ouvido e eu me soltei dele.

— Quem sabem mais tarde você possa me mostrar — mordeu os lábios sorrindo e me prendeu em uma parede.

— Você não tem noção do quão sexy é — gargalhei com o seu comentário — Qualquer coisa que você fala me fascina — colocou uma mão na parede a a outra na minha cintura.

— Digo o mesmo — coloquei as minhas em sua nuca o fazendo jogar a cabeça para trás.

— Se quiser conhecer o meu quarto, podemos ir agora — sussurrou no meu ouvido me fazendo arrepiar

— Achei vocês! — Matthew cortou o clima e Nate o cumprimentou com a maior calma — Você está linda — me abraçou

— Não beba muito, amanhã vamos treinar — segurou seu ombro antes dele entrant na casa.

— Pode deixar — sorriu e sumiu de vista.

— Treinar para que? — perguntei curiosa

— Assalto — deu ombros e colocou as duas mãos na minha cintura

— Vamos dançar — falei animada e ele negou rindo

— Eu vou te olhar — me acompanhou até dentro da casa e depois se apoiou no bar enquanto eu fui um pouco mais para frente, onde as pessoas estavam dançando e comecei a me mexer no ritmo da música qualquer que estava tocando. Dançava como se não houvesse amanhã, depois que me soltava não conseguia parar. Duas mãos se apoiaram na minha cintura e um sorriso se abriu automaticamente em meu rosto, meu cabelo foi colocado de um lado só e sua boca entrou em contato com a minha nuca descoberta, automaticamente coloquei a minha mão em sua cabeça e me virei — Continue — olhou em meus olhos enquanto eu segurava seu rosto com as minhas mãos. Naquele momento não parecia que estávamos rodeados de gente, parecia ser apenas nos dois. Eu o obedeci e continuei dançando, só que dessa vez não era para mim, e sim para ele, nesse momento eu pertencia a ele.

        Ele colava os nossos corpos enquanto eu me mexia, nunca tinha dançando assim com ninguém, parecia estar em outro mundo. Não pensava em mais nada, só no presente.

— Vem — segurou o meu braço assim que a segunda música acabou — Quero te mostrar um lugar — me puxou dois andares a cima, pegou uma garrafa de vodka no caminho e abriu uma grande porta, revelando um pequeno jardim, nunca tinha visto nada igual.

— Um jardim no terceiro andar? — me virei para ele com as mãos na cintura ainda chocada com aquele lugar.

— Bate mais vento — brincou

— Já sei, esse é o lugar onde você traz as garotas inocentes para transar! — me aproximei dele rindo.

— Primeiro, não existem garotas inocentes. Segundo, eu nunca trouxe nenhuma garota aqui — passou sua mão em meu rosto.

— Então, por que eu? — coloquei a minha mão sobre as dele e logo fui surpreendida por um beijo.

        O beijo era o mesmo beijo intenso da primeira vez, mas estava desacelerado, como se não tinha presa. Não vou dizer que era um beijo romântico, mas tinha algo diferente naquilo, suas mãos ficavam no meu rosto me segurando, como se eu fosse fugir. As minhas mãos ficavam em sua nuca e e apertando seu braço, logo ele finalmente soltou o meu rosto de desceu com as mãos para as minhas costas, acompanhando as curvas do meu corpo.

— Você me intriga, estou obcecado — terminou o beijo mas continuou com as mãos no começo da minha bunda — Por que nunca encontrei nada sobre você? — beijou a minha nuca me fazendo rir levemente

— Meu pai tirou as minha informações por precaução — respondi e ele parou e me olhou sério.

— Quem é o seu pai? — se afastou e mexeu em algo em seu bolso

— Não importa — ri encostando em seu ombro e logo o vi sacar uma arma.

— Responde, porra! — apontou para a minha cabeça e eu gelei

— Ele trabalha para o FBI — fechei os olhos já imaginando a minha morte precoce por culpa minha.

— Sai daqui — jogou a arma no chão, mas eu ainda estava em choque para fazer qualquer coisa — Sai agora! — gritou mais uma vez e eu corri, corri para o andar de baixo, corri para fora de casa, e corri para bem longe.

[...]

 

       A noite passada foi horrível, não quero me lembrar de mais nada, os fashes que passar pela minha cabeça são péssimos, só consigo lembrar da arma apontada para a minha cabeça mas consegui afastá-los com a lembrava do resto da noite.

         Depois que tinha chego no hotel, meus amigos vieram e ficamos tomando sorvete enquanto eu ficava na banheira, foi ótimo para esquecer daquele babaca, ainda não sei o que eu tinha na cabeça para sair com um criminoso, sério, sou uma otaria.

— Bom dia flor do dia — Mandy veio até a minha cama sorrindo

— Bom dia — sorri sem mostrar os dentes e sentei na cama — Para onde nós vamos hoje? — cocei a cabeça

— Parque aquático — disse animada indo até a sua mala e eu fiz o mesmo rindo — Vai ser legal, se anima! — nunca tinha visto uma pessoa tão motivada a me fazer sorrir.

— Estou indo — levantei as mãos me "rendendo" e fui para o banheiro rindo me arrumar
[...]

      O dia no parque aquático foi bem divertido, só pensava em curtir o momento, em aproveitar os meus amigos então foi o melhor dia da viagem até agora. Caímos, rimos, Biel quase afogou a Mandy, comemos muito e fomos em todos os brinquedos. Depois tinha mais uma festa, como todos os outros dias, mas aproveitei de um jeito bem diferente.

        Como dessa vez não precisava me preocupar com desculpas para poder sair com o Nate resolvi aproveitar sóbria, sem garotos, só dançar. Com isso, cansei muito e dormi como uma pedra assim que chegamos no hotel.

— Taylor — acordei com a janela abrindo e alguém passando por ela dizendo o meu nome — Eu preciso de você — senti a pessoa em cima de mim e seu bafo de álcool misturando com maconha, era Nate.

— O que tá acontecendo? — Mandy acendeu a luz tentando abrir os olhos e ficou assustada assim que o vou em cima de mim

— Eu não sei — fiz a mesma cara — Nate, você precisa ir — tentei levantá-lo mas ele não me soltava

— Preciso de você — levantei sua cabeça e seus olhos estavam extremamente vermelhos

— O que eu faço? — olhei para Mandy que estava quase dormindo novamente

— Não olha para mim, você que arrumou ele — virou para o outro lado para tentar dormir

— Não posso colocar você nesse mundo — consegui o fazer me soltar — Mas estou viciado — tentou me beijar mas virei o rosto — Preciso de você — passou seus braços em volta da minha cintura.

— Vou para o quarto do Biel — mandy levantou e saiu pela porta com um travesseiro nas mãos.

— Nate, você precisa de um banho — tentei tirá-lo de mim mas ele não soltava

I need you as fuck — ouvi sua voz sonolenta



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