História Forbidden Love - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Amor Proibido, Justin Bieber, Padrasto, Romance
Visualizações 4.168
Palavras 2.952
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiiiiie! CHEGUEI PARA ABRILHANTAR O DIA/NOITE DE VOCÊS! ok, parei!
Então, voltei rapidinho, pq dessa vez veio essa ideia na minha cabeça de madrugada e então consegui atualizar rápido. Espero que gostem do capítulo.
Me inspirei MUITO na musica Heart Attack, e no próximo capítulo vcs irão perceber melhor!!
Espero que gostem :D

Capítulo 17 - Passeio no Parque...


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 17 - Passeio no Parque...

  - Você ta é parecendo a mariquinha da história. - ele disse rindo.

  - Vai pro inferno Chaz! - mandei irritado saindo da sala e o deixando parado lá, rindo do quão engraçado ele é. Babaca!

...

Uma Semana Depois...

  - Argg! - grunhi.

Eu estava a dias tentando compor uma musica e nada saia. Que inferno!

Eu preciso de uma musica para o concurso, e para semana que vem. Eu até tinha uma, mas não achei legal. Sei lá... Não gostei, e agora preciso de outra. Aff’ isso está me irritando! Sai da sala de musica e segui para a cozinha totalmente nervosa. Peguei uma garrafinha de água na geladeira e encostei-me ao mármore, do balcão. Tomei um gole, e comecei a pensar. Nada. Nem tema para a bendita canção vinha. Eu não tenho letra, eu não tenho a musica. EU NÃO TENHO NADA!

  - Inferno! - gritei frustrada.

  - Está tudo bem? - Aquela voz sexy e totalmente rouca, que vem assombrando alguns de meus pesadelos, perguntou.

  - Não, não está nada bem. - falei estúpida.

  - Nossa. - ele ergueu as mãos para o alto.

  - Ai... - me martirizei. - Foi mal. É que eu preciso compor uma musica e minha cabeça não copera. - expliquei.

  - Quando eu queria compor tomava sorvete, ou saia para dar uma volta. - ele disse.

  - Argg! Nada funciona comigo. - falei jogando a cabeça para trás. - To travada.

  - Que tal darmos um passeio e tomar um sorvete. - ele sugeriu.

  - Minha mãe não esta ai? - perguntei, com o cenho franzido.

  - Dormindo. Passou a noite trabalhando. - deu de ombros. - Vamos, vem. - ele puxou minha mão.

  - Bieber, eu estou descalça e tenho que pegar minha bolsa. - falei.

Ele me soltou e eu fiquei parada.

  - Vai garota! - Ele gritou. - Vai pegar suas coisas!

Sai correndo em direção ao andar de cima e peguei um salto qualquer e uma bolsinha. Parei em frente ao espelho e fiquei me olhando. Hoje meu estilo está mais para menininha romântica. Eu usava um vestido rosa, curto e fofo, um salto rosa claro, uma bolsa nude e um colarzinho fofo. Meu look estava fofo. Eu não costumo me vestir assim, mas como sou estilista tenho que usar um pouco de tudo. Ora roqueira, ora romântica. Coisa minha. Resolvi me arrumar um pouquinho mais, afinal vou sair com o Justin.

  - Nossa, por que ele me faz isso? - perguntei para mim mesma, em voz alta.

Porque eu estou me arrumando mais para ele?

Desci correndo e Justin me esperava bufando.

  - Como você é lerda. - ele resmungou e me puxou para fora de casa.

  - Acho que da para irmos caminhando. - ele falou e eu assenti, não vejo problema em andar um pouco. - Então... Por que precisa compor a musica? - tentou puxar papo.

  - O concurso. Tenho que apresentar uma musica inédita daqui a uma semana e até agora nada. Falta inspiração. - falei cabisbaixa.

A rua se encontrava deserta, normal no meu bairro, e ao longe podias se escutar o canto suave e calmante dos pássaros. Aquilo me fazia bem. A rua estava calma e silenciosa. Acho que esse é um dos motivos para que eu este tanto desse bairro. Ele é calmo, aconchegante. Sem muitos carros, ou muito movimento, sem vizinhos chatos. Mas para o meu azar isso acontecia mais quando as crianças estavam na escola, pois mais tarde isso começa a lotar e ficar em estado caótico.

  - Sua mãe vem falando bastante desse concurso. Ela esta orgulhosa. - ele sorriu.

  - Nem é nada. Apenas um concurso pequeno, com um prêmio grande. - dei de ombros.

  - Já participei de um. Mas não apresentei musicas inéditas, apenas covers. - ele disse.

  - Legal, ganhou?

  - Fiquei em segundo. - fez biquinho e eu ri fraco. - Mas eu ainda era muito novo, nunca treinei nem nada.

  - Então você foi ótimo. - conclui. Afinal, se você nunca fez nada e chega lá e ganha em segundo é porque é bom.

  - Não sei... - deu de ombros.

  - Justin, me conte mais sobre o Canadá. - puxei assunto, após alguns longos minutos em silencio.

  - Lá é incrível. - ele sorriu. O país dele parecia lhe trazer muito orgulho. - Eu e os meninos aprontávamos demais. - falou sorrindo, como se estivesse lembrando-se de algo. - Uma vez saímos recolhendo todos os jornais, que um cara tacava nas casas. Todos da vizinhança foram até a sede do jornal, saber o que estava acontecendo. E foi ai que nós os colocamos todos de volta no lugar. Foi hilário ver a cara de espanto delas quando viram eles ali, como se nunca tivessem saído do lugar. - falou e eu gargalhei.

  - Que brincadeira idiota. - falei, tentando controlar o riso, e quase caindo por cima dele.

  - Anne, você já bebeu hoje? - perguntou divertido.

  - Besta. - mostrei a língua e dei um tapa de leve em seu braço.

  - Ai. - esfregou o local, fingindo que doeu.

  - Viado. - murmurei e ele ergueu a sobrancelha.

  - Quem é viado Anne? - perguntou sério.

  - Você, o único que tem por aqui. - falei debochada, fingindo procurar.

Ele sorriu maléfico, o que até me deu medo, e me pegou no colo, me jogando por seus ombros.

  - Bieber, me ponha no chão. - gritei e ele começou a correr.

Eu parecia um saco de batatas velhas, que ele carregava de qualquer jeito, e estava começando a ficar enjoada com aquele balance todo.

  - Me põe no chão seu desgraçado. - o estapeei.

Senti olhares sobre mim, com certeza já havíamos chegado ao parque que havia no final da minha rua. Ele corria, e eu o estapeava, gritando histericamente. Acho que Bieber tropeçou em algo, pois senti minhas costas baterem em algo fofo, e ele cair por cima de mim. Reparei que havíamos caído no tanque de areia das crianças. Ele estava em cima de mim, a centímetros da minha boca. Sua respiração se encontrava ofegante e seus lábios entre abertos. Podia sentir sua respiração quente bater em meu rosto me causando arrepios bons. Segurei em seus braços e permaneci fitando aquelas poças de mel que me fascinam. Ele roçou seus lábios nos meus, mas antes do beijo acontecer senti algo cair em cima de mim. Areia. Justin levantou rápido, passando as mãos freneticamente nos cabelos loiro escuro, e eu comecei a rir, ao perceber o que acontecerá, assim como as poucas pessoas que se encontrava ali no parque.  Um garotinho, de quatro anos, no máximo, havia jogado um balde de areia em cima dele. Ele estava todo sujo, mas o que importava era seu cabelo né? Ele passava as mãos freneticamente e eu ria descontroladamente.

  - Mandou bem. - falei para garotinho, que sorriu sapeca e tocou na minha mão.

  - Ai que droga mano! - ele gritou irritado.

  - Acalme-se Bieber, seu cabelo ainda tem swag. - falei repetindo a palavra que ele disse esses dias atrás.

  - Eu tenho swag no corpo inteiro. - falou se achando.

  - Acho que alguém esta precisando de mais um balde de areia na cabeça, para ver se aquieta o facho. - falei rindo e ele arregalou os olhos.

  - Claro que não. - falou alterado. - Vem, vamos comprar sorvete, antes que me ataquem novamente. - ele pegou na minha mão.

Um pequeno choque correu por todo o meu corpo, me deixando nervosa e me fazendo solta-lá. Ele parou e me olhou com o cenho franzido.

  - O que ouve?

  - Nada. - sorri. - Vamos logo. - corri em sua frente.

Chegamos à sorveteria, que se encontrava meio vazia, e adentramos a mesma. Fomos fazer o sorvete.

  - Credo garota, como você come! - Justin exclamou ao ver meu pequeno sorvete.

Eu havia montado um sorvete, tipo, muito gigante. Tinha bola de chocolate, flocos, creme, mamão e chiclete, tudo misturado, o que vira uma meleca nojenta, mas muito gostosa. E ainda tinha calda de chocolate branco, preto e castanha.

  - Você vai ter um ataque cardíaco. - ele falou rindo.

  - Que nada. - dei de ombros seguindo para uma das mesas. Sentei-me de frente para Justin e comecei a atacar minha delicia gelada.

  - Cara, você come demais. - ele disse rindo. - Como consegue ficar gostosa desse jeito? - perguntou, e acho que muito alto, porque corou.

  - Eu me cuido. - mostrei a língua.

  - Hm... - murmurou, enfiando uma colher de seu sorvete na boca.

Puxei assunto com ele, pois aquele silencio estava chato, e logo entramos em uma conversa animada sobre basquete, esportes, viagens, e varias outras coisas. Justin me fazia rir muito. Já falei o quão escandalosa a minha risada é? Não? Pois bem, ela é muito escandalosa. As pessoas que se encontravam ali nos olhavam como se fossemos dois idiotas, o que eu tenho certeza que somos. Eu consegui deixar minha cabeça livre por um bom tempo, o que me fez bem. Passar um tempo com ele me fez bem. Acho que nunca ri tanto como estava rindo hoje. Ele é uma das únicas pessoas que consegue me fazer esquecer um pouco do mundo.

  - Nossa você é muito anormal garoto. - falei rindo, e ele gargalhou.

Parei e fiquei o admirando sorrir. Era incrivelmente perfeito seu sorriso. Sua risada é contagiosa e gostosa de ser ouvida. Eu acho que me perdi observando seus traços angelicais, pois acordei com ele me gritando. Senti meu rosto pegar fogo, por que tenho certeza que estava com a maior cara de bocó do mundo.

  - Que um balde? - ele perguntou divertido e eu revirei os olhos rindo.

  - Cala a boca.

  - Sei que você me deseja. - ele disse convencido, mas não deixa de ser verdade né?

  - Tem razão Justin, nossa eu te desejo demais meu. É uma coisa incontrolável. Sobe um fogo quando estou perto de você. - falei a verdade em tom de brincadeira.

  - Viu admitiu. - apontou pra mim rindo. - Fica sossegada que eu não conto para ninguém.

  - Babaca. - xinguei.

  - Que você deseja. - ele falou debochado.

  - Ahh claro, muito. - falei sarcástica. - Mas, fala ae... Você também me quer não? - resolvi zoar com ele.

  - Eu não. - se benzeu. - Prefiro um mendigo.

  - Não foi isso que você disse naquela noite. - pensei alto, e ele arregalou os olhos, mas sorrir.

JUSTIN POV.

Ela ainda se lembra daquela noite! Eu não sou o único! Cara é muito melhor saber que ela também pensa naquela noite. Foi impossível não sorrir. A nossa tarde estava sendo incrível. Apesar deu ainda sentir areia nas minhas costas. Aquele pirralho. Cara, que raiva!

  - É você esta certa. - admiti. Afinal, vou mentir para que mesmo?

  - Sempre estou. - gabou-se sorrindo abertamente.

Seu sorriso é uma das coisas mais lindas que já vi no mundo, e me deixa bobo. Meu celular começou a tocar. Droga! Peguei-o na mão e olhei quem era. Tracy. Isso é sulfocante. Não atendi.

  - Quem era? - Anne perguntou.

  - Ninguém importante. - dei de ombros.

  - Mentira.

  - Oi?

  - Você, esta mentindo. - franzi o cenho. - Com certeza era a minha mãe.

  - Como você sabe? - perguntei.

  - Joguei o verde, e colhi maduro amor. - revirei os olhos. Como sou idiota. - Por que não atendeu?

  - Já vamos embora. - dei de ombros.

  - Já? - perguntou desanimada.

  - Sim, mas antes vamos dar uma volta no parque. - falei e ela sorriu, me fazendo sorrir também.

  - Dona Tracy vai sobir pelas paredes. - falou rindo e eu dei de ombros.

Faz tempo que não consigo fica de boa, sorrindo, brincando, conversando. Não vai ser a Tracy que vai me atrapalhar. Levantamos e nos dirigimos ao caixa. Entreguei meu cartão à mulher.

  - Não vai insistir para pagar metade? - perguntei com o cenho franzido, afinal, todas as mulheres que eu saio sempre insistem.

  - Eu não, você que convidou. - ela deu de ombros me fazendo rir, assim como a mulher do caixa, que me entregou o cartão e desejou boa tarde.

Saímos da sorveteria e começamos a caminhar pelo parque. Acho que por impulso, ou porque eu queria mesmo, entrelacei minha mão a dela. Não, sei... Apenas fiz aquilo.

ANNE POV.

O olhei de canto de olho, estranhando sua atitude. Eu comecei a ficar mais nervosa que antes. Como ele consegue me fazer isso? Eu não consegui ficar muito tempo segurando sua mão, pois minha barriga começou a se contorcer, sabe quando você esta em um brinquedo radical e vem aquela sensação estranha? Então, assim. A soltei e ele me olhou frustrado. É estranho o modo como eu fico nervosa perto dele. Eu começo a suar, e fico corada com seus olhares.

Começamos a conversar. Sempre surgia algum assunto no qual nós dois éramos interessados. Não importa se fosse de esportes a moda. Sempre tínhamos algo em comum. Era esquisito ver Justin falar sobre moda, ele não conhecia nada, mas mesmo assim arriscava algo. E quando eu ia falar, parece que eu esquecia tudo. Dava branco. Aff, isso não é justo! Ele nem parece que fica nervoso perto de mim, talvez por que não fique mesmo, mas eu fico droga!

Sentamos-nos em um banco, porque meus pés estavam começando a doer, pois eu estava de salto, e ficamos ali, conversando sobre coisas bobas. O celular de Justin havia tocado mais uma vez, mas ele desligou os três. Sim, aquele garoto tem três celulares, um para o serviço, um para uso pessoas e um de reserva. Avistei um cara que estava vendendo pipoca, um pouco afastado de nós e me empolguei. Já falei que eu sou tipo, muito apaixonada por pipoca? Sim, sou. Eu ajo como uma criança de três anos. Eu até teria vergonha de agira assim na frente do Justin, mas prefiro ser eu mesma, então não vou ter vergonha.

  - Pipoca! - falei alegre.

  - Você quer? - ele perguntou, rindo do meu jeito criança de ser.

  - Sim. - meus olhos brilharam.

Levantei-me para ir até lá, e eu estava com pressa, o que me fez correr, e como sou muito desastrada acabei tropeçando nos meus próprios pés e cai. Fechei os olhos, mas eu não cai no chão. Abri os olhos lentamente e vi Justin me segurando e rindo.

  - Vai com calma pequena. - ele disse rindo.

Senti meu rosto queimar, e sorri sem graça. Ele me ajudou a se instabilizar em cima dos saltos, e eu voltei a correr até o carrinho de pipoca, o fazendo rir.

  - Criança. - falou e pagou o velhinho. - Acho melhor voltarmos né? - ele perguntou, vendo que o tempo estava mudando e começou a chuviscar.

  - Sim. - falei e coloquei um punhado de pipoca na boca.

Fomos caminhando, na garoa, e comendo pipoca.

  - Justin, seu guloso, maneira ai né? - esbravejei ao o ver pegando um punhado de pipoca.

  - Nossa morta de fome. Quer de volta? - falou abrindo a boca e mostrando aquele monte de pipoca na boca dele.

  - Aff, nojento! - falei virando o rosto e ele riu.

Já estávamos na rua de casa, e eu me senti triste por ter que acabar com o nosso passeio. Foi tão legal passar à tarde com ele. Parei na porta de casa e abri a mesma. Adentramos e eu joguei o negocio de pipoca no lixinho que tinha ali na porta.

  - É, Justin. - me virei para ele, ficando a centímetros de distancia. - Obrigada pela tarde. - falei meio desconcertada pela proximidade.

  - Não foi nada. - ele disse, segurando a minha cintura e olhando para os meus lábios. - Agora, para fechar à tarde com chave de ouro. - murmurou esbarrando seus lábios nos meus.

Ele juntou nossos lábios e, automaticamente, minhas mãos foram até sua nuca. Ele aprofundou o beijo e segurou mais forte em minha cintura, como se tivesse medo que eu me separasse. Acariciei sua nuca, e deixei aquela sensação gostosa me levar. Seu beijo é tão viciante. Separamos-nos com selinhos, e permanecemos com as testas encostadas e olhos fechados.

  - Justin, é você que chegou? - escutamos a voz da minha mãe, vindo da sala.

Sai de perto dele e sorri em agradecimento, me virei para sair dali e acabei derrubando o enfeite de mesa, que havia na mesinha perto da porta. Como eu disse, sou desastrada. Ele riu de mim e eu peguei o negocio do chão, pondo no lugar novamente e sorrindo sem graça. A única coisa que ele fazia era rir do meu jeito estabanado de ser.

  - Oi Anne. - minha mãe sorriu e beijou minha bochecha. - Tudo bom meu amor?

  - Tudo sim mãe. - sorri e corri para o meu quarto.

Adentrei o mesmo e me joguei na minha cama, jogando meus sapatos num canto do quarto e a bolsa em outro. Passei os dedos em meus lábios e sorri sentindo aquele gosto bom dele. E de repende a letra da musica veio em minha mente.

  - Isso! - gritei sorrindo e saindo do quarto.

Na sala estava minha mãe e Justin assistindo a um filme. Pulei o ultimo degrau da escada, e acho que eu estava sorrindo, porque minha mãe perguntou o que estava acontecendo.

  - Já sei a letra da minha musica nova. - falei sorrindo. Justin olhou para mim e balançou a cabeça, como se dissesse ‘Eu falei, não?’, eu assenti de leve e corri para a sala de musica.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E aeee!!? Espero que tenham gostado :D Desculpe se tiver erros ortográficos, acho que nunca pedi isso né? E minhas fics tem uns erros cabulosos. Mas enfim, obrigada pelos comentários e pelos favoritos! Nossa, nem acredito qe to chegando a 100 :') LEITORAS FANTASMAS APAREÇAM SUA LINDAS! EU NÃO MORDO NINGUÉM, E SOU LEGAL... Bom acho que sou :\\ BEIJOS SUAS DELICIAS! AMO VCS DEMAIS >.< @BieberSwag_FC_ e @LoversOfJusten
A ROUPA DA ANNE: http://www.polyvore.com/forbidden_love/set?id=74636041


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