História Forbidden Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Amor Proibido, Justin Bieber, Padrasto, Romance
Exibições 6.378
Palavras 2.640
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capitulo 2... de novo :(

Capítulo 2 - Mellanie... Minha menina


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 2 - Mellanie... Minha menina

Isso é nojento! Virei de lado e coloquei meus fones, pondo Broken, do Evanescence para tocar, no volume maxímo.

---.---

  - Anne. - Alguém me chacoalhou. - Anne, acorda. - a suave voz de Jennie ecoou por meus ouvidos.

  - Fala Jennie. - me virei e continuei de olhos fechados.

  - Eu estou voltando para o campus. - falou.

  - Mas hoje é domingo.  - abri os olhos aos poucos, mas ainda sim a claridade os queimou, me fazendo fecha-los. Pisquei algumas vezes até me acostumar.

  - Mas acho melhor eu voltar hoje. - sentei na cama.

  - Já brigou com a Dona Tracy?

  - Não... Apenas não concordo com ela. - riu fraco.

  - Fica, hoje de noite nós vamos sair com os meninos. Quero te apresentar para o Ryan. - falei e ela revirou os olhos.

  - Fala sério Anne.

  - Vai!! - pedi. - E eu quero te apresentar uma pessoa muito especial para mim.

  - Hmm... - falou maliciosa. - Ta de caso com alguém né!?

  - Não idiota! - rimos. - Vai se trocar e me encontra la embaixo. Já desço. - mandei e ela assentiu. - Isso cachorrinha. - Ela mostrou o dedo do meio e saiu do quarto.

Olhei no relógio ao lado da minha cama e ele marcava 12h30min. Levantei-me e arrastei-me até o banheiro. Despi-me e liguei o registro, entrando debaixo da água gelada, fazendo meu corpo estremecer, mas logo se acostumar. Lavei meus cabelos e logo sai. Enrolei-me na toalha e fui até meu closet. Vesti uma lingerie roxa e escolhi uma roupa. Pus uma blusa azul, uma calça jeans e um sapato. Penteei meus cabelos e os prendi em um coque bagunçado. Peguei minha bolsa, meus óculos escuros e peguei meu celular: uma mensagem.

  “Bom Dia flor do dia! Te vejo mais tarde. 3Beijos da musa dos seus sonhos <3" - Jullie, essa pessoa não bate bem dos pinos.

Já estava no alto da escada e quando ia responder meu celular resolveu bater asas e voar da minha mão, rolando escada abaixo.

  - Bebê! - Gritei. Desci correndo até ele e o peguei. - Ohh seu lindo, você não é ginasta, muito menos um pássaro.

  - Meu Deus, que menina louca! - Ergui minha cabeça vendo aquela pessoa ali.

  - Ta fazendo o que aqui traste? - perguntei raivosa.

  - Já estou indo embora. - ergueu as mãos se rendendo.

  - Ahh jura? - perguntei e ele assentiu. - Não to nem ai. - falei sarcástica e segui para a cozinha encontrando Jennie.

  - Vamos? - perguntei e ela assentiu.

  - Bom dia Jennifer. - Justin apareceu na cozinha.

  - Bom dia Justin. - ela disse. - Anne coma alguma coisa antes de irmos.

  - Não to com fome. - dei de ombros.

  - Come. - mandou.

Peguei uma maçã. Leonor apareceu.

  - Leonor, sobrou àqueles bolos? - perguntei.

  - Quase que inteiros. – falou sorrindo.

  - Ok, eu vou leva-los. - falei.

  - Para onde? - Justin perguntou.

  - Nenhum lugar que te interesse. - sorri falsa.

  - Ta certo então.  Tchau. - se despediu.

  - Jennie pegue um bolo que eu pego outro, me ajude a colocar no carro. - falei.

Eu peguei um dos bolo e levei-o até a garagem o colocando no bando de trás do meu sportage, Jennifer veio logo atrás com o outro bolo. Depois de posto adentramos o carro e dei partida.

  - Para onde vamos? - Jennie perguntou.

  - Surpresa! - sorri.

Liguei o rádio, tocava uma musica, meio sem graça, mas que já estava no fim. Começou tocar A Thousand Miles , eu e Jennie nos entre olhamos e começamos a cantar... Melhor gritar a letra da canção. Essa é a nossa musica! Quando a musica acabou começamos a rir feito loucas. Nós somos muito retardadas! Meu celular começou a tocar e pedi para Jennie atender.

  - Alo. – atendeu. – Não nós estamos indo a algum lugar... Não sei onde, ela não quer me falar... Perai vou ver. – ela tirou o telefone da orelha. – A Jullie quer saber se pode ir junto.

  - Fala que eu vou passar na casa dela daqui a 10 minutos. – falei e ela assentiu repetindo isso para Jullie.

Fiz o retorno e segui em direção á casa de Jullie, que era perto da escola e meio longe da minha. Parei em frente a sua casa e buzinei, segundos depois ela saiu correndo, feito uma louca, adentrando meu carro.

  - Oi vadias! – gritou.

  - Oi Jullie. – eu e Jennie falamos sem animo.

  - Para que os bolos?

  - Surpresa. – falei sorrindo e arrancando com o carro.

Durante o longo caminho Jullie ia contando piadas que eram péssimas, e de vez em quando cantávamos as musicas que tocava na radio. Passar um tempo com elas me fazia bem, e me fazia querer revelar uma parte de mim. Eu sei que posso confiar a elas um segredo. Tudo bem que não é ‘O SEGREDO’, mas é uma parte de mim que ninguém sabe, ou ser quer desconfia. E sei que é, com certeza, a melhor parte de mim, a parte feliz, alegre, e boa, a parte que me dá motivos para sorrir, e que me faz sentir viva.

Parei o carro em frente ao grande prédio, e elas me olharam confusas.

  - Anne, o que viemos fazer em um... – Jennie parou para ler a placa meio apagada. – Orfanato?

  - É aqui que eu venho, quase, sempre. Esse lugar é incrível. – falei. – Venham, e peguem os bolos.

Descemos e eu entreguei minha bolsa para Jullie, e peguei um dos bolos, e Jennie fez o mesmo. Segui na frente adentrando o orfanato e logo aviste Sophie, com um monte de crianças ao redor. Assim que me viu ela saiu correndo até mim.

  - Anne querida! – beijou meu rosto.

  - Oi Sophie. – sorri.

  - Tia Anne! – as crianças vieram correndo e abraçaram minhas pernas me fazendo sorrir. Eles me trazem uma sensação incrível e inigualável, como se me completassem.

  - Oi meus pequenos! Olha o que trouxe! – eles olharam para os bolos com os olhinhos brilhando. – Vem vamos comer!

Eu segui Sophia até uma mesa grande no jardim, e pus os bolos em cima. Jullie e Jennifer observavam tudo pasmas. Talvez porque não era uma coisa minha fazer o bem para alguém, principalmente crianças.

  - E ai, gostaram? – perguntei sorrindo.

  - Desde quando você vem aqui? – Jennie perguntou sorrindo, parecia orgulhosa.

  - Há três anos. – sorri. – Foram eles que me deram forças para melhorar, graças a eles e vocês eu consegui me curar.

  - Ai Anne! – Jennie me abraçou. – Estou muito orgulhosa de você. Você não sabe o quanto eu te amo minha menina. – começou a chorar.

  - Obrigada mana. Também te amo muito. – uma lagrima escapou de meus olhos, mas eu as sequei rapidamente. – E você Jullie? – perguntei, mas a vaca não estava mais ali comigo. – Jullie?

Olhei para a mesa e lá estava a minha eterna criança, comendo e brincando com os pequenos. Sorri ao ver a cena. Procurei a minha menina por ali mas ela não estava. Ué, mas ela sempre está brincando!

  - Sophie, cadê minha pequena? – perguntei.

Ela me encarou triste.

  - Anne, já faz uma semana que ela não sai do quarto. Não quer brincar, e até comer esta difícil. – falou e eu franzi o cenho.

  - Vou ir falar com ela. – ela sorriu assentindo e eu segui até a ala das meninas.

Sem bater na porta eu entrei, devagar, tendo a visão do meu anjinho encolhido na ultima cama, no canto. Caminhei silenciosamente até ela, e me sentei na cama, que fez um barulho horrível fazendo-a me olhar, e abrir um sorriso imenso.

  - Anne, que saudade! – falou embolado me abraçando forte.

  - Ai pequena, que bom te abraçar. – falei afagando seus cabelos.

Mellanie... Esse é o nome da minha anjinha. Uma garota incrível de três anos, que eu vi crescer, e que é meu porto seguro. Mel é como se fosse minha filha. A conheci quando tinha dias, e chegou aqui no orfanato quase morrendo. Eu ajudei Sophie a cuidar dela e desde então não consigo mais desgrudar. Eu sinto como se ela realmente fosse minha, sabe? É um sentimento de proteção. Eu sinto que preciso cuidar dela como se ela fosse a minha própria vida.

  - Pensei que vote não gostava mai de mim. – falou chorando.

  - Ta louca? Eu te amo princesa. Muito... – a peguei no colo. – O que está acontecendo minha bonequinha? – limpei suas lagrimas e olhei em seus lindos olhos azuis.

  - Ninguém gosta de mim. Ninguém me quer Anne. – falou manhosa deitando a cabeça em meu peito. Aquilo cortou meu coração.

  - Todos te amam Mel, não diga mais isso. – falei afagando seus cabelos macios com cheirinho de melancia.

  - Putê minha mamãe não me tis? – perguntou me olhando. Fiquei meio sem reação. Como respondo essa pergunta?

Após minutos em silencio respondi o que eu realmente achava daquela mulher.

  - Por que aquela mulher era burra, e não merecia ter na vida dela um anjo como você. Ela não te merecia. – falei e ela sorriu fraco, me fazendo sorrir também.

  - E putê ninguém me leva pa casa? – Droga! Muitas perguntas difíceis de uma só vez gente!

  - Porque... Érr... Bom... – me enrolei. Ela me olhava atentamente esperando por uma resposta, e aquilo me deixava mais nervosa. – Por que papai do céu está aguardando a pessoa certa para vir aqui e te levar para casa. A pessoa que irá te dar  todo o amor e carinho que você merece. – falei passando a mão em seu rosto, limpando as poucas lagrimas que ainda escorriam.

  - Anne eu te amo! – me abraçou forte.

Escutar aquilo dela foi a melhor coisa do mundo. Comecei a chorar feito criança. Eu não sei porque, mas aquilo me fez a pessoa mais feliz do mundo naquele momento. A apertei em meus braços e beijei o topo de sua cabeça. Ficamos minutos assim, uma escutando a respiração da outra. Quando nos soltamos ela olhou para mim e secou minhas lagrimas.

  - Não chola plincesa. – falou me fazendo rir.

  - Você é incrível! – falei e ela riu.

  - Eu sei. – gargalhamos.

  - Quer comer bolo? – perguntei e ela assentiu feliz.

A peguei no colo e a levei até o jardim, onde todas as crianças brincavam com Jullie e Jennie. Fui até a mesa e cortei um pedaço do bolo de chocolate e entreguei para ela.

  - Ta bom. – fez carinha sapeca, me fazendo rir.

Mel comia tudo e se lambuzava inteira. Seu rosto estava cheio de chocolate e a cada mordida no bolo ficava pior. Eu apenas ria.

  - Que menina linda. – Jullie apareceu atrás de mim.

  - Tira o olho Jullie, ela é minha! – falei a afastando. – Mellanie essa é Jullie minha melhor amiga e irmã. – apresentei. – E Jullie essa é Mellanie, o motivo dos meus sorrisos.

  - Prazer princesa. – Jullie falou.

  - Oi menina bonita. – Mel disse nos fazendo rir. – E vote, quem é? – apontou para o meu lado, e eu vi Jennie.

  - Essa é Jennifer, minha irmã. – apresentei e elas sorriram um para a outra.

Depois de Mel terminar de comer o bolo, e eu limpar a porquinha, nós passamos a trade brincando. Pega-pega, esconde-esconde, boneca e mais umas mil, que me faz ficar tonta só de pensar. É cuidar de criança não é fácil, mas eu até que me saiu bem.

  - Anne! – Jullie gritou me assustando.

  - Fala.

  - Os meninos, balada... Isso não te lembra de nada. – fiz que não com a cabeça. – Comemorar seu aniversario! Já é 19h45min.

  - Nossa! Não vamos conseguir chegar até 20h30min. – falei.

  - Mas vamos sair! – ela disse. – Temos que ir.

  - Ok! – falei emburrada. – Princesa, eu preciso ir agora, mais eu volto, ta?

  - Ta bom plincesa. – sorri.

Beijei sua testa e me despedi de todas as outras crianças e de Sophie, e segui para o meu carro. Adentramos o mesmo e dei partida, em direção a minha casa.

 

(...)

 

  - Como assim ainda não estão prontas!!? – Chaz gritou ao me ver de roupão abrindo a porta.

  - Chazito do meu coração, nós chegamos há 20 minutos em casa, tem como vocês aguardarem, tipo, 10 minutinhos? – Perguntou sorrindo meiga.

  - Ta! – falou emburrado.

  - Ótimo, entrem. – dei espaço para que eles entrassem em casa, afinal minha mãe não estava mesmo. – Fiquem a vontade, o controle ta ai, e qualquer coisa chame a Leonor. – gritei subindo as escadas correndo.

Os meninos já eram bem conhecidos em casa, pelo menos pelos empregados, pois já passamos tarde inteiras na piscina, ou apenas zoando. Leonor os trata como filhos.  Abri a porta do quarto correndo e Jullie já estava quase pronta, enquanto Jennie estava totalmente perdida. Corri até meu closet e peguei o primeiro vestido que vi na frente, com um sapato, que a única coisa que sei é que ele é preto, e vesti rapidamente. Empurrei Jullie da frente do espelho, a fazendo praguejar mil palavrões.

 

(...)

 

Após 20 minutos, todas estavam prontas, apenas meu cabelo que ainda se encontrava em um coque mal feito, mas depois eu solto. Peguei minha bolsa e coloquei meu celular, um batom, dinheiro e a chave, dentro. Passei meu perfume, e pronto! Prontas! (Anne, Jullie e Jennie)

Descemos as escadas dando de cara com Justin e minha mãe, conversando com os meninos.

  - Prontas! – Jullie gritou, chamando a atenção de todos da sala.

  - Uou! – Chaz falou nos fazendo rir.

  - Vamos? – Chris perguntou.

  - Claro... Mas antes... – falei sorrindo maliciosa. – Ryan querido, essa é Jennie, minha irmã mais velha. Tem 19 anos, ta cursando moda, adora rock, apesar de não parecer, é Virgem, mas só no signo mesmo, e está solteiríssima! – falei e todos riram, e Jennie e Ryan coraram. – Acho que não me esqueci de nada. Ahh cuide bem dela.

  - Anne cala a boca retardada. – Jennie mandou e eu gargalhei.

  - Vamos!? – Jullie perguntou.

  - Claro... – falei. – Só eu arrumar meu cabelo.

  - Como? – Chris berrou. – Você já viu que horas são?

  - Calma pirralho. – eu o chamo assim pois ele é o mais novo dos meninos, tem 19 aninhos, e odeia quando o chamam de pirralho. – Aqui é tudo profissa!

Soltei o coque que eu estava e apenas joguei os cabelos para frente e para trás, os fazendo cair perfeitamente sobre meus ombros.

  - Pronto. – sorri.

Os meninos me olhavam com cara de bestas, o que eu não entendi, até Justin estava meio que babando, e minha mãe me encarava com um certo ciúmes. Ta o que ouve!?

  - O que ouve? – perguntei no ouvido de Jullie.

  - A cena que ocorreu agora foi tipo, sexy demais para esses babacas. – falou e gargalhamos. – Chega de babar que ela é minha falo!

  - Vai sonhando gatinha. – Chaz falou e me abraçou por trás. – Agora vamos logo!

  - Tchau mãe, e Bieber. – falei.

  - Falo Drew. – Chaz fez um toque com Justin. Calma eles se conhecem?

  - Falo Chaz.

  - Depois conversamos Justin! – Chaz gritou já da porta, comigo.

Vi Chris se despedir também, e logo todos já estavam do lado de fora. Entramos no carro de Ryan, e por um milagre todos couberam. Logo estávamos a caminho da Le Ruxes, uma das melhores baladas de Nova York!


Notas Finais


Comentem ok!!!? Brigada amores!!


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