História Forbidden Love - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Amor Proibido, Justin Bieber, Padrasto, Romance
Exibições 3.498
Palavras 3.566
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi oi! Desculpem a demora >..<
OBRIGADA A CADA COMENTÁRIO, VOCÊS SÃO UMAS DIVAS PERFEITAS, E A PARTIR DE AGORA, CHAMAREI VCS DE ANGELS... ESPERO QUE GOSTEM DO CAPITULO! LINK DA ROUPA DA ANNE LÁ NO FINAL, JÁ QUE NÃO PODE MAIS COLOCAR AQUI...

Capítulo 27 - Contando Segredos...


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 27 - Contando Segredos...

Assim que terminamos de comer, nos deitamos e ficamos vendo TV. Eu nem sabia direito o que passava, acho que era The Middle. Ainda não era tarde, passava das dez da noite, e eu já estava quase dormindo.

  - Jus, boa noite. - murmurei, aconchegando-me em seu peito.

  - Boa noite pequena. - falou beijando o topo da minha cabeça, em um gesto carinhoso que me fez sorrir, e se ajeitou na cama.

........

 

ANNE POV.

 

I wanna do you at yo Mama house, on the couch,

Eu quero fazer você em yo Mama casa, no sofá

Do you in the bathroom of the Airplane.

Você no banheiro do avião

Do you on a balcony, in the Taxi,

Você em uma varanda, no táxi

Cause I can't get enough of that thing

Porque eu não posso ter o suficiente de que a coisa

 

Enfiei minha mão debaixo do travesseiro, a procura do meu celular, e logo o achei.

  - Alo. - atendi com a voz sonolenta.

  - Anne? - perguntaram e eu juro já ter ouvido aquela voz antes.

  - Sim, quem é? - perguntei, ficando de barriga para cima e coçando os olhos.

  - Sophie.

  - Aconteceu alguma coisa? - olhei rapidamente para o relógio digital ao lado da cama. - Agora é 01h30min da manhã.

  - A Mellanie. - falou. - Ela esta aqui no hospital.

  - Como? Por quê? - perguntei, sentando-me direito na cama, olhando para Justin, que estava largado ao meu lado, perto de mim.

  - Ela esta com muita febre, e vomitando tudo que come, eu a trouxe pra um hospital perto do orfanato, mas até agora ninguém a atendeu. Eu apenas liguei porque sei como você é apegada a ela. - falou.

  - Não, eu estou indo para ai agora mesmo, vou leva-la a um bom hospital, me espere. - falei passando as mãos no cabelo. - Vocês estão no São Marcus, ao lado da faculdade, não é?

  - Sim, esse mesmo.

  - Ok já estou indo. - desliguei.

Levantei da cama, com cuidado e silencio para não acordar Justin, que dormia tranquilamente, e, sem fazer barulho, segui para o meu quarto, assim não o acordaria, fica mais fácil. Escolhi uma roupa qualquer, e me vesti rapidamente. Fui até o banheiro e escovei os dentes, prendi meus cabelos em um rabo de cavalo alto, e voltei ao quarto, dando de cara com Justin sentado a cama, coçando os olhos e com os cabelos bagunçados, em uma cena muito fofa.

  - Anne, o que aconteceu? - perguntou coma voz mais rouca que o normal, por conta do sono.

  - Jus, volta a dormir. - falei olhando dentro da minha bolsa, checando se meus documentos estavam ali.

  - Aonde você vai? - insistiu.

  - Resolver um assunto. - falei simples.

  - Eu vou com você. - falou levantando.

  - Não! - exclamei. - Fica aqui.

  - Não vou te deixar sair de madrugada sozinha. Quem está no hospital? Eu escutei.

  - Ninguém Justin, volta a dormir. - falei, enquanto procurava meu tênis, e ele bufou.

Agachei para olhar embaixo da cama, para ver se o tênis estava ali, mas nada. Eu não sei se devo falar sobre o orfanato a Justin. É um segredo meu, e ninguém o conhece, a não serem Jullie e Jennie, claro.

  - Inferno, cadê a porra do sapato? - perguntei a mim mesma, enquanto abria outra mala. - Jus, volta a dormir, não irá acontecer nada comigo. - falei levantando e só então percebi que não havia ninguém no quarto. - Ahh, já foi. - dei de ombros.

Era melhor Justin não insistir mesmo, assim não teria brigas nem nada. Olhei novamente no chão e ali estava o maldito tênis. Aff, que cega! O calcei e peguei minha bolsa, mesma que uso para ir á faculdade, e que contem meus livros, caso eu precise ir direto. Verifiquei tudo novamente, documentos, dinheiro, cartão de crédito, chave do carro, e sim, tudo estava ali. Sai do quarto, e andei pelo corredor. Pensei em passar no quarto do Justin, mas ele está chateado comigo, e eu não tenho tempo para DR agora, melhor conversarmos depois. Desci as escadas correndo.

  - Vamos? - pulei com a mão no peito.

  - Senhor Jesus! - exclamei me recuperando do susto que aquele ser me deu. - Bieber, está fazendo o que aqui? Volte para a cama.

  - Anne, para de frescura. - falou passando as mãos nos cabelos bagunçados. - Quem quer que esteja no hospital e depende de você já está morto há essas horas, você demora demais. - me assustei com a possibilidade e sai correndo em direção à porta.

  - Vamos logo Bieber. - gritei abrindo a porta.

  - Estou do seu lado Anne... Do seu lado. - ele falou massageando os ouvidos e mostrei a língua, apertando o botão do elevador do estacionamento.

Eu estava inquieta, preocupada. O que será que a minha menina tem? Deus, que não seja nada grave. Saímos do elevador e Justin apertou o botão do alarme, liberando na sua vaga, do outro lado do estacionamento. Bufei e comecei a caminhar rapidamente até lá. Parece que quando estamos com pressa tudo vem para nos atrapalhar! Entrei no carro esperando Justin, que entrou logo em seguida, dando partida no carro.

  - Para onde vamos? - perguntou enquanto via o portão a nossa frente abrir, dando passagem para sairmos do prédio.

  - Para o hospital São Marcus, ao lado da minha faculdade. - falei e ele assentiu, pegando a avenida.

Eu liguei o radio para tentar me acalmar, me distrair um pouco. Justin estava quieto, e ás vezes colocava a mão em minha coxa para me deixar calma, mas eu podia ver que ele estava louco para saber o que estava acontecendo. Eu sei que posso confiar em Justin, ele não contará a ninguém, tenho certeza. Quer dizer, desde que não conte para a minha mãe, que me xingaria e falaria um monte, está tudo certo. Melhor contar de uma vez.

  - Você quer que eu te conte né?

  - Se você quiser. - sorriu de lado, me passando confiança.

  - Mellanie. - ele franziu o cenho. - Uma garotinha que vive no orfanato que ajudo.

  - Você ajuda um orfanato?

  - Sim. - assenti e ele sorriu. - Há três anos, eu estava passando por uma fase difícil da minha adolescência. Eu havia acabado de falar com o meu pai, após anos, e ele me disse coisas horríveis, parecia bêbado, e eu fiquei desolada, subi em um ônibus e acabei dormindo, acordando depois em uma cidade desconhecida por mim. Estava chovendo forte, para completar minha desgraça, e eu estava totalmente perdida. Sophie, diretora do orfanato, me viu e me ajudou. No mesmo dia, Mellanie foi achada em uma lata de lixo, nos fundos do orfanato. Ele tinha poucos dias de vida, e sua mãe havia a abandonado. Eu fiquei comovida e ajudei Sophie a cuidar da criança, desde então, tento cuidar de Mel como se fosse minha filha, e eu realmente sinto que ela é. - respirei, Justin ouvia tudo atentamente. - Agora, ela e Sophie estão em um hospital, e ninguém as atende. Eu preciso tirá-la de lá, e leva-la para um bom hospital. Tenho que cuidar da minha menininha. - completei, colocando as mãos na coxa, tomando ar, tentando evitar as lagrimas, e ele sorriu abertamente.

  - Nós vamos. - colocou uma de suas mãos sobre a minha. - Ela ficará bem.

  - Tomará. - sorri fraco para ele.

Encostei minha cabeça no banco e permaneci olhando para a janela, onde poucos carros circulavam pela avenida, típico de uma madrugada de domingo para segunda. Eu sentia Justin aumentar a velocidade constantemente, tentando ir mais rápido. Acho que ele percebia o quão tenso meu corpo estava, mas seu toque conseguia me deixar mais calma.

 

Após uma hora dentro daquele carro, na maior agonia, finalmente eu pude avistar o enorme prédio da minha faculdade, e suspirei pesadamente. Assim que Justin estacionou, um pouco longe da entrada do mesmo eu desci, parecendo uma louca, e corri a procura de Sophie e Mellanie. Logo as achei em um canto. Mellanie estava no colo de Sophie, encolhida, envolvida em uma manta grossa, de olhinhos fechados.

  - Ali. - murmurei a Justin, que estava logo atrás de mim.

Andamos até elas, desviando de varias pessoas que estavam ali, a espera de atendimento, e chamei Sophie.

  - Ohh, Anne. - ela estava com os olhos fundos. - Que bom que chegou.

  - Como ela esta? - perguntei, agachando a sua frente e passando as mãos pelo rostinho vermelho da pequena, que estava fervendo.

  - Mal, cada vez pior. - lamentou.

  - Vamos sair logo daqui. - Justin disse, pegando Mel dos braços de Sophie, ajeitei a mantinha sobre ela.

Segui abraçada a Sophie, e Justin na frente. Eu nem havia reparado como o carro estava longe da entrada do hospital. Abri a porta do carro e entrei. Logo Justin deu Mellanie para mim, fechando a porta, e entrou no lado do motorista, Sophie estava atrás.

  - Vamos para o Hospital Mount Sinai*. - falei e ele assentiu, dando partida.

  - Anne, esse é um dos melhores hospitais de Nova York, é caro demais. - Sophie disse no banco de trás.

  - Eu pagarei tudo. - falei. - A Mel ficará boa, pode ter certeza. - passei a mão no rostinho da pequena. - Nossa, ela esta fervendo.

  - Ela está assim desde hoje de manhã.

  - Ela ficará bem. - Justin disse, sorrindo e me confortando, como sempre.

Fiquei alisando o rosto da minha pequena, intercalando meu olhar entre ela e Justin. Ele vestia uma regata vermelha, que deixava seus braços a mostra, e nossa, parece que estão maiores do que eu me lembrava.

Justin é uma pessoa tão boa... Nós mal começamos a ter algo e ele já está correndo atrás dessas coisas comigo, e ficando acordado de madrugada, amanhã com certeza ele tem trabalho. Ele tem um bom coração, e isso é o que mais me encanta nele. Se fosse qualquer outra pessoa nem levantar da cama iria, muito menos vir junto comigo. Ás vezes... Não, sempre mesmo! Acho que ele merece alguém melhor que eu, uma pessoa boa, que o ame de verdade. Não eu, que sou mega indecisa, ou minha mãe, que só liga para dinheiro, trabalho, fama. É tão horrível saber que a pessoa gosta de você, mas você não pode sentir o mesmo. Eu sei que com o tempo vou me apaixonar de verdade por Justin, ele é um cara incrível, mas tenho medo de acabar o machucando nesse tempo.

 

Já fazia um tempo que estávamos no carro, é bem demorado da onde estávamos até Manhattan, quase uma hora, e faltava ainda mais uns quinze minutos. Isso me apavorava, eu precisava saber o que Mellanie tem rápido.

  - Gente. - chamei ao perceber que Mellanie estava tremendo. - Ela está tremendo. - eu estava com medo.

Senti o carro ir mais rápido.

  - Calma anjo, nós já estamos chegando. - murmurei beijando sua testa.

Em poucos minutos estávamos de frente ao hospital. Eu e Sophie saímos correndo com Mellanie em meus braços.

  - Ela está tremendo e delirando de febre, precisa de um médico, rápido! - falei á enfermeira.

  - Uma maca aqui! - ela gritou e em segundos apareceram dois enfermeiros com a maca.

Um deles pegou Mellanie dos meus braços a colocando deitada naquele negocio. Um nó se formou em minha garganta ao vê-la daquele jeito. Pálida, boquinha roxa, tremendo, delirando... Senti uma lagrima descer por meu rosto e alguém me abraçando.

  - Ela ficará bem, amor. - Justin sussurrou, afagando meus cabelos. - Vem, senta aqui.

Sentamos-nos nas cadeiras que tinham ali, junto a Sophie, que permanecia quieta e pensativa.

  - O que acha que ela tem? - perguntei e ela me olhou perdida.

  - Não sei, nenhuma criança do orfanato passou por algo parecido. - falou balançando a cabeça e passando as mãos pelos longos fios negros.

Deitei minha cabeça no peito de Justin, que beijou o topo da minha cabeça e ficou me fazendo cafuné, enquanto Sophie foi fazer a ficha da minha princesa.

...

  - Droga, cadê o médico? - perguntei impaciente, levantando.

  - Calma anjo, daqui a pouco vem alguém aqui. - Justin falou tentando me acalmar, mas ficou apenas na tentativa mesmo, pois eu se encontrava uma pilha de nervos, andando de um lado para o outro.

  - Responsável por Mellanie. - Um médico velho, apareceu, finalmente, na sala de espera, e eu tinha certeza que era da minha Mellanie que ele falava, pois ela é a única que não tem sobrenome.

  - Aqui! - eu e Sophie nos pronunciamos juntas, correndo ao encontro do médico, assim como Justin.

  - Bom, o quadro da menina é instável. Ela estava com muita febre, e parece que há uns dois dias...

  - Como? - Sophie o interrompeu.

  - Exatamente, seu quadro ficou um pouco mais complicado por causa da demora, o que explica as alucinações. - afirmou. - Mellanie se encontra com Pneumonia.

  - E é grave? - perguntei.

  - Não nesse caso. Ela está com pneumonia viral, que pode ser tratada com o medicamento certo. Ela não necessita ficar internada, porém, eu recomento. Ela está fraca, e precisa se estabelecer melhor. Um ou dois dias no máximo e já poderá ir para casa. - falou e eu sorri aliviada.

  - Nós podemos vê-la?

  - A pneumonia viral pega pelo ar, então vocês usaram mascaras, mas podem sim. - assentimos. - Sigam-me.

Abracei Justin pela cintura e ele passou seus braços por meus ombros. Seguimos o médico até o quarto 310. Na porta ele os entregou mascaras e só assim podemos entrar. Mel se encontrava dormindo tranquilamente, e bem melhor aparentemente, a não ser aquela agulha enfiada em seu braço, que me deu aflição. Aproximamos-nos da cama e eu acariciei seu rostinho, um pouco pálido ainda.

Eu nunca entendi muito bem sobre crianças e doenças, mas saber que ela ficará bem é um alivio. Se algo acontecesse a ela eu me sentiria culpada por não ter a visitado mais, ou cuidado melhor dela, mesmo não sendo a mãe, eu me sinto responsável por ela, afinal eu praticamente a criei.

  - Nós já a medicamos, agora ela só acordará amanhã. Qualquer coisa é só chamarem. - o médico disso, saindo do quarto.

  - Ela é linda. - Justin exclamou, pegando na mãozinha dela.

  - Perfeita. - sorri me lembrando de suas orbes azuis, cheias de curiosidade e encanto. - Você irá se encantar.

  - Sei que vou. - ele sorriu, abraçando-me por trás, relaxando sua cabeça na curvatura no meu pescoço, encostando-se a uma mesa que tinha ali e abrindo um pouco as pernas, para que eu e encachace no meio delas.

  - Como Ludmila não percebeu que ela estava doente? - Sophie perguntou indignada.

  - Não era você que estava cuidando deles? - perguntei e ela negou.

  - Eu cheguei ontem. Estava na Califórnia cuidando dos papeis de adoção de uma das crianças. - comentou e eu lembrei que Mel também podia ser adotada a qualquer momento.

  - E a Mel, alguém já quis adota-la? - Perguntei receosa coma possibilidade, apertando mais a mão de Justin, que estava entrelaçada a minha em minha barriga.

   - Não. - não pude conter o pequeno sorriso que brotou em meus lábios. - Você gostaria de adotá-la né?

  - Sim, mas infelizmente não posso. Se eu tivesse 21 e um lugar apenas meu para morar, com certeza ela já estaria comigo. Eu não acredito que ela vá ficar muito tempo no orfanato, é uma garota adorável, conquistará qualquer um que apareça lá.

  - Enquanto ela continuar falando de sua “mãe Anne”... Acho difícil. - deu de ombros e eu franzi o cenho.

  - Como assim, “mãe Anne”? - perguntei confusa.

  - Ela vive falando em você, e te chama de mãe, para os outros. - sorri abertamente. - Quando é questionada sobre as coisas, não importa o que seja ela sempre arruma um jeito de falar como você é linda, e dos passeios que vocês já fizeram. Ela te tem como uma heroína, um modelo de conduta.  

  - Eu... Eu nunca imaginei isso. - falei boquiaberta e segurando as lagrimas.

  - Do mesmo modo que você me enfeitiçou, enfeitiçou a pequena... Isso é um dom. - Justin comentou rindo e eu corei.

  - Isso mesmo. - Sophie concordou e eu ri.

Pode parecer egoísmo da minha parte, mas eu não quero perde-la. Eu sinto que ela faz parte de mim e se me tirarem isso eu perco uma metade minha.  Isso não pode acontecer tão cedo.

Meu celular começou a tocar, despertando-me, e eu o peguei, vendo que era o despertador.

  - Nossa já são 06h30min. - falei espantada. - Tenho que ir para a faculdade.

  - Eu te levo, depois vou para a empresa. - Justin disse e eu assenti.

  - Sophie, volto depois do ensaio. - falei e ela assentiu.

  - Fique sossegada, qualquer coisa eu te ligo. - sorri assentindo.

Beijei a testa de Mellanie e despedi-me de Sophie, saindo com o Justin logo em seguida. Deixamos nossas mascaras num recipiente que tinha na porta e seguimos pelo corredor.

  - Vamos passar na lanchonete, você não comeu nada. - Justin sugeriu e eu neguei.

  - Na faculdade como algo. - falei.

  - Certeza?

  - Sim. - sorri, selando nossos lábios rapidamente. - Agora vamos, ao quero me atrasar e nem te atrasar.

  - Gata, sou eu que mando naquela porra! - falou convencido, fazendo-me rir.

  - OK. - levantei os braços em sinal de rendição.

Ele me abraço por trás rindo e beijou minha bochecha e depois meu pescoço, aquilo me fazia cócegas.

  - Justin, isso faz cócegas. - falei rindo, enquanto saiamos do hospital em direção ao estacionamento.

  - Isso faz cócegas. - ele disse fazendo coceguinhas na minha barriga e eu me contorcia, enquanto ria e pedia para que ele parasse. - Pronto, parei! - falou me soltando e eu pude respirar de novo. - Credo pirralha, tu tava ficando vermelha.

  - Idiota. - dei um tapa forte em seu braço descoberto e ele gritou.

  - Vadia! - gritou esfregando o local que ficou vermelho.

  - Depois diz que eu vou me apaixonar. Com você me xingando? Nunca! - fiz bico.

  - Awwn, desculpa meu anjo, mas você me bateu. - ele fez cara de santo, se aproximando de mim. - Isso, quieta... Fique parecendo gente ok?

  - Você esta me chamando de animal Bieber? - perguntei nervosa.

  - Nunca! - gargalhou.

  - Viado! - xinguei.

  - Como? - perguntou semicerrando os olhos. - Corre Anne Marie Winks, corre! - falou e eu não pensei duas vezes, sai correndo, e ele atrás de mim.

Estávamos no estacionamento de um hospital, lugar de respeito, fazendo uma puta de uma bagunça. Eu parecia uma retardada gritando, e Justin apenas ria, dizendo que ia me pegar. Tudo estava vazio, continha apenas alguns carros, mas nenhum ser humano ali, apenas nós... Dois animais.

  - Bieber, seu animal, pare! - falei parando perto do carro. - Eu estou cansada, e tenho mais o que fazer do que ficar correndo de um idiota. - falei seria.

  - Nossa bacana sua consideração por mim... Marie. - falou, destacando meu segundo nome, que eu odeio.

  - Drew. - mostrei a língua.

  - Iih, se fudeu, eu gosto do meu segundo nome. Aliás, meu nome inteiro é lindo, eu sei. - fez uma dancinha ridícula, me fazendo gargalhar.

  - Ok agora vai convencido, abra essa porta. - falei rindo e ele destravou a porta do carro.

Entrei e ele entrou logo em seguida, dando partida. Liguei o radio, onde passava Sexy And Know It. Revirei os olhos ao ver Justin sorrir mexendo as sobrancelhas de maneira engraçada. Esse cara se acha meu Deus! O caminho todo Justin foi e fazendo rir com dancinhas idiotas, cantorias hilárias, piadas sem graça. Eu me sentia bem melhor em saber que Mellanie esta bem, é como se um peso tivesse sido tirado de meus ombros.

  - Entregue senhora. - Justin falou, estacionando na entrada da minha faculdade. - Acho que mereço uma recompensa.

  - Justin... Você não fez mais que sua obrigação em me trazer. - revirei os olhos, como se tivesse falado algo obvio.

  - Nossa... - ele fingiu estar magoado.

  - Ok, uma pequena recompensa. - ele sorriu safado.

Sele nossos lábios de maneira rápida e ele fez bico.

  - Aff, vai morrer pedindo meu beijo. - falou metido.

  - Acho que posso conviver com isso. - dei de ombros, pegando minha bolsa no banco de trás. - Tchau. - falei abrindo a porta.

  - Hey, calma ai amor. - sorri. Era a segunda vez que ele me chamava de amor. - Um beijinho, apenas.

Sorri, virando-me para ele e puxei sua nuca com a mão, colando seus lábios aos meus. Ele sorriu entre o beijo, e segurou minha cintura. Pedi passagem, aprofundando o beijo e explorando cada milímetro de sua boca. Justin tem um gosto ótimo, e seu beijo é delirante, um vicio. Antes de nos separar de vez, mordi seu lábio inferior levemente, o puxando e ele riu.

  - Bom dia. - sorri, dando um selinho rápido nele e saindo do carro.

  - Ótimo dia! - escutei-o gritar e ri, seguindo para dentro daquele prédio enorme.


Notas Finais


ROUPA: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=80027871&.locale=pt-br

E ae ae? Espero que tenha ficado legal... OBRIGADA PELOS + DE 100 FAVORITOS E PELOS 240 COMENTÁRIOS!!! VOCÊS SÃO AS MELHORES!

Qualquer coisa... TWIIIITER! (sou viciada demais!) https://twitter.com/BieberSwag_FC_ Sigo tds de volta...
Ahh, tbm tenho Ask.fm... Se alguém quiser perguntar sobre qualquer coisa: http://ask.fm/BieberSwagFc

KISSES MY ANGELS! UP NEXT <3


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