História Forbidden Love - Capítulo 41


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Amor Proibido, Justin Bieber, Padrasto, Romance
Visualizações 2.757
Palavras 1.640
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 41 - Só mais um pouco...


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 41 - Só mais um pouco...

Justin POV.

  - Deite-se, Tracy. - pedi, ajudando-a a se deitar.

  - Obrigada por continuar comigo. - sorriu triste, passando a mão pelo rosto novamente, limpando os resquícios de lagrimas.

  - Não se preocupe tudo ficará bem. - beijei sua bochecha.

  - Eu te amo. - murmurou, deitando a cabeça no travesseiro. - Muito. - sussurrou, quase fechando os olhos, e me puxou, deixando um selinho em meus lábios. 

Recuei um pouco, apagando o abajur. Escutei sua respiração leve e calma, indicando que ela havia dormido, e sai do quarto em passos silenciosos.

Anne estava no hospital, junto a sua tia, para ver sua avó. Ela também esta muito abalada.

Sentei no sofá e liguei a TV, mas não prestava atenção. Minha mente trabalhava em oportunidades de contar a Tracy. Não era justo fazer isso com ela neste momento, mas eu não conseguia mais mentir. Escutar "Eu te amo" não me ajudava nada. Sentia-me culpado por engana-la. Eu quero contar, quero mais que tudo, mas não posso! Isso é frustrante e me deixa mal.

Suspirei cansado, olhando para o tapete. Onde, horas atrás, estava ocupado com os corpos de Anne e o meu, se misturando em um só. O que estávamos fazendo era loucura. Onde eu estava com a cabeça quando resolvi me apaixonar pela filha da minha namorada? E porque não conheci Anne antes? Tudo seria mais fácil!

 

Anne POV.

 

  - Oh meu Deus. - murmurei com as mãos na boca, enquanto deixava lagrimas apossarem-se de meu rosto.

Minha vó se encontrava na UTI, respirando com ajuda de aparelhos e já havia sofrido duas paras cardiorrespiratória. Sua pele estava pálida, seus lábios sem cor... Aquilo estava me apavorando. Os braços de Jullie rodearam meu corpo e eu deitei minha cabeça em seu ombro. Minha tia estava muito sensível e era a única que podia entrar no quarto, e apenas por alguns minutos. Ela acariciava a mão de minha avó calmamente, enquanto rezava baixo, pedindo para que ela melhorasse.

  - Olha a situação dela. - murmurei com dor.

  - Ela ficará bem, você sabe que ficará. A vovó é forte. - sorriu fraco, me reconfortando.

  - Eu e Justin íamos contar tudo assim que víssemos minha mãe, ai ela chega com uma noticia dessas... Não posso contar. - falei a olhando.

  - Esperem uns dias, para saber como tudo ficará. - assenti.

  - Vou aguardar até o desfile. Depois dele ela terá menos coisas na cabeça, estará mais tranquila e se Deus quiser minha avó estará ótima. - tentei sorrir.

  - Quero ver a reação da Dona Tracy ao saber. - Jullie riu.

  - Ao saber o que? - minha tia perguntou, parando a nossa frente. Nem vi ela saindo daquele quarto.

  - Ah... É... Nada. - cocei a nuca. - Como a vovó está? - mudei de assunto.

  - Seu quadro é instável. - respondeu abalada.

  - Vem, acho melhor irmos embora para a senhora descansar um pouco. - falei e ela assentiu, seguindo-me até o estacionamento.

...

  - Ainda não dormiu? - perguntei a Justin, que estava sentado no sofá olhando para a TV, mas seu olhar parecia perdido.

  - Não. - deu de ombros.

  - Acho melhor descansar meu filho. - minha tia disse, enquanto subia as escadas. - Daqui a algumas horas essa casa estará lotada de familiares.

  - Anne, quer que eu fique aqui contigo? - Jullie perguntou, abraçando-me de lado.

  - Não precisa, você tem muitas coisas para fazer. - sorri fraco. - Obrigada. - abracei-a.

  - Por favor, descanse e se acalme ela ficará melhor. - assenti. - Venho hoje depois do almoço. - beijou meu rosto. - Cuide dela. - apontou para Justin que assentiu sorrindo de lado, cansado.

Assim que Jullie saiu, caminhei até Justin e me sentei ao seu lado e ele deitou sua cabeça em minhas pernas.

  - Porque não descansa? - perguntei, afagando seus cabelos macios.

  - Estava pensando. - começou com pequenas caricias relaxantes em minha coxa. - Como ficaremos agora? - virou, olhando-me nos olhos.

  - Não sei. - respondi suspirando, após minutos o observando. - Não podemos contar agora. - ele assentiu. - Vamos esperar o desfile passar, depois contamos. Até lá minha avó já estará melhor.

  - Mas o desfile não é só daqui a um mês? - assenti. - Vamos ter que ficar nos escondendo? - assenti, mordendo o lábio inferior insegura. - Eu não aguento mais isso. - resmungou.

  - Só até as coisas se acalmarem. - acariciei seu rosto.

  - Tudo bem. - sorriu de lado, de uma maneira reconfortante.

  - Espero que esse mês passe rápido. - murmurei.

...

  - Tio Edward. - sorri fraco o abraçando.

  - Como vai pequena Anne? - perguntou com tom de voz fraco, devia ter chorado pela mãe.

  - É... As coisas não andam bem. - ele assentiu e eu o abracei.

Em geral eu não sou muito amigável com a família da minha mãe, porem estamos passando por um momento delicado, não há tempo para implicâncias. A casa esta, realmente, lotada. Tanto amigos quanto parentes estão aqui. Minha avó tem cinco filhos, mas netos e sobrinhos, irmãos... Aquilo estava um caos. Alguns dormiriam aqui em casa, outros ficariam em hotéis, e outros se acomodariam nas suas casas de férias que tinham aqui. Tudo ficaria assim até minha avó melhorar. Crianças sem ir para a escola, plantões de revezamento para serem acompanhantes dela, meus tios empresários cuidaria de tudo daqui - talvez esse seja o motivo de tantos notebooks espalhados pelo local -. Eu percebia que parte das minhas tias - as por parte de casamento -, estavam aqui apenas pelas lojas de marcas e para visitar Upper East Side, aonde faziam questão de alugar apartamentos, mesmo já tendo onde ficar. Elas fariam um estrago na quinta avenida, isso pode ter certeza. Eu odiava essa parte mesquinha da família. Porra minha avó está internada e esses estrupícios só pensam em Gucci ou Chanel. Isso é família? Definitivamente, não!

Assim que percebi que não chegaria mais pessoas, e que eu não precisaria mais ficar na porta recebendo todo mundo, caminhei até onde minha mãe estava sentada junto a seus irmãos e Justin. Sentei-me ao seu lado, ela estava abatida.

  - Está tudo bem? - perguntei, segurando sua mão entre as minhas. Ela estava gelada.

  - Sim. - sorriu e beijou minha bochecha. - Obrigada por receber todos e organizar as coisas, sei que tem muitas coisas da faculdade para resolver antes de voltar. - neguei.

  - Não se preocupe, eu cuido de tudo. - ela assentiu. - Ahh, falando nisso. - lembrei-me da ligação de Julian. - Julian quer que você decida alguns dos últimos detalhes do desfile e decida as modelos. Falou também que tem alguns vestidos e lingeries para terminarem.

  - Ohh, o trabalho não me deixa! - exclamou com a não na testa.

  - Se quiser vejo isso para a senhora.

  - Não, eu resolvo. - levantou-se. - Acomode todos e peça para que Xavier fique a postos caso alguém queira ir embora. - assenti. - Amor, se quiser ir para a sua casa descansa, fique a vontade. - deu um selinho em Justin. - Sei que não dormiu direito.

  - Claro. - ele sorriu sem graça e me olhou de canto de olhos.

Eu não gostava de vê-los se beijando, era dolorido para mim, porém era necessário, pelo menos por esse mês. E novamente ela o agarrou, acho que aquilo devia fazê-la bem, mas a mim, não, não fazia. Levantei e resolvi sair dali, antes que demonstrasse meu ciúme eminente. Segui direto para a cozinha, para poder ajudar Leonor que se encontrava totalmente atarefada com o tanto de comida que precisava cozinhar.

  - Quer ajuda? - perguntei, escorando-me a ilha da cozinha.

  - Claro, meu amor. - sorriu doce. - Corte as carnes para mim? - perguntou, indicando com a cabeça o balcão da pia, onde a tabua e faca se encontravam ao lado de um enorme recorte de filé mignon, e eu assenti.

Geralmente eu não cozinho, mas o tempo que passei na casa de Justin junto a Pattie e suas irmãs na cozinha, ajudou-me a entender um pouco mais sobre esse cômodo, e eu consigo, agora, cortar um bom pedaço de carne. Comecei a cortar em cubinhos, percebendo que ela faria aquele picadinho delicioso.

  - Sinta o aroma. - Leo disse, abrindo uma panela ao meu lado, molho. Era um molho branco, que geralmente ela coloca em cima do macarrão, junto a presunto e queijo. Assim que inalei, aquele cheiro de creme de leite fez meu estômago embrulhar-se, quase que instantaneamente e eu ter ânsia de vomito e levar minha mão a boca. Aquilo estava me enjoando, e eu não sei como, já que é um dos meus molhos preferidos. - Querida, está bem? - ela perguntou, fechando a panela e a deixando de lado.

  - Meu estômago. Ele não está legal. - murmurei, apoiando-me na pia. - Eu fiquei enjoada. - murmurei, sentindo meu corpo relaxar e eu ir ficando melhor.

  - Quer que eu chame alguém?

  - Não, não... - a impedi de sair da cozinha. - Estou melhor, foi apenas um mal estar. - ela assentiu, entregando-me um copo d’ água. - Obrigada.

Após aquele pequeno incidente, voltei a picar a carne. Logo estava mais de um quilo picadinho, dentro de um vasilhame, bonitinho. Sorri orgulhosa.

  - Leo, me ensine a cozinhar algo. - abracei seus ombros por trás. - O que está fazendo? - perguntei, xeretando alguma das panelas do fogão cinco bocas.

  - Agora, começarei a sobremesa. O jantar está praticamente todo pronto. - assenti. - Torta de maça com sorvete, o que acha? - perguntou e minha barriga roncou apenas com o nome.

  - Sim. - falei empolgada, apenas imaginando aquela torta quente com o sorvete, derretendo em minha boca. - Bora fazer!


Notas Finais


Oii, sumida falando aqui!
Desculpem-me pelo sumiço, acho que foram quase duas semanas, certo? O fato das minhas aulas terem voltado ajuda um pouco nessa demora, já que eu nem entro no PC direito, e se entro fico durante duas horinhas. Sim, minha mãe está me matando, mas fazer o que?! Ela é minha mãe, né?! Em fim, o capitulo ficou pequeno e sem sentido, mas é porquê eu estava sem ideias - e meus dedos estão congelando :s -. O próximo já será meio que o desfecho da primeira parte da primeira temporada, porque ai entramos em um mundo depressivo e sem Justanne (Justin + Anne - vcs leram o capitulo, viram que minha mente não está muito boa, deem um desconto para a pássima junção de nomes). Não gente, brincadeira, mas, realmente, será uma parte mais difícil para ambos.
Deixa eu calar meus dedos e parar de dar mts spoilers sobre o resto da fic '-'
Bom, para terminar aqui, uma pequena surtada básica: FORBIDDEN LOVE ESTÁ NA 8ª PAGINA DE FANFICS MAIS POPULARES DO ANIMESPIRIT! VOCÊS SÃO FODAS LÁLÁLÁLÁLÁ ?? EU AMO VOCÊS LÁLÁLÁLÁLÁ ?? THE BEST LEITORAS DO WORLD! LÁLÁLÁLÁLÁ ?? parou -.- Obrigada gente, eu surtei quando vi minhas duas fics entre as mais populares, espero comentários, claro que fica a critério de vocês, mas em fim, até o próximo capitulo! Beijos >.<


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