História Forbidden Love - Capítulo 42


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Amor Proibido, Justin Bieber, Padrasto, Romance
Visualizações 3.236
Palavras 4.972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


~~~MINHA PRINCESA COMPLETOU 21 ANOS :') ~~~

Capítulo 42 - O tempo passa...


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 42 - O tempo passa...

  - Justin Drew Bieber, por favor, pare. - pedi.

  - Depois você assiste isso. - resmungou, grudado aos meus lábios.

  - Eu tenho que entregar essa redação na segunda, Bieber. - falei, o empurrando e tentando compreender algo daquele documentário.

Meu professor havia mandado fazermos um debate sobre os vários tipos de roupas de banho, tanto femininas quanto masculinas. O documentário nem era tão longo, porém Justin não conseguia me deixar em paz um segundo. Ele deve andar em abstinência ultimamente, por que não é possível alguém ser tão carente.

Suas mãos puxaram-me pela cintura, fazendo-me rolar por minha cama e parar sentada em cima de sua cintura. Encarei sua face sem paciência, porém tudo mudou quando vi aquele sorrisinho sacana e fofo ao mesmo tempo. Revirei os olhos, sorrindo abertamente para ele e me inclinei, sugando seus lábios com os meus, fazendo-o apertar minha cintura um pouco mais forte.

Ultimamente, não temos feito nada que não fossem beijos. Chegavam a ser mais calorosos, claro, mas nunca estávamos sozinhos, ou estávamos dispostos. Minha rotina diária havia mudado um pouco. Encontrei na academia um grande amigo ocupador de tempo. Lá eu podia fazer dança, pilates, musculação. Tudo, e ainda perdia os quilinhos a mais que estava ganhando. Graças a deus nem exame medico precisei fazer, já que o dono é meu amigo. Após a faculdade aquele era meu refugio. Também ia muito ao hospital; chegava a passar noites inteiras acordada, esperando que minha avó esboçasse algum tipo de reação a todos os tratamentos - que segundo os médicos estão funcionando muito bem.

A coleção de minha mãe lançaria logo, o que me fazia ficar responsável pela casa nos seus longos períodos fora de casa. Sem falar que esse lugar está cheio. Os únicos cômodos que se salvam são; meu quarto e meu quarto de musica. Travávamos uma batalha por dominância, enquanto suas mãos passavam descaradamente por todo meu corpo, causando-me arrepios extremos. Desci meus beijos por seu pescoço, e logo sua camisa voou pelos ares, para algum canto do meu quarto. Eu dava graças a Deus, mentalmente, por estarmos apenas nós dois, essa tarde em casa.

...

  - Tudo bem, Jullie.

  - Mas é pra chegar na hora, tudo bem? - assenti, mesmo sabendo que ela não estava vendo.

  - Claro, não perderei hora. - murmurei, fuçando entre meus esmaltes para descobrir qual cor estava de acordo com meu humor. Optei pelo preto, que podia significar todos os piores humores possíveis. Cansaço, tristeza, tédio, maléfica, em abstinência. Sim, eu não transava há mais de dez dias, mas só a sensação de saber que daqui a duas semanas o bendito desfile acontecerá e eu e Justin ficaremos livres, já me anima muito. Comecei a passar a primeira camada do esmalte grosso - quase seco. - em minhas unhas da mão esquerda.

O estado de minha avó melhora a cada dia, me deixando mais aliviada. Ela já mexeu as mãos e moveu os olhos - mesmo eles fechados. Todos os médicos diziam que ela sairia daquilo, mas em seu próprio tempo. Ela acordada ou não, não me impediria de contar, afinal, eu nunca sairia do lado de minha mãe. O nosso problema no momento é a sua agenda lotada, mas quando ela tiver tempo apenas para cuida de minha avó, não me importarei com mais nada. Eu e Justin estamos nos desgastando aos poucos.

A porta foi aberta com urgência, e fechada ainda mais rápido. Olhei para o loiro com a respiração irregular, encostado na mesma e sorri.

  - Tudo bem? - perguntei, voltando a atenção para as minhas unhas.

  - Sua mãe não desgruda. Quando está em casa só quer ficar grudada em mim. - falou, passando a chave na porta e caminhando até mim.

  - Ela precisa de carinho e atenção. - expliquei.

  - E você não sente ciúmes dela atrás de mim? - perguntou e eu neguei. - Nem um pouco? - neguei, mentindo novamente. - Que amor. - murmurou chateado.

  - É claro que eu me incomodo. - admiti, vendo aquele sorriso perfeito ser formado em seus lábios finos e macios. - Apenas entendo nossa critica situação. - ele deu de ombros, vindo para cima de mim. - Quanto tempo tem? - perguntei sorrindo maliciosa, colocando o esmalte fechado de volta a caixinha.

  - Pedi para que ela fosse até a farmácia porquê estou com dor de cabeça. - fez cara de santo e eu gargalhei. - Meia hora? - chutou alto e logo em seguida grudou seus lábios aos meus.

Sua língua explorava cada canto da minha boca vorazmente enquanto suas mãos apertavam meu corpo fortemente, fazendo-me arfar. Minhas mãos entraram por debaixo da sua camiseta, arranhando seu abdômen, o fazendo gemer baixo. Uma suas mãos apalparam meu seio esquerdo ainda coberto pelo moletom enquanto a outra entrou no pano fino de meu short.

  - Ohh... - separei-me dele por alguns segundos, soltando um baixo gemido ao senti-lo pressionar meu ponto de prazer.

Seus movimentos circulares me faziam surtar.

  - Justin! - arregalei os olhos ao escutar aquela voz tão perto. - Justin! - gemi em frustração, mas ele não tirou o dedo de minha intimidade.

  - Só saiu daqui com o serviço terminado. - ele sussurrou próximo aos meus lábios, e logo em seguida deixou uma mordida em minha bochecha, beliscando meu clitóris. Soltei um gemido um pouco mais alto.

  - Filho da mãe! - falei, infincando minhas unhas em seus ombros.

  - Justin! - mais uma vez a voz de minha mãe ecoou pela casa, porém Justin continuou, intensificando os movimentos circulares.

  - Vamos, goze para mim. - sussurrou e mordeu o lóbulo da minha orelha em seguida. - Vamos minha doce Anne, libere todo o seu prazer reprimido. - falou com aquela voz que me deixava maluca.

Dois de seus dedos me invadiram e começaram a se movimentar rapidamente dentro de mim, em um ritmo prazeroso. Alguns segundos se passaram e logo senti todo meu corpo relaxar, justamente no momento em que a fechadura da porta de meu quarto se movimentou. Senti os dedos de Justin saírem de dentro de mim. Ele mantinha um sorriso vitorioso nos lábios.

  - Anne, viu o Justin? - minha mãe perguntou, tentando abrir a porta. - Por que trancou a porta? Abre isso daqui!

  - Calma mãe. - murmurei, empurrando Justin para o lado. - Agradeço pelo favorzinho outra hora. - apertei as bochechas de Justin e selei nossos lábios rapidamente. - Vai valer a pena. - pisquei e sai da cama, correndo até a porta.

A abri e, sem deixar minha mãe olhar para dentro, sai, parando de frente a ela.

  - Eu te ajudo a procurar. - sorri, ajeitando o moletom em meu corpo e a puxando para longe do quarto.

...

  - Anne! - agachei ficando da altura da boneca que corria até mim e Justin. Logo seus bracinhos rodearam meu pescoço, me fazendo sorri abertamente.

  - Parabéns princesa! - murmurei me levantando com ela em meu colo.

  - Vocês lembram! - gritou animada, passando um de seus braços pelo pescoço de Justin, o puxando para junto de nós, beijando nossas bochechas em seguida. - Eu amo vocês! - falou feliz, e eu senti meu estomago revirar de excitação.

  - Nós também te amos anjo. - Justin murmurou, beijando sua testa. - E agora que tal sairmos para comemorar?

  - Eba!! - bateu palminhas e eu sorri.

  - Trago ela de volta antes de anoitecer! - gritei para Sophie, antes de adentrar o carro de Justin, que estava estacionado de frente ao orfanato.

 

 

  - Olha aquele! - Mel gritou com os olhinhos brilhando, correndo para o outro lado da loja de brinquedos.

  - Gostou? - perguntei sorrindo ao vê-la abraçar o urso albino de pelúcia.

  - É lindo e muito fofo.

  - Mas você já não escolheu aquele outro? - perguntei, apontando para uma boneca que parecia porcelana junto a caixa.

  - Esse também. - pediu e eu ri, negando. - Por favor, Anne. - encarou-me com os olhinhos, azuis como o mar, pidões.

  - Oh Deus! - ela riu fraco. - Tudo bem. - ela sorriu abertamente e saiu correndo pela loja.

  - Esse também, Biebs! - gritou animada, agarrando-se as pernas de Justin, quase o derrubando.

  - Esse também? - me olhou e eu assenti, mordendo o lábio inferior com cara de anjinho e ele riu assentindo e pegando o ursinho das mãos da pequena, pegando-a no colo em seguida. Era lindo vê-los juntos.

Caminhei até eles e abracei Justin, beijando sua bochecha e logo em seguida a de Mellanie.

  - Amo vocês. - sussurrei e eles sorriram. Eles tinham um sorriso muito parecido. Diria até que eram pai e filha se não fosse pelas enormes bolinhas de gude azuis que Mel possuía.

Após Justin pagar os presentes de Mellanie ele foi até o estacionamento do shopping para guarda-los no carro, enquanto eu e Mel fomos para a fila do cinema. Estávamos em um shopping bem mais afastado de casa, por conta de paparazzis. Eles não nos seguiriam até aqui, e não teriam fotos de nós três.

  - Qual filme? - perguntei a ela que encarou todos os cartazes ao nosso redor.

  - Gatinho. - apontou para o cartaz do filme “Universidade Monstro”, fazendo-me rir.

Comprei os três bilhetes e nos encaminhamos para a escada rolante que dava acesso ao piso superior, onde se vendia a pipoca e estavam localizadas as salas de cinema. Ficamos na fila, enquanto brincávamos de uma brincadeira que ela me mostrou.

  - Biebs ta demolando. - falou, olhando para os lados.

Estava quase chegando nossa vez. Olhei para os lados, a procura de Justin.

  - Me procurando? - aquela voz soou atrás de mim e Mel se agitou em meu colo. - Vem comigo. - puxou Mellanie do meu colo, ajeitando-a no seu. - Que filme vamos ver? - perguntou, passando o braço livre por meus ombros. Finalmente chegou nossa vez para fazermos nosso pedido.

  - O gatinho. - Mel falou animada e nós rimos.

  - O que irão querer? - a moça perguntou.

  - Duas pipocas grandes e uma pequena. Duas coca-colas pequenas e uma grande. - Justin me encarou, para ter certeza do pedido e eu assenti.

  - Eu quelo chocolate! - cutucou a bochecha de Justin e eu ri, junto a moça do caixa. - Daquele grande. - apontou para uma barra grande.

  - Para onde vai tanto doce, pequena? - Justin perguntou rindo - Pode ser aquela. - falou a moça que a pegou e colocou na bandeja. - Só.

  - $25.50. - ele pagou e deixou Mellanie no chão. - Aproveitem o filme. - sorriu. - Vocês formam uma bela família.

  - Obrigada. - sorri, pegando na mão de Mellanie e juntos entramos para a sala de cinema.

 

  - Foi perfeito! - Mellanie falou. - Obrigada. - me abraçou, fazendo o mesmo com Justin em seguida.

  - Agora durma meu anjinho. - beijei sua testa, ajeitando o cobertor em cima dela.

  - Tenha bons sonhos. - Justin sussurrou e ela sorriu, fechando os olhos se ajeitando.

Eu e Justin nos levantamos, saindo do quarto em silencio, para não acordar nenhuma das crianças que dormiam ali, seguindo para o carro - após falarmos com Sophie.

...

  - Anne! - ergui a cabeça, observando minha mãe na porta do meu quarto.

  - Sim?

  - Vem comigo. - falou animada.

  - Mãe... - suspirei, tirando meus óculos de grau que usava apenas para escrever e passei as mãos no cabelo. - Tenho que entregar esse trabalho amanhã. - murmurei entediada, jogando a cabeça para trás.

  - Você vai gostar! - falou empolgada, batendo palminhas.

  - Só porque faz tempo que não te vejo animada assim. - ela sorriu e me abraçou de lado assim que me pus de pé ao seu lado.

Deitei minha cabeça em seu ombro e juntas descemos as escadas. Parei na ponta da mesma e encarei a pessoa que estava ali. Pus a mão na boca, chocada e sorri.

  - Vovó! - gritei sorrindo e corri até ela, abraçando-a. - Oh meu Deus, pensei que ainda estivesse no hospital. - beijei seu rosto desesperadamente. - Pensei que iria te perder. - admiti em som mais baixo e ela acariciou meu rosto.

  - Como você está grande menina. - falou me olhando. - Nunca me perderá, não importa o que aconteça. - sorri, sentindo uma lagrima solitária cair por meu rosto. - Não chore! Vamos você me levará para passear por NYC! - sorri animada, assentindo.

 

  - Aqui se vende o melhor cachorro quente da cidade. - falei, puxando minha vó até a carroçinha do Louis. - Você pode comer isso? - perguntei receosa e ela gargalhou.

  - Acho que posso comer um cachorro quente, não é? - perguntou divertida e eu dei de ombros rindo junto a ela.

  - Louis, meu amor! - falei assim que cheguei perto de sua carroçinha e ele sorriu.

  - Pequena Anne, quanto tempo!

  - Faculdade. - ele fez careta, fazendo-me rir. - Bom, Louis essa é minha avó, e vovó Louis. - apresentei.

  - Prazer madame. - minha avó riu.

  - Lucy, apenas Luis. - ele assentiu.

  - O mesmo de sempre? - perguntou e eu assenti, fazendo o numero dois com os dedos.

 

  - E como anda sua vida amorosa? - minha vó perguntou enquanto lambia seu sorvete.

  - Ahh... Sabe... Ta indo. - dei de ombros e acabamos rindo.

  - Tem alguém, não é?

  - Não... - não fui muito convincente.

  - Tudo bem, não precisa contar. - ri fraco. - Mas, me fale sobre o namorado da sua mãe. Pelo que me lembre, ela passou horas falando dele nas férias.

  - Ah, ele é... - sorri ao me lembrar de Justin. - Ele é legal. - dei de ombros. - Bem mais novo.

  - Como de costume. - ri assentindo.

Antes de poder falar mais alguma coisa, meu celular começou a tocar. Peguei-o em meu bolso, vendo a foto na tela. Arregalei os olhos ao ver que minha vó também tinha visto. Ela me encarou sorrindo maliciosa e eu revirei os olhos, atendendo; ela ainda não conhecia Justin pessoalmente.

  - Oi.

  - Amor, onde está? - perguntou com a voz entediada.

  - Ahh, estou dando uma volta com a minha avó. - lambi meu sorvete de baunilha.

  - Sua avó?

  - Sim, ela está melhor. Minha mãe havia me escondido que minha avó já tinha acordado e estava se recuperando.

  - Isso significa que já podemos contar. - falou animado e eu pude imagina-lo fazendo uma dancinha estúpida.

  - Sim Jus, já. - fechei os olhos, me martirizando por ter falado seu nome. - Tenho que desligar.

  - Tudo bem.

  - Beijos. - murmurei, desligando.

Assim que guardei o celular novamente, Dona Lucy sorriu, me cutucando com o cotovelo e eu revirei os olhos, rindo fraco.

...

  - Anne Winks! - chamaram meu nome e eu senti meu estomago se embrulhar.

Era a final do concurso, essa musica definiria tudo. Ao mesmo tempo em que eu queria ganhar eu não queria. Não queria me tornar famosa ou gravar um CD. Cantar é minha vida, porém não me vejo fazendo isso para o resto da minha vida. Suspirei e subi no palco, caminhando até o piano branco no meio do mesmo. Toda a minha família estava ali, toda mesmo. Meus tios, primos, minha avó, minha mãe, Justin, os meninos, minha irmã veio de Paris - onde fazia o estagio - apenas para me ver, até Mellanie estava ali junto a Sophie, mas sentadas mais no fundo, longe de todos que eu conhecia. Era melhor que eles não a vissem, pelo menos não por agora. Olhei para ela que fez um joia com a mão e eu sorri boba. Como eu estava na minha época mais romântica, a musica refletia isso.

When your soul finds the soul

Quando sua alma encontra a alma

It was waiting for

Que estava esperando

When someone walks into your heart

Quando alguém entra em seu coração

Through an open door

Por uma porta aberta

When your hand finds the hand

Quando sua mão encontra a mão

It was meant to hold

Que foi feita para segurar

Don't let go

Não deixe escapar

Someone comes into your world

Alguém entra em seu mundo

Suddenly your world has changed forever

De repente, seu mundo mudou para sempre

No, there's no one else's eyes

Não, não existem outros olhos

That can see into me

Que poderiam me ver por dentro

No one else's arms can lift

Os braços de mais ninguém podem levantar

Lift me up so high

Me levantar tão alto

Your love lifts me out of time

Seu amor me levanta além do tempo

And you know my heart by heart

E você conhece meu coração de cor

When you're one with the one

Quando você é alguém com a pessoa

You were meant to find

Que foi feita para encontrar

Everything falls in place

Tudo se encaixa

All the stars align

Todas as estrelas se alinham

When you're touched by the cloud

Quando você é tocada pela nuvem

That has touched your soul

Que tocou sua alma

Don't let go

Não deixe escapar

Someone comes into your life

Alguém entra em seu vida

Suddenly your life has changed forever

De repente, seu vida mudou para sempre

No, there's no one else's eyes

Não, não existem outros olhos

That can see into me

Que poderiam me ver por dentro

No one else's arms can lift

Os braços de mais ninguém podem levantar

Lift me up so high

Me levantar tão alto

Your love lifts me out of time

Seu amor me levanta além do tempo

And you know my heart by heart

E você conhece meu coração de cor

So now we've found our way

Então, agora encontramos nosso caminho

To find each other

Para encontrarmos um ao outro

So now I found my way

Então, agora encontrei meu caminho

To you

Para você

No there’s no one else’s eyes

Não, não existem outros olhos

That could see into me

Que poderiam me ver por dentro

No there’s no one else’s eyes

Não, não existem outros olhos

That could see into me

Que poderiam me ver por dentro

No one else’s arms can lift

Os braços de mais ninguém podem levantar

Lift me up so high

Me levantar tão alto

Your love lifts me out of time

Seu amor me levanta além do tempo

And you know my heart by heart

E você conhece meu coração de cor

 

Autora POV.

Anne não conseguia conter seus olhares nada discretos direcionados a inspiração para aquela musica. Por sorte, ninguém sequer percebia algo, por estarem tão envolvidos com a melodia harmoniosa. Sua voz soava suave e cheia de sentimentos. Como era possível que ninguém percebesse o quão apaixonada a garota estava? Mas uma pessoa... Uma pessoa não deixara aqueles olhares passarem despercebidos. Dona Lucy sabia bem que sua neta estava apaixonada. Seus olhos a entregavam, e no momento, os de seu amado também. Por mais complexo que aquilo fosse, ela não conseguia achar errado, ou se quer culpar sua neta de traição. Achava uma completa loucura sua filha estar com alguém tão mais jovem. Desde que voltara percebeu os olhares trocados, as caricias escondidas, as declarações feitas por ambos. Tudo aquilo a fez ficar feliz; e não sentia-se assim a tempos - desde que seu marido se foi. Seu sorriso denunciava o quão feliz estava pela neta.

Anne POV.

Ouvir os aplausos me fizeram relaxar. Eu tinha dado o meu melhor. Levantei e curvei-me, agradecendo a todos. Antes de sair do palco encarei aquele pelo par de olhos caramelados, que me encaravam totalmente apaixonados, e sorri abertamente, sentindo que ele estaria ali por mim; para sempre.

 

  - E em terceiro lugar... - o apresentador fez suspense, fazendo meu enjoo aumentar. - Mary Adams! - gritou e a garota ao meu lado foi tomada pelas lagrimas. Sorri. Ela merecia.

Após minutos de comemorações e parabéns, ele voltou o foco ao segundo e primeiro colocado. Ted juntou suas mãos as minhas e juntas, começamos a torcer. No momento, eu torcia para ao ficar em primeiro lugar. Sim, pode parecer loucura, mas eu não quero ganhar em primeiro lugar. Sei que ela merece mais que eu, e tem certeza que é isso que quer, quanto eu, só quero montar uma família e viver no anonimato. Tudo bem que se minha carreira como estilista desse certo não viveria totalmente no anonimato, mas também não viveria com holofotes apontados para mim.

  - E a vencedora desse ano é... - senti Ted agarrar-se mais ao meu braço, nervosa. - Ted Williams! - senti um alivio ao escutar aquilo e um sorriso enorme se formou em meus lábios.

  - Parabéns! - a apertei em meus braços, sentindo suas lagrimas molhares meu ombro. - Você merece tudo isso. - falei em seu ouvido, enquanto a euforia tomava conta do teatro, junto a algumas vaias vindas daquele bando de animal que eu chamo de amigos. Revirei os olhos.

  - Obrigada Anne, pensei que você ganharia. - ri fraco.

  - Para ser sincera, eu não queria. - ela riu, sendo tirada de perto de mim em seguida.

Todos foram para cima dela, com milhões de elogios e tudo mais e eu observava tudo sorrido. Eu já tinha tudo, não precisava de mais isso.

 

  - Pelo menos você ganhou um carro e cem mil dólares, tem noção de quanto é isso? - Jullie perguntou afobada.

  - Não vou querer o carro, vou pegar o dinheiro. - falei.

  - Foi uma injustiça você não ganhar. - minha mãe se manifestou e seus parentes concordaram.

  - Eu não queria isso para a minha vida. - dei de ombros. - Não sei se me acostumaria com os holofotes, shows e tudo mais. Muita falta de privacidades.

  - Mas imagina o dinheiro que receberia! - uma de minhas primas exclamou.

  - Dinheiro não é tudo. - alertei e ela riu debochada.

E ali se iniciou uma pequena discutição sobre o como  dinheiro é importante, e não sei mais o que, da qual eu consegui fugir e ir comemorar com meus amigos e minha avó. Sim, a velha estava em todas!

...

  - Mamãe! - gritei, entrando em seu quarto.

  - Fala.

  - Não acha que está muito curto? - falei apontando para o vestido que ela havia escolhido para eu usar em seu lançamento.

  - Não anjo, está perfeito! - minha mãe murmurou, arrumando seu vestido em seu corpo.

Finalmente era o dia do desfile. Finalmente tudo acabaria. Menos de uma semana e eu e Justin estaríamos livres.

  - Tudo bem. - suspirei e voltei ao meu quarto.

 

Após algumas boas horas eu finalmente me encarava frente ao espelho, pronta. O vestido realmente tinha caído perfeitamente em meu corpo, e não ficara muito curto. Peguei o blush em cima da penteadeira e passei mais um pouco, realçando ainda mais meus traços. Eu parecia uma boneca. Não gostava disso.

Eu estava sozinha na casa, todos já tinham ido, e como não tenho um par terei que chegar sozinha ao evento. Suspirei. Um carro me esperava de frente a casa. Resolvi não levar celular nem nada que precisasse que eu levasse bolsa. Retoquei o batom e sai do quarto. Sai de casa e o motorista da limusine preta reluzente abriu a porta para que eu entrasse. Aquele carro era lindo. Durante todo o percurso fui brincando com meus dedos que me pareciam extremamente interessantes naquele momento.

  - Chegamos. - o cara saiu do carro, vindo abrir a porta para mim. Suas mãos gentilmente me ajudaram ao descer, e logo aquela avalanche de flashes caiu sobre mim.

Como eles pediam eu posava e mudava de lado. Eu até que gostava daquilo. Sorria quando podia, respondia a algumas coisas.

  - O que você acha da nova coleção da sua mãe? Você já conseguiu vê-la? - um deles perguntou.

  - Sim, eu já vi e está incrível! - contei animada. - Dona Tracy fez um ótimo trabalho com essa coleção, e sei que é um dos melhores.

  - Acha que sua mãe conseguirá se superar, ou até mesmo superar a nova marca de roupa da Valentino?

  - Como eu disse, a coleção está incrível, uma das melhores que minha mãe já fez. Acho que tanto ela quanto Valentino são estilistas incríveis e de estilos diferentes, isso tudo dependerá do seu gosto.

  - O que você acha sobre esses boatos sobre o relacionamento dela com o empresário Justin Bieber?

  - Bom... Eu não sei de nada. Para ser sincera, nem sabia sobre esses boatos.

  - E a sua vida amorosa, como está?

  - Parada. - eles riram, assim como eu. - Não, falando sério, eu estou bem do jeito que estou. - menti.

Depois de mais algumas perguntas, eu finalmente adentrei o local.

 

  - As roupas estão incríveis! - minha avó comentou e eu assenti, aplaudindo mais uma leva de modelos que passara por aquela passarela.

Justin estava sentado ao meu lado e não, os meninos não haviam sido convidados. Como vocês sabem, ela os odeia. Mais uma leva de modelos começou e eu entrelacei nossas mãos por debaixo da mesa. Ele a acariciou e sorriu de lado, sem tirar os olhos da passarela a sua frente.

  - Me encontra no terceiro andar do galpão daqui a dez minutos. - Justin sussurrou em meu ouvido, levantando em seguida.

Franzi o cenho e dei de ombros, voltando a prestar atenção às peças a minha frente. Estava sem celular, não sabia ao certo o horário, então levei em conta o tanto de modelos que desfilaram. Após contar umas cinco, resolvi que estava na hora.

  - Vou ao banheiro. - avisei a minha avó, levantando em seguida.

Caminhei até o elevador, que por sorte ficava ao lado dos banheiros, e assim que entrei apertei o botão referente ao terceiro andar - e ultimo também. Após dois minutos, mais ou menos, a porta abriu, revelando uma enorme sala. Sorri ao ver Justin na sacada, depois de enorme janela panorâmica. Caminhei até, fazendo meus saltos chocar-se com o chão da sala vazia causando um som estridente e irritante, que acabou chamando sua atenção para mim. Ele sorriu abertamente.

  - Você está perfeita. - abraçou-me.

  - Você também. - sorri o analisando melhor. - Você fica muito sexy de terno. - ele riu. - E esse cabelinho, esse quase bigode, o brinco. Bieber, você está uma completa perdição. - ajeitei sua grava e terno.

  - Esse é o fim de tudo. - ele murmurou, virando comigo em direção a vista que tínhamos da cidade.

  - Que lindo. - murmurei, fechando os olhos, pousando a cabeça em seu peito.

  - Me lembrei de você. - sorri.

  - Porque eu brilho like as estrelas? - pergunte, abrindo apenas um dos olhos e o espiando.

  - Não. - fiz biquinho. - Você fica linda a luz do luar.

  - Sabe que teremos que voltar daqui a pouco, né?! - perguntei, após alguns minutos em silencio, apenas observando a lua.

  - Não quero pensar nisso. - deu de ombros. - Minha mãe ligou hoje, te mandou um beijo.

  - Sua família é ótima. - me soltei dela e apoiei-me no parapeito.

  - A sua não é de todo o mal. - rimos. - Sua avó é legal.

  - Eu sei. Sabia que ela está desconfiada de que eu tenho alguém? Acho até que está desconfiada de você.

  - Ela me parece ser muito esperta, realmente. - ele riu, ficando ao meu lado.

Seus braços passaram por minha cintura e eu sorri, me virando de frente para ele. Puxei sua nuca, colando finalmente nossos lábios e logo ele pediu passagem, dando inicio a um beijo calmo. Ergui mais meus pés, colando mais nossos corpos. Ele era, definitivamente, o cara que eu queria para a minha vida. Ele me completa e me faz sentir-se revigorada.

...

Justin POV.

  - Mas, como? - perguntei a Lucy, que sorria convencida a minha frente.

  - Eu pego as coisas no ar. - ela estava em meu escritório, me pedindo para que resolvesse tudo de uma vez. Sim, ela sabia sobre mim e Anne, e me pedia para que eu terminasse de uma vez com Tracy.

  - A verdade é que eu e Anne contaríamos tudo depois das festas. No Canadá decidimos que tudo seria posto em pratos limpos assim que víssemos Tracy.

  - Então foi com você que ela passou as férias? - perguntou, rindo em seguida.

  - Sim. - ri. - Em fim, quando voltamos estava tudo uma bagunça, tudo isso com a senhora... - ela me encarou feio por chama-la assim. - Desculpe você. Estávamos apenas esperando o desfile passar para podermos contar.

  - Que bom. Acho que não é justo para nenhum dos três ficarem mentido dessa maneira. - concordei. - Mas, conte-me, quais são suas verdadeiras intenções com minha neta. - ri fraco.

Ia começar a falar quando uma Anne desesperada adentrou minha sala, correndo diretamente em minha direção. Seus braços me apertaram contra seu corpo, e duvido que tenha percebido sua avó ali.

  - O que foi? - perguntei afagando seus cabelos, preocupado com o seu estado. - Anne, o que aconteceu? - perguntei, afastando-me dela e secando suas lagrimas. Ela abria a boca para falar, porém nada saia, a fazendo ficar ainda mais desesperada. - Amor, se acalme e tente me contar, o que houve? - coloquei-a sentada na minha cadeira. Seu estado estava caótico. Peguei o telefone e pedi para que minha secretária trouxesse um copo de água e logo ela apareceu com o que pedi. - Toma, beba um pouco. - entreguei o mesmo a ela, que o segurou forte, por conta de suas mãos tremulas. Ela levou o mesmo a boca, tomando um pequeno gole e respirou fundo. - Anne, o que houve?


Notas Finais


Musica Heart By Heart (concurso): http://letras.mus.br/demi-lovato/heart-by-heart/traducao.html#legenda
Anne desfile: http://weheartit.com/entry/74523390/via/sarakatrina
Maquiagem Anne desfile: http://weheartit.com/entry/74410436/via/sarakatrina
Justin desfile: http://weheartit.com/entry/74415851/via/sarakatrina
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Olá meus amores!
OK, calma, não me espanquem ou arranquem minha cabeça, por favor! Eu demorei muito, muito mesmo, e peço desculpas por isso, mas sim, eu tenho um boa explicação:
A CULPA É DA ESCOLA E DAQUELES PROFESSORES MAL COMIDOS DO CARALHO!
Só para terem noção, tenho uns quatro trabalhos para entregar, e um enorme para amanhã (eu ainda nem terminei ele, e está uma merda, já que eu não prestei a atenção em como era pra ser feito e to arriscando tudo aqui). Eu nem iria postar esse final de semana, só lá pra quarta ou quinta, porém eu resolvi que não podia mais demorar, afinal vocês merecem. O capitulo até que saiu grande, não é?! Tentarei postar o próximo em menos de uma semana, mas não posso garantir.
Ai gente, calma, tinha até esquecido, vocês escutaram Slave 2 The Rhythm? Senhor que musica é aquela? É perfeita e virou meu vicio, junto a Heart By Heart... Eu preciso ir assistir Os Instrumentos Mortais, porém falta dinheiro. Velho, todos os filmes em cartaz no cinema da minha cidade são fodas, mas cadê o money? Isso é complicado...
Em fim, obrigada por tudo suas lindonas, chegamos aos 500 cometários e
260 favoritos, obrigada mesmo, vocês são perfeitas!
Link do meu Facebook, caso tenham duvidas, ideias, é só chamar lá: https://www.facebook.com/sara.katrina.52
Meu twitter: https://twitter.com/swagsofjusten
BEIJOS NA BUNDA SUAS GATAS!


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