História Forbidden Love - Capítulo 51


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Amor Proibido, Justin Bieber, Padrasto, Romance
Exibições 2.266
Palavras 3.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 51 - Filhos


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 51 - Filhos

Justin Bieber P.O.V.

  - Dude, como ela não aceitou?

  - Ela, ao menos, me deixou ver meus filhos!

  - Como a Anne é ruim!

  - Vamos focar no principal, Anne tem que aceitar Justin de volta! - Jennie disse, seguindo para a cozinha.

  - Primeiramente eu preciso tirar esse doutorzinho do meu caminho. Ela não parou de falar que namora e não sei o que mais.

  - Marcus. - Chaz falou o nome com asco.

 - Esse cara é um idiota! - Ryan resmungou.

 - Ele é todo romântico, fofo e compreensível. - Jazmyn sorriu. - Um cavalheiro.

  - Eu também posso ser isso tudo e mais um pouco.

  - Claro que pode, fofinho. - Jullie falou debochada.

  - O que ela está fazendo aqui? - perguntei, olhando diretamente para Chaz, quem a abraçava por trás e o mesmo deu de ombros.

  - Estou aqui para lhe ajudar, babaca. Ninguém conhece Anne melhor do que eu.

  - E eu! - Jennie exclamou, voltando da cozinha de Ryan.

Estávamos todos reunidos ali. Chaz, Jullie, Ryan, Jennie, Christian, Ashley e Jazmyn e eu. Eles, agora, aceitavam-me. Entendiam o porquê do que fiz. Agora, eu contava com eles para conseguir ao menos ver meus filhos o mais rápido possível. Anne voltaria a ser minha, mas tudo tem o seu tempo.

  - Hoje ela tem um encontro com o médico bonitão e compreensível. - Jullie informou, enfiando uma uva na boca.

  - E eu com isso? - perguntei desanimado. Esse cara é um encosto.

  - O encontro vai ser na casa dela, as crianças vão dormir na minha casa. Bom... Acho que podem me entender.

  - Você pode trazê-los para cá? - Ryan perguntou, abrindo mais uma cerveja.

  - Desde que ela não descubra de maneira alguma. Se Anne descobrir que estou facilitando o encontro entre eles, ela me mata!

  - Ela não descobrirá, te juro!

  - Tudo bem. - assentiu. - Tenho que ir buscá-los daqui á uma hora.

  - Está certo. - sorri abertamente. - Não vejo a hora de poder passar um tempo com o meu menino.

  - Acho que a falta de sexo afetou a cabeça de Anne ao escolher o nome do bebê. - Jullie murmurou. - A culpa é sua!

  - Minha?

  - Sim! Se você estivesse presente, talvez ela não colocasse aquele nome de velho no bebê.

  - Jacob não é ruim. - ri.

  - Mas é um nome de velho.

  - Pare de implicar, mulher! - Jazzy exclamou rindo. - Mal se lembram do nome dele graças ao apelido.

  - Jake. Viu, eu sei escolher nomes. - sorriu orgulhosa e eu gargalhei.

Continuamos nossa conversa por mais longos minutos. Eu sentia meu coração aquecido.

  - Calem a boca, é a Anne! - Julie exclamou, pegando o celular que tocava um rap qualquer. - Gostosa! - exclamou. - Estou em casa, claro! Até porque, hoje tirei a noite para ser babá! - fez uma pausa. - Ah, claro... Ele vai chegar mais cedo para que? ... Não, tudo bem, não sou boba! Vê se toma jeito. Já estou indo. Anne, cale a boca e me espere chegar para dar instruções! Beijos de luz! - desligou e parou para olhar para nós. - Marcus chegará mais cedo. Ele terá que ir embora de madrugada, então terá menos tempo para aproveitar.

  - E está me contando essa porra por quê?

  - Para te fazer sentir mal por tê-la deixado, gato. - piscou e eu serrei os dentes. - Eu vou indo. Já volto. - mandou beijos com a mão e beijou Chaz, saindo do nosso campo de visão em seguida.

  - Que merda esse cara! - exclamei, sentando numa cadeira.

  - Relaxa, cara!

  - Jake ainda é pequeno para ela deixá-lo por um homem. - murmurei.

  - Cala a boca, que minha irmã é uma ótima mãe!

  - Não estou falando que ela não é uma ótima mãe.

  - Vamos pedir uma pizza? - Chris perguntou, tentando interferir em minha raiva.

Eu não conseguia imaginar outro homem passando as mãos pelo corpo de Anne, beijando aqueles lábios que me pertencem, sendo dono de seus carinhos, de sua atenção. Não era justo! Eu a amava mais que a mim mesmo, ela era a mãe de meus filhos, a mulher da minha vida. Droga, sou um imbecil! Não devia tê-la deixado sozinha, solta com esses caçadores a espreita. Esse médico deve ser um babaca, não preciso nem conhecê-lo para saber.

  - Cara, se continuar nessa pilha sua cabeça vai explodir. Seu rosto está vermelho. - Chaz riu, sentando ao meu lado.

Todos já tinham ido para a sala.

  - Não consigo parar de pensar nesse idiota tocando em Anne.

  - Man, tu passou um ano longe, era natural que ela arrumasse outro.

  - Eu não esperava isso. - murmurei e ele riu, dando um tapa em minhas costas.

  - Vamos pra sala, daqui a pouco as pizzas chegam.

  - Chaz - chamei, antes que ele saísse da copa.

  - Fala.

  - Você acha que ela o ama? - perguntei inseguro, não aguentando mais segurar aquela duvida apenas em minha mente.

  - Cara, sinceramente? - assenti. - Não acho que ela tenha te esquecido. Ela mesma admitiu para mim. - sorri. - Mas, ela está tentando. Tentando muito. E o cara, por mais babaca que seja, está a conquistando.

  - Eu tenho que reconquistá-la, certo?

  - Com certeza! - sorriu. - Agora, vamos. Seus filhos já vão chegar.

Sorri animado, levantando-me e seguindo junto para a sala.

  - Vai passar o filme preferido da Mel na TV.

  - Qual?

  - Amizade Colorida.

  - Isso é filme para criança assistir? - perguntei, pegando o panfleto da pizza.

  - Do que ela nasceu? Exatamente! - Christian deu de ombros.

  - A mãe dela é louca de deixá-la com vocês!

  - Ih, ta se achando melhor? - Ryan zombou e eu dei de ombros.

Sentei-me no sofá, apoiando os cotovelos nos joelhos e tapei o rosto com as mãos. Estava ansioso demais por mais algum tempo com meu filho. Queria poder mimá-lo, assim como faria com Mel, e poder curtir e aproveitar mais meu tempo com eles. Eu não conseguia tirar da minha mente a sensação dos lábios de Anne sobre os meus. Seu corpo irradiando o calor para o meu. Suas mãos acariciando minha nuca. Ela era perfeita. Sua pele macia era um paraíso, seus lábios uma perdição. Eu já sentia-me viciado nela novamente. Queria tê-la o mais rápido possível.

  - Papai! - pisquei, deixando meus devaneios de lado, ao escutar a doce vozinha de Mellanie. - Eu sabia que você ia estar aqui! - pulou em meu colo e eu sorri abertamente.

  - É claro que eu estou aqui! Você acha que eu perderia a oportunidade de ver minha princesinha? - beijei sua bochecha diversas vezes e fiz cosquinhas em sua barriga. Ela se contorcia e gargalhava, fazendo-me sorrir como se meu rosto fosse rasgar por causa disso.

  - Para, papai! Para, papai! - pediu rindo e eu parei, observando seu rostinho delicado, inocente, com traços alegres por ele. Sua boquinha repuxada em um suave sorriso, seus olhinhos brilhando.

O motivo da minha existência era fazer aquela garota sorrir.

  - Justin. - Jullie chamou-me suavemente, o que até me surpreendeu, pois ela não me suportava, ou fingia não suportar. Ergui a cabeça, observando-a sorrir para a criança em seu colo. - Pegue ele. - falou, balançando a cabeça para Mel gentilmente, pedindo para ela deixa-se meu colo por um momento. Estendeu seus braços a mim, permitindo-me a imagem do belo rosto delicado e pacífico do meu filho.

O tomei dela com delicadeza, e senti meus batimentos cardíacos subirem rapidamente.

  - Ih, o olho até brilhou! - Chaz falou, sorrindo e eu ri bobo.

  - Meu filho, dude! - falei, passando a ponta dos dedos por seu rosto. Sua pele era macia e ele tinha aquele cheirinho de bebê que me envolvia.

O som estridente da campainha ecoou por todo o apartamento, fazendo Chaz se levantar rápido da onde estava, gritando: "Pizza! Pizza!". Em minutos, as mulheres arrumaram a mesinha de centro da sala, colocando ali as três caixas de pizza e as bebidas: uma garrafa de coca-cola e algumas cervejas. O bebê em meu colo começou a resmungar, mexendo-se, e logo aquilo se transformou em um choro alto. Olhei perdido para Jullie, que ria de mim.

  - Ele está com fome, bobão. - Mel resmungou, indo se sentar de frente a TV.

  - Hã... E ele come o que?

  - Anne dá o peito para ele. - Christian explicou.

  - Toma. - Jennifer entregou-me uma mamadeira já na temperatura certa. Eu ao menos percebi que ela se ausentara.

  - Eu te explico. - Jazmyn chegou perto de mim, vendo o como eu estava perdido.

Ela ajeitou a posição dele em meus braços, mostrou como eu deveria fazer e, então se sentou de frente a mim, observando-me enquanto eu o alimentava. Eu não conseguia tirar o sorriso do meu rosto. Ele era tão pequeno e frágil, que me fazia me perguntar se eu conseguiria ser um bom pai para ele. Se eu daria conta de fazê-lo feliz e dar-lhe tudo o que precisasse. Eu trabalharia incansavelmente para que ele, Mellanie e Anne tivessem tudo o que quisessem. Tudo o que fosse preciso eles teriam, nunca lhes faltariam nada. Não se dependesse de mim. As pessoas mais importantes da minha vida. 

- Você será um ótimo pai, Justin. - Jazzy falou, acariciando o rosto de Jake com a ponta dos dedos. Ele só podia estar lendo meus pensamentos. - Pare, não estou lendo seus pensamentos! - exclamou e eu olhei para ela com o cenho franzido.

  - Não é o que parece. - murmurei e ela sorriu. Isso me fez pensar no por que dela não ter me procurado enquanto estava aqui. Pattie me falava que ela estava fazendo faculdade e que não precisava de nada, quando eu perguntava, mas nunca imaginei que ela estaria tão perto de mim. Ela já tinha comentado sobre fazer faculdade aqui, mas eu não imaginei que realmente fosse, e principalmente, que viria para cá sem me avisar. - Por que nunca me falou que estava aqui? - ela não pareceu surpresa, parecia já esperar pela pergunta, o que me levou novamente a pensar que ela lia pensamentos.

  - Porque estava com raiva de você. - deu de ombros. - Quando cheguei aqui, era para ser uma surpresa. Nossa família prometeu que não iria contar que eu havia conseguido a bolsa aqui. A propósito, é na mesma faculdade que você cursou. - sorri orgulhoso dela. Jazmyn, por mais trabalho que desse, era uma garota muito inteligente. - Em fim... Cheguei aqui e não consegui falar contigo, então, liguei no seu escritório e me disseram que estava com a sua namorada, que eu deduzi ser Anne. Então liguei para ela e a mesmas me chamou para o seu apartamento. Cheguei lá e a encontrei com uma barriga enorme - sorri imaginando Anne assim - e Mellanie toda simpática. Quando ela me contou tudo, eu protestei sobre voltar a morar contigo, mesmo ela insistindo em me manter perto de você. Como eu não quis e já não dava mais para conseguir espaço no campus e claro que eu não iria entrar em nenhuma fraternidade...

  - Nunca que você iria ficar em uma fraternidade. - murmurei, dando atenção ao meu filho e balançando a mamadeira, para ele terminar o restinho.

  - Ela me chamou para morar com ela e eu aceitei.

  - Ótimo, e me deixou de lado.

  - Jus, desculpe-me...

  - Não precisa pedir desculpas, princesa. - ela sorriu com o modo que lhe chamei. - Eu fui um idiota, mas agora quero me redimir. - falei, olhando para Mellanie, que ria e repetia as frases do filme.

  - Que bom, agora... Mete. - arregalei os olhos, vendo todos rirem dela e Jennie balançar a cabeça.

  - Ryan, eu vou arrancar seu pinto! Olha o que minha filha está falando.

  - Você meteu na Anne para o Jake nascer, e igualmente com ela. - ele respondeu e eu balancei a cabeça.

  - Não liga, não. Anne também já cansou de falar com eles, mas no fim... É mais fácil para nós assim. - Jazmyn deu de ombros. - Como pretende se redimir?

  - Quer voltar a morar comigo? - perguntei, vendo que Jake terminara a mamadeira.

  - O coloque para arrotar. - falou e eu assenti, sabendo como fazer isso.

  - E então?

  - Justin, não sei... Eu adoro morar com Anne. Ter meus sobrinhos comigo...

  - Olha, tudo bem. Estou em um apartamento novo, então, se quiser se instalar em um dos outros dois, fique a vontade.

  - Não tenho bunda para... - ela parou ao escutar o arroto de Jake e nós rimos. - Retomando, não tenho bunda para bancar um apartamento sozinha.

  - Posso te ajudar. - dei de ombros, afinal, não trabalho tanto para mim. Minha família merece o melhor. - Bom, quando se decidir, é só me avisar que eu mando cuidarem de tudo.

  - Tudo bem. - sorriu, beijando minha bochecha.

Comecei a prestar atenção no filme, enquanto segurava Jake em meus braços. Comédia com aqueles imbecis não prestava. E comédia sobre sexo, então, era pedir para se contorcer de rir. Todos ali pareciam já saber todas as falas do filme, e Mellanie me surpreendia com sua sabedoria no assunto. No fim, realmente, parecia mais fácil ela já ter ideia dessas coisas. Apesar de ser constrangedor saber que sua filha de cinco anos sabe dessas coisas e que provavelmente sabe os que os pais fazem num quarto sozinhos.

Aos poucos, Mellanie ia ficando mais cansada e se aproximava mais de mim. Logo ela estava aninhada em meu corpo e dormia tranquilamente, assim como Jacob. Sorri com a imagem.

  - Vamos levá-la para o quarto. - Ryan falou, chegando perto de mim e eu assenti.

Entreguei Jake para ele e peguei Mel em meu colo, aninhando ela com o rosto em meu peito. O segui para o andar de cima e ele me guiou até o quarto de hospedes.

  - Pode dormir na cama com a Mel, e Jake dorme no bercinho.

  - Valeu, dude.

Coloquei Mellanie na cama e ele pôs Jake num berço que parecia uma cesta, suspenso em um suporte branco. Fui até o closet e peguei um cobertor, cobri Mellanie e me abaixei, perto da cama. Ela parecia um anjo dormindo. Um anjo com tamanha inocência. Sorri desanimado por pensar no tanto de tempo que perdi longe dela. Beijei sua testa e me levante. Ryan estava na porta. Verifiquei Jake, sorrindo com sua imagem. Meus filhos eram incrivelmente lindos.

  - Para de babar! - ri.

  - Eu perdi tanta coisa. - falei, virando-me para ele.

  - Pare de se martirizar, Bieber.  Venha, vamos beber! - balancei a cabeça, rindo e deixei o quarto junto a ele.

  - Ae, Bieber! - Chris gritou, jogando uma garrafinha de cerveja para mim.

Peguei-a no ar e abri, tomando um longo gole. Precisava de álcool, mas algo mais forte. Porém, não era correto encher a cara enquanto meus filhos estão no andar de cima. Eles engataram em um assunto descontraído e eu me sentia mais leve por tê-los novamente. Eu não tinha uma conversa assim há tempos. Geralmente, eu saia com Tracy para encontrar-me com seus amigos, que tinham assuntos entediantes e só prestavam para falar de meus investimentos. Também saia com outros amigos que eu tinha, que não eram entediantes, mas ainda não eram os meus amigos. Não eram meus amigos de infância, que me conheciam e eram os únicos que não me tratavam como Justin Bieber: um dos maiores empresários do país.

Meu celular tocou e eu o peguei, não reconhecendo o número. Bufei. Só podia ser dos funcionários que estão fazendo corujão para terminar um projeto.

  - Já volto. - murmurei, levantando-me e atendendo. - Bieber, falando. - falei com a voz séria, tomando mais um gole da cerveja.

  - Bebê? - Fechei os olhos, praguejando não ter pensado na hipótese de Tracy me ligar.

  - Tracy. - sussurrei.

  - Amor, estou com tantas saudades. Onde você está? - perguntou, sua voz chorosa.

  - Tracy, acabou. - falei, irritado por sua insistência.

  - Não, querido. Vem aqui para casa, vamos conversar. Eu posso te fazer mudar de ideia.

  - Não dá mais! Acabou, tudo bem? Siga em frente, estou fazendo isso.

  - Não! Não faça... - desliguei o celular, suspirando.

  - Droga!

  - Problemas?

  - Puta que pariu, Jullie! - falei, vendo-a me olhar do batente da porta da varanda.

  - Quem se assusta é porque está fazendo coisa errada.

  - Coisa errada... Escolha errada seria mais apropriado. - murmurei.

  - Tracy?

  - Ela não aceita a porra do fim. - falei irritado.

  - Ela estava apaixonada.

  - Mas eu não! Nunca fui apaixonado por Tracy. Por que eu não pude conhecer Anne primeiro? Se naquela maldita noite em que vocês conheceram Chaz, Ryan e Chris, eu tivesse aceitado sair, em vez de trabalhar feito um retardado, provavelmente, não estaria passando por isso.

  - A culpa não é sua. Tudo acontece por uma razão.

  - Eu só quero Anne de volta. - sussurrei, apoiando-me na grade da varanda, sentindo o vento frio chicotear meu rosto, e respirei fundo.

  - Olhe, vou lhe dizer uma coisa, mas não conte a ninguém. - assenti. - Eu sei que você a ama e, sinceramente, prefiro vocês juntos a ela com o médico gostoso. Quer dizer, ele é fofo, a respeita, entende e apoia, mas... Ela não o ama. Ela sofreu tanto com tudo o que aconteceu. Nunca vi minha amiga tão mal. Isso a fez ficar mais forte, ela aprendeu a não ser dependente dos outros. Por isso, agora, para reconquistá-la... Meu amigo, tu vai ter que suar.

  - Jullie, eu sei de tudo isso. E pode acreditar, eu também passei por isso. Eu virei um zumbi. Arranjei como refúgio as tatuagens, a bebida e as prostitutas. Eu fazia de tudo para poder esquecer ela, Mellanie e tudo ao qual eu me afastei. Nem mesmo minha mãe ligava para mim. - suspirei, bebendo o resto da cerveja. - Agora, tudo o que preciso é dela e dos meus filhos.

  - E você terá isso, só... Só dê tempo a ela. - tocou meu ombro. - Tudo se resolverá, Bieber. 


Notas Finais


Estou tendo que postar super rápido aqui, espero que agrade vocês. O próximo é melhorzinho!

Obrigada por todos os comentários, e favoritos, amo vocês... beijos e dependendo do numero de comentários eu volto antes dos dois dias, pois já tenho muitos capítulos prontos!


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