História Forbidden love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 15
Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Shounen, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Pansexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa e boa leitura >-<

Capítulo 2 - Capítulo 1


"De hoje em diante todo dia vai ser o mais importante!"

- Legião Urbana

Uma vez tentei acabar com a dor do meu peito, nada que envolvesse morte, e sim sonhos. Sempre sonhei que mudarei o que tenho de ruim, mas na verdade só piorava. E acabava morrendo na beira da praia.

Esse é o primeiro dia antes da minha morte, o dia que realmente acreditei que poderia mudar.

{…}

Dava o ultimo suspiro dentro do meu dormitório, estava com medo, estava tremendo. Tentava ser positivo, porém, tudo que conseguia era um lindo murro na cara.

- Hoseok-Hyung - Ouvi uma voz um tanto aguda no outro lado da porta - Por favor, se apresse!

- Já vou, Jimin - Disse, logo peguei a mochila e segui para fora

Depois da conversa com Jin meu coração se encheu de esperança, sabia que havia um ponto de luz na escuridão da noite. Só precisava acha-ló.

Faria uma viagem um tanto longa para a catedral da cidade, era lá onde todos nós passaríamos nossos últimos dias antes de finalmente ser padre e atender com nossas vocações. Na verdade, quem estou querendo enganar afinal? Ser padre nunca será minha vocação e sim obrigação. Confesso que tenho medo de retornar a cidade, pra ser sincero, tenho medo do que deixei lá.

Já estava no ônibus, sentava em uma das últimas cadeiras, as janelas estavam abertas e com isso o vento soprava no meu rosto, bagunçado meus fios avermelhados. Que foram tão difícil de ter permissão para pinta-los. Afinal, meus pais são tão devotos que deixam qualquer um assustado. Principalmente meu pai, mas não vamos falar neles agora.

Praticamente dormia a viagem toda, e na minha última soneca fui acordado com um freio surpresa. Por conta disso acabei batendo minha cabeça no outro acento, rapidamente passei minha mão no local para massagear e tentar diminuir a dor que sentia

- Todos já podem descer! - Escutei um grito no lado de fora e apressei para levantar

- Olha o que esses crianças de hoje em dia fazem, destruíram a linda pintura da catedral, deveriam limpar com a língua! - Assim que desci do ônibus escutei as reclamações de SeokJin, parecia tão nervoso e irritado que seu rosto se encontrava um pouco avermelhado

- Não acha que está exagerando Hyung? São só desenhos, é arte. - sussurrei, porém, infelizmente não pude deixar de ser ouvido. E rapidamente vi Jin se virar contra mim

- Onde isso é arte? No dia que isso for arte será o fim do mundo! Destruir patrimônio alheio nunca será obra do Senhor. Se eu fizesse isso no meu tempo séria massacrado. - Cuspia cada palavra

- Só que não estamos no seu tempo, Hyung. - Exclamei tentando manter a calma enquanto encarava o mais velho, que estava totalmente revoltado, porém, não deixava de ser engraçado ver sua expressão totalmente mudada e estranha

- Então você acha bonita esse tipo de coisa? - apontava para os desenhos bem feitos na parede

- Não tenho nada contra - dei de ombros

- Hoseok…

Depois de longos minutos de reclamações vindas de Jin e outros membros finalmente entramos para poder conhecer o local.

Era realmente encantador, cada detalhe na parede deixava o lugar bem histórico. Não tinha aparência de velho, contudo, era velho. Digamos que parecia comigo: Não tinha aparência triste, contudo, era triste.

No fundo havia pequenos quartos onde usaríamos para descansar durante o dia, pra ser mais específico aqueles quartos seriam de quem não tivesse família na cidade. Já quem tivesse passariam o dia todo e de noite voltariam para casa.

Como possuía família estalada, tinha que seguir caminho para casa quando anoitecer. Me lembro muito bem do aperto que senti no coração ao receber a notícia que voltaria sozinho para casa. A verdade é que tinha medo, minha vida sempre foi repleta de medo. O medo fazia parte de mim.

Considera como uma característica minha: Hoseok é triste, falso, infeliz e medo.

- Hoseok-Hyung - Sou tirado dos meus devaneios quando escuto a voz do Jimin - Me desculpe Hyung, é que estão nos chamando para ajudar

- Tudo bem, ajudar com o que? - Ando até chegar no lado do garoto

- Ajudar a pintar de novo a catedral, Hyung. Espero que tenho mãos boas para tal serviço - sorri

- Jimin, anãozinho, você sabe que não sei fazer nada. - Anãozinho era seu apelido carinhoso, não pense que fazia de mal agrado ou com intenção de ofende-lo, achava ele totalmente fofo do jeito que era.

- Hyung, grandão, não fale assim. Mesmo que seja verdade, eu confio em você - sorri novamente.

- Ainda vou morrer com sua fofura - Infelizmente esse não foi o motivo da minha morte - Então vamos, peguei confiança!

- Seguindo avante vamos!

Antes de chegarmos na parte da frente passamos por uma sala, assim pegamos alguns galões de tinta. Confesso que realmente eram pesados, eu levei dois quase tendo um derrame articular.

Colocamos a mão na massa logo em seguida, uma parte levava a sério e a outra fazia por diversão. Lembro de como nos sujavamos de tinta, nada ficava para trás! Cabelo, roupa, rosto, literalmente tudo.

Estava risonho, aquela sensação tão prazerosa de poder sorrir com liberdade e por pura vontade é desumanamente boa.

Realmente acreditei que poderia recomeçar, algo dizia que sim.

- Hoseok, esse aqui é TaeHyung, ele irá te ajudar a terminar essa parte - exclamou Jin, enquanto direciona seu olhar para parede mal pintada - Hoseok, que tipo de pintura é essa?

- Exótica - Sorri - Vem, vamos terminar essa parede logo - puxo o braço do garoto que estava no lado de Jin e o levo até a parte onde todos os materiais estavam  - espero que não se importe em ajudar, canso o contrário pode ir que eu limpo sua barra de 'obrigação' - sorri.

- Nada, gosto de ajudar pessoas como você, e obrigado. - sorri quadrado

- Seu sorriso é bonito.

- Obrigado - tampou o rosto com a própria mão envergonhado e eu ri de sua fofura

Quando havíamos terminado todas as paredes passarmos um bom tempo sentados e de novo, eu estava sorrindo.

Felicidade.

Me sentia feliz, me sentia vivo.

Só por respirar não significa que esteja vivo, existe uma grande diferença entre existir e viver. E dessa vez eu estava vivendo, mesmo que pouco, podia sentir isso.

Para algumas pessoas pode parecer que eu seja tolo por me sentir feliz com uma mera interação que basicamente todos têm no dia-a-dia. Entretanto, pra quem sofre diariamente e pensa em se matar 24 horas por dia é especial.

Uma pena quando as horas correram como se estivessem em uma maratona, quando dei por mim já estava de noite e precisa voltar para casa. Basicamente, ainda não havia pisado meus pés lá, preparava meu psicólogo para duas 'tarefas': Andar sozinho e rever minha família. Que para uma pessoa atordoada como eu, era uma tarefa quase impossível 

E o primeiro que séria efetuado era: Andar sozinho em uma cidade quase desconhecida.

- Hyung, você tem certeza que vai? - Jimin estava preocupado, mais do que deveria, parecia que sentia algo e naquele momento parecia loucura da minha cabeça, mas podia sentir que ele estava certo. Me arrependo com toda força por não ter seguindo seu conselho e meu coração

- Tenho sim, Jimin-ssi - sorri, bagunçado seus cabelos - Amanhã estou de volta, durma bem e boa noite

- Hyung - Murmurou - Vai com Deus.

- Ele sempre está comigo, Jimin - Não, nem sempre ele estava lá e se estava nem sempre ajudava.

Caminhei com passos rápidos durante o começo do percurso, depois de um tempo fui perdendo a velocidade e a partir daí que senti algo estranho. Como se estivesse sendo seguido. Não tinha livrado da sensação de ser vigiado até o último dia da minha vida.

Aumentava o passo em cada respiração pesada que sentia atrás de mim. Porém, já sabia que não haveria livramento.

 Não acreditava mais que a vida poderia mudar. 


Notas Finais


Então é isso, não me julgue por o capítulo parecer fraco, ainda é o primeiro dia antes de sua morte

Link do trailer: https://youtu.be/3nZSoSsBAys

Se você gosta de Jikook veja essa oneshort aqui: https://spiritfanfics.com/historia/sun-and-moon-10132109

Boa noite >-< e desculpa qualquer erro


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