História Forbidden Love - Capítulo 1


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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Chrollo Lucilfer, Feitan, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Kalluto Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Machi, Personagens Originais, Shalnark, Shizuku
Tags Hunter X Hunter, Romance, Terror, Violencia
Visualizações 48
Palavras 2.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura ~<3

Capítulo 1 - Principle


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 1 - Principle

 

Nunca mais consegui dormir de novo depois daquele dia, meus sonhos viraram pesadelos, pesadelos acabaram virando minha realidade e minha vida já não é mais minha. Posso até estar viva mas meu coração já não bate mais. 

Aqueles que me acolheram foram aqueles que tiraram tudo que eu tinha, minha família, minhas esperanças, meus sonhos e minha liberdade, posso ter me apegando a todos eles durante esse tempo mas nunca vou esquecer o que eles me fizeram passar ou que me fizeram me tornar...um mostro...acho que essa é a palavra que me define. Fecho meus olhos e conseguiu me lembrar de cada detalhe daquele dia, todos os corpos das pessoas que eu realmente consegui amar estavam caindo pelo chão e seus sangues manchado as paredes brancas daquele pequeno comodo, ainda não consigo entender o motivo de eu estar viva até hoje e acaba me trazendo ainda mais ódio.

Aprendi que chorar não ira mais me ajudar em nada, pois depois de tantos vidas que eu tirei de pessoas inocentes, não mereço derrubar uma unica lagrima sequer pois não me importei quando era eles que choraram para mim deixar as mesmas vivas, coloco a mão sobre meu peito na tentativa de tentar escutar ou sentir qualquer batimento do meu coração...mas não conseguia ouvir nada além de silencio, onde deveria ser meu coração não passava de um lugar oco, meus olhos não transmitia mais nenhum sinal ou brilho...eram opacos.

Acabei saindo do meus pensamentos quando ouvi batidas na porta do meu quarto, quando abri a mesma encarei Bonorenofu, meus olhos encaram seus olhos a procura de saber o porque dele estar aqui.

-O líder quer falar com você -sem esperar que ele diga mais alguma coisa, acabei saindo do meu quarto.

-Obrigada por me avisar -murmurei baixo enquanto caminhava mas tenho certeza que o mesmo conseguiu ouvir.

Quando cheguei percebi que o mesmo estava lendo um livro mas acabou parando de ler quando sentiu a minha presença, enquanto caminhava em sua direção o mesmo fecha seu livro e me encara com um sorriso, fechei um pouco meus olhos quando vi aquele sorriso, acabei ouvindo o mesmo soltar um risada baixa. Acabei me sentando em uma das suas cadeiras que dava de frente com sua enorme mesa de madeira, abri meus olhos lentamente enquanto encarava seu rosto esperando ele começar a falar.

-Fiquei sabendo que você quer participar do Exame Hunter -quando ele falou isso acabei ficando um pouco surpresa mas não demostrei- Quero saber se isso é verdade...então ?

-Sim é verdade -murmurei depois de algum tempo- Eu quero participar do Exame... -novamente murmurei.

-Não precisa ficar apreensiva -falou calmamente e vi que o mesmo voltou a ler seu livro- Se quiser pode fazer esse exame -senti meus olhos se arregalarem quando ouvi suas palavras.

-Como ? -perguntei encarando seu rosto, não consegui esconder minha surpresa, pois normalmente eu só saiu quando é pra cumpri as minhas "missões".

-Pode fazer aquele Exame a decisão é sua -tirou sua atenção do livro e direcionou seu olhar para mim- Se é isso que deseja pode fazer, ninguém conhece seu rosto não saberão que você é da Genei Ryodan -bem isso é verdade, pois sempre que eu faço alguma "missão" eu acabo usado mascara- Mas eu tenho uma missão para você quando esse Exame acabar -sua voz acabou ficando seria e eu também fiquei.

-Qual é ? -minha voz acabou saindo rouca e sem nenhuma vida.

-Quero que você encontre o ........ -falou calmamente e eu apenas concordei com a cabeça.

-Então eu posso participar do exame se depois eu procurar ele ? -perguntei e ele apenas concordou com a cabeça- Mas o que eu devo fazer com ele ? -perguntei novamente esperando a sua resposta.

-Quero que você o mate mas tem que ser em um certo momento -quando eu ia perguntar ele me interrompeu- Você irá saber quando for o momento, mas quando isso acontecer eu quero que você traga o corpo dele.

-Okay... -murmurei lentamente estranhando o que o mesmo disse- Se for só isso irei me retirar...tenho que preparar as minhas coisas -me levantei da cadeira e caminhei em direção da porta- Ah esqueci de disser -acabei batendo a mão na testa e reparei que o mesmo me encarou novamente- Se apresse e morra logo -falei secamente e sai da sua sala indo em direção do meu quarto.

Ao chegar no meu quarto, fui em direção de uma pequena comoda e abri a mesma pegando algumas peças de roupas, peguei ao todo cinco muda de roupa e coloquei em uma mochila preta, peguei meu celular junto com meus fones e coloquei no bolso da frente que havia na minha bolsa, ao arrumar completamente a minha bolsa a coloquei em minha cama e fui em direção do banheiro. Acabei tomando um banho demorado e quando terminei me enrolei em uma toalha e sai do banheiro, enquanto enrolava um toalha em meus cabelos fui em direção da comoda pegando uma peça de roupa. Coloquei um vestido preto profundo no pescoço "V" com quatro botões em cada e sem mangas. Por baixo,  blusa branca de manga comprida que escondia a minha tatuagem, um simples sapatos pretos e meias 7/8 pretas. 

Sequei meus cabelos rapidamente e deixei o mesmo solto, coloquei minha bolsa na costa e sai do meu quarto trancado o mesmo, passei pelos corredores enquanto pegava meus fones de ouvindo de dentro da bolsa. Quando estava saindo do esconderijo percebi que todos estavam lá, quando perceberam a minha presença seus olhares viraram em minha direção...mesmo que eu os odeies posso admitir que sentirei um pouco de saudade dos mesmo, além do mais agora eles são a minha "família", fechei meus olhos e caminhei em direção da saída, não planejava e não queria me despedir.

-Não vai se despedir da gente ? -Peguntou Phinx- Sabemos que você odeia a gente mas é falta de educação sair sem ao menos se despedir dos seus colegas -falou brincalhão.

-Até mais seus idiotas -virei minha cabeça um pouco encarando os mesmo- Acho que sentirei um pouco de saudade de vocês -abri um pequeno sorriso de lado e percebi que eles sorrirão ou quase todos.

-Tsc....vai embora logo sua inútil -murmurou Feitan mais eu acabei ouvindo- Diga logo que nós odeia e some da minha vista -cruzou seu braço e virou a cara serio.

-Também te amo muito -debochei- Eu realmente odeio muito vocês, mas com certeza sentirei saudade desse seu jeito sádico -caminhei até a saída e me virei para eles- Se apressam e morram longo -disse sarcasticamente encarando o rosto de cada e sai correndo do esconderijo.

(...)

Enquanto caminhava, estava começando escurecer e eu não fazia ideia onde ficar eu até poderia ter ficando no esconderijo hoje e saindo a manhã de manhã...mas não queria ficar muito perto deles, após um tempo pensando acabei parando na frente de um hotel acabei suspirando aliviada por ter pegando dinheiro antes de sair do esconderijo, entrei no primeiro hotel que apareceu na minha frente e andei até um lugar onde havia uma recepcionista. Ela estava no telefone então esperei um pouco, depois que ela encerrou a chamada me olhou com um sorriso "gentil" , quase que eu revirei meus olhos mas acabei ficando com minha expressão vazia.

-Olá a senhorita deseja algo ? -perguntou medindo as palavra...jurava que ela iria me chamar de criança.

-Gostaria de ficar até amanhã, quantos custaria ? -perguntei e a mesma me encarou mas logo respondeu.

-No momento nossos quartos então todos ocupados, só sobraram as suítes -acabou dando um sorriso que eu poderia considerar falso e isso fez eu franzi a sobrancelha.

-Quanto custa ? -perguntou novamente e percebi que a moça arregalou os olhos surpresas.

-Oh claro, bem durante esse período curto, acho que uns 700 reais -respondeu-me depois de sair do choque.

-Que roubo -murmurei e peguei minha mochila abrindo a mesma- Aceita pagamento na hora ? -encarei a mesma que confirmou com a cabeça- Aqui -Joguei o dinheiro encima do bancão e raparei no olhar surpreso da mesma, com isso acabei abrindo um sorriso debochado.

-Minha nossa -murmurou baixinho.

-Bem hoje eu fico ? -perguntei revirando meus olhos e ela se assustou e acabou gaguejando enquanto me dava uma placa com duas chaves.

-Último andar, quarto número 15 -depois que peguei a chave me afastei em passos leves mas parei e olhei para ela novamente.

-Tragam comida para mim daqui uma hora -falei com a voz fria e autoritária, a mesma só confirmou com a cabeça enquanto me encarava ainda surpresa.

Andei em direção do elevador e apertei o número desejado, por sorte ele se abriu rapidamente sem ter que parar em qualquer outro andar e entrei, depois de chegar no andar desejado a porta se abriu e eu andei em direção ao meu quarto, entrei e era um lugar confortável eu diria. (Notas finais)

Fui em direção da cama e me joguei na mesma, soltei um pequeno suspiro frustado ao lembrar da minha "missão" que irei fazer depois do exame, como eu irei encontrar uma pessoa que eu nem sei a aparência ou o nome ? Se bem que a unica pista que eu tenho é aquele nome tosco que o líder disse para mim mas não ira adiantar em nada. Coloquei meus braços sobro o rosto e fechei meus olhos durante alguns segundos antes de abri-los rapidamente novamente. Me levantei da cama e caminhei em direção da varada que havia no mesmo, me apoiei no parapeito e fiquei encarando a vista que havia na minha frente, fiquei alguns minutos assim até que acabei voltando para dentro do quarto novamente, peguei minha mochila e abri a mesma pegando meu carregador e meu celular, tenho que deixar o mesmo carregado se caso acontecer alguma coisa e eu acabar encontrando alguma pista.

Coloquei meu celular na tomada e fui novamente em direção da cama e me joguei na mesma novamente, posso até tentar mais sei que não irei conseguir pegar no sono e se conseguir irei acordar logo em seguida, peguei minha bolsa que eu havia jogando encima da cama e abri novamente a mesma, peguei um videogame portátil que eu havia colocando na minha mochila antes de sair, peguei meus fones e comecei a jogar um jogo de luta no mesmo. Acabei reparando que já estava quase amanhecendo e eu havia passando noite e madrugada inteira jogando no videogame, bem tenho certeza que é melhor assim, acabei me lembrando que havia pedido para a recepcionista pedir algo para mim comer. 

Caminhei em direção da porta e reparei que havia um Carrinho Buffet de madeira parado do lado da minha porta, arrastei o carrinho para dentro do quarto e comi rapidamente o dois pedaço de bolo e um pedaço de torta, acabei bebendo um copo de suco de laranja, após comer a comida que haviam trazido para mim peguei minha mochila e coloquei a mesma no costa, antes de sair acabei indo em direção do banheiro e escovei meus dentes e penteei meus cabelos. Olhei-me no espelho e percebi que estava razoável, peguei as chaves do quarto e fui em direção do elevador, que novamente subiu sem parar em nenhum andar.

Quando o elevador chegou no local desejado, eu acabei saindo do mesmo e indo em direção do bancão onde estava a recepcionista, falando no telefone, caminhei em direção da mesma e joguei as chaves encima do bancão e comecei a caminhar em direção da saída mas antes acabei murmurando um "obrigada pela hospitalidade", nem sei se a mesma ouviu mas isso não me importa.

(...)

Após uma longa caminhada acabei chegando em uma cafeteria, acabei falando algumas coisas com o um homem lá e o mesmo me guiou para um local que na verdade parecia um elevador, ele foi descendo e descendo, até que o mesmo parou e não saindo, podemos dizer que o local era escuro e tinha muitas pessoas lá, um tempo depois uma balinha de menta abulante acabou me dando uma placa com o numero 98 e pediu para mim certificar de usar aquilo sobre o peito tempo todo, após dizer isso a mesma acabou saindo andando e entregando placas para as pessoas que estavam chegando.

-Algo me diz que esse vai ser um exame bem interessante -murmurei quando eu via varias pessoas chegando naquele local.

 


Notas Finais




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