História Forbidden Love (Norminah) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Camren, Dinah Jane, Fifth Harmony, Normani Kordei, Norminah
Visualizações 170
Palavras 1.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente!!!
Eu tinha postado essa fanfic no Wattpad, mas minha linda Thais me convenceu a postar aqui também.
Espero que vocês gostem!!!
A fanfic tem pequenas correções que não foram feitas ainda na versão do Wattpad ❤
Meu twitter pra qualquer coisa é @wtfuckordeii

Capítulo 1 - Prólogo


Point of view - Dinah Jane  

O relógio marcava 6 da manhã, normalmente não eu não acordaria tão cedo sem que minha  mãe praticamente me arrancasse à força dá cama. 

Só que hoje não era um dia normal.

 

Era sexta feira. 

 

Você deve se perguntar, por que uma jovem de 17 anos estaria tão empolgada em se levantar tão cedo no último dia da semana em que teria que ir para escola. 

 

A única explicação plausível tinha um nome e um sobrenome: Normani Kordei Hamilton. 

 

Eu não sabia definir ao certo o que eu sentia por Normani - ou Mani como eu secretamente à chamava quando a mesma não estava presente.

 

 A única coisa que eu sabia era que queria poder passar todo o dia junto com ela. 

 

A forma como Normani sorria iluminava o meu coração. Eu me sentia refém daquele sorriso. Quando Normani me pedia alguma coisa - nem que fosse um mísero pedaço de papel para limpar o quadro branco quando a mesma esquecia o próprio apagador - eu atendia imediatamente. 

 

Normani era minha professora de Física. Ela tinha uma pele negra espetacular, curvas que deixavam qualquer pessoa boquiaberta, era dona de um sorriso incrivel, tinha um cabelo lindo e maravilhosamente cacheado, e um cheiro amadeirado inesquecível.

 

Adjetivos demais? 

 

Pois é, com Normani Kordei tudo é demais. 

 

A beleza, a inteligência, o senso de humor… 

 

Tudo!!! 

 

O verdadeiro caminho para perdição.

 

Interrompi meus pensamentos quando me dei conta de que eu estava completamente arrumada. 

 

Vestia a minha tão conhecida farda escolar - que era necessária considerando o fato que eu estudava em uma rede privada - o meu tão amado All Star e nos ombros tinha a minha mochila com meus livros dentro. 

 

Desci as escadas, e encontrei na cozinha meus irmãos Seth e Regina e meus pais Gordon e Milika, tomando café. 

 

- Bom dia - disse assim que adentrei o local - Pai o senhor não deveria estar no trabalho? - perguntei extranhando o fato de meu pai estar em casa na hora do café. 

 

Ele costumava ir para o trabalho antes mesmo de que eu acordasse, ele era extremamente dedicado aos negócios da família. 

 

 

- Bom dia minha filha. Hoje eu não vou ao trabalho, tivemos um problema com a energia na empresa e está sendo consertado hoje - disse meu pai prontamente enquanto se levantava para me dar um beijo na bochecha. 

 

- Ah sim. Bom, eu acho que já vou indo, não quero chegar atrasada - eu disse um tanto quanto ansiosa para chegar na escola 

 

- Filha, você nem tomou café. Coma um pedaço de bolo. Você não quer passar mal no colégio, não é? - disse minha mãe no mesmo tom preocupado de sempre. 

 

- Não se preocupe mãe. Eu como alguma coisa por lá. - disse rapidamente não querendo prolongar mais aquela conversa - Tchau gente - falei antes que minha mãe se opusesse e sai rapidamente da cozinha me dirigindo ao lado de fora da minha residência. 

 

(…) 

 

 

Fui andando para o colégio. Não ficava muito longe da minha casa, basicamente uns dez minutos. Escutei música durante todo o caminho, como eu sempre fazia. Por mais que eu tivesse certo receio de ser assaltada, como aconteceu com minha amiga Camila - ela e Lauren, sua namorada, estavam indo pro colégio quando um homem encapuzado as assaltou levando o celular de Camila e deixando duas jovens totalmente traumatizadas. 

 

 

Me despertei dos meus pensamentos assim que cheguei na porta do colégio. Entrei e cumprimentei o porteiro, como eu sempre fazia e fui logo pra minha sala. Chegando lá, encontrei meu grupinho.

 

 Sempre sentamos nos mesmos lugares. 

 

Me sentei no meu lugar, o primeiro da fila do meio, logo atrás de mim estava Camila, ao meu lado vinham respectivamente Lauren, Ally e Troy. 

 

Ally e Troy namoravam desde à sétima série, eram um casal adorável. E como vocês podem perceber, eu era a vela do grupo. 

 

Me assustei com o toque do sinal que anunciava o início de uma nova aula. Eu sempre fico empolgada com sextas feiras. Nas sextas eu tenho aula da Mani, eu posso olhar pra ela, ver seu sorriso, lhe dar um abraço apertado e ficar perto dela. 

 

Infelizmente a aula dela era a terceira, o que significava que eu tinha que aguentar duas aulas de matemática com um professor insuportável.

 

Quando o sinal tocou novamente anunciando o fim da segunda aula, meu coração pulou de emoção. 

 

Pode parecer exagero, mas eu não conseguia imaginar minhas sextas sem sua aula.

 

Quando eu a vi entrar na sala, com aquele sorriso que fazia meu coração explodir dentro do meu peito, eu não aguentei e me levantei indo prontamente ao seu encontro. 

 

A abracei como sempre fazia e ela meu recebeu como sempre. 

 

- Olá gatinha - disse com aquele sorriso maravilhoso - Como você está DJ? - me chamou pelo apelido o que fez com que um sorriso brotasse em meu rosto.

 

- Eu estou bem Normani, e você? - eu disse olhando naqueles olhos castanhos que me hipnotizavam.

 

 Ela não se importava que seus alunos à chamassem pelo nome, mas eu não me atrevia a chama-la de Mani ou de Mani Bear como eu chamava quando eu estava sozinha. 

 

- Eu diria que estou ótima - ela disse piscando o seu olho direito para mim. 

 

Entramos na sala com ela me segurando pela cintura em um abraço desajeitado, e eu me sentei na minha carteira.

 

Ela vestia uma calça jeans e uma blusa do colégio. Era incrível o fato de Normani ter apenas 21 anos. 

 

Ela começou a sua aula e por alguma razão eu não conseguia prestar atenção em mais nada, apenas no seu rosto, e no seu sorriso quando um aluno qualquer dizia que aquela matéria "não era de Deus. "

 

Ela terminou de explicar seu assunto - do qual eu não entendi absolutamente nada mas pediria pra Lauren me explicar depois - e ainda faltavam 20 minutos para o fim de sua aula.

 

E como eu não perco oportunidades, fui logo colocando a minha carteira ao lado da sua mesa na esperança de estabelecer um diálogo.

 

- Então Normani, você vai pro passeio do dia do estudante? - fico me perguntando mentalmente por que eu fiz essa pergunta idiota. É claro que ela ia, ela era professora, sua obrigação era levar os alunos. 

 

- Infelizmente eu tenho que ir. Não que eu queira tomar conta de dezenas de adolescentes com hormônios a flor da pele loucos para levar bebida e beber escondido só pra causar problemas - disse rindo.

 

- Wow. Eu devo me sentir ofendida? - eu disse em tom de brincadeira 

 

- De jeito nenhum. Você não é como os outros Dinah. É como se você fosse especial. - disse sorrindo - Você é excepcionalmente comportada. Pelo menos quando quer - disse sapeca

 

- Não sei do que você está falando. Eu sou praticante um anjo - eu retruquei 

 

- Um anjo é? Então acho que não foi você que derrubou aquela menina da escada no sétimo ano - ela disse e eu senti minhas bochechas corarem quando lembrei do ocorrido

 

- Ah qual é. Ela que provocou.  - eu disse em minha defesa 

 

- Dinah ela só cortou a fila do bebedouro - disse e eu comecei a gargalhar junto com ela, até que uma mecha de seu cabelo caiu em sua face e eu tirei e coloquei atrás de sua orelha. 

 

E como naqueles momentos de cinema, seu olhar ficou preso ao meu no que parecia ser uma eternidade, até que fomos interrompidas por uma menina com uma dúvida sobre uma questão. 

 

Depois disso o sinal tocou acabando com minha chances de estabelecer um novo diálogo, ela me abraçou e me disse "Tchau gatinha" como sempre me chamava quando não usava meu apelido. 

 

(…)

 

O resto do dia foi tranquilo. 

 

Eu e as meninas conversamos durante as duas últimas aulas inteiras - o que nos rendeu uma bronca e tanto do professor - e depois eu fui pra casa acompanhada de Camila. 

 

Eu estava morrendo de ansiedade para que o dia do estudante chegasse, só assim eu poderia ficar perto da minha Mani Bear.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!!


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