História Forbiden Love - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Lu Han, Sehun, Tao
Tags Chansoo, Drama, Hunhan, Sekai, Taoris, Yaoi
Exibições 147
Palavras 2.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, boa noite~~~~!

Sei que vim tarde, me desculpem! Sério! Eu dormi demais e aí fui comer e quase me esqueci que tinha que atualizar, shisus! G.G

Estamos chegando a marca de 100 favs em pouco mais de 2 meses e eu estou muito feliz com isso, sérião! Muito obrigada pelo carinho, vocês são pessoas maravilindas <33333 Uns nenenzinhos :3

E falando a respeito do cap... Várias emoções e uma possível merda irá acontecer, se vcs vão querer dar na minha cara? Claro que sim, mas vida que segue C:

Então, boa leitura! :3

Capítulo 11 - Chapter - XI


 

 

Observava aquele bar diferente um tanto nervoso, levando vez ou outra o cigarro preso em meus dedos até aos lábios apenas para me distrair e me relaxar. Estava ali há alguns minutos esperando o meu novo amigo para bebedeiras e o mesmo estava um tanto atrasado, o que me fazia repensar aquela ideia de beber acompanhado de um homem completamente desconhecido por mim.

Mas no momento que o vi se aproximar da mesa onde eu estava, me fez perceber que não havia mais como fugir dali, então eu só teria que ter cuidado com o que ia falar e com o que ia beber, para não ser dopado e só acordar dentro de uma banheira com gelo e sem um dos meus rins.

—Boa noite. –ele falou quando se sentou ao meu lado, sorrindo-me e eu retribui o sorriso, mesmo que um tanto forçado.

—Boa noite. –falei, já levando o cigarro quase no final até meus lábios e o traguei, olhando para outro ponto alem de seu rosto e isso o fez soltar um riso.

—O que acha de começarmos com uma cerveja, huh? –sugeriu e eu assenti. –Ótimo. –levantou-se e seguiu até ao bar e eu cocei a nuca, tirando o pequeno tubo dos lábios e o apaguei contra o cinzeiro que tinha no centro da mesa.

Aquele local era bem mais sofisticado que o bar que eu costumava frequentar, fazia mesmo o estilo de Yifan, que aparentava ser um homem bastante rico só pelas roupas que usava. Observei-o de costas por alguns segundos e então suspirei, balançando minha cabeça e logo buscando meu maço de cigarros, tirando mais um dali e tratei de prendê-lo em minha boca para acendê-lo. O traguei e voltei a olhar o loiro, este que já voltava com duas garrafas da bebida que havíamos escolhido.

—O que acha de nos conhecermos, melhor? –ele perguntou, voltando a se sentar ao meu lado e entregou-me uma das garrafas. –Quer começar ou quer que eu comece? –perguntou, tirando as tampas das bebidas e eu dei de ombros, logo tomando um gole do liquido amarelado quando tirei o cigarro de minha boca. –Hm... Vou começar então. –concordei e o fitei, vendo sorrir. –Bom, sou Wu Yifan, tenho vinte e seis anos e por enquanto estou com a faculdade de engenharia trancada. Não trabalho, hm... Acho que só. –concluiu, tomando um gole da bebida e olhou-me. –Quer perguntar algo?

—Como você sobrevive se não trabalha? –perguntei e ele riu baixinho, coçando a nuca.

—Meu pai, como posso explicar... Ele me da uma mesada mensal... E então sobrevivo. –arqueei a sobrancelha e ele se acomodou melhor na cadeira. –Meu pai tem uma empresa na China, uma fabrica alimentícia e fornece alimento por alguns países aqui da Ásia e uns da Europa. –arregalei meus olhos e ele riu baixinho.

Realmente, ele tinha mesmo um estilo de gente rica.

—Me conte de você agora, Sehun. –fitou-me curioso e eu suspirei, tomando um golão da cerveja antes de começar a falar de mim.

—Me chamo Oh Sehun, tenho vinte anos... Ao contrário de você, eu nem sequer comecei uma faculdade e ainda vivo com meus pais. –falei e ele concordou, bebericando sua cerveja. –Quer perguntar alguma coisa?

—Aquele cara do outro dia é por acaso seu namorado? –perguntou e eu franzi o cenho, o que o fez rir baixinho. –Pelo que parece não é...

—Ah! Não, ele não é. Eu sou solteiro. –respondi e ele sorriu de canto, concordando. –Porque quer saber?

—Curiosidade. –mordeu o lábio e eu assenti, desviando o olhar do dele. –Gosta de dançar?

—Não muito... –respondi-o, me distraindo com um pequeno pingo que deslizava pela minha garrafa. –Você gosta?

—Na verdade eu não sei. –riu baixinho e eu o olhei, soltando um riso também. –Hm... Me ligou hoje cedo porque estava com problemas? –assenti fraco e suspirei. –Quer me contar ou acha que estamos indo rápido demais?

—É algo meio que... Particular, entende? –o olhei, o vendo concordar e levar a garrafa até aos lábios. –Eu liguei porque eu não queria ficar sozinho e eu não estou com cabeça para ficar com o Jongin...

—Jongin é o garoto do outro dia? –murmurei um “uhum”. –O problema envolve ele e você?

—Não, não. –ri fraco, me remexendo naquela cadeira. –É algo na minha família.

—Hm... Problemas familiares sempre são um saco. –concordei com a cabeça e ele suspirou. –Eu tive que aturar meus pais brigando na justiça pela minha guarda quando eu tinha seis anos. Foi uma época muito difícil. –o fitei curioso e ele parecia estar perdido em seus pensamentos. –Nem sei como eles se casaram e transaram para me ter, porque eles só brigavam. –riu sem humor e eu desviei meu olhar. –Eles tinham amantes, viviam suas vidas separadas e me deixavam de lado, e então quando meu pai pediu o divorcio surgiu essa briga por mim.

—Isso é bem triste. –murmurei e ele assentiu. –E você, como conviveu com isso tudo acontecendo?

—Eu só fui descobrir isso quando já era adolescente. Meu pai acabou ficando com a minha guarda e quando eu passava os finais de semana com a minha mãe, ela me enchia a cabeça falando mal dele. Eu só fui raciocinar quando comecei a entender o que ela me dizia.

O observei e percebi tristeza em seu olhar, o que me fez sentir-me mal por ter tocado no assunto família. Segurei minha garrafa e o fitei, indicando para que ele pegasse a dele e assim o fez, encostei-as em um brinde e ele riu fraco, bebendo sua cerveja assim como eu.

—Um brinde a que? –perguntou e eu dei de ombros. –Um brinde às nossas famílias problemáticas.

—É... Um belo brinde. –comentei, fitando o gargalo da minha garrafa.

 

 

Um brinde ao meu irmão problemático.

 

•-•  •-•

 

—Fique a vontade. –Yifan falou, caminhando por sua grande sala ao que se livrava do casaco que vestia. Eu apenas fiquei parado próximo a porta, olhando tudo aquilo um pouco surpreso.

Seu apartamento era enorme, tive essa conclusão por sua sala que era maior que meu quarto multiplicado por três.

—Venha, sente-se. –minha atenção foi chamada e assim o olhei, vendo-o apontar para o lugar ao seu lado no sofá de couro escuro e eu segui com passos lentos, me sentindo bastante deslocado ali.

Até agora não entendia o motivo de ter aceitado seu convite para ir até aquele lugar.

—Quer comer ou beber algo? –perguntou-me e eu neguei com a cabeça, ocupando o espaço a qual ele havia indicado. –Quer assistir TV? –soltou um riso e eu abaixei a cabeça, rindo baixinho junto a ele. –Você parece tenso. –sua mão afagou meu braço e eu a fitei, sentindo meu rosto aquecer-se.

Talvez fosse o efeito das bebidas começando...

—Não estou. –menti, lhe sorrindo fraco e ele concordou.

—Relaxa, eu não vou fazer nada que você não queira. –deixou sua cabeça tombar para trás e então soltou um longo suspiro. –Eu me sinto vazio.

—Comer talvez encha. –eu havia entendido o que ele quis dizer, apenas brinquei para que ele não se sentisse daquela forma e a risada baixa que ouvi, me fez sorrir.

—Bem pensado, Sehun. –olhou-me e virou-se para mim, ainda tendo sua cabeça deitada contra o encosto do sofá. –Talvez fumar resolva os meus problemas. –sussurrou e eu mexi em meu bolso, porem sua mão me impediu de tirar meu maço dali. –Não, não esse tipo de cigarro. –o olhei de soslaio e ele me fitava fixamente. –Você nunca... Experimentou?

—N-Não. –respondi quase num sussurro e ele se arrastou para mais próximo de mim, coisa que me fez encolher os ombros.

—Quer fumar comigo? –perguntou, deslizando seus dedos por meu rosto e eu abaixei a cabeça. –Relaxar um pouquinho... Eu também tenho outras coisas que talvez você possa gostar. –segurou meu queixo e o ergueu, fazendo-me olhá-lo. –O que acha? –roçou seu nariz contra o meu e seu hálito quente me deixou um tanto zonzo.

—Eu acho... Melhor não. –me afastei de si, o olhando de canto e seus olhos ainda estavam em mim, o que me fez ficar incomodado. –É melhor eu ir.

—Não, por favor. –pediu e segurou meu braço, o acariciando algumas vezes. –Eu não vou fazer nada contra você. Eu só não quero ficar sozinho. –assenti e ele soltou-me. –Eu vou lá dentro pra você sabe... –levantou-se e eu o acompanhei com o olhar. –Quer ficar no quarto de hospedes?

—V-Você vai se drogar? –perguntei e ele desviou o olhar, o que me fez suspirar. –Bom, eu não sei bem o que fazer, ainda acho melhor eu ir embora.

—Não pense que eu vou te agarrar apenas por ter usado essas coisas. Não vou ficar maluco do nada. –assenti sem nem ao menos perceber e ele suspirou. –Eu vou lá pra dentro, se quiser ficar o quarto de hospedes é o primeiro à direita, caso queira ir embora tudo bem, eu vou entender. –e assim seguiu em direção a um pequeno corredor, logo entrando na ultima porta.

 Observei sua sala por mais algum tempo e esfreguei minhas mãos contra minhas coxas, começando a sentir-me nervoso. Levantei-me do sofá e caminhei pela sala, indo até a cozinha que estava escura e então liguei a luz, encarando os eletrodomésticos brancos e acinzentados decorando o local e assim fui até a pia. Olhei em volta e enxerguei pelas portas de vidro onde os copos ficavam e não achei que fosse errado mexer ali. Peguei um dos copos e voltei a pia, abrindo a torneira e o enchi, logo levando até meus lábios e tomei o conteúdo num único gole. Fechei a torneira e me virei, voltando a fitar a sala e era estranho estar ali sozinho.

Deixei o copo na pia e caminhei, seguindo em direção ao corredor e fui lentamente até ao quarto onde Yifan havia entrado e parei em frente à porta que estava entreaberta. Me senti mal em vê-lo sentado em sua cama preparando o que me parecia ser maconha. Cocei a nuca e entrei em silencio, indo até ele e recebi seu olhar triste, o que realmente me deixou incomodado.

—Não era essa a imagem que eu queria mostrar de cara a um novo amigo. –ele falou, enrolando a seda de maneira devagar. –Viu como eu sou patético? Um nada?

—Você não é patético, não é um nada. –me sentei ao seu lado e ele riu sem humor, deslizando a língua de maneira lenta pela seda e isso me fez desviar o olhar. –Você apenas tem um jeito de fugir da realidade.

—Um jeito ótimo, não é mesmo? –notei sua ironia. –Olha, eu não quero que você sinta o cheiro, ok? É melhor...

—Não se importe comigo. –o cortei e ele olhou-me. –Finja que eu não estou aqui. –disse e ele observou-me em silencio por alguns segundos e então se voltou para o cigarro recém preparado e o levou até aos lábios, logo o acendendo.

Abaixei a cabeça e não demorei a sentir o cheiro característico da erva. Eu já o conhecia porque os lugares onde eu bebia, as pessoas usavam isso e o odor inundava o lugar e eu consequentemente sentia. Voltei a olhá-lo e ele tinha os olhos fechados e soltava lentamente à fumaça, parecendo inebriado com aquilo. Baguncei meu cabelo e encarei o cigarro preso em seus dedos, o achando um tanto interessante.

É, eu tinha curiosidade.

Mas também não queria quebrar a promessa que havia feito a Jongin.

—Isso é muito bom. –ele falou baixo, o que atraiu o meu olhar para seu rosto sereno. –Parece que eu sou teletransportado para o paraíso, onde não há problema, não há briga. Só tem paz. –continuou e voltou a levar aquilo até aos lábios, sugando com força o conteúdo. –Você realmente não quer sentir-se livre mesmo que por pouco tempo? –perguntou ao que soltava à fumaça no ar e eu entrei em um conflito.

Aceitar ou não aceitar?

Quebrar a promessa feita a Jongin ou não?

Y-Yifan... –falei, mas ele apenas levou seu indicador até minha boca, impedindo-me de falar e eu fiquei o olhando.

—Você precisa relaxar. –falou, voltando a sugar o conteúdo envolto daquela seda e segurou meu queixo de leve, aproximando seus lábios dos meus e seu puxar delicado me fez entreabri-los e então soltou a fumaça em minha boca, olhando fixamente em meus olhos enquanto isso e abriu um pequeno sorriso. –Você vai se sentir bem. –roçou sua boca na minha e mordiscou meu inferior. –Deixa eu te beijar? –perguntou e eu assenti algumas vezes, já fechando meus olhos no mesmo instante que senti sua língua adentrar minha boca e enroscar-se com a minha.

 

 

Eu realmente deveria ter pensado mais antes de ter ligado para um desconhecido para me acompanhar em um bar...

 

 

 


Notas Finais


Yifan chegou pra causar, só digo isso rsrsrsrsrsrsrsrs C:

Vou fazer uma panfletagem pequena, mas que vale a pena! Leiam minha one-shot de suspense, link a seguir: https://spiritfanfics.com/historia/corredores-do-medo-7118967

Foi feita de coração <3 Se não quiserem ler, tudo bem C: Não estou obrigando a ninguém, só estou espalhando ^•^

Voltando ao cap...

Espero que tenham gostado <3 Até semana que vem, beijinhos (*3*)


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