História Forever - Capítulo 87


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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Katniss Everdeen, Peeta Mellark, Personagens Originais, Primrose Everdeen
Tags Jogos Vorazes
Visualizações 27
Palavras 1.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 87 - Hi...


Segunda

07:30

Pov Kat

Peeta saiu para levar as crianças e foi direto para a empresa. Disse que um funcionário o ligou dizendo que havia quebrado a chave ao tentar abrir a porta. Eu fiquei em casa com meus pais, esperando eles se arrumarem para saírem. Eu iria deixá-los em um museu e depois iria para a empresa. Eu troquei de roupa e fiquei na sala esperando. Mandei mensagem para Peeta enquanto esperava.

Eu:
  Iai amor
  Já resolveu?

Depois de uns 5 minutos eles respondeu.

Amor:
  Eu chamei um cara e ele veio aqui concertar, ainda está lá embaixo.
  Você já está vindo?

Eu:
  Daqui a pouco.
  Porque?

Amor:
  Vir trabalhar né amor
  Haiai
  Venha logo ou eu te darei uma lição mais tarde

Eu:
   Acho que vou ficar mais um pouco por aqui então 😉

Amor:
  Engraçadinha
  Mais tarde resolvemos sua lição
  Venha logo...

Assim que ele mandou a mensagem meus pais desceram a escada.

Eu:
  Já estou indo.
  Bjs
  Te amo

Amor:
  Certo
  Bjs
  Tb te amo
  Venha com cuidado.

Eu:
  Eu sempre dirijo com cuidado

Amor:
  Vai nessa...

Eu:
   😑
   Haha

Eu guardei o celular dentro da bolsa e me levantei do sofá.

- Vamos? -eu disse para meus pais

- Vamos. Creio que você está atrasada, não é docinho? -meu pai disse

- Sim. Um pouco.

- Foi culpa da sua mãe. Ela estava tentando decidir qual echarpe colocar... -meu pai disse enquanto abria a porta para sairmos

- Você eu não sei não viu mãe.

- Mas é porque o verde tinha ficado bom, só que o amarelo também ficou. Ai eu fiquei indecisa em qual usar. - ela tentou se defender.

- Ok mãe. Vamos logo. -eu disse destravando o carro e entrando.

Eu dirigi até o museu, enquanto eles ainda falavam sobre echarpe. Enfim né. O museu era perto, então chegamos rápido. Eles saltaram do carro e me deram tchau e eu também, depois fui direto para a empresa. Estava 15 minutos atrasada. Eu estacionei meu carro e entrei. Fui apressada para o elevador e subi. Assim que saí do elevador avistei Peeta no corredor. Eu fui andando de fininho até minha sala e entrei. Assim que eu sentei na minha cadeira ele entrou.

- Acabou de chegar foi senhorita? -ele disse fechando a porta atrás de si

- Talvez... - disse sorrindo. Ele retribuiu o sorriso. Veio andando até mim e parou em minha frente, atrás da mesa. Ele se abaixou até alcançar meus lábios e então me beijou. Foi um beijo calmo e suave. Logo ele se afastou de mim. Eu fiz um bico e ele deu um risada abafada.

- Reunião... 9:00. - ele disse se afastando devagar

- Mas é quase agora. Eu acabei de chegar. -eu disse olhando o relógio no pulso.

- Chegou atrasada. Vamos, temos que ir logo.

- Aff.

- Sem reclamar. Vamos. -ele disse. Eu levantei dando um suspiro. Peguei minha bolsa e fui. Na hora que estávamos saindo da sala, Peeta estava atrás de mim, e apertou a minha bunda. Eu virei pra trás e ele olhei pra cara dele. Ele sorria de maneira maliciosa. Eu estreitei os olhos para eles e me virei novamente para frente e segui até a sala de reuniões. Peeta veio logo atrás de mim. Assim que abri a porta e entrei avistei três homens. Bonitos até. Nossa.

- Bom dia senhores. -eu disse indo até eles cumprimenta-los.

- Bom dia. Senhorita Katniss, não é mesmo? -um deles perguntou

- Sim. E o senhor? -eu perguntei

- Ruben. Prazer. -ele disse estendendo a mão e eu estendi a minha para um aperto de mão. Assim como com os outros dois.

Eu não sabia que teria reunião hoje, então estava com um vestido não tão adequado. Comportado óbvio, mas não o adequado.

A reunião durou mais ou menos uma hora. Quando eu saí de lá, fui direto para minha sala. Entrei e fechei a porta. Fui direto para minha cadeira. Sentei e tirei os saltos que estavam me matando. Como ninguém iria ver mesmo. Eu fiquei sem eles. Uns 10 minutos depois Peeta adentrou a sala e trancou a porta.

- Ei, o que foi? -eu perguntei enquanto ele vinha na minha direção.

- Nada. Só se vim conversar.

- Não tem nada pra fazer?

- Na verdade não.

- Nossa. Pode ir comprar algo para eu comer então? Estou morrendo de fome.

- Hummm, vou pensar.

- Eii...

- O que? Kkk.

Ele me puxou da cadeira. Sentou e me fez sentar em seu colo.

- O que foi? -eu perguntei enquanto passava a mão por seus cabelos.

- Eu deveria ter falado com você que teria reunião, ou se não, não tinha deixado você ir. -ele falou começando a alisar minhas coxas, que estavam bem expostas para ele.

- Qual o problema? -perguntei indignada

- Esse vestido. Não está muito adequado né. Você sabe. Na hora que você entrou eles te olharam de baixo a cima. Enquanto você falava com um os outros encaram seus seios, ou sua bunda, ou suas pernas. -ele falou calmo

- Certo, eu sei que o vestido não é adequado, mas a culpa é sua que não me avisou nada. Se não, eu teria vindo com um mais comportado.

- Verdade. Mas mesmo assim.

- Kkkk. Esse meu homem.-eu disse e encostei nossos lábios.

Peeta não quis que eu me separasse dele. Me fez ficar com uma perna em cada lado de de seu corpo, me deixando com os seios pressionados contra seu peitoral e nossos sexos colados.

- Ei mocinho, não vamos fazer sexo agora. -eu disse com a voz abafada

- Talvez... -ele disse provocativo

- Não, nós não vamos. Vamos fazer em casa na nossa cama deliciosa, debaixo dos nossos cobertores.

- Ahh amor, porquê não aqui? Tô precisando...

- Você sempre está precisando -eu disse lhe dando um selinho

- Por favor -ele disse levantando meu vestido

- Amor...

- É só uma rapidinha... -ele disse insistente já abrindo a calça e puxando seu membro, que por sinal já estava duro - Vem cá ele disse me puxando para sentar nele. Eu levantei um pouco quadril e quando me abaixei senti seu membro entrando em mim. Foi ótimo. Eu comecei a rebolar devagar enquanto Peeta apertava minha cintura. Eu não podia gemer, nem ele. E isso que deixou tudo mais delirante. Eu comecei a cavalgar nele enquanto ele beijava meu pescoço na tentativa de não gemer. Eu acabava deixando escapar uns gemidos controlados, ou abafados contra seu pescoço. Quando senti seu gozo dentro de mim eu parei. Nós estávamos ofegantes. Deixei nossas testas coladas enquanto tentávamos normalizar nossa respiração.

- Tenho que voltar pra minha sala -ele disse depois de um tempo - Terminamos isso mais tarde.

- Tudo bem. - eu lhe dei um beijo e saí de cima dele. Eu fui até o banheiro e me ajeitei. Quando voltei para a sala Peeta já havia saído. Eu dei um sorriso e sentei em minha cadeira. Foi difícil voltar a trabalhar depois disso mas eu tive que me concentrar.

Quando deu o horário do almoço, eu saí antes de Peeta para buscar as crianças. Do caminho eu liguei para minha mãe, que disse já estar em casa. Eu busquei as crianças e fui para casa. Peeta já havia chegado. Ben foi correndo até ele quando o viu.

- Eii, iai garotão, como foi a aula? -Peeta perguntou enquanto o pegava no colo

- Foi legal. Eu aprendi uma música nova com a flauta.

- Que legal. Então depois do almoço você vai tocar pra todo mundo, tá certo? -ele disse o colocando no chão

Eu subi para trocar de roupa. Quando desci me deparei com papai correndo pela sala com Val no colo e Ben correndo atrás dele.

- Eii o que está acontecendo aqui?? -saiu quase como um grito. Eles pararam e olharam assustados para mim. Ouvi meu pai falar algo com Ben.

- Ihhh a general chegou. -ele disse e Ben fez continência. Eu deixei um riso escapar. Fui até meu pai e peguei Val do colo dele.

Fui até a cozinha e a empregada disse que o almoço já estava pronto. Eu voltei para a sala para chamar o pessoal.

- Vamos lá, o almoço está pronto. Crianças lavem as mãos antes de irem para a mesa. -eu disse. Notei que não tinha visto Peeta desde que havia subido. - Mãe, cadê Peeta?? -eu perguntei curiosa

- Não sei filha. Ele sumiu depois que você subiu.

- Ue, que estranho.

- Será que ele não foi comprar um refrigerante? -meu pai tentou argumentar

- Não, tem refrigerante ai pai. -eu respondi. Comecei a ficar preocupada. - Podem ir indo para a mesa e almoçar, eu vou procurar ele. -disse entregando Val nos braços de minha mãe.

Eu rodei a casa toda atrás dele. Peguei meu celular dentro da bolsa e liguei para ele. Primeiro deu ocupado. Na segunda vez que eu liguei ele atendeu. 


- Peeta onde é que você está hem? Como é que você saí assim e não fala nada? Qual seu problema hem droga?! -eu falei tudo desaforada

- Caramba Katniss. Me desculpa. Eu já estou indo. Quando eu chegar a gente conversa.

- Peeta aconteceu alguma coisa?? -eu perguntei angustiada

- Calma Kat. Eu já vou voltar. Pode ir almoçando, já chego aí. Te amo.

- Ok ok. Também te amo.

Ele desligou. Eu fiquei parada um tempo segurando o celular. Mas que merda aconteceu? Eu desci e fui me juntar ao pessoal. Assim que sentei à mesa minha mãe perguntou.

- Onde está Peeta, filha?

- Ele disse que já está vindo. Não disse onde estava. -eu disse fazendo meu prato.

Almoçamos em silêncio. Peeta chegou quando as crianças estavam qusse terminando. Ele se desculpou pela saída e pela demora, fez o prato e comeu em silêncio. Depois do almoço ele apenas me deu um beijo dizendo que tinha que ir e que quando chegasse nós íamos conversar. Eu até hoje não gosto quando alguém fala que depois conversamos. Isso não é legal. Nunca é uma coisa boa. Quando é uma coisa boa a pessoa solta logo. Quando não é, a pessoa fica adiando pra saber como falar. Nunca é bom. Que droga viu.



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