História Forever - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Drama, Exo, Kai, Romance, Violencia
Visualizações 43
Palavras 1.650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Pele com Pele


Fanfic / Fanfiction Forever - Capítulo 7 - Pele com Pele

''Me dê seu carinho
E sua sinceridade
Se eu pudesse sentir o seu toque
Se eu pudesse ser seu amor
Eu quero ir além
Eu quero ir longe
Agora me diga que sou o único
Pele com pele''  

LuHan - Skin To Skin

 

Carreguei JongIn desacordado com a ajuda de Chanyeol até o apartamento que eu havia entrado da outra vez, dessa vez ele estava em silêncio. Chanyeol disse que havia mandado os meninos embora por um tempo e que seria perigoso todos estarem no mesmo lugar depois de tudo que ocorrera. O levamos até o seu quarto e o deitamos na cama. Chanyeol durante o caminho até ali havia me dito que eu não era uma refém nem nada do tipo e que depois que as coisas esfriassem eu poderia ir embora. Mas era exatamente o oposto como eu me sentia, eu era uma espécie de vítima e de refém deles e de toda essa situação, principalmente de JongIn. Eu negava, mas a energia dele me consumia drasticamente, era como se eu enviasse a minha para ele, como se eu precisasse fazer isso, como se eu fosse obrigada.

Mesmo tendo certeza agora do que JongIn fazia e de quem ele era, eu queria permanecer próxima dele e sabia que essa não era a escolha mais sábia a se fazer, aliás, era a mais estúpida, mas havia aceitado que era o que eu queria.

Conversei bastante com Chanyeol durante os dois dias que eu já estava ali confinada naquele apartamento e senti que podia conversar com ele abertamente. Nos revezávamos para cuidar de JongIn que só dormia e comia. Até ajudei no dia anterior à dar banho nele, o que fez com que eu visse a imagem de uma criança pequena que não gostava de ser ajudada pelos pais e que queria ser independente. Aproveitei para tocar sua pele e seus cabelos suavemente e sentir seu toque, mas sem que Chanyeol percebesse e quando ele foi lavar o corpo de JongIn, eu me retirei, respeitando seu limite e sua privacidade.

Seis longos dias já haviam se passado e eu estava estressada. Passei meus dias cuidando de JongIn e observando ele dormir, não era algo ruim, era deprimente mas ao mesmo tempo eu podia admirar seu rosto, seu corpo, sua respiração calma enquanto dormia, mesmo com dores. Mas eu precisava sair dali, precisava receber o toque da luz do sol em meu rosto, eu precisava respirar um ar fresco e não conseguia esconder minha necessidade.

Outro fato que torturava minha mente era que eu estava mais envolvida do que percebera de início. Eu havia criado laços sentimentais por uma pessoa que escondera descaradamente de mim e de minha família que era um ladrão, que havia ferido pessoas e que enganava pessoas para sobreviver. Ele roubou um banco e foi ferido, além disso meu instinto que foi influenciado por meus sentimentos, não me deixou pensar direito e não excitei em ajudá-lo. Eu poderia ter me mantido firme e chamado uma ambulância que perceberia quem ele era e cuidaria do resto, assim eu cortaria meus laços, mas infelizmente fui lerda demais e acabei encobertando o que acontecera.

Decidi que iria embora, e precisava fazer isso logo. Peguei minha bolsa e me dirigi até a sala onde Chanyeol estava. Eu iria embora sozinha ou ele poderia facilitar as coisas, isso só dependia dele.

- Estou indo embora. Vocês não precisam mais de mim agora. - Eu disse decidida olhando para ele sentado no sofá perto da grande janela coberta por lindas cortinas brancas, que abaixou a revista que estava lendo.

- Você tem certeza? Eu esperaria um pouco mais. Não sou eu quem decido alguma coisa, mas acho que seria melhor você esperar. - Ele disse se levantando e indo na minha direção.

- É melhor eu ir. Já se fazem seis dias que estou aqui, as pessoas podem se preocupar. - Eu continuei a conversa, respeitando a opinião de Chanyeol, mas defendendo a minha.

- Só sua tia se importa com você, ninguém mais. - Aquelas palavras vindo atrás de mim de uma forma tão fria e bruta, foram como se tivessem jogado um baldo frio em mim. Eu sabia que era verdade o que JongIn dizia, mas isso me machucava do mesmo jeito.

- O que está fazendo de pé? Você precisa descan... - Chanyeol ia na direção do amigo.

- Eu levarei ela embora. É o que ela quer. - JongIn olhava para Chanyeol de forma firme não deixando brecha para diálogos.

Quando estávamos no carro, só nós dois, o que me deixava desconfortável, eu não sabia como me aproximar dele. Ficamos apenas em silêncio por uns quinze minutos, o que me incentivou à tentar puxar algum assunto.

- Você está b...

- Estou. - Ele cortou minha pergunta logo no começo, continuando olhando para a frente enquanto dirigia, e eu que podia olhá-lo, decidi não arriscar.

Continuo olhando para a vista agora. A noite estava bonita e já era bem tarde, tornando a rua vazia. O tipo de ambiente que eu gostava e me sentia bem. Quando percebo onde estávamos, JongIn já tinha estacionado o carro. Era o parque novamente.

- Vamos dar uma volta. - Ele disse e se retirou do carro. E eu apenas o segui sem hesitar.

Andamos até a roda gigante e ficamos olhando-a por uns minutos, até ele pular a cerca de metal e se virar apenas para estender a mão para mim, para que eu o seguisse. Pego sua mão depois de alguns segundos, demonstrando confiança e ele me ajuda a pular a cerca me pegando no colo delicadamente e me colocando no chão da mesma forma, como se estive com sua saúde e corpo intacto, como se o que tivesse acontecido, o ferimento à bala nunca tivessem acontecido. Meu coração estava disparado e minhas mãos suando de nervoso.

Ele abriu uma cabine e deu passagem para eu entrar nela, o que eu fiz e fiquei apenas o observando se afastar um pouco e ir até a pequena cabine onde ligava o brinquedo. O que ele fez logo depois, e então a roda gigante começou a girar e ele saiu correndo de lá até ir ao meu encontro. O ajudei a subir, o que foi difícil já que a roda gigante já estava em movimento. Fechamos a porta e nos sentamos da mesma forma da primeira vez que estivemos ali. Ele na minha frente me observando e eu olhando a cidade em baixo de nós, mas desta vez tudo em perfeito silêncio ali no alto e no escuro.

- Eu não quero que vá embora. Quero que fique conosco por um tempo. - JongIn falou do mesmo jeito de sempre, mas dessa vez pude sentir uma certa preocupação na sua voz. Ou eu estava imaginando coisas?

Eu não o respondi, precisava pensar naquele pedido, mesmo meu coração dizendo sim e a lucidez que restava em mim dizendo não. Ele se levantou e estendeu a mão para mim. Ele estava lindo. A noite lhe caía bem e um pouco de luz que nos permitia enxergar o ambiente o deixava ainda mais sombrio, porém mais lindo. E meu coração disparou de novo. Estávamos no centro da roda gigante, bem no alto. E meu medo surgiu, mas quando peguei sua mão gelada, ele desapareceu e me levantei. Permitindo que JongIn me puxasse para perto dele. Nossos corpos estavam muito próximos, permitindo que eu sentisse seu coração bater calmamente e também que sentisse seu hálito de hortelã.

Ele deposita sua mão gelada e macia em meu rosto, acariciando-o, fazendo com que eu suspirasse e fechasse os olhos. Eu precisava desse toque. JongIn desce sua mão delicadamente de meu pescoço até meu ombro. Ele tira o meu casaco e o joga no nossos pés e volta sua atenção ao meu pescoço e deposita um beijo úmido e suave em meu pescoço, fazendo meu corpo arrepiar como nunca antes. Abro os olhos quando ele para e o observo tirar seu sobretudo preto e o esticar com os pés no chão. Ele volta seus olhos para os meus e tira sua camisa branca devagar, me torturando. Seu corpo era lindo.

Suas mãos jogam a camisa no chão e depois vão até minha cintura, desabotoando meu jeans, e no calor da situação eu só ouvia meu coração que parecia querer sair pela boca. Ele se ajoelha nos casacos e ergue seus olhos para mim, com suas mãos ainda em minha cintura. Minha calça é tirada, me fazendo sentir super insegura, o que o faz perceber, fazendo-o um gesto fofo que foi beijar minha coxa.

Ele tira sua atenção de minhas coxas e me convida novamente com sua mão, mas dessa vez para me deitar com ele, e eu me deito. Terminamos de tirar as roupas com a ajuda um do outro, tudo de forma devagar, tentando me fazer sentir mais à vontade o máximo possível. Ele deita meu corpo com facilidade e deixa beijos de meu pescoço até minha barriga. Meu corpo se arqueava a cada toque que eu sentia dele, estava sendo torturante, meu corpo e minha mente precisava dele. Eu precisava dele.

Fecho os olhos e apenas tento sentir o calor da emoção. JongIn começa passando seus dedos em minha região que já estava livre, me fazendo suspirar. Ele aproxima sua rosto junto do meu e me dá um beijo quente e ofegante. Não sabia onde me concentrar, no seu delicioso beijo ou no seu toque em minha região. Sinto seu membro entrar em mim e nossas bocas se separam para eu poder demonstrar meu contentamento com minha voz. O som agudo de nossos gemidos se estendiam pela cabine junto com o barulho de nossos corpos se chocando um com outro. Eu sentia que éramos um ali, pensamentos unidos, corações unidos e pele com pele.

- Fique comigo. - JongIn diz para mim quando chegamos ao nosso ápice juntos .



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