História Forever By Your Side - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizades, Drama, Magia, Mistério, Romance, Sobrenatural, Suspense
Exibições 31
Palavras 1.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá Maravilindas!
Como tá do lado daí?

Aqui estou eu, com mais uma história para vocês e espero muito, muito mesmo que vocês gostem.
É uma história diferente das que estou acostumada a escrever, então, desculpem qualquer coisa.

- Laura

Capítulo 2 - ● 0.1


Fanfic / Fanfiction Forever By Your Side - Capítulo 2 - ● 0.1


                Kathryn

  Já havia escurecido lá fora, o tempo estava frio, o que não era novidade aqui em Forks.
Enquanto isso, eu assistia a alguns noticiários na TV. Não que eu gostasse disso, apenas não tinha nada para fazer.

  _ Alô, Bob? - Falou John, meu pai, ao atender seu celular. - Outro? Okay, já estou a caminho.

  Assim ele levantou do sofá e foi até seu quarto, voltando segundos depois com seu casaco.

  _ Filha, tenho que sair. Cuida do seu irmão. - Beijou minha testa.

  _ Qual é? Já tenho 16 anos. - Reclamou Matt, meu irmão, descendo as escadas. - Posso ir com você?

  _ Claro que não! - Falou como se fosse a pior coisa do mundo.

  _ Porque não? - Perguntou, assim que desceu completamente a escada.

  _ É muito arriscado você ir. Não se sabe ao certo o que causou o ataque, portanto, fique com sua irmã. - Pegou a chave do seu carro e saiu.

  Á uma semana acontecimentos estranhos cercam a cidade, e o pior, não se sabe exatamente o que vem causando os ataques. Uns dizem que são apenas lobos migrando de outras cidades, já outros dizem que são criaturas sanguinárias que querem destruir a cidade. Ah, fala sério. Desde quando criaturas sanguinárias sairiam dos contos de fadas para atormentar uma pequena cidade como esta? Eu acredito que seja animais, pois, cá entre nós, essas criaturas nem existem.

  _ Kath? Está me escutando? - Matt me  chacoalhava pelos ombros.

  _ Ah, sobre o que estava falando mesmo? - Perguntei me arrumando no sofá.

  _ Precisa parar com essa mania de viajar enquanto as pessoas falam. - Reclamou pouco irritado.

  _ Desculpa. - Falei. - Mas eu vou para o meu quarto. Boa noite, Maninho.

  Dei uma leve bagunçada em seus cabelos loiros, recebendo um resmungo dele. Depois subi a escada em direção ao meu quarto.
Aqui morávamos apenas eu, Matt e meu pai, John. Meu pai mal para em casa, ele é o delegado de uma das poucas delegacias daqui. Eu, desde meus 16 anos, trabalho em uma pequena cafeteria aqui perto. Matt apenas estudava, ele é capitão do time de futebol na escola, o que o faz ser bem mais vaidoso que o normal.
E minha vida é bem mais monótona do que parece, vou á escola pela manhã, á tarde trabalho na cafeteria e à noite ficava em casa, fazendo absolutamente nada. Exceto nas noites que Valerie, minha melhor amiga, me obrigava a ir até sua casa 
-ou ela vinha até aqui- para conversamos sobre coisas banais, totalmente sem rumo algum.

  Depois de um longo período de silêncio, escutei batidas em minha porta. Andei até a mesma e abri, revelando Valerie com uma sacola preenchida por vários filmes e doces.
Então ela adentrou o quarto com força o suficiente para quase arrancar meu ombro do lugar.

  _ Pode entrar, Vale. E se quiser, pode até deitar na minha cama. - Ironozei, vendo a Valerie jogada na minha cama.

  _ Ah coisa chata, vem aqui logo.

  E logo me juntei a ela, assim, seguimos uma noite com filmes e muito doce.

   • • •

  Acordei sentindo um enorme peso sobre mim, era apenas Valerie deitada em cima de mim.
Mesmo com o espaço da cama de casal, ela sempre insiste em dormir em cima de mim.

  _ Ô sua gorda, quer sair de cima de mim? - Perguntei, obviamente não recebendo resposta.

  Juntei forças do além e a empurrei para o lado, que continuou dormindo igual uma foca.
Dei de ombros e fui ao banheiro, fazendo toda higiene matinal.

  Após isso, fui tentar acordar a Valerie, o que não foi uma tarefa fácil. Mas quem disse que seria?
Depois de um tempo tentando, decido apenas empurrá-la com força, o que resultou em uma queda. 3,2...

  _ KATHRYN! - Acho que até o padeiro da esquina escutou seu grito. - Considere-se uma vaca morta.

   Apenas engoli seco e corri escada á baixo.

   • • •

  Não consigo entender o porquê desses nerds chegarem tão sorridentes à escola. Enquanto eu estou apenas existindo, sentada em baixo de uma árvore e esperando Valerie, algumas das barbies mal fabricadas passavam pelo jardim da escola, fazendo todos os garotos presentes ali babarem em seus corpos.

  _ Porque está olhando para a Dayse com cara de quem quer tortura-lá até a morte? - Perguntou Vale, sentando-se ao meu lado.

  _ Porque talvez eu queira fazer isso mesmo. - Respondi.

  _ Que menina mal-humorada. - Deitou a cabeça no meu ombro.

  _ Quem é aquela? - Perguntei apontado para uma garota de cabelos loiros quase brancos, que por acaso nunca à vi por aqui, acabara de entrar pelo portão.

  _ Essa é Victória, irmã do Enzo, Os novatos. - Respondeu com uma cara maliciosa quando pronunciou o nome 'Enzo'.

  _ Ah, sim. - Murmurei enquanto observava o tal de 'Enzo' entrar pelo portão de entrada.

  Até que ele era bonito, muito bonito. Pele clara, cabelos castanhos. Seus passos eram rápidos, acho que para tentar alcançar sua irmã, que ia mais a frente.

  _ Então, vamos? - Perguntou Valerie já em pé.

  _ Sim. - Levantei e seguimos até onde teríamos nossa primeira aula do dia.

   • • •

            Enzo

  _ Enzo, vamos logo! - Gritou Vitória, minha irmã mais velha.

  _ Se você gritar novamente, eu juro que arranco essa cabeleira loira. - Falei a encarando.

  Ela apenas deu de ombros e saiu do meu quarto.

  Hoje o dia estava bem ensolarado, o que desde que cheguei aqui, á uma semana atrás, não acontecia.
Já estava cansado de tanto frio. Apesar de amar o frio, as vezes me irritava ficar em casa sem fazer absolutamente nada.

  Hoje é meu primeiro dia de aula, confesso que estou meio foda-se pra isso. Minha vida é um foda-se, pra tudo.
Enfim, Victória iria me dar uma carona até lá, então teria que apressar, ou chegaria muito atrasado.

  Ao entrar no carro, liguei a rádio, onde tocava uma música sem graça.
Chegando na frente da escola, Victória estacionou o carro numa velocidade que até meu celular voou da minha mão.

  _ Vai com calma, maninha. - Falei tentado pegar meu celular no piso do carro. O que não foi uma tarefa fácil, pois, quando levantei, Victória Já estava passando pelo portão de entrada.

  Me apressei em pegar o celular e sair do carro. Assim fiz e andei em direção ao portão.
Havia muitas pessoas, muitos estilos diferentes. E, pra variar, uma garota com uma saia quase mostrando seu útero, passou ao meu lado com um sorrisinho, acho que ela tentou me paquerar. Eu hein.

  Encontrei com Victória no corredor da escola, a mesma me entregou um papel, onde estava escrito todos os horários de aulas.

   • • •

          Kathryn

  Ouvi novamente o sinal tocar, só que desta vez minha alegria foi maior, pois finalmente iria para casa.
Mas antes, iria dar uma passada na biblioteca, pois precisava de um livro para um trabalho de literatura.
Adentrei a enorme sala, onde havia várias mesas e, obviamente, livros. Muitos livros. O que me deixou muito confusa, qual escolho?

  Subi para o segundo andar. Deixei minha mochila em umas das mesas ali e andei até umas das enormes prateleiras de livros.
Observando alguns títulos, um me chamou a atenção. "A última música".
Apesar de não gostar muito de romance, estava disposta a tentar, pelo menos uma vez, ler aquele livro.
Fiz um pequeno esforço, levantando um pouco o braço até pegar o livro. Assim que tirei o livro do lugar, avistei o novato por trás da prateleira. Ele estava concentrado, lendo algum livro, em um movimento lento, ele levantou a cabeça, direcionando seu olhar para o meu. Aí que percebi que fiquei tempo demais o encarando. Então desviei o olhar, tão rápido quanto as batidas do meu coração no momento.
Então agarrei mais o livro em meus braços e fui até a saída da biblioteca. 
Não vou negar que fui o caminho inteiro para casa, pensando nele naqueles olhos. Sei que mal o conheço, mas, algo nele me chamara a atenção.

                                Continua...


Notas Finais


Beijinhos e até o próximo. ;*


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